Tag: cotas raciais

Racismo na Globo revolta alunos e professoras

Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, ex-porta-voz da ditadura militar, na Globo do Distrito Federal, provoca imensa revolta em alunos e professores de escolas públicas, bem como na comunidade acadêmica; Garcia afirmou que os cotistas que entram na Universidade de Brasília (UnB) não possuem méritos e estão lá por "pistolão", muito embora estudos comprovem que os cotistas vêm tendo desempenho melhor do que os não cotistas; "Quem ascendeu na carreira com favores e migalhas dos plutocratas só pode enxergar nos outros os vícios que carrega", diz o estudante João Marcelo; a professora Flávia Helen, que atua na rede pública do Distrito Federal, avisa: "É só o começo. Nós vamos invadir sua praia e você será atendido por médicas e advogados negros" no Brasil 247 Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, ex-porta-voz da ditadura militar, num noticiário local da Globo em Brasília provoca imensa revolta entre alunos e professores da rede pública, ...

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Como cotista eu repilo as afirmações de Alexandre Garcia

Quando o Alexandre Garcia abre a boca, quem fala por ele é o Figueiredo. Contra as cotas, o jornalista da TV Globo disse que passar assim é “humilhação”. Por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés Alexandre Garcia vive no passado da ditadura de onde converge a base de todos os seus comentários, na TV Globo. E só mesmo quem foi assessor de comunicação de um ditador pode reagir contra a política de cotas. Não que as cotas não possam ser questionadas, mas há, no comentário deste jornalista um peremptório cunho elitista e conservador. O que significa mérito? É vergonhoso entrar numa universidade através das cotas? Um estudante aprovado em regime de cotas não será um bom profissional ou não saberáconcorrer no mercado? Não estará preparado por não ter mérito? E onde está o mérito do não acesso à universidade? Que critérios o Alexandre Garcia utilizou para tecer a análise de que as políticas de cotas são uma “humilhação”? ...

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Professora se revolta com comentário do global Alexandre Garcia e vídeo explode nas redes sociais

Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, em um noticiário da Globo em Brasília provocou uma revolta entre alunos e professores da rede pública e também na comunidade acadêmica Do Diário do Brasil O jornalista afirmou que os alunos cotistas da Universidade de Brasília entrariam pelas costas na universidade pública, sem ter mérito para estudar nas instituições federais de ensino superior. De acordo com Garcia, eles estariam lá por “pistolão”. “Temos que pensar na qualidade do ensino. Aqui no Brasil ele é todo assim por pistolão, empurrãozinho, ajuda. A tradução disso é cota. Aí põe lá um monte de gente… só 67%, você viu aí, passaram por mérito. Estão aprendendo como é a vida, a concorrência, sem nenhuma humilhação de receber empurrãozinho. O mérito é a base”, disse o jornalista. A interpretação de Alexandre Garcia gerou indignação e revolta na professora da rede pública Flávia Helen, que fez um vídeo que está bombando nas redes sociais. Confira, ...

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UnB realiza concurso para professor com cota para negros

Pela primeira vez, a Universidade de Brasília abre concurso para professor com vaga específica para candidatos negros. A seleção para docente de Direito Público e Privado para a Cidadania, da Faculdade de Direito (FD), cumpre lei do governo federal e destina uma das três oportunidades para o sistema de cotas raciais. O cargo para professor adjunto, com regime de dedicação exclusiva, exige doutorado e a remuneração total prevista no edital é de R$ 8.639,50. As inscrições podem ser feitas pela internet, até o dia 19 de fevereiro. A seleção conta com provas discursiva, oral, didática e de títulos. “A novidade resulta de uma adaptação à lei”, explica a decana de Gestão de Pessoas, Maria Ângela Feitosa. “O que fizemos foi atualizar as condições gerais do edital”. “Fico satisfeito. É a evolução das coisas. As cotas podem promover a integração”, diz o diretor da FD, George Galindo. A Universidade foi a ...

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Vagas para negros em concurso para juiz do TJ do Rio tem 448 inscritos

Serão três vagas, como determinou órgão especial em agosto de 2014. A primeira prova ocorre no dia 21 de fevereiro e vai durar cinco horas. no G1 Estarão concorrendo às três vagas reservadas para candidatos negros do próximo concurso para juiz do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) 448 pessoas. O sistema de cota no concurso foi aprovado em agosto do ano passado pelos desembargadores do órgão especial. A relação dos selecionados para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros foi publicada na edição desta terça-feira (12), do Diário da Justiça Eletrônico. Os candidatos inscritos que não constem na relação para vagas da cota tiveram a solicitação para concorrer à vaga negada. Caso queiram recorrer, os candidatos podem entrar com recurso na próxima quinta-feira (14) ou sexta-feira (15). O Diário da Justiça Eletrônico traz ainda a lista dos candidatos inscritos como pessoas com deficiência. De novo, aqueles que ...

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Cotas raciais, racismo cordial e biografias

A busca pela igualdade racial Por Martiniano Silva Do DM O artigo epigrafado foi publicado com o título “As cotas raciais e o racismo cordial”.  Acredito merecer republicação. As cotas raciais, além de vitória política, social e econômica, são um Direito Constitucional do segmento negro brasileiro, por decisão unânime do Supremo Tribunal Federal, do dia 26 de abril de 2012. Não raro, prosseguem assustando grande parte da sociedade, sobretudo as pessoas mais conservadoras, para não dizer de mente colonizada, sendo mesmo curioso porque não houve reação quando propostas para estudantes estrangeiros, mulheres na política, cineastas e portadores de deficiências em órgãos públicos. Repetindo Hélio Santos, um  dos mais respeitáveis estudiosos da questão racial no Brasil,“as cotas de 100% para os brancos estão aí desde sempre e ninguém contesta”. Quer dizer: em um  país onde gato preto continua surpreendendo e a fisionomia das pessoas ainda caracteriza algo de bom ou de ...

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Nem pós-moderno ou governista. Apenas Prounista

O PROUNI (Programa Universidade para Todos) foi criado pelo Ministério da Educação (MEC), no governo de Luis Inácio Lula da Silva em 2004. Exatamente 10 anos depois, o projeto registrou um total de 635.992 inscritos segundo o MEC, número que representa um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Esses dados demonstram que a população mais pobre brasileira vem se interessando cada vez mais pelo acesso à universidade. Outra prova disso é que em 2014 a maioria das inscritas eram mulheres e negras. Por Stephanie Ribeiro Do Alma Preta Dada esta breve introdução, quero evidenciar que esse texto é conseqüência do constrangimento que alunos prounistas passam em determinados encontros com alunos de universidades públicas. Mal-estar causado pelas criticas ao programa e pelas acusações de que somos “governistas e pós modernos”. Essa fala, muito comum em uma determinada vertente da esquerda brasileira, faz critica ao PROUNI, programa que funciona basicamente por ...

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Cotas: lei incluiu 150 mil negros nas universidades em 3 anos

A LEI DE COTAS REPRESENTA UMA CONQUISTA PARA OS MAIS HUMILDES, SOBRETUDO AO FILHO DO PEDREIRO, DO CARPINTEIRO, DA DONA DE CASA. ISSO SIGNIFICA INCLUSÃO SOCIAL. Por Nossa Politica A batalha para combater o racismo no Brasil é longa. Para se ter uma ideia, o primeiro projeto de lei propondo ações afirmativas para população negra foi apresentado em 1983, com o nº 1.332, para garantir o princípio da isonomia social do negro. Mas somente em 2012, tais ações foram consideradas constitucionais pelo Superior Tribunal Federal (STF), com a aprovação da Lei das Cotas nas universidades. O ministro Ricardo Lewandowski, relator do projeto, ressaltou na época que apenas 2% dos negros conquistavam o diploma de ensino superior. A aprovação da lei que institui cotas raciais nas universidades federais completou três anos em 2015. Nesse tempo, garantiu o acesso de 150 mil estudantes negros ao ensino superior, segundo a Secretaria de Políticas ...

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Banheiro, intimidade e racismo

Durante todo o ano, pichações racistas foram feitas no banheiro masculino das universidades brasileiras Texto: Pedro Borges / Foto: Pedro Borges / Edição de imagem: Vinicius de Araújo, do Alma Preta No mês de outubro, novas pichações racistas mancharam os banheiros das universidades brasileiras. Desta vez, o campus a receber as ofensas foi a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto. Os escritos “Cotas pra preto?”, “Macacos Cotistas fora da FDRP” (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto) e “Aqui é faculdade de gente inteligente (e branca)” foram encontrados em um dos banheiros masculinos da unidade. Logo após os ataques, o Coletivo Negro do campus fez uma reunião e decidiu por ler uma carta de autoria do grupo nas salas de aula da faculdade. Ana Luiza, estudante de direito da USP e membro do Coletivo Negro da unidade, lembra que as salas escolhidas foram aquelas “com perfil mais problemático, que eram ...

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Concurso à Magistratura estadual terá cotas para negros

Pela primeira vez na história, o concurso para o cargo de Juiz de Direito Substituto da Magistratura do Rio Grande do Sul terá a reserva de cotas raciais. A iniciativa consta do edital publicado no Diário da Justiça Eletrônico de terça-feira (27/10). Do Ajurisqq Das 60 vagas iniciais previstas, 20% serão reservadas a negros e 5% às pessoas com deficiência. Serão 45 vagas para ampla concorrência, 12 para negros e três para pessoas com deficiência. A iniciativa tem como base a Resolução 203 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de 23 de junho de 2015, que dispõe sobre a reserva aos negros, no âmbito do Poder Judiciário. As vagas reservadas às pessoas com deficiência e aos negros não preenchidas serão revertidas aos demais candidatos de ampla concorrência, observada rigorosamente a ordem de classificação. A realização do certame ficará a cargo da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ...

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O palpiteiro Alexandre Garcia e as cotas. Por Cidinha da Silva

Dia desses um palpiteiro global de política, economia, educação e costumes fez mais uma. Alexandre Garcia, em incursão midiática diária, deu voz histriônica à Casa Grande ao atribuir às cotas a responsabilidade pela institucionalização do racismo no Brasil. No DCM A atribuição ocorreu como ataque ao Simples Nacional. Um sistema adotado pelo Governo Federal desde 2007 para tributar de maneira diferenciada as microempresas e empresas de pequeno porte com renda bruta anual de até 360 mil reais. Um dos argumentos do palpiteiro foi de que o processo seria complicado pelo quesito raça/cor do formulário. Operadores de mídia como Alexandre Garcia vivem em um mundo particular de invenção de verdades, à revelia da pesquisa séria feita na universidade e institutos de pesquisa científica. Ao mesmo tempo veicula discurso descolado da vida do povo e o vende a este mesmo povo, como ópio, via televisão. O jato verborrágico sobre as cotas e ...

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As cotas universitárias são importantes também porque incomodam a elite

Quando o tema das cotas sociais ou raciais vem à tona, aqueles que lhes são contrários sempre formulam a seguinte questão: em vez de fixar cotas, por que não melhorar a educação de base? Ou, ainda, presumindo que isso não esteja ocorrendo, indagam: por que não fixar as cotas e, paralelamente, melhorar a educação de base? Por Gabriela Japiassú Viana, do Justificando Não pretendo, neste breve ensaio, opor-me categoricamente a essa posição, visto que sequer a considero completamente destituída de fundamento. A uma, porque as cotas não excluem necessariamente outras medidas de naturezas diversas. A duas, porque, deveras, as normas jurídicas que tratam do tema prescrevem que as ações afirmativas são políticas de caráter provisório . O que, ao menos a princípio, causa certa estranheza é que, via de regra, aqueles que alardeiam essas questões pouco falavam sobre as condições calamitosas do ensino público antes da consolidação da política de cotas ...

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Negros nas universidades: além de cotas, precisamos também de escolta?

Na última semana, um coletivo formado por alunos negros e que vem realizando diversas intervenções pró cotas raciais na maior universidade da América Latina, entrou em cena novamente. Dessa vez, para responder agressões racistas feitas por alunos em pichações nos banheiros da universidade. De cunho bastante agressivo e sempre em tom de ameaças, as pichações são recorrentes e generalizadas em todas as universidades onde há cotistas e se observa um expressivo aumento de alunos negros e/ou não brancos. Por Joice Berth, do Justificando Imagine você, caro leitor, enfrentando uma situação de hostilidade e rejeição escancarada, cotidianamente, em um ambiente que deixa explícito de todas as maneiras que sua presença não é bem-vinda. O mundo racista sempre fez questão de deixar claro que deseja às pessoas negras o pior lugar que a sociedade pode ter. Assim também é quando sincretizamos a questão com as classes sociais. Mas ainda assim, pessoas negras continuam ...

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(Foto: Reprodução/ Twitter)

Alexandre Garcia e as cotas

ontem, quarta-feira 21, um amigo me chamou para jogar sinuca num boteco estranho, na Orla de Aracaju, chamado Academia Sergipana dos Iletrados, reduto preferencial dos analfabetos políticos de todos os matizes. Por Lelê Teles , do FALA QUE EU DISCUTO Reprodução/ Twitter o amigo me convenceu a ir dizendo que a vantagem do lugar é que a cerveja está sempre gelada e o preço é bom. como recomenda o papa, fui jogar e beber com o amigo, tomado de curiosidade. no copo sujo, há sempre duas TVs ligadas: uma na Globo e outra na Globo News - veja que beleza - e nas mesas do butiquim sempre tem uns exemplares do jornal O Globo que o dono da peixaria rejeita e os cachaceiros levam pro bar. até aí tudo bem. eu passava giz no meu taco, garbosamente, quando aparece na tela da TV, no meio desse povo, o ...

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Alexandre Garcia diz que “o país não era racista até criarem as cotas” e vira piada

O jornalista Alexandre Garcia, da Globo, conseguiu falar outra bobagem numa lista que parece interminável. Comentando sobre o cadastro do Simples Doméstico, Garcia descobriu o seguinte: “O país não era racista até criarem as cotas”. Do DCM É uma revelação fabulosa. Alguém precisa avisar sua colega do Jornal Nacional, Maju Coutinho, que aquele pessoal que a chamou de “macaca fedida” é cotista. Nem o chefe Ali Kamel, autor do clássico “Não Somos Racistas”, acredita mais nessa atrocidade. Ader Gotardo, fotógrafo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, escreveu uma resposta no Medium: Carta aberta a Alexandre Garcia “Institucionalização do racismo”? Hoje é 21/10/2015, com bom humor, muitos estão comemorando o “Back To The Future”, em alusão ao filme dos anos 80. Muitos dizem “o futuro chegou!” Será que chegou mesmo? Pleno 2015, Alexandre Garcia, jornalista em rede nacional destila desinformação para corroborar sua indignação, usando falsidade intelectual e abusando ...

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Processo para preencher vaga de cota não pode exigir foto de candidato, define TRF-2

Exigir foto para que um candidato concorra às vagas reservadas por cotas é ilegal, pois esse processo deve ser feito pessoalmente para evitar fraudes. A decisão é do desembargador federal Marcus Abraham, da 5ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, ao conceder liminar que anula parcialmente o edital de concurso para agente da Polícia Federal realizado pela União e pela Fundação Universidade de Brasília (FUB/UnB). Do Conjur  No item que trata de vagas reservadas para afrodescendentes, o documento estabeleceu que os interessados deveriam enviar foto para análise de "características fenotípicas". A decisão do tribunal anula a exigência e ordena que a avaliação seja presencial. Os reprovados na verificação devem ser incluídos na listagem geral de candidatos. O mérito da questão ainda será julgado pela primeira instância da Justiça Federal, onde tramita uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal, questionando os termos do edital. A decisão do TRF-2 foi proferida ...

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Cotas para negros independem de classe, diz CNJ

Órgão barra decisão de tribunal que alterou norma sobre reserva de vagas no Judiciário no Folha de São Paulo O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) barrou uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio que alterou a norma que determina reserva de 20% das vagas para negros em concursos públicos para juízes e servidores do Judiciário. O tribunal local adotou a regra do CNJ com restrição maior, exigindo, além do critério racial, comprovação de situação de carência. “Por candidato negro carente entende-se aquele oriundo de família com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita”, fixou. Em decisão liminar, o ouvidor do CNJ, Fabiano Silveira, determinou o cumprimento da reserva para negros independentemente da origem social do candidato. “A ação afirmativa não se mede em salários mínimos, isto é, o seu valor simbólico e a sua potencialidade reparadora projetam-se em um contexto histórico que não poderia ser ...

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Guia prático das cotas

Como ainda tem muita gente que não entende (ou não quer entender) por que temos cotas raciais e sociais no Brasil, preparei um rápido guia. Ele pode ser aumentado à medida que novas dúvidas surjam. Qualquer pergunta extra, escreva para o blog. Por: Cynara Menezes, do  Socialista Morena 1. Se você é preto, pardo ou indígena, tem direito às cotas; ponto. A autodeclaração vale na hora da inscrição, mas algumas universidades podem exigir comprovação após a matrícula para verificar se você atende aos requisitos. Isto é feito principalmente para não prejudicar outros pretos, pardos ou indígenas que de fato precisam das cotas. 2. Se você é preto, pardo ou indígena e veio de escola privada, mas acha que, por uma questão de reparação histórica, deve usar o sistema, tem direito. 3. Se você é preto, pardo ou indígena e veio de escola privada, poderia abrir mão das cotas (se desejar). ...

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Procuradoria quer apuração de suposta fraude em cota de concurso

De acordo com lei sancionada no ano passado, 20% das vagas em concursos públicos federais devem ser destinadas a autodeclarados pretos ou pardos no Diario do Litoral A Procuradoria da República no Distrito Federal recomendou ao Itamaraty que apure "suspeita de ocorrência de declaração falsa" de um candidato que se autodeclarou cotista em concurso para a diplomacia. A procuradora da República Marcia Zollinger pediu a "instauração de procedimento administrativo" diante da inscrição de Mathias de Souza Lima Abramovic para disputar uma das seis vagas reservadas a negros. De acordo com lei sancionada no ano passado, 20% das vagas em concursos públicos federais devem ser destinadas a autodeclarados pretos ou pardos. "Fixo o prazo de cinco dias para que sejam fornecidas informações acerca do acatamento da presente recomendação", afirma em documento enviado ao ministério nesta quarta-feira (26). Na recomendação, ela cita "inúmeras vantagens do critério da autodeclaração", mas pondera que,"quando desacompanha ...

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Quando as cotas se tornam uma questão moral

Novamente surge a manchete do médico "branco" que passou na primeira fase do concurso para o Itamaraty pela política de cotas para negros. De uma forma muito ingênua surgem dois pensamentos: O primeiro se relaciona com a falência do sistema de cotas que permite que isso aconteça, o segundo afirma a miscigenação do povo brasileiro e tenta legitimar a política de cotas, mas todos poderiam se inscrever como cotistas. Por Roberto Dalmo, do Brasil Post  Sendo assim, é necessário trazer dois pontos: Seria possível a genética afirmar quem é ou não merecedor de cotas raciais? Se a autodeterminação é um critério bastante aberto não seria necessário rever esse critério para que isso não volte a ocorrer? Sobre o primeiro questionamento trago o artigo de Sérgio Pena e Maria Cátira Bortolini que, a partir de um instrumental de genética molecular e de genética das populações tentam mostrar a contribuição da população africana para ...

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