quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: Cinema

    Regina King (Imagem: @GTRESONLINE)

    Regina King rompe barreira e estreia na direção com aceno ao Black Lives Matter

    Poucos dias depois de Veneza se tornar o primeiro grande festival de cinema presencial da era Covid-19, Toronto inaugurou sua 45ª edição, nesta quinta (10), com mais adaptações que seu colega italiano. No evento canadense, as sessões e programações paralelas acontecem de forma híbrida —algumas são presenciais, em cinemas, drive-ins ou espaços abertos, enquanto outras recorrem à internet. Foi virtualmente, em coletiva para a imprensa nesta sexta (11), que Regina King falou sobre os ineditismos que cercam sua estreia na direção de um longa, “One Night in Miami”, exibido em Toronto e também em Veneza. Com ele, a atriz-cineasta se tornou a primeira diretora negra a apresentar um filme no festival italiano. Outra possível primeira vez que ronda o filme tem relação com suas expectativas para o Oscar do ano que vem. Bem recebido pela crítica, “One Night in Miami” tem gerado burburinho nos dois festivais, este ano marcados pela ...

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    Spike Lee recebe seu primeiro Oscar por ‘Infiltrado na Klan’, na 91ª edição do prêmio, em 24 de fevereiro de 2019, em Los Angeles. Lee boicotou a cerimônia de 2016 devido à falta de diversidade da premiação.MIKE BLAKE / REUTERS

    Oscar adota critérios mínimos de inclusão em busca de premiação mais diversificada

    Sete meses se passaram desde que um thriller sul-coreano ganhou o Oscar de melhor filme, mas o caminho para transformar a Academia de Cinema de Hollywood em uma instituição global ainda parece estar pela metade. O próximo passo é exigir certas condições mínimas de diversidade dos filmes que disputem essa categoria. As exigências afetam tanto o que se vê em tela como as equipes de produção, para “refletir melhor a diversidade do público do cinema”, conforme anunciou a Academia na terça-feira. Nos prêmios de 2025, ou seja, para os longas produzidos em 2024 que quiserem disputar o Oscar de melhor filme, alguma destas condições terá de ser atendida: pelo menos um protagonista que não seja branco; pelo menos 30% de personagens secundários mulheres, minorias, LGBTQ ou deficientes; ou que o tema principal aborde um destes grupos sub-representados na tela. A trajetória da Academia para se transformar em uma instituição global e ...

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    Shuri em pôster do primeiro 'Pantera Negra' (Foto: Divulgação/ Marvel)

    Após morte de Chadwick Boseman, ‘Pantera Negra 2’ pode ter Shuri como protagonista

    Pouco depois de saber da morte de Chadwick Boseman, astro de “Pantera Negra”, aos 43 anos, os fãs pediram que a Marvel Studios não reformulasse o papel. A demanda criou um dilema para o estúdio que planeja uma sequência do primeiro grande filme de super-herói de Hollywood com um elenco predominantemente negro. Escritores, acadêmicos e ativistas falaram à agência Reuters sobre o impacto cultural do filme e o desempenho de Boseman. Eles acreditam que a Marvel e sua empresa-mãe, Walt Disney Co, deveriam honrar o legado de Boseman com um enredo que consagre uma nova Pantera Negra do elenco existente do filme ou em outro lugar no Universo Marvel. “Eles realmente deveriam considerar seguir o enredo da história em quadrinhos e levar Letitia Wright (que interpreta Shuri, a irmã gênio da tecnologia do personagem de Boseman) nesse papel central”, disse Jamil Smith, escritor sênior da revista Rolling Stone. “Nós a ...

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    Imagem: Jéssica Patrícia Soares

    CineSesc estreia nova temporada do Cine África online dia 10 de setembro

    Entre os meses de setembro e novembro, a Mostra de Cinemas Africanos apresenta a nova edição do Cine África, com vários títulos de ficção e documentários, alguns inéditos no Brasil. O projeto online e gratuito traz 12 sessões (dez longas e dois programas de curtas) - todos legendados em português - com filmes de destaque de Burkina Faso, Camarões, Egito, Etiópia, Nigéria, Quênia, Senegal e Sudão, e outras atividades. As exibições serão realizadas no site da plataforma Sesc Digital. O Cine África é uma realização do Sesc São Paulo. Maiores informações no site mostradecinemasafricanos.com. Todas as quintas, a partir do dia 10 de setembro, a mostra estreia um filme novo, que ficará disponível por uma semana na plataforma, acompanhado de uma entrevista exclusiva com seu diretor ou diretora. Está previsto um bate-papo com o tema “cinemas africanos em contexto digital”, na live do Cinema da Vela, tradicional encontro no Cinesesc, ...

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    Viviane Ferreira (Foto: Imagem retirada do site Glamurama)

    Saiba quem é Viviane Ferreira, a nova presidente do Comitê de Seleção do Oscar 2021

    A cineasta Viviane Ferreira foi eleita Presidente do Comitê Brasileiro de Seleção do Oscar 2021 em votação realizada nessa quinta-feira. Mas, afinal, quem é ela? Nascida e criada no Coqueiro Grande, na região periférica da cidade de Salvador, é mestre em políticas do audiovisual pela UNB, e advogada com atuação focada em direito do entretenimento. Em sua atuação na sétima arte, Viviane é a segunda mulher negra brasileira a dirigir um filme de longa metragem, “Um Dia com Jerusa”. A primeira foi Adélia Sampaio, em 1983, com “Amor Maldito”. Entre as grandes obras de Viviane estão também “Pessoas – Contar Para Viver”, “Mumbi7Cenas pós Burkina”, além de dirigir e roteirizar diversos videoclipes e curtas documentais. Viviane Ferreira falou sobre sua formação e experiências: “Tenho uma formação política fincada na vivência religiosa do candomblé, em uma casa em que o “feminino” ainda é centro do poder. Tal formação foi alinhada com ...

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    Foto Cindy Ord / Independent

    Judas e o Messias Negro: Daniel Kaluuya estrela filme que conta como o FBI assassinou um líder dos Panteras Negras

    “Você pode matar um revolucionário, mas não pode matar a revolução”, grita Daniel Kaluuya,  em cena do trailer intenso de Judas e o Messias Negro, filme no qual interpreta Fred Hampton, presidente do Partido dos Panteras Negras e ativista pelos direitos civis, assassinado pelo FBI, aos 21 anos.   Com previsão de estreia para o início de 2021, o longa dirigido por Shaka King, já se mostra como um dos principais destaques do cinema do ano que vem. Baseado em uma história real, o filme contará como William O’Neal (LaKeith Stanfield), um criminoso condenado, aceitou um acordo oferecido pelos federais em troca de liberdade: se juntar aos Panteras Negras sob disfarce para destruir Fred Hampton e o partido.  Uma parte do filme será mostrada a partir da perspectiva de Fred Hampton, narrando sua trajetória e ascensão no Partido dos Panteras Negras de Illinois nos anos 60, assim como o crescimento regional ...

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    Divulgação

    Documentário: Dentro da minha pele

    Documentário humano, narrativo e poético com várias camadas que desvelam o racismo estrutural que está impregnado nas relações familiares, nos ambientes de trabalho e faz parte da subjetividade das pessoas negras e brancas. Herança da escravidão permanece presente até os dias de hoje. O Brasil foi o último país do mundo a abolir o trabalho escravo. A espinha dorsal do documentário são as histórias de 9 pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Temos o médico Estefânio Neto, a modelo-performer Rosa Rosa, os estudantes universitários Wellison Freire e Jennifer Andrade da Faculdade Getúlio Vargas, a mais importante escola de administração da América Latina, a funcionária pública e ativista trans Neon Cunha, a trabalhadora doméstica Neide de Sousa, a corretora de imóveis Marcia Gazza que perdeu o filho assassinado pela Polícia ...

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    (Foto: Divulgação/ Dentro da Minha Pele)

    Dentro da minha pele

    sinopse Histórias comuns de nove pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Distribuição: O2 Play Data de estreia: qui, 13/08/20 País: Brasil Gênero: documentário Classificação: verifique em www.justica.gov.br/seus-direitos/classificacao ficha técnica Direção: Toni Venturi Val Gomes

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    Ryan Coogler, diretor de “Panetra Negra”, posa para fotos durante 71ª edição do festival de Cannes — Foto: Anne-Christine POUJOULAT / AFP

    Diretor de ‘Pantera Negra’ fala de filme sobre ativista assassinado: ‘Estamos na mesma luta’

    Depois de fazer de "Pantera Negra" um sucesso com mais de US$ 1 bilhão de bilheteria e indicação ao Oscar de Melhor Filme, o diretor Ryan Coogler resolveu produzir um filme sobre o ativista Fred Hampton, integrante dos Panteras Negras. Morto com apenas 21 anos em 1969, a figura de Hampton é relevante entre os americanos, ainda mais depois dos protestos nos Estados Unidos neste ano, após o assassinato de George Floyd por um policial racista. "Judas e o Messias Negro" mostra como Hampton (Daniel Kaluuya, de "Corra!") se tornou presidente da filial do estado americano de Illinois dos Panteras Negras (veja o trailer abaixo). Em entrevista por videoconferência da qual o G1 participou, Coogler, o diretor Shaka King, o produtor Charles D. King e o ativista Fred Hampton Jr, filho do cinebiografado, falaram do filme. Ainda não foi definida a data de estreia no Brasil. Coogler disse que é ...

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    (Foto: Reprodução/ Vaga Carne)

    A potência de mulheres negras à frente das câmeras e na direção de filmes

    Em 25 de julho é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Afro Latina-Americana e Caribenha. A data foi instituída em 1992, quando foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas. No Brasil, a data marca também o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, que foi sancionada em 2014 e nomeada em homenagem à líder quilombola homônima. Ambas as nomenclaturas têm como objetivo chamar a atenção para as opressões de gênero e raça às quais mulheres negras são submetidas. Ambos os aspectos são visíveis nos indicadores de violência urbana e na precarização das condições de trabalho. Como consequência, a subrepresentação de mulheres negras é visível em diversos segmentos sociais, inclusive quando o assunto é o cinema brasileiro. De acordo com um levantamento divulgado em 2018 pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) feito com 142 filmes lançados comercialmente em 2016, nenhuma dessas obras foi dirigida por elas. Ainda, ...

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    Idris Elba (Foto: Getty / J. Countess)

    Idris Elba oferece alternativa para que produções não sejam censuradas por conteúdo racista

    O ator Idris Elba ofereceu uma alternativa para os serviços de streaming e canais de TV que estão removendo do ar filmes e episódios de séries que possuem conteúdo considerado racista. Em entrevista para o site Radio Times, Elba ofereceu uma sugestão bem simples: apenas mostrar um aviso antes do início da cada atração, por acreditar na liberdade de expressão de quem cria essas histórias. “Eu acredito bastante na liberdade de expressão. Mas o problema é que a liberdade de expressão não é adequada para todos. É por isso que temos um sistema de indicação, em que dizemos se esse conteúdo em particular é livre, para adolescentes ou adultos. Para tirar sarro da verdade, é preciso saber a verdade. Mas censurar temas racistas dentro de um show e retirá-lo do ar – espere um segundo, penso que os fãs devem saber que pessoas fizeram esses shows”, disse. “Com o respeito ...

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    Historias Cruzadas (Foto: Divulgação)

    Viola Davis se arrepende de ter estrelado em Histórias Cruzadas: ‘Me traí’

    Viola Davis, ativista do movimento anti-racismo, arrepende-se do papel em Histórias Cruzadas (2011). No filme, interpreta Aibileen Clark, uma das duas empregadas domésticas negras que conversam com a jornalista Skeeter(Emma Stone) para ela criar um livro de relatos. “Não muitas narrativas também investem na nossa humanidade,” explicou Davis em uma entrevista para Vanity Fair em 2015. “São criadas na ideia do que significa ser negro, mas… Tão falando com um público branco.” “O público branco pode, no máximo, sentar e receber uma lição acadêmica sobre quem somos. Então, saem do cinema e conversam sobre o que aquilo significa. Não ficam tocados por nós.” Davis continua o desabafo: “Não existe ninguém que não se entretenha com Histórias Cruzadas. Mas parte de mim sente que me traí, e ao meu povo, porque estava num filme que não estava pronto para contar a verdade completa.” Para Viola Davis, o filme serviu, acima de ...

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    Joel Zito Araújo (Foto: Leila Fugii)

    Joel Zito Araújo: o cinema do real contra o racismo e a alienação das fake news

    O tema é o que pode haver de mais político nestes tempos de ódio: a amizade, que, na sua narrativa, une dois craques do samba. Mas em paralelo à sua imersão na lealdade, pelas vias da fábula, o realizador de “A Negação do Brasil” (2000) e de “Meu Amigo Fela” (lançado em Roterdão, em 2019, e laureado em Los Angeles, no Burkina Faso e Camarões) tem um mar de debates para navegar nas ondas da web. As suas reflexões hoje são disputadas nas mais prestigiadas instituições de ensino e de pesquisa, como a casa de Machado de Assis no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Letras (ABL), e por universidades de todo o Brasil e do exterior. Nesta sexta-feira, às 16h no Brasil (20h em Portugal), o cineasta – cada vez mais relevante como documentarista, mas sempre reverenciado pelo lírico melodrama “Filhas do Vento”, de 2004 – vai debater fake news com o crítico Fernão Ramos, no ...

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    Imagem do novo filme de animação 'Soul' da Pixar — Foto: Divulgação

    Pixar lança novo trailer de ‘Soul’; assista

    O teaser de um minuto mostra um dia típico na vida de Joe, o protagonista dublado por Jamie Foxx, que é professor de música do ensino médio. A Pixar lançou novo trailer do filme de animação "Soul". O teaser de um minuto mostra um dia típico na vida de Joe, o protagonista dublado por Jamie Foxx, que é professor de música do ensino médio. "Música é vida. Você só precisa saber onde procurar ”, diz Joe no trailer. “Gaste seu tempo precioso fazendo o que trará à tona o seu verdadeiro eu, brilhante e apaixonado que está pronto para contribuir com algo significativo neste mundo. Prepare-se, sua vida está prestes a começar". Joe sonha em ser um artista de jazz, mas antes que ele consiga, um acidente inesperado faz com que sua alma se separe do corpo. Ele então é transportado para o Great Before, um lugar fantástico onde novas ...

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    Montagem de Tropa de Elite (Foto: Reprodução) e Segundo Sol (Foto: /Instagram/João Cotta/Divulgação/Imagem retirada do site Rolling Stone)

    Como violência policial e racismo são normatizados pela produção audiovisual brasileira

    O adolescente João Pedro morreu há um mês, no dia 18 de maio de 2020. Vítima de uma ação das polícias civil e federal, o estudante negro foi baleado dentro de casa no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do RJ. Parentes acharam o corpo 17 horas depois, no IML(Instituto Médico-Legal) de Tribobó. O caso é apenas mais um que representa a violência policial e o racismo sistêmico no Brasil. Apesar de declarações relacionadas à morte do adolescente, as mobilizações nacionais se intensificaram com a morte de George Floyd, homem negro assassinado por policiais brancos nos Estados Unidos. Alguns questionamentos feitos nas redes sociais remetem ao porquê de brasileiros se mobilizaram fortemente apenas após o caso George Floyd - e um dos motivos pode ser a forma que produções audiovisuais a e própria imprensa brasileira acabam, muitas vezes, normatizando a violência e o racismo. “Isso mostra muito sobre ...

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    Divulgação

    ‘Destacamento Blood’: Spike Lee expõe feridas da guerra e do racismo

    “Os irmãos não morrem, se multiplicam”. A questão racial é uma das fortes pautas atuais e o cinema como manifestação artística tem muito a dizer sobre isso. Utilizando abordagens distintas, vários diretores discutem essa mazela social: Ava Duvernay (“Selma” e “A 13ª Emenda”), por exemplo, resgata recortes históricos para mostrar como o racismo estrutural possui raízes profundas, enquanto Barry Jenkins (“Moonlight” e “Se a Rua Beale Falasse”) constrói uma filmografia pautada no poético e simbólico. No entanto, certas coisas precisam ser ditas de forma mais incisiva e expositiva e cabe a Spike Lee assumir essa postura. Responsável por obras ácidas como “Faça a Coisa Certa”, “A Hora do Show” e “Infiltrado na Klan”, Lee assina a direção de “Destacamento Blood” – longa disponível na Netflix – trazendo a discussão racial para a guerra do Vietnã. A produção mostra um lado pouco visto na historiografia norte-americana: a participação dos soldados afro-americanos ...

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    Reprodução/'E o Vento Levou'

    “E o Vento Levou” retirado da HBO Max após protestos contra o racismo

    O filme "E o Vento Levou" foi retirado da plataforma de streaming HBO Max na terça-feira (9), no momento em que grandes protestos contra o racismo e a brutalidade policial levam os canais de televisão revisar o conteúdo oferecido. O longa-metragem de 1939 sobre a Guerra Civil americana, que venceu oito estatuetas do Oscar, incluindo melhor filme, continua sendo uma das maiores bilheterias de todos os tempos (quando são calculados os ajustes pela inflação), mas sua representação de escravos conformados e heroicos proprietários de escravos é alvo de críticas. "'E o Vento Levou' é um produto de seu tempo e contém alguns dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana", afirmou um porta-voz da HBO Max em um comunicado enviado à AFP. "Estas representações racistas estavam erradas na época e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem uma explicação e uma ...

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    Reprodução/Facebook

    ‘Cine África | Em Casa’ promove sessões virtuais de filmes africanos

    Entre os meses de maio e julho, a Mostra de Cinemas Africanos promove o Cine África | Em Casa, encontros virtuais para conversar sobre filmes africanos com convidados de todo o Brasil. Adaptando-se ao formato digital, imperativo em tempos de isolamento social, o projeto apresenta nove sessões (três por mês) em torno de filmes do Senegal, Angola, Nigéria, África do Sul, Mali e Mauritânia. Para participar dos encontros gratuitos, os interessados devem se inscrever em mostradecinemasafricanos.com e aguardar instruções para assistir o filme de cada semana. As sessões acontecem sempre aos sábados (os três últimos de cada mês) e sempre às 16h. A programação abrange o período de três meses e pode se estender caso o isolamento social permaneça. A programação foi montada com base em títulos disponíveis em plataformas de streaming como YouTube (um dos títulos está disponível na Netflix), todos legendados em português. Nas datas e horários programados, ...

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    Imagem retirada do site

    Morreu Sarah Maldoror, pioneira do cinema africano

    Morreu Sarah Maldoror, que ajudou a fazer renascer o que nunca morreu. Pioneira do cinema africano, militante anticoloniasta, foi autora dos filmes Monangambé e Sambizanga. Foi mulher de Mário Pinto de Andrade. Por Ferreira Fernandes, do Diário de Notícias Sarah Maldoror (Imagem retirada do site Diário de Notícias) O pai era da caribenha ilha de Guadalupe, a mãe do sul de França, e o nome que Sarah se deu adulta homenageava o poeta franco-uruguaio Lautréamont, autor de Os Cantos de Maldoror. A cineasta Sarah Maldoror morreu hoje, 13 de abril, em Paris, vítima do coronavírus, aos 91 anos. Sarah Maldoror foi casada com o poeta e político angolano Mário Pinto de Andrade, fundador e primeiro presidente do MPLA. Em 1956, então dedicada ao teatro, Sarah Maldoror fundou Les Griots, a primeira companhia de atores africanos e caribenhos em Paris. Para lutar contra os exclusivos "papéis de ...

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    El - A atriz portuguesa Isabél Zuaa Foto: Kenny Hsu / Kenny Hsu | Styling: Matheus Martins

    Nome quente no cinema nacional, a portuguesa Isabél Zuaa viverá Lilith

    Enquanto termina de gravar novo longa, atriz conta como se inspirava em novelas da Globo durante a infância e fala sobre a sua rotina entre Portugal e Brasil Por Eduardo Vanini, do O Globo El - A atriz portuguesa Isabél Zuaa Foto: Kenny Hsu / Kenny Hsu | Styling: Matheus Martins Isabél Zuaa tem as novelas da Globo como as suas primeiras oficinas teatrais. Ela se lembra de, ainda menina, caminhar pelas ruas da Zona Rural de Lisboa, onde morava, imitando a personagem Dara, interpretada por Tereza Seiblitz em “Explode coração”, sucesso da década de 1990. “Andava cheia de panos, dizendo: ‘Eu sou uma cigana preta’”, recorda-se a atriz portuguesa, de 32 anos, em meio a risadas. As primas acabavam envolvidas na brincadeira, nem sempre prazerosa para “amadores”. “Eu reproduzia as cenas, e elas ficavam exaustas, porque tinham que ensaiar. Diziam: ‘não quero mais brincar com ...

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