quarta-feira, fevereiro 1, 2023
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Todos os longas dirigidos por mulheres no Festival de Cinema Latino-Americano

Diretoras da América Latina serão celebradas na edição deste ano do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que começa nesta quarta-feira (20) e vai até dia 27 de julho.

por Luísa Pécora no Mulher no Cinema

O festival caprichou: para começar, 45% dos filmes da programação são dirigidos por mulheres. Além disso, uma mostra é dedicada às divas da Época de Ouro do cinema mexicano e outra a trabalhos de novas diretoras do país. Para completar, a homenageada do ano é a cineasta paulista Anna Muylaert.

Como parte da homenagem, o festival vai exibir 23 trabalhos de Muylaert, incluindo seu novo longa, Mãe Só Há Uma, escolhido como filme de abertura. A cineasta também participa de um encontro com a cartunista Laerte na quinta-feira (21). E a mesa de debates “Mulheres Atrás das Câmeras”, programada para o dia 26, vai reunir diretoras de Brasil, Guatemala e Uruguai.

Para ajudar o público a se programar, listamos abaixo todos os longas-metragens dirigidos por mulheres que estão na programação do Festival Latino. Consulte horários e locais de exibição no site oficial.


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“Danzón”
[México, 1991]
Em Veracruz, no México, uma mulher procura um homem que conheceu durante uma visita ao Salão Colônia e, depois, desapareceu. Dirigido por María Novaro.


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“Durval Discos”
[Brasil, 2002]
Um vendedor de uma loja de discos que mora com a mãe contrata uma empregada. Dois dias depois, ela desaparece e deixa para trás a filha de cinco anos, Kiki. Direção de Anna Muylaert.


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“E Além de Tudo me Deixou Mudo o Violão”
[Brasil, 2012]
Uma adolescente percebe que sua mãe se tornou alcoólatra. Entre o medo e o amor, ela tenta se manter de pé em um barco que parece estar afundando. Eis que encontra um violão. Direção de Anna Muylaert.


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“É Proibido Fumar”
Uma romântica professora de violão sonha em viver um grande amor. Quando conhece um músico, decide fazer um sacrifício para conquistá-lo: abandonar o cigarro. Dirigido por Anna Muylaert.


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“Forasteiro”
[Forastero, Argentina, 2016]
Depois de alguns anos, Nicolás volta a uma cidadezinha ao lado do amigo Jaime. De repente, Ana aparece. Direção de Lucía Ferreyra.


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“Mãe Só Há Uma”
[Brasil, 2016]
Um adolescente vai viver com outra família após descobrir que foi roubado na marternidade. Direção de Anna Muylaert.


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“A Maior Casa do Mundo”
[La Casa Más Grande del Mundo, Guatemala/México, 2015]
Rocío mora nas montanhas da Guatemala e cuida sozinha de um rebanho de ovelhas. Um dia vai buscar um animal perdido e o resto do rebanho escapa. Direção de Ana V. Bojórquez e Lucía Carreras.


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“A Maldição, o Milagre e o Burro”
[La Maldición, el Milagro y el Burro, Colômbia, 2012]
Maria Fernanda Céspedes e Ayoze O’Shanahan mostram a vida em Gramalote, pequena comunidade no norte da Colômbia ameaçada por deslizamentos de terra e inundações.


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“As Mãos na Terra”
[Las Manos en La Tierra, Uruguai, 2010]
Pela primeira vez na história uruguaia, um grupo de arqueólogos da Universidade da República entra em um quartel. Sua missão é buscar restos mortais dos presos e desaparecidos durante a ditadura militar. Dirigido por Virginia Martínez.


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“O Mundo de Carolina”
[El Mundo de Carolina, Uruguai, 2015]
A diretora Mariana Viñoles acompanha o cotidiano de Carolina, uma jovem com síndrome de Down. Conforme o tempo passa, o vínculo entre as duas se torna mais forte.


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“No Corpo Errado”
[En el Cuerpo Equivocado, Cuba, 2010]
Vinte anos após sua cirurgia de redesignação sexual, a transexual cubana Mavis questiona a forma como sua feminilidade foi construída. Dirigido por Marilyn Solaya.


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“Para Aceitá-la Continue na Linha”
[Brasil, 2009]
Uma mulher de classe média alta que vive em São Paulo cai no golpe telefônico do falso sequestro. Acreditando que uma de suas filhas corre perigo, ela vai de carro até o Rio de Janeiro, guiada pela voz do bandido. Dirigido por Anna Muylaert.


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“Parque Lênin”
[Parque Lenin, México, 2015]
Tendo perdido a mãe há quatro anos, Yesuán cuida da irmã mais nova, Karla, e mantém as esperanças de que o irmão mais velho, Antoin, voltará a Cuba. Um parque de diversões é o local da última lembrança dos três juntos. De Itziar Leemans e Carlos Mignon.


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“Que Horas Ela Volta?”
[Brasil, 2014]
Val deixou a filha em Pernambuco para trabalhar como babá em São Paulo. Treze anos depois, a menina vai visitar a mãe e cria tensão na casa dos patrões. Direção de Anna Muylaert.


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“Que Horas Ela Volta? – Demo filme”
[Brasil, 2014]
A diretora Anna Muylaert mostra uma espécie de rascunho filmado e editado com a íntegra do longa-metragem Que Horas Ela Volta?, que foi utilizado no desenvolvimento do filme.


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“Os Reis de um Povo que Não Existe”
[Los Reyes de un Pueblo que no Existe, México, 2015]
Três famílias vivem numa cidadezinha parcialmente inundada no noroeste do México: Pani e Paula recusam-se a fechar sua tortillería; Miro e seus pais sonham em ir embora; Jaimito e Yoya têm tudo o que precisam, mas estão com medo. Direção de Betzabé García.


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“Retratos de uma Procura”
[Retratos de una Búsqueda, México, 2014]
A diretora Alicia Calderón combina as histórias de Margarita, Guadalupe e Natividad para falar sobre as mães mexicanas que procuram filhos desaparecidos na guerra do narcotráfico.


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“Saberá o que Fazer Comigo”
[Sabrás que Hacer Conmigo, México, 2015]
Um fotógrafo que sofre de epilepsia desde a infância apaixona-se pela distante Isabel e dá início a um relacionamento amoroso difícil, mas especial. Direção de Katina Medina Mora.


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“Semana Santa”
[México, 2015]
Dali viaja a uma praia paradisíaca com Pepe, o filho que sente saudades do pai, morto há pouco tempo, e Chavez, o namorado que não consegue relaxar. Direção de Alejandra Márquez Abella.


sunu
“Sunú”
[México, 2015]
A diretora Teresa Camou conta histórias de pequenos, médios e grandes produtores de milho tentando sobreviver no México.

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