Tag: desigualdades sociais

    Cena do cotidiano: garoto engraxa os sapatos de um homem, que consulta o celular no Rio

    Como o Brasil alimenta a desigualdade?

    Educação pública de baixa qualidade, sistema tributário injusto e aposentadorias privilegiadas ajudam a formar uma das sociedades mais desiguais do planeta Por  Deutsche Welle, na Carta Capital  Cena do cotidiano: garoto engraxa os sapatos de um homem, que consulta o celular no Rio (Y.Chiba/AFP) A riqueza brasileira é distribuída de forma extremamente desigual. Somados, os seis brasileiros mais ricos têm o mesmo patrimônio que os 100 milhões na base da pirâmide social – e a maior parte destes são pardos ou negros, descendentes de escravos trazidos da África durante os 350 anos de escravidão no Brasil. Esse processo de desigualdade tem suas origens na escravidão. "Mas é um processo que se alimenta e se reproduz o tempo todo. Então ficar olhando apenas para um passado distante não é muito produtivo", comenta o economista Samuel de Abreu Pessoa, da empresa de consultoria Reliance. O processo de desigualdade começa pelo sistema educacional, ...

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    Foto: Marta Azevedo

    Desigualdade não é detalhe

    A reforma da Previdência em tramitação não leva em conta  a situação dos mais pobres por  Flávia Oliveira no O Globo Foto: Marta Azevedo O defeito da reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer em fins de 2016 — e, agora, assombrada por uma centena e meia de emendas parlamentares — está menos na necessidade que no conteúdo. O debate sobre a mudança de regras na concessão de aposentadorias e pensões divide o país entre os que a consideram essencial, desejável ou dispensável. O que os dois primeiros grupos não conseguiram explicar à sociedade brasileira é por que motivo a conta será paga por quem menos tem. É essa a consequência de, na formulação do projeto, a burocracia ter desprezado as diferentes dimensões da desigualdade brasileira. Assim, ignora exatamente o fator que forjou — e ainda molda — essas terras. Isso não é detalhe. ...

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    Diretora do FMI contradiz Meirelles e afirma que prioridade deve ser combate à desigualdade social

    Depois da fala de Meirelles, Lagarde falou que 'economistas' disseram que a desigualdade social não era problema deles Após ouvir o ministro da Fazenda brasileiro, Henrique Meirelles, defender a necessidade de adotar reformas, como o governo Michel Temer tem feito no país, a diretora-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, afirmou nesta quarta-feira que a prioridade das políticas econômicas precisa ser o combate à desigualdade social. Por Marina Wentzel, para BBC Brasil O comentário de Lagarde ocorreu durante a participação de ambos em um painel do Fórum Econômico Mundial, que ocorre em Davos, na Suíça. Questionado pela moderadora sobre como convencer a classe trabalhadora a aceitar reformas que exigirão dela "grandes sacrifícios", Meirelles havia dito que o Brasil, diferentemente dos países ricos, não tem a tradição de uma classe média sólida, o que tornaria necessário o pacote de medidas - que inclui a instituição de teto para os gastos públicos, ...

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    “O currículo é um dos caminhos pelos quais a escola pode cumprir um papel em relação à desigualdade”

    A especialista em currículo Cláudia Valentina Assumpção Galian discute diferentes concepções de currículo, os elementos que o influenciam e as relações entre eles e os fundamentos da educação integral Por João Marinho e Vanessa Nicolav, para Educação e Participação O que é currículo para a educação, afinal? O que se deve abordar num momento em que, graças à discussão em torno da Base Nacional Comum Curricular (BNC), o tema volta com força? É preciso garantir espaço para escolhas por parte da escola e dos professores? Qual a importância do território, do tempo e da comunidade para uma proposta curricular, na perspectiva do desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens? A especialista em currículo e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP) Cláudia Valentina Assumpção Galian discute essas e outras questões na entrevista em vídeo exclusiva à plataforma Educação&Participação. A pesquisadora também estará presente no debate virtual Currículo e ...

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    Os 8 bilionários que têm juntos mais dinheiro que a metade mais pobre do mundo

    Os oito homens mais ricos do mundo possuem tanta riqueza quanto as 3,6 bilhões de pessoas que compõem a metade mais pobre do planeta, segundo a ONG britânica Oxfam. A organização de assistência social afirmou que a comparação, questionada por críticos, é resultado de uma coleta mais precisa de dados, e que o fosso entre ricos e pobres se revelou "bem maior do que temia". Fonte: BBC Brasil A divulgação do relatório da ONG coincide com o início do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Mark Littlewood, do centro de estudos londrino Institute of Economic Affairs, disse que a Oxfam deveria se concentrar em sugestões para elevar o crescimento. "Como uma organização 'antipobreza', a Oxfam parece estranhamente preocupada com os ricos", afirmou o diretor-geral do centro de estudos, conhecido pela defesa da economia de mercado. Grandes iates são peças de consumo recorrentes entre bilionários do planeta Ben Southwood, chefe ...

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    Um novo experimento social escandinavo mostra como o Brasil está no caminho errado. Por Claudia Wallin, da Suécia

    Enquanto o governo do Brasil se dedica a suprimir direitos sociais a golpes de caneta e cassetete, eis a questão que superaquece os neurônios finlandeses neste cruel inverno nórdico: se o governo der aos cidadãos dinheiro suficiente para pagar as contas do mês, será que eles ficarão em casa jogando a viciante invenção nacional, o Angry Birds? Ou continuarão acordando para trabalhar e fazer coisas produtivas? Por Claudia Wallin Do DCM O enigma paira sobre o mais novo experimento social projetado pela Finlândia – a introdução de uma renda mínima universal para todos os habitantes do país. Dinheiro livre, sem nada em troca. Não importa se o cidadão é um miserável ou um bilionário. O simples fato de viver na Finlândia daria a ele esse direito. Louco ou visionário, o plano do governo é pavimentar o caminho para o que os finlandeses definem como o novo modelo de Previdência Social dos ...

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    “Nossa luta não é só por democracia, mas por outra civilização”, diz Mujica

    Para o senador e ex-presidente do Uruguai, a mudança cultural deve ser o motor das novas gerações. Camilla Hoshino, Carolina Goetten e Gibran Mendes, no Brasil de Fato   Para o senador e ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, o atual contexto político do Brasil e da América Latina, com o avanço das forças de direita, não pode ser visto com desânimo. “Nós aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias. É preciso levantar e começar de novo”, declarou Mujica durante o Seminário Democracia na América Latina, que reuniu milhares de pessoas nesta quarta-feira (27) em Curitiba. Segundo o senador, a democracia está em risco no mundo inteiro devido a duas questões centrais: a concentração da massa financeira nas mãos dos ricos e a crescente desigualdade na Terra. “Nunca o homem teve tantos recursos e meios científicos e técnicos para erradicar a fome e a miséria dos povos", ...

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    A renda cidadã: uma saída viável da crise mundial

    Pelo fato de alguém ser humano, tem direito a uma renda cidadã que lhe garanta uma vida digna, embora frugal. Artigo de Leonardo Boff. Por Leonardo Boff, da Carta Capital  A crise economico-financeira de 2007-2008 estremeceu os fundamentos da economia capitalista (este é seu modo de produção) e o neoliberalismo (este é sua expressão política). A tese básica era dar primazia ao mercado, à livre iniciativa, à acumulação privada, a lógica da competição em detrimento da lógica da cooperação e  a um Estado mínimo. O lema em Wall Street de Nova York era: greed is good, traduzindo, a cobiça é boa. Quem olha numa perspectiva minimanente ética já podia saber que um sistema montado sobre um vício (cobiça) e não sobre uma virtude (bem comum), jamais poderia dar certo. Um dia irria implodir. A implosão começou com a falência de um dos maiores bancos norte-americanos, o Lehman Brothers, levando todo o sistema bancário e ...

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    Desigualdade: estudos sobre as famílias ricas mostram que os pobres são os mesmos de sempre. Por Donato

    No ano de 1427, a então pequena província de Florença elaborou um censo entre seus habitantes com a finalidade de cobrar impostos. Ali ficou registrado, além do nome, o que faziam, quanto ganhavam e qual o patrimônio dos moradores da cidade que já tinha dado ao mundo Dante Alighieri e ainda nos presentearia com Leonardo Da Vinci. Por Mauro Donato, do DCM Recentemente aquele levantamento foi digitalizado e disponibilizado na internet. Foi então que dois economistas da Banca D’Italia (o Banco Central italiano), realizaram um estudo com base nas informações disponíveis cruzando-as com as declarações de renda de famílias remanescentes na cidade até 2011. Guglielmo Barone e Sauro Mocetti ficaram espantados. Num arco de seis séculos, mais precisamente após 584 anos, as famílias mais ricas em 1427 eram as mesmas em 2011. E ainda: os sobrenomes dos contribuintes mais pobres também não haviam mudado. A tecnologia da digitalização permitiu não apenas ...

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    A contribuição milionária do homem mais rico do país ao debate contra a desigualdade. Por Paulo Nogueira

    O maior problema do Brasil é a desigualdade. Por Paulo Nogueira Do DCM Você leu isso várias vezes no DCM, um site apartidário que se bate tenazmente por um Brasil ‘escandinavo’. Não existe nada mais corrupto e depravado que a desigualdade. A real corrupção é a iniquidade, “os extremos de opulência e miséria” para usar a grande expressão de Rousseau. Para nós, igualitários, foi especialmente agradável ouvir a causa antidesigualdade ser defendida pelo homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann. Num seminário internacional, Lemann disse que não haverá estabilidade no Brasil enquanto perdurar a desigualdade. Escrevi algumas vezes que é um sintoma da miséria moral da imprensa brasileira nunca haver levantado tal bandeira. Isso expõe quanto os donos da mídia plutocrática nacional lucram com o quadro de iniquidade que marca desde sempre o país. A fala de Lemann foi um marco no debate brasileiro. Nenhum empresário é tão admirado na ...

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    Quando o discurso da meritocracia ignora a desigualdade

    O esforço é algo extremamente importante no tipo de sociedade em que vivemos, e a meritocracia tem se tornado um conceito defendido por muitos. Mas precisamos questionar a ideia de que tudo o que as pessoas conseguem ou têm decorre de tal esforço. É comum veículos de imprensa divulgarem casos de pessoas que conseguiram "subir na vida" devido a um grande empenho pessoal. Esses casos podem nos levar a pensar que, se alguém não consegue um bom emprego ou não passa no vestibular de uma universidade de prestígio, é porque não se esforçou o suficiente. Mas será que isso é verdade? Por Vanda Mendes Ribeiro Do Brasil Post Até a Idade Média, o nascimento determinava o lugar social de cada pessoa. Um filho de nobre tinha posições sociais (como cargos na estrutura do Estado ou títulos de nobreza) garantidas pelo simples fato de ter nascido em uma família nobre. O ...

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    O melhor teste para descobrir se uma sociedade é justa. Por Paulo Nogueira

    O que é uma sociedade justa? Por Paulo Nogueira Do DCM O filósofo americano John Rawls (1921-2002) se debruçou sobre esta pergunta. Em 1971, Rawls publicou um livro aclamado: “A Teoria da Justiça”. A ideia central de Rawls era a seguinte: uma sociedade justa é aquela na qual, por conhecê-la e confiar nela, você aceitaria ser colocado de maneira randômica, aleatória. Você estaria coberto pelo que Rawls chamou de “véu de ignorância” em relação à posição que lhe dariam, mas isso não seria um problema, uma vez que a sociedade é justa. Mais de quarenta anos depois do lançamento da obra-prima de Rawls, dois acadêmicos americanos usaram sua fórmula para fazer um estudo. Um deles é Dan Ariely, da Universidade Duke, especializado em comportamento econômico. O outro é Mike Norton, professor da Harvard Business School. Eles ouviram pessoas de diferentes classes sociais. Pediram a elas que imaginassem uma sociedade dividida em ...

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    Favela do Paraisópolis com edificios luxuosos ao fundo no Morumbi, em São Paulo

    Desigualdade social faz Brasil perder um quarto do IDH em novo índice do Pnud

    O Relatório de Desenvolvimento Humano do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) divulgado nesta segunda-feira (14) mostra o Brasil na 75º colocação no ranking do IDH, entre 188 países, com índice de 0,755, acima da média da América Latina (0,748) e considerado alto. É o 13º melhor índice entre os latino-americanos. Do UOL Mas, se a desigualdade social for levada em conta, o país perde cerca de um quarto do seu IDH e acaba tendo desempenho pior que seus vizinhos na América Latina. Isso porque, segundo o Pnud, o IDH é apenas uma média e não ilustra claramente a desigualdade na distribuição do desenvolvimento humano. O fato motivou a elaboração de outro índice, o IDH-D (IDH Ajustado à Desigualdade). Ele leva em conta a desigualdade humana em três dimensões (renda, educação e expectativa de vida). No IDH-D, o Brasil fica com 0,557, perdendo 26,3% de seu IDH, com um coeficiente de desigualdade ...

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    Ao calar o Faustão, Marieta Severo deve ser a próxima global a receber ameaça de morte

    O próximo empregado da Globo a sofrer ameaça de morte, depois de Jô Soares, será Marieta Severo. Pode anotar. Marieta foi ao programa do Faustão, uma das maiores excrescências da televisão mundial desde a era paleozóica. por Por Kiko Nogueira no DCM Fausto Silva estava fazendo mais uma daquelas homenagens picaretas que servem, na verdade, para promover um programa da emissora. Os artistas vão até lá por obrigação contratual, não porque gostem, embora todos sorriam obsequiosamente. O apresentador insiste que são “grandes figuras humanas”. Ele se tornou uma espécie de papagaio do que lê e vê em revistas e telejornais, tecendo comentários sem noção sobre política. Em geral, dá liga quando está com uma descerebrada como, digamos, Suzana Vieira ou um genérico de Toni Ramos. Quando aparece alguém um pouco mais inteligente, porém, ele se complica. Faustão anda tão enlouquecido em sua cavalgada que não lembrou, talvez, de quem se tratava. Começou ...

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    Paul Tudor Jones, o bilionário que quer repensar o capitalismo

    Empresário alerta que ganância dos mercados e desigualdade de renda levarão a guerra ou revolução nos Estados Unidos Do Cartaca Pital Paul Tudor Jones é um gestor de fundos hedge (que oferecem proteção contra oscilações mais drásticas do mercado) popular nos Estados Unidos. Ele raramente dá entrevistas, mas algumas semanas atrás, ele esteve no palco da conferência sobre inovação TED Talk, na Califórnia, onde comparou a sociedade americana a um viciado em drogas. "O primeiro passo é perceber que você tem um problema", disse Jones, acrescentando que a obsessão pelo lucro se tornou algo tão normal que a sociedade deixou de perceber como, aos poucos, está destruindo a si mesma. Ele afirmou estar preocupado com a crescente desigualdade de renda. Nos EUA, 1% da população recebe cerca de 20% da renda total do país. Até o final da década de 1970, ainda era menos do que a metade disso. "O fosso entre ...

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    O Brasil é para poucos

    Dependendo de onde nos situamos no espectro social podemos usufruir do que o Brasil oferece de melhor ou de pior do mundo Por LUIZ RUFFATO, do El Pais  Em 1974, o economista Edmar Bacha cunhou um termo, Belíndia, que buscava sintetizar as contradições do Brasil: segundo ele, tínhamos uma Bélgica incrustrada em uma Índia. A palavra, popular nos anos 1980, a nossa década perdida, caiu em desuso, inclusive porque não faz muito sentido —a Índia, um país de 1,3 bilhão de pessoas, possui um sistema milenar de castas sociais justificado por princípios religiosos, que gera marajás e miseráveis. Mas se o conceito não tem fundamento não é porque mudou o cenário: continuamos a ter uma das maiores concentrações de renda do planeta —10% da população detêm 42% do total das riquezas do país. De acordo com a Constituição de 1988, o salário mínimo deve suprir as necessidades básicas (alimentação, moradia, educação, ...

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    Intelectuais discutem crise de representatividade na política

    Dramaturgo inglês David Hare falou sobre distanciamento dos eleitores nas eleições em seu país Do Jornal do Brasil  Na semana em que o premiê David Cameron se reelegeu e os conservadores alcançaram a maioria absoluta no Parlamento britânico, o dramaturgo inglês David Hare concedeu uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Nela, o autor de peças políticas e notório defensor do estado de bem-estar social, comentou o atual cenário político em seu país e traçou um paralelo com o Brasil. Hare falou da crise de representatividade e das eleições cada vez mais afetadas pelo marketing, durante as quais os políticos “saem por aí numa bolha, completamente isolados de quaisquer pessoas, exceto aquelas que os apóiam”. Para Hare, a política ficou cada vez mais artificial e tanto a esquerda quanto a direita “falseiam seus instintos”. Com isso, o eleitorado está cada vez mais afastado. Reginaldo Moraes, professor do Departamento de ...

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    “As elites não evoluíram. Ainda é muito parecido com 1964”, afirma historiadora

    Maria Aparecida de Aquino é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, colabora com o Programa de Pós-Graduação em História Social da mesma instituição. Durante a carreira, se dedicou ao estudo da repressão política durante o período da ditadura civil-militar no Brasil, especialmente a censura exercida sobre os veículos de comunicação. Por Rafael Tatemoto Do Brasil de Fato Nesta entrevista à Agência Brasil de Fato, ela aborda os motivos que levaram ao golpe de Estado, o papel exercido pela imprensa e faz comparações com o atual cenário da política nacional. Segundo a historiadora, há um elemento em comum entre passado e presente: “Uma das coisas que persistem é o comportamento das elites. Ainda é muito parecido com o que era em 1964.” Brasil de Fato: Quais foram os motivos que levaram ao golpe de 1964? A gente precisa levar em consideração que no golpe estão presentes diversas ...

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    Ipea terá guinada progressista com futuro presidente

    Sociólogo Jessé de Souza vê desigualdade social como problema mais grave que corrupção e tem visão ácida sobre classe média por André Barrocal, do Carta Capital  O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada terá um novo presidente. Ligado ao Palácio do Planalto, o Ipea será comandado pelo sociólogo potiguar Jessé de Souza, professor da Universidade Federal Fluminense. À frente de um orçamento de 300 milhões de reais, ele estará em condições de ditar o rumo do principal think tank brasileiro. Terá o poder de influenciar a opinião pública com seus pontos de vista e com os estudos priorizados na instituição. Em tempos de furor anticorrupção e de ajuste fiscal, prenuncia-se uma chacoalhada no noticiário. Acadêmico de inclinação progressista, Souza tem posições polêmicas, como se pode constatar em algumas entrevistas concedidas no ano passado. Por exemplo: ele não acha que o principal mal do País seja a corrupção. “Claro que a corrupção ...

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    Há uma mudança geográfica no Brasil, aponta Marcio Pochmann

    A realidade social brasileira melhorou expressivamente durante a última década e o país diminuiu o grau de exclusão social. A desigualdade regional, contudo, continua marcante, aponta o segundo volume do Atlas da Exclusão Social no Brasil lançado agora pela Cortez Editoria. Marcio Pochmann, um dos coordenadores da obra, em conversa com o JB, destacou a necessidade de políticas que possam ser adotadas regionalmente, de acordo com distintas realidades. Não há, ainda, garantia para esses avanços. Enquanto isso, o país ainda precisa lidar com os efeitos das conquistas, que geraram, entre outras coisas, mudanças geográficas no país, com reflexo no sentimento de representação de novas elites, por exemplo. Por Pamela Mascarenhas, do Jornal do Brasil "O Brasil convive com uma mudança no próprio regime migratório. Antes, havia uma atração muito grande da população para as regiões Sul, e houve uma migração reversa, de pessoas que voltaram para os seus estados de origem. Então, há ...

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