Tag: cotas raciais

Cotas raciais tabuleiro e peas do xadrez

COTAS – Perguntas e respostas

      A seguir, apresentamos as perguntas mais comuns sobre a adoção de cotas. As respostas reforçam o objetivo desta publicação, oferecendo argumentos favoráveis às políticas de ação afirmativa como forma de construção de um mundo mais justo e democrático para todos e todas.   Esse negócio de cotas pra negros(as) não é racismo ao contrário? A inclusão de políticas de ação afirmativa tanto no debate público como na pauta do governo é uma conquista de segmentos do movimento negro, que há anos denunciam a desigualdade social e racial no Brasil em vários setores: saúde, educação, mercado de trabalho, moradia, entre outros. Tratar de maneira diferenciada um grupo que teve menos oportunidades - e, portanto, que está em situação de desvantagem - é uma tentativa de diminuir essas desigualdades, restituindo direitos há muito negados. Não é um privilégio. É, na realidade, o exercício da democracia, respeitando a diversidade étnicoracial ...

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Cotas Raciais Por que sim?

Apresentação Discutir aspectos relativos às ações afirmativas, especialmente cotas raciais, e oferecer argumentos favoráveis à sua adoção são os objetivos desta cartilha - fruto de uma série de debates ocorridos nos meses de maio e junho de 2005, em escolas públicas e particulares na cidade do Rio de Janeiro. Algumas das questões levantadas nesses encontros, organizados pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e instituições parceiras,1 são aqui abordadas; e muitas dúvidas dos(as) jovens sobre as políticas de ação afirmativa são reveladas e esclarecidas ao longo da publicação. Esperamos que a cartilha Cotas raciais, por que sim? seja útil para demonstrar a importância das políticas de ação afirmativa como mecanismo de inclusão social e racial, ajudando a produzir novos argumentos e pontos de vista que contribuam para uma sociedade mais justa e democrática. Para ilustrar a maioria das situações que expomos na cartilha, utilizaremos os dados da Universidade ...

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10 MITOS SOBRE AS COTAS

        ORIENTAÇÃO: Reproduzir e divulgar nas universidades e junto aos parlamentares o documento abaixo, que explicita conceitualmente a pertinência e justeza da nossa luta pela implementação das Cotas raciais e sociais nas Universidades.   PROGRAMA POLÍTICAS DA COR NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA LABORATÓRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS UNIVERSIDADE   1- As cotas ferem o princípio da igualdade, tal como definido no art. 5º da Constituição, pelo qual "todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza". São portanto, inconstitucionais.   Na visão, entre outros juristas, dos Ministros do STF, Marco Aurélio de Mello, Antonio Bandeira de Mello e Joaquim Barbosa Gomes, o princípio constitucional da igualdade, contido no art. 5º, refere-se à igualdade formal de todos os cidadãos perante a lei. A igualdade de fato é tão-somente um alvo a ser atingido, devendo ser promovida, garantindo a igualdade de oportunidades como manda o art. 3º da mesma ...

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ARTE: THIAGO FAGUNDES/CB/D.A PRESS

Câmara do Rio aprova cotas raciais para cargos de confiança

Texto especifica que 10% das vagas sejam para negras e outros 10% para negros nas nomeações e contratações Pedro Dantas     ARTE: THIAGO FAGUNDES/CB/D.A PRESS   RIO - A lei que determina o sistema de cotas raciais em cargos de confiança na administração municipal do Rio já está em vigor após sua publicação na quarta-feira no Diário Oficial do Município. A Câmara Municipal do Rio derrubou o veto do prefeito Cesar Maia ao Projeto de Lei 1. 268/2007, que determina que 20% dos cargos comissionados em todos os órgãos da Prefeitura sejam destinados a afro-descendentes, pardos ou descendentes de índios. A lei também vale para as empresas vencedoras das disputas dos contratos para prestação de serviço com o município. O texto especifica que 10% das vagas sejam para negras e outros 10% para negros nas nomeações e contratações.   De acordo com a assessoria de ...

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Terceira edição da Semana da Consciência Negra debate cotas raciais para as Universidades

 Diversas palestras, sessões especiais e atividades estão programadas para a III Semana da Consciência Negra, que será realizada nos dias 20, 21 e 22 de novembro, no Parque da Ciência e no Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia, em Pinhais. Um dos destaques desta terceira edição será a discussão sobre a polêmica questão das cotas raciais para o ingresso na Universidade. Na programação estão confirmadas as sessões especiais de “Astronomia Africana”(planetário do Parque) e “Mãe África” (Sala Milton Santos), atividades artísticas e culturais como roda de Capoeira, apresentação teatral na linha de intervenção do Teatro do Oprimido, da peça “Sobre Tons”, exibição do filme de animação "Armada - O outro lado do descobrimento", curta-metragem de Ric Oliveira, e sessões de ritmos musicais. Além disso, equipes de estudantes do Colégio Técnico em Meio Ambiente e Agroecologia (CEEPNFM) farão apresentações de danças e ritmos musicais de influência africana no Auditório ...

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Audiência discute cotas para negros no serviço público

No mês da Consciência Negra, a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul realiza a audiência pública sobre o projeto de lei que institui cotas para negros no serviço público estadual, de autoria do deputado Amarildo Cruz (PT). O evento está marcado para o dia 18 de novembro (terça-feira), às 14h, no plenário deputado Júlio Maia. A proposta prevê cota mínima de 10% para negros aprovados em concursos públicos estaduais. Nesta semana, o projeto de lei foi aprovado em 1°, e deve seguir para 2° discussão ainda em novembro. A lei de cotas já existe na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).   Sobre o evento - Além do autor do projeto, o advogado Humberto Adami, referência em ações afirmativas na defesa do negro, participa da audiência que pretende discutir a política de cotas com a sociedade e lideranças do movimento negro estadual. O evento tem apoio da ...

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Divulgação

Após cotas, número de negros na UnB é cinco vezes maior

Quando Angelo Roger de França Cruz, 26, entrou no curso de serviço social da UnB (Universidade de Brasília) em 2004, havia cerca de 400 negros na universidade, a primeira federal do país a adotar o sistema de cotas raciais. Divulgação Hoje, a um mês de se formar, Cruz tem como colegas outros 2.049 negros. No ano da formatura das primeiras turmas de cotistas, o número de negros na UnB é cinco vezes maior do que antes da adoção das cotas. A Folha conversou com sete alunos que entraram pelo primeiro vestibular com cotas da universidade. Três irão se formar até julho, outros três no fim do ano e um concluiu o curso em três anos e meio, no semestre passado. Todos moram a pelo menos 20 quilômetros da UnB, em cidades periféricas de Brasília, e se sustentaram durante o curso com bolsas de pesquisa --estas, em ...

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poder-da-escrita3

Confira a íntegra do manifesto a favor das cotas

"Manifesto em favor da lei de cotas e do estatuto da igualdade racial     "Manifesto em favor da lei de cotas e do estatuto da igualdade racial Aos/as deputados/as e senadores/as do Congresso brasileiro A desigualdade racial no Brasil tem fortes raízes históricas e esta realidade não será alterada significativamente sem a aplicação de políticas públicas específicas. A Constituição de 1891 facilitou a reprodução do racismo ao decretar uma igualdade puramente formal entre todos os cidadãos. A população negra acabava de ser colocada em uma situação de completa exclusão em termos de acesso à terra, à instrução e ao mercado de trabalho para competir com os brancos diante de uma nova realidade econômica que se instalava no país. Enquanto se dizia que todos eram iguais na letra da lei, várias políticas de incentivo e apoio diferenciado, que hoje podem ser lidas como ações afirmativas, foram aplicadas para estimular a ...

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Diversidade além das cotas

Tatiana Lima Cotas- Conta Nelson Rodrigues em "O Óbvio Ululante" (Companhia das Letras) que, em 1960, o filósofo francês Jean-Paul Sartre estranhou o público de uma conferência no Brasil: "E os negros? Onde estão os negros?". Após quase 40 anos, em 1998, um executivo negro do BankBoston fez as mesmas perguntas numa filial brasileira. Em resposta, ouviu que eles não trabalhavam ali, porque não tinham as qualificações necessárias —nem sequer concorriam às vagas abertas. Pedro Azevedo/Folha Imagem Bruna Aparecida da Silva Oliveira, aluna da USP que passou por cursinho comunitário Esse foi o estopim para a criação do projeto Geração XXI, uma das diversas iniciativas de ação afirmativa que, de alguns anos para cá, vêm se espalhando pelo país, com o objetivo de fornecer meios para que jovens negros ou pobres consigam vagas em universidades e condições de assumir posições de destaque na sociedade. São ações dos mais diferentes tipos, ...

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Foto: Marcus Steinmayer

UnB

Há muito havia desistido da expressão vontade política pela banalização em que ela foi lançada. No entanto, um novo evento repõe em meu glossário um sentido efetivo para essa expressão. É a adoção pela Universidade de Brasília (UnB) do sistema de cotas para negros no marco institucional de um Plano de Metas para Integração Social, Étnica e Racial daquela universidade. Segundo o release da UnB, o plano de metas consiste num "conjunto de medidas que pretendem gerar na UnB uma composição social, étnica e racial capaz de refletir minimamente a situação do Distrito Federal e a diversidade da sociedade brasileira como um todo. O fundamento supremo do Plano de Metas é o propósito de promover a inclusão social de negros e indígenas por meio do acesso ao ensino superior, em um contexto de políticas de ação afirmativa (...)  Os três pontos básicos do plano são: o acesso de negros e ...

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