Tag: dança

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    AFROJAM-SP recebe Ballet Afro Koteban promovendo diálogo entre gerações, tradições e afrofuturismo – 28/11

    Próxima edição, AFROJAM-SP recebe o tradicional grupo de percussão e dança Ballet Afro Koteban enriquecendo sua programação.O evento, que acontece toda última quinta-feira do mês, promove encontro entre músicos e apresenta uma nova cena musicalprotagonizada por artistas pretos. Enviado por Hever para o Portal Geledés Fotos: AFROJAMSP / Uly Nogueira (Agosto, 2019)  A AFROJAM-SP é um projeto musical que celebra a música de artistas pretos independentes sob a insígnia "celebração eprotagonismo: das tradições ao afrofuturismo". O projeto estreou sua primeira edição em fevereiro de 2019 com um formato clássico,inspirado nos antigos clubes de Jazz, onde nascem as Jam’s. Assim, a cada edição um novo artista é convidado a apresentar seu trabalhoem pocket show autoral, seguida sempre por uma Jam Session inédita, realizada sem ensaio prévio. Para além de um laboratório de experimentação e livre criação de música, a AFROJAM-SP é também um local de representatividade,sobretudo para encontro da população preta, ...

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    Fotos: Lorena Boldão

    Espetáculo “Oráculos” aborda as questões que movem a vida  – 30/11 em BH

    Espetáculo “Oráculos” aborda as questões que movem a vida enviado por Sandra Mara para o Portal Geledés A Kolping São Benedito realiza o espetáculo de dança afro brasileira “Oráculos”, neste sábado, dia 30 de novembro, às 10h30, no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado.  O espetáculo de dança afro brasileira tem como pesquisa a cosmologia africana a partir das visões para desvendar a vida, é resultado final da pesquisa realizada por jovens de Santa Luzia (MG), que participam da Oficina de Dança Afro, ministrada pela educadora e bailarina afro Marilene Rodrigues. O corpo de baile e formado por 20 jovens em sua maioria negros e dois músicos, além de contar com equipe de apoio, figurinistas, maquiadores e apoios de produção todos da comunidade. A direção geral e concepção é de Marilene Rodrigues e a direção musical de Gibran Muller. O nome do espetáculo “Oráculos” se ...

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    FAN-BH 2019 traz 22 espetáculos na área das artes cênicas, entre peças e cenas curtas de teatro, dança, performance e stand-up, com artistas do Brasil e do exterior

    PALCOS DO FAN-BH TRAZEM ANTONIO PITANGA E FILHOS, LIRA RIBAS COM HOMENAGEM A MARKU, RELEITURAS NEGRAS DE MEDEIA, GOTA D’AGUA E NAVALHA NA CARNE Valorizando a arte negra em todas suas linguagens, festival também terá performance internacional de Va-Bene Fiatsi (Gana), stand-up com Tia Má (BA), dança com Orun Santana (PE) e atrações para crianças enviado por Zu Moreira para o Portal Geledés A Prefeitura de Belo Horizonte realiza de 18 a 24 de novembro o Festival de Arte Negra de Belo Horizonte – FAN-BH. Com sete dias de programação gratuita, em mais de 20 espaços da cidade, o festival chega à sua 10ª edição em 2019, com mais de 100 atrações do Brasil e do exterior, representando diversas linguagens artísticas e promovendo a produção de arte e cultura de matrizes africanas. O FAN-BH 2019 fortalece as ações do mês da Consciência Negra em Belo Horizonte, buscando a democratização do ...

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    “É papel do artista saber onde estamos e para onde vamos” diz Mirelle Martins

      A goiana Mirelle Martins, de 34 anos, ganhou o mundo e se tornou uma performer internacionalmente reconhecida quase que por um mero acaso. Aos 28 anos, quebrou o joelho e após uma pausa forçada, resolveu abandonar sua carreira estável de publicitária em São Paulo para mergulhar no mundo da dança. Partiu para Nova York onde foi ter aulas de gaga– movimento criado pelo israelense Ohad Naharin e realizado pela conexão entre o corpo e a mente- e conheceu o coreógrafo americano Shamel Pitts de quem se tornaria parceira de trabalho para uma série de espetáculos, entre eles Black Hole – Thrilogy and Thriatlon, a última performance de uma trilogia iniciada em 2015 a ser apresentada neste sábado 12, às 21h, e domingo 1, às 20h, na Sala Itaú Cultural, em São Paulo. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Mirelle conta como uma menina negra rompeu barreiras, encontrando sua vocação ...

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    Ingrid Silva no 'Conversa com Bial' — Foto: Reprodução/TV Globo

    ‘Você não vê bailarinos ou diretores negros no mundo’, diz brasileira de companhia americana de balé clássico

    Pedro Bial recebeu Ismael Ivo e Ingrid Silva, que contaram sobre suas trajetórias, responsabilidade artística e representatividade Do Gshow O Conversa com Bial desta segunda-feira, 7/10, recebeu dois grandes representantes da dança brasileira. De um lado Ismael Ivo, bailarino, coreógrafo e diretor do Balé da Cidade de São Paulo; do outro Ingrid Silva, bailarina do Dance Theatre of Harlem. No programa, eles contaram das dificuldades no início da carreira e da representatividade que buscam para inspirar jovens talentos. Ingrid Silva no 'Conversa com Bial' — Foto: Reprodução/TV Globo Ingrid, natural do Rio de Janeiro, contou um pouco sobre a oportunidade que teve de poder viver fora do país para aprimorar seu talento e da atuação de bailarinos negros nos grandes cenários. Ao falar sobre se apresentar pela primeira vez em seu país natal com o solo “Pássaro de Fogo”, ela fez uma reflexão sobre um projeto ...

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    Domingo tem dança afro contemporânea na Pinacoteca de São Paulo

    A Verve, companhia de arte negra criada e coordenada pela coreógrafa, bailarina, jornalista e astróloga Leandra Silva, fará uma performance dançante chamada #IFeelRich no octógono da Pinacoteca de São Paulo, neste domingo (29), a partir das 13h. Por Isadora Santos, Enviado para o Portal Geledés  Cena do espetáculo #IFeelRich (Foto: Enviada para o Portal Geledés) Após um processo de audição, realizado em duas fases, Leandra selecionou bailarinos vindos de todos cantos da capital Paulista e região metropolitana para participar de um curso imersivo de dança afro contemporânea que será finalizado com a apresentação do espetáculo, Déjà Vu Afrofuturista 1º Ato – Ancestralidade High Tech. Durante o curso, os participantes têm aprendido mais que técnicas de dança, estão vivenciando um cotidiano que conecta espiritualidade, cura e inteligência corporal a partir de processos educacionais com a realização de seminários que tratam sobre a filosofia africana e afrofuturismo. Além ...

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    Reprodução/Facebook

    Alunas da UFRGS criam coletivo que reforça a presença da mulher negra na dança

    'Coletivo Corpo Negra' reuniu e fortaleceu bailarinas negras dentro do curso. Iniciativa estende atividades para escolas. Por Carol Anchieta, RBS TV, G1 Reprodução/Facebook Alunas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) se reuniram em um coletivo que reforça a presença da mulher negra na dança. A iniciativa estende atividades para escolas da Região Metropolitana de Porto Alegre. A ideia nasceu em 2016, quando elas perceberam o aumento de mulheres negras nas aulas da universidade. "O coletivo me fez crescer em várias coisas, até na questão de me colocar mais, de pensar politicamente qual é o lugar do meu corpo na sociedade, o que isso significa e o quanto eu preciso estar com elas, o quanto elas me fortalecem", diz a bailarina e estudante do curso Natália Proença Dornelles. "É muito bom quando tu chega num espaço e vê que tem pessoas iguais a ti. ...

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    Foto: Carolina Diadorim

    Sesc EntreDança 2019 : O corpo negro narrativas autorais

    Cinco semanas de protagonismo negro na dança. Enviado para o Portal Geledés  Coreógrafa Carmen Luz é mediadora do projeto ( Foto: Richner Allan) Em seu quarto ano de realização, o projeto Sesc EntreDança ocorrerá ao longo de todo o mês de maio, com edição totalmente dedicada ao corpo negro. Trata-se da mais extensa ação do Sesc RJ com a linguagem da dança, que neste ano busca atuar para o reconhecimento pleno dos fazeres e moveres dos artistas negros e negras, dentro e fora dos palcos. A noite de abertura se dará no dia 30 de abril, em um encontro aberto ao público com depoimentos de todos os participantes do projeto, discutindo dança e negritude na atualidade. A atividade, intitulada O corpo negro: narrativas autorais, tem a mediação de Carmen Luz e também conta com a apresentação do Jongo de Pinheiral, grupo de tradição do interior do ...

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    Após preconceito na infância, coreógrafa cria projeto para empoderar mulheres com a dança

    Gabb Carbo Verde desembarcou de navio em Recife fugindo da violência na Angola quando tinha dois anos de idade. A família seguiu para Salvador, mas se fixou no Rio pouco tempo depois. Foi na cidade maravilhosa, enquanto crescia, que a coreógrafa teve as primeiras experiências com o preconceito. Por Thiago Baltazar, Do Marie Claire Gabb Carbo Verde (Foto: Caio Porto) “Minha habilidade em dança na infância costumava render convites para ensaiar e criar coreografias para apresentações do colégio, mas minha professora nunca permitia minha presença no palco. Até que, com 8 anos, fui escondida em um evento numa tentativa de conseguir uma chance. Fui impedida pela professora, que disparou: ‘De que adianta dançar como uma bailaria mas não ter o corpo de uma?’”, lembra a coreógrafa para Marie Claire. Na época, Gabb não entendeu bem que havia sido vítima de gordofobia, nem contou para a mãe ...

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    imagem: William Lima

    Folayan – Andar com Dignidade. Negro Sim, Negro Sou!

    Programação Especial com Convidadas Especiais: Show de Abertura com Lucimeire Monteiro (20/04); Jurema Pessanha (21/04); Liah Jonnes (27/04) e Preta Ferreira (28/04). William Lima enviado para o Portal Geledés FOLAYAN - É um espetáculo multi-artístico dirigido pelo professor, diretor e coreógrafo João Pirahy. Em seu elenco, composto majoritariamente por artistas negros, convidam o espectador a uma reflexão sobre a importância do negro na sociedade: não apenas traz o tema do racismo, mas oferece uma obra de enaltecimento e representatividade da cultura afro-brasileira. Folayan nos convida a um resgate às origens com um trabalho plural: dança, teatro, canto, percussão, artes plásticas, poesia e depoimentos dos artistas sobre suas experiências entre passado e presente. A obra expõe através da arte e de vivências pessoais que aquilo que nos difere é justamente aquilo que nos une, e que cada pessoa negra merece sim, andar com dignidade. O espetáculo está em plena circulação e ...

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    Moçambicano Edivaldo Ernesto é uma das atrações da 13ª edição do Vivadança, em Salvador. — Foto- Divulgação:G1-

    Edivaldo Ernesto é uma das atrações do “Vivadança”. ‘Me expresso com a dança e busco saída para o preconceito’

    Edivaldo Ernesto é uma das atrações da 13ª edição do "Vivadança", que começa nesta terça-feira (16) e segue até o dia 29 de abril em Salvador. Evento reúne cerca de 450 artistas e 30 espetáculos de 12 paíse no G1 Moçambicano Edivaldo Ernesto é uma das atrações da 13ª edição do Vivadança, em Salvador. — Foto- Divulgação:G1 "Fui alvo de muito preconceito pelo fato de ser negro e de ter saído da África. Então, uso a dança para mostrar que ser negro não quer dizer que eu seja perigoso, que eu seja pobre, e para que as pessoas entendam que não podem criar impressão falsa pela aparência. Busco com a dança uma saída para isso tudo, uma liberdade". Assim o coreógrafo moçambicano Edivaldo Ernesto descreve como a dança, uma paixão de infância, tornou-se para ele uma forma de se expressar através dos movimentos corporais, sobretudo para ...

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    cinco bailarinos, dois homens negros, duas mulheres e um homem branco

    Companhias de dança questionam papéis de gênero no balé

    Grandes estúdios estão revendo os estereótipos da dança clássica e buscam desenvolver bailarinos mais versáteis por Madison Mainwaring, The New York Times no Estadão Grandes companhias de dança tentam apresentar ideias mais contemporâneas a respeito dos estereótipos de gênero no balé. Foto- Michael Kirby Smith para The New York Times Num dia recente no American Ballet Theater, em Nova York, o mestre bailarino Vladilen Semenov se mantinha em relativo silêncio, explicando uma combinação antes de se afastar para observar uma aula mista. Mas os dançarinos tinham seus próprios objetivos, testando seus corpos e experimentos de agilidade e flexibilidade. Algumas das mulheres estavam de sapatilha sem ponta para testar os passos dos homens. O balé é tido como uma arte que alça as mulheres a um pedestal - os bailarinos literalmente as erguem sobre suas cabeças -, reforçando ideias convencionais a respeito da masculinidade e feminilidade. O ...

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    TQ SÃO PAULO 16.12.2018 EXCLUSIVO EMBARGADO CAPITU FOCAS CADERNO 2 ESPECIAL ENSAIO FOTOGRÁFICO Apresentação do Ballet Paraisópolis na Casa de Vidro, construção no Morumbi que pertenceu à arquiteta Lina Bo Bardi e seu marido Pietro Maria Bardi. FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

    Balé clássico ainda discrimina profissionais negros

    Nas companhias de dança de São Paulo, cidade com grande número de afrodescendentes, bailarinos lutam por um lugar melhor nos palcos por Larissa Zapata/Roberta Vassallo no Estado Apresentação do Ballet Paraisópolis na Casa de Vidro, construção no Morumbi que pertenceu à arquiteta Lina Bo Bardi e seu marido Pietro Maria Bardi. FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO Na sala de ensaios da principal companhia de dança contemporânea do País, a coreografia ao som de Caetano ganha vida nos pés de cerca de 30 bailarinos. Montada para o aniversário de 50 anos do Balé da Cidade, a dança havia sido apresentada pela última vez no dia 25 de março. Para a maioria do elenco, era questão de relembrar os passos. Mas Grécia Catarina, de 23 anos, precisava aprendê-los. A única bailarina negra da companhia entrou em abril no elenco do balé dirigido por Ismael Ivo, o primeiro diretor negro de ...

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    O bailarino Ismael Ivo ganha o prêmio Mestres da Criatividade

    O prêmio será entregue no Dia Mundial da Criatividade no Catraca Livre Foto Eduardo Knapp O primeiro Prêmio Mestre da Criatividade será entregue no próximo dia 17 – Dia Mundial da Criatividade –  ao bailarino e coreógrafo Ismael Ivo. O projeto Mestres da Criatividade  foi lançado pela Catraca Livre para disseminar a cultura da inovação, compartilhando as experiências da  pessoas mais criativas do Brasil. Esse prêmio vai  anualmente escolher um único nome que sintetize  o máximo da criatividade brasileira. O prêmio coincide as comemorações do Dia da Consciência Negra. Neste ano, em São Paulo, ocorrerá a Virada Negra. À frente do Balé da Cidade de São Paulo desde janeiro de 2018,  Ismael, nascido na periferia de São Paulo,  recebeu, na década de 80,   convite para atuar na Companhia de Alvin Ailey, em Nova York. Tempos depois, já na Áustria, fundou o ImPulsTanz, um dos maiores festivais ...

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    Imagem: Coletivo dos Sonhos

    Folayan – Andar com Dignidade – Negro Sim, Negro Sou!

    DANÇA Sinopse Folayan – Andar com Dignidade. Negro Sim, Negro Sou! É um espetáculo multiartístico dirigido pelo professor, diretor e coreógrafo João Pirahy. Em seu elenco, composto por 95% de artistas negros, convidam o espectador a uma reflexão sobre a importância do negro na sociedade: não apenas traz o tema do racismo, mas oferece uma obra de enaltecimento e representatividade da cultura afro-brasileira. Folayan nos convida a um resgate às origens com um trabalho plural: dança, teatro, canto, percussão, artes plásticas, poesia e depoimentos dos artistas sobre suas experiências entre passado e presente. A obra expõe através da arte e de vivências pessoais que aquilo que nos difere é justamente aquilo que nos une, e que cada pessoa negra merece sim, andar com dignidade. Dia: 6 de Dezembro  Quinta feira às 21h Teatro de Contêiner Mungunzá R$ 20,00 (Inteira), R$ 10,00 (meia) e R$ 5,00 (morador) Duração: 45 min. Classificação: ...

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    Bailarino inspira-se em cultura Ioruba no processo de criação para espetáculo

    Bailarino inspira-se em cultura Ioruba no processo de criação para espetáculo

    “Depoimentos para fissurar a pele – é dualidade; existência entre mundos. É o morrer para existir. É um rito de passagem entre pele, carne, sangue e alma”. (Djalma Moura) O espetáculo “Depoimentos para fissurar a pele”, do bailarino e coreógrafo Djalma Moura, tem estréia marcada para os dias 16 e 18 de maio de 2018 no Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo (Galeria Formosa – Baixos do Viaduto do Chá s/n, Centro). Com apresentações GRATUITAS, o espetáculo fica em cartaz até junho de 2018. A proposta inicial do projeto era criar um corpo capaz de se transformar em bicho, como um bisão, búfalo, ou outro ser que não apenas o ser humano. A partir deste ponto, o artista encontrou caminhos e poéticas negras, além de narrativas que dialogassem diretamente com o corpo negro e que mobilizassem o máximo do imaginário desse corpo. Desta forma, o coreógrafo ...

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    Jovens de escola de dança da Maré fazem turnê por seis cidades francesas

    Com coreografia de Maguy Marin, montagem deve chegar ao Brasil em 2019 Por ADRIANA PAVLOVA, do O Globo  Escola Livre de Dança da Maré encena "May B", de Maguy Marin, em turnê pela Europa - Sammi Landweer / Divulgação A cena aconteceu num centro de artes na periferia de Lyon, França. A coreógrafa Maguy Marin — expoente de uma geração que mexeu com as bases da dança contemporânea europeia a partir dos anos 1980 — ensaia há mais de duas horas com dez jovens de 20 a 26 anos. Diante dos alunos do Núcleo de Formação Continuada da Escola Livre de Dança da Maré, a artista francesa mistura português-espanhol-francês-italiano, tendo como intérprete a coreógrafa brasileira Lia Rodrigues. Maguy, 67 anos, gesticula, mostra movimentos com seu corpo, faz caretas, dá gritos, pede que repitam dez vezes a mesma cena e, num momento doce, diz aos jovens que ouçam um trecho de violino ...

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    Dança ancestral: O balé Fareta Sidibé (dança da criação, no dialeto susu)

    O balé Fareta Sidibé (dança da criação, no dialeto susu) mostra, com ritmo e energia, a cultura da República da Guiné. O grupo, formado por dançarinos e percussionistas, a maioria guineanos, existe há três anos e transforma em dança a vida nas aldeias, celebrando momentos importantes, como nascimentos, casamentos, plantio e colheita. “Na Guiné, e outros países africanos, se reproduz muita coisa do cotidiano através da música e da dança”, conta a dançarina brasileira Namibia Cruz Neves, de 26 anos. por Carol Ito no Revista Trip Aboubacar Sidibé, conhecido como Abou, de 35 anos, mora no Brasil há 6 e é o fundador do balé. Em seu país, ele era um dançarino habilitado a ensinar 20 ritmos guineanos diferentes.Veio ao Brasil a convite de uma amiga, foi registrado como como bailarino profissional junto ao Ministério do Trabalho e vem desenvolvendo o resgate e a disseminação da cultura da Guiné no Brasil, onde mais da ...

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    Bailarino brasileiro dança em Paris ao som de Coltrane

    A coreógrafa belga Anne Teresa de Keersmaeker, da companhia Rosas, um dos grandes nomes da dança contemporânea, apresenta em Paris “A Love Supreme”, título de uma das músicas mais representativas da história do jazz, de autoria de John Coltrane. Entre os quatro bailarinos em cena, um deles é o brasileiro José Paulo dos Santos. Por Patricia Moribe, do RFI  José Paulo dos Santos em "A Love Supreme". Foto @Anne van Aerschot Anne Theresa de Keersmaeker e o catalão Salva Sanchis, ex-integrante da Rosas, fizeram uma primeira versão de sucesso de "A Love Supreme" em 2005, para bailarinos e bailarinas, todos de branco. Agora são todos homens, todos vestidos de tons escuros. A nova coreografia também é mais longa, agora com 50 minutos, ao invés dos 33 minutos originais. A peça começa em silêncio, com os quatro dançarinos entrando um a um, com movimentos ditados por uma melodia invisível. Com a música, eles voltam a ...

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    Corpos Narrados, Corpos Narradores com Companhia dos 3 pontos

    Um encontro destinado às mulheres, a oficina propõe uma vivência em torno de jogos e atividades no limiar do teatro e da dança com vistas a desenvolver a expressão corporal. A um só tempo papel e caneta, nossos corpos são inscritos pelas mais diversas histórias ao passo que também são delas escritores. Histórias escritas ora a uma só mão, ora a múltiplas. no A Casa Tombada Narrativas inscritas ora em um único livro, ora em uma série. Que histórias são essas? Por meio da expressão do corpo em movimento, pretendemos decodificá-las e compartilhá-las. Companhia dos 3 pontos Criada em 2016 por Barbara Martins, Bianca Dorini e Gabriela Maia, a Companhia dos 3 pontos se dedica à pesquisa do corpo em movimento, interseccionando técnicas do teatro e elementos da dança. Entre 2013 e 2014, o trio ministrou aulas de expressão corporal no Programa Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) do Instituto ...

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