Tag: ballet

    CARLOS SERRAO AT @CARLOS_SERRAO A bailarina brasileira Miranda Silveira, que integra o San Francisco Ballet.

    Como as bailarinas não brancas estão mudando a paleta de cores da dança

    Dançarinas negras e latinas estão usando seus corpos, mentes e convicções para mudar o mundo do balé, por dentro e por fora. Por Rohina Katoch Sehra, do HuffPost (CARLOS SERRAO AT @CARLOS_SERRAO)A bailarina brasileira Miranda Silveira, que integra o San Francisco Ballet. As origens aristocráticas e a associação de longa data com a ópera são responsáveis por uma aura euroclássica em torno do balé. Algumas ideias nesse sentido ainda persistem – que somente uma educação de alto nível é capaz de destrinchar seu verdadeiro significado e que seu lugar são casas de espetáculo chiques, frequentadas somente pela elite. Apesar de documentar o declínio do balé no fim do século 19 e nos mostrar o sofrimento das dançarinas pelas mãos dos patronos – homens ―, os trabalhos do artista francês Edgar Degas deixaram de lado esse contexto horrível, pelo menos na imaginação popular. Hoje em dia, as ...

    Leia mais
    (Foto: Don Rayment/Reprodução/Facebook)

    “Faz diferença ver corpo negro na dança”, diz bailarina do Balé da Cidade

    "Se não tivesse o Ismael ali, à frente, talvez não tivesse feito nem a audição. Mas, hoje, eu sinto que aquele também é o meu lugar." Se reconhecer em Ismael Ivo, o primeiro diretor negro na história do Balé da Cidade de São Paulo, deu outro tipo de perspectiva para Grécia Catarina. De Mandê Agência, no Universa Grécia Catarina Santos (Foto: Don Rayment/Reprodução/Facebook) Em janeiro de 2018, já de malas quase prontas para tentar a carreira como bailarina na Europa, ela decidiu participar do processo de seleção e, dentre 200 concorrentes, foi aprovada para uma das duas vagas disponíveis para ingressar naquele ano. Aos 26, a mineira se tornou a única bailarina negra na maior companhia de dança contemporânea do país - o que, à primeira vista, pode parecer um feito a se comemorar, mas só revela mais uma história de exceção. "Dentro de todos os ...

    Leia mais
    blank

    A alegria da bailarina Ingrid Silva ao receber as primeiras sapatilhas da cor de sua pele

    Fazia 11 anos que Ingrid Silva, do Dance Theatre do Harlem, pintava seus sapatos de dança Por Héctor Llanos Martínez, do El País Ingrid Silva (Foto: @vandyphotography - Reprodução/Facebook) Embora o balé exista há séculos, faz poucos anos que começaram a ser fabricadas sapatilhas em tons de marrom e bronze para bailarinas negras. Um detalhe que mostra a pouca diversidade racial existente nessa disciplina artística. Para a brasileira Ingrid Silva, integrante do Dance Theatre do Harlem, em Nova York, estrear um par de sapatilhas que ela mesma não tenha precisado pintar foi uma notícia digna de compartilhar na sua conta do Twitter. “Elas chegaram! Pelos últimos 11 anos, eu sempre pintei a minha sapatilha. E finalmente não vou ter mais que fazer isso! Finalmente”, comentou Ingrid numa mensagem publicada no último sábado. “É uma sensação de dever cumprido, de revolução feita, viva a diversidade no mundo ...

    Leia mais
    blank

    Após preconceito na infância, coreógrafa cria projeto para empoderar mulheres com a dança

    Gabb Carbo Verde desembarcou de navio em Recife fugindo da violência na Angola quando tinha dois anos de idade. A família seguiu para Salvador, mas se fixou no Rio pouco tempo depois. Foi na cidade maravilhosa, enquanto crescia, que a coreógrafa teve as primeiras experiências com o preconceito. Por Thiago Baltazar, Do Marie Claire Gabb Carbo Verde (Foto: Caio Porto) “Minha habilidade em dança na infância costumava render convites para ensaiar e criar coreografias para apresentações do colégio, mas minha professora nunca permitia minha presença no palco. Até que, com 8 anos, fui escondida em um evento numa tentativa de conseguir uma chance. Fui impedida pela professora, que disparou: ‘De que adianta dançar como uma bailaria mas não ter o corpo de uma?’”, lembra a coreógrafa para Marie Claire. Na época, Gabb não entendeu bem que havia sido vítima de gordofobia, nem contou para a mãe ...

    Leia mais
    cinco bailarinos, dois homens negros, duas mulheres e um homem branco

    Companhias de dança questionam papéis de gênero no balé

    Grandes estúdios estão revendo os estereótipos da dança clássica e buscam desenvolver bailarinos mais versáteis por Madison Mainwaring, The New York Times no Estadão Grandes companhias de dança tentam apresentar ideias mais contemporâneas a respeito dos estereótipos de gênero no balé. Foto- Michael Kirby Smith para The New York Times Num dia recente no American Ballet Theater, em Nova York, o mestre bailarino Vladilen Semenov se mantinha em relativo silêncio, explicando uma combinação antes de se afastar para observar uma aula mista. Mas os dançarinos tinham seus próprios objetivos, testando seus corpos e experimentos de agilidade e flexibilidade. Algumas das mulheres estavam de sapatilha sem ponta para testar os passos dos homens. O balé é tido como uma arte que alça as mulheres a um pedestal - os bailarinos literalmente as erguem sobre suas cabeças -, reforçando ideias convencionais a respeito da masculinidade e feminilidade. O ...

    Leia mais
    TQ SÃO PAULO 16.12.2018 EXCLUSIVO EMBARGADO CAPITU FOCAS CADERNO 2 ESPECIAL ENSAIO FOTOGRÁFICO Apresentação do Ballet Paraisópolis na Casa de Vidro, construção no Morumbi que pertenceu à arquiteta Lina Bo Bardi e seu marido Pietro Maria Bardi. FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

    Balé clássico ainda discrimina profissionais negros

    Nas companhias de dança de São Paulo, cidade com grande número de afrodescendentes, bailarinos lutam por um lugar melhor nos palcos por Larissa Zapata/Roberta Vassallo no Estado Apresentação do Ballet Paraisópolis na Casa de Vidro, construção no Morumbi que pertenceu à arquiteta Lina Bo Bardi e seu marido Pietro Maria Bardi. FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO Na sala de ensaios da principal companhia de dança contemporânea do País, a coreografia ao som de Caetano ganha vida nos pés de cerca de 30 bailarinos. Montada para o aniversário de 50 anos do Balé da Cidade, a dança havia sido apresentada pela última vez no dia 25 de março. Para a maioria do elenco, era questão de relembrar os passos. Mas Grécia Catarina, de 23 anos, precisava aprendê-los. A única bailarina negra da companhia entrou em abril no elenco do balé dirigido por Ismael Ivo, o primeiro diretor negro de ...

    Leia mais
    blank

    Candai Calmon, a bailarina que carrega ancestralidade em cada movimento

    Com sua dança, ela conecta pessoas nos quilombos que ainda resistem em Salvador (BA). “Toda dança é política”, afirma em entrevista ao HuffPost Brasil. Por Nathali Macedo Do Huffpost Brasil JUH ALMEIDA/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL Candai Calmon é a 264ª entrevistada do "Todo Dia Delas", um projeto editorial do HuffPost Brasil. Bailarina e soteropolitana, Candai Calmon, de 28 anos, faz jus ao seu nome. Ele passa a ideia de incandescência e ela, por si só, irradia luz. Luz essa que nasceu com ela, mas que precisou de muito esforço para se manter acesa e em conexão com sua essência: negra, rastafári, quilombola. Apaixonada por balé clássico, ela desafiou uma área composta majoritariamente por mulheres brancas e se formou pela Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB). Hoje, ela faz de sua arte uma ferramenta de conexão com a própria ancestralidade. "A estética do ...

    Leia mais
    blank

    ‘Mercedes’ irá homenagear primeira bailarina negra do Teatro Municipal

    Mercedes é uma grande referência internacional da dança afro-brasileira. ‘Mercedes’ irá homenagear primeira bailarina negra do Teatro Municipal Mercedes Baptista (1921- 2014) foi a primeira mulher negra a compor o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Pioneira da dança moderna brasileira e principal responsável pela disseminação das alas coreografas do carnaval carioca. no Globo Para celebrar a vida e obra de um dos maiores ícones da cultura negra no Brasil, o espetáculo do Grupo Emú fará sete apresentações no Festival X-Tudo SESI Cultural – Edição Cultura Negra, de 14 a 28 de julho, nas cidades do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Itaperuna, Macaé e Petrópolis. Mercedes é o primeiro projeto de construção cênica e pesquisa em Teatro Negro do Grupo Emú. A estreia do espetáculo em 2016 levou mais de 3000 mil pessoas a Arena do Espaço Sesc, em Copacabana. A peça já ...

    Leia mais
    blank

    Este número de ballet inspirado em ‘Moonlight’ é pura poesia em movimento

    Vídeo de 2 minutos traz tensão, leveza, sensibilidade e ausência de palavras. Por Amauri Terto, do HuffPost Brasil Um dos principais trunfos de Moonlight: Sob a Luz do Luar, grande vencedor do Oscar 2017, é a fotografia de James Laxton – que faz uso impactante de densos tons de azul. A partir dessa constatação, o coreógrafo Robert Battle, junto com integrantes da companhia de dança da Alvin Ailey American Dance Theater de Nova York, criou um número de ballet. O resultado expressa toda a poesia visceral vista no drama semi-autobiográfico do diretor Barry Jenkis. Durante cerca de 2 minutos é possível ver os dançarinos Jamar Roberts, Christopher Taylor e Jeremy T. Villas em movimentos pontuados por um dos temas instrumentais presentes no filme - criado pelo compositor indicado ao Oscar Nicholas Britell. Os três bailarinos estão sob uma luminosidade azul, que lembra o brilho da lua. Eles representam o protagonista, Chiron, nas ...

    Leia mais
    blank

    Bailarina brasileira brilha em NY e sonha ser vista pela mãe em cena

    Ingrid Silva estrela curta-metragem que vem circulando pelo Brasil Do Noticias ao Minuto Reprodução/Facebook Uma das mais promissoras bailarinas de Nova York é negra, brasileira, pouco favorecida financeiramente. Estas palavras não deveriam ser as primeiras usadas para apresentar um talento nato das sapatilhas, mas o balé costuma ter uma realidade racista quase tão limitante quanto a falta de oportunidade agregada à pobreza no Brasil. A mãe de Ingrid, a empregada doméstica Maureny, nunca presenciou a aclamação da filha em nenhum dos espetáculos destes oito anos de Dance Theatre of Harlem, nos Estados Unidos. “Minha mãe, infelizmente, não conseguiu o visto, não sei ao certo o motivo”, conta a profissional de 26 anos que saiu da comunidade do Benfica, no Rio de Janeiro, para brilhar no cenário da dança mundial - tendo como base o projeto social Dançando para não Dançar, no Morro da Mangueira. O vídeo que apresenta Ingrid Silva ...

    Leia mais
    blank

    Um Grand Jeté do Complexo do Alemão para o Balé Bolshoi, em Joinville

    O grande salto de Luís Fernando Rego que aos 16 anos precisa de mais sonhos para realizar por Camille Ramos no Voz das Comunidade Já na escola, os desafios forma outros. “Preto não pode fazer balé”, conta o Luís Fernando. Foto: Stella Ribeiro Dizem que estamos a um passo de nossos sonhos, mas tem gente que está a um grand jeté (grande salto, nos termos das coreografias de dança). Pelo menos Luís Fernando Daniel Rego, de 15 anos, morador do Complexo do Alemão, esteve assim, literalmente. Hoje contamos a história de um menino de postura impecável que tem conquistado prestígio nos espaços de balé mais respeitados do país. Quinto filho, dentre os oito de Dona Tânia Cristina, Luís brilha dentro e fora do palco. Sua história com a dança se iniciou com aulas do projeto Surf Alemão, na Nova Brasília, comunidade onde cresceu. Fora da praia, os alunos ...

    Leia mais
    blank

    A jornada de Ingrid Silva, das favelas do Rio até o ballet profissional em NY

    A jornada rumo aos seus sonhos começa dentro de você. Essa é a mensagem do curta “Ingrid Silva”, que conta a trajetória de Ingrid, de Benfica, bairro pobre do Rio de Janeiro, até os palcos norte-americanos como bailarina do Dance Theatre of Harlem, em Nova Iorque. O filme é poderoso justamente por ser direto ao ponto: em primeira pessoa, você atravessa as dores, a resiliência e a força dessa bailarina que foi capaz de superar muitas barreiras para fazer sua história alcançar o único e justo final feliz. no Hypeness O talento, afinal, não pergunta sua cor, sua classe social, seu local de origem ou seu gênero antes de aparecer – somos nós e o mundo que criamos essas barreiras ou fechamos os olhos com a venda do preconceito para dizer que alguém não pode ou deve lutar por seu sonho. Ingrid é filha de uma empregada doméstica com um funcionário aposentado da ...

    Leia mais
    blank

    As mulheres estão reclamando as ruas do Cairo através do balé, em um país onde o assédio é uma epidemia

    Estima-se que 99,3% das mulheres no Egito já sofreram algum tipo de assédio sexual nas ruas, segundo um estudo divulgado pela ONU em 2013. Os números são alarmantes e chamam a atenção para a falta de liberdade feminina no país. O problema até agora vinha sendo combatido sugerindo que as mulheres simplesmente ficassem em casa – mas a resposta delas aos assediadores foi muito melhor! Fonte: Hypeness Graças ao fotógrafo Mohamed Taher, diversas dançarinas egípcias foram fotografadas transformando as ruas em palco e mostrando que lugar de mulher é onde ela quiser. As imagens registram movimentos de dança em meio às ruas da capital egípcia em um projeto que ganhou o nome de Ballerinas of Cairo (“Bailarinas do Cairo”, em inglês). Espia só que beleza:

    Leia mais
    blank

    O desafio de ser uma bailarina negra em uma única foto

    Todas as bailarinas se comprometem com os rituais das sapatilhas de ponta. Mas só as bailarinas negras precisam dar mais um passo. Por Katherine Brooks, do The Huffington Post Today is paint day. ? #keepingbusyformysanity Uma foto publicada por Chyrstyn Mariah Fentroy (@chyrstynmariah) em Set 1, 2016 às 8:35 PDT Em uma cena do documentário de balé First Position (“Primeira Posição”) a câmera foca brevemente na mãe da bailarina Michaela DePrince nascida em Sierra Leone. Com o tutu nas mãos, Elaine DePrince realiza uma tarefa aparentemente inofensiva ao pintar o tutu e as cintas da sua filha, uma bailarina negra. Cuidadosamente ela aplica uma tinta marrom em cada centímetro da antiga peça pálida de roupa, fazendo questão que o que sobre em branco seja coberto com um marcador escuro. Em um mundo onde a expectativa é que as bailarinas saibam fazer coques impecáveis, costurem as fitas das sapatilhas de ponta de forma ...

    Leia mais
    blank

    ‘Me sinto feliz dançando’, diz baiano de 11 anos aprovado no Bolshoi de SC

    Cozinheira, mãe já pediu demissão do trabalho e se prepara para mudança. Garoto superou 2,8 mil candidatos e fala sobre amor que tem pela dança. Por Rafael Teles Do G1 Thiago Nascimento de Jesus, de apenas 11 anos, conquistou uma das vagas mais cobiçadas por bailarinos do mundo e foi selecionado para integrar Escola do Teatro Bolshoi, em Santa Catarina, única do grupo fora da Rússia. O Bolshoi é conhecido por ser uma das maiores escolas de ballet do mundo. Cerca de 2,8 mil candidatos de todo o Brasil participaram do processo realizado pelo Bolshoi entre os dias 23 e 25 de outubro de 2015, em Joinville. O dançarino foi o único de Salvador aprovado nessa seleção. Além do soteropolitano, outas 19 crianças foram selecionadas para ingressar na primeira série da escola. O pai de Thiago vive em outro estado e o garoto mora apenas com a mãe em Salvador. Para ver ...

    Leia mais
    Os bailarinos Claudia Monja e Keke Chele. Bill Zurich

    Joburg Ballet, o outro sonho de Mandela

    Durante o ‘apartheid’, o balé era só de brancos na África do Sul. Mas, desde os anos 90, duas gerações de artistas do Joburg Ballet de Johanesburgo se esforçam para que a cor da pele ou a origem étnica não tenham importância Por ROGER SALAS, do El Pais A noite inaugural da temporada de primavera no The Mandela, o auditório principal do Joburg Theatre, é uma cerimônia de luxo. Uma festa no país africano, que não se libertou de todo da sombra do apartheid. Na África do Sul a primavera começa em 1 de setembro, a temperatura é suave e um vento cálido emerge das savanas até a agitada cidade moderna. Ao entardecer há uma espécie de leve bruma que esfumaça o horizonte: é o pó residual das minas, uma areia no ar, talvez uma hiperbólica condensação. O Joburg Theatre se ergue no centro de Johanesburgo, ao lado do parque da ...

    Leia mais
    blank

    Pape Ibrahima N’diaye e a Cie Kaolack Danse de Senegal

    Vencedor do concurso coreográfico Coreográfico Encounters 'Dance África Dance' de África e do Oceano Índico, na Tunísia com solo 'Eu acuso', em 2008, o Papa Ibrahima Ndiaye disse 'Kaolack' nasceu em Senegal em 1982. Ele atualmente vive em Praga, República Checa. Ele viveu em Kaolack, sua cidade natal, onde ele cresceu, rica em suas origens e as tradições de seu país com a ajuda, entre outros de sua avó materna, que lhe trouxe força e espiritualidade. Em 1997, ele abandonou os estudos e as vidas dos "poucos empregos '. Então ele começa a participar "da rua", com todos os seus aspectos: a pobreza, crime, violência, crueldade ... Isto marcou fortemente a sua vida e mudou sua visão da sociedade afetada pela forma como vivem os pobres, os oprimidos, os pobres, as pessoas rejeitadas e oprimidas pelo sistema. Em 2000, ele conheceu através da dança Papa Sy (Passtef ballet teatro Dalifor) ...

    Leia mais
    blank

    Bailarinos negros dão piruetas em cima do racismo

    Paulo Melgaço, Bethânia Gomes e Ingrid Silva contam um pouco ao O&N sobre a presença do negro no balé clássico por Mariana Mauro, do Opinião e Notícia  No fim do mês passado, Misty Copeland ganhou fama ao ser promovida no American Ballet Theatre, uma das principais companhias de balé clássico dos EUA. Ela foi a primeira negra a alcançar o mais alto posto na companhia, o de primeira bailarina. Aqui no Brasil, apesar da escola de balé do Theatro Municipal ter começado em 1927, apenas em 2002 um bailarino negro pode fazer o papel principal em “Giselle”, quando Bruno Rocha dançou com Ana Botafogo. Mas afinal de contas, a presença do negro no balé clássico ainda é rara? Paulo Melgaço, professor da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Foto: Arquivo Pessoal) Aqui no Brasil, em 1945, a bailarina Consuelo Rios não foi sequer aceita para fazer ...

    Leia mais
    blank

    Bailarina carioca é primeira solista de balé em Nova York: ‘Me senti acolhida’

    Nos Estados Unidos há sete anos, Ingrid Silva conta que lá o preconceito é menor: 'No Brasil, não conheço nenhuma bailarina negra no balé clássico' Filha de uma empregada doméstica e de um funcionário aposentado da Força Aérea, a carioca Ingrid Silva, de 26 anos, está vivendo uma história de conto de fadas. No Encontro desta quarta (6/5), ela contou que depois de muito esforço e de passar por momentos de racismo está se destacando no Dance Theatre of Harlem, uma das companhias de balé de Nova York, onde ela está há sete anos. A bailarina ainda viu seu rostinho estampado em vários cartazes pelos metrôs da cidade em sua última temporada. Nas companhias de balé quase que a totalidade dos integrante é composta por bailarinos brancos. Questionada sobre o assunto, a jovem carioca disse que racismo existe em qualquer lugar. “Qualquer profissão está além de sua raça, cor ou qualquer coisa. Tem ...

    Leia mais
    blank

    Baiano brilha na Cedar Lake Contemporary Ballet

    Criado no negro e populoso bairro da Liberdade, o adolescente Joaquim de Santana, na época com 14 anos, tomou uma decisão que mudaria completamente a sua vida. Ele pediu ao coreógrafo e dançarino José Carlos Santos Arandiba, o Zebrinha, então diretor artístico do já conceituado Balé Folclórico da Bahia, a oportunidade de fazer uma audição para poder participar da única companhia de dança folclórica profissional do país. "Tenho oito irmãos e a minha irmã mais velha, Ana Beatriz, que hoje é professora, dançava no Balé Folclórico. Então, eu que via as apresentações e já gostava de dança, resolvi tentar ingressar no Balé. Era um sonho e mal acreditei quando passei na audição para a segunda companhia do Balé", conta em entrevista durante as férias em Salvador. Aprendizagem A partir daí tudo deslanchou na vida do garoto, hoje com 29 anos e integrante da Cedar Lake Contemporary Ballet, de Nova Iorque, ...

    Leia mais
    Página 1 de 2 1 2

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist