Tag: Google

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    Os lugares mais racistas dos Estados Unidos

    Estudo se baseia em buscas no Google que incluíam a palavra niger, considerada o termo mais ofensivo e pejorativo na língua inglesa para se referir à população afrodescendente; notou-se uma relação entre os dados e as regiões do país onde as taxas de mortalidade do povo negro são maiores Do Notas Periodismo Popular | Tradução por Anna Beatriz Anjos, No Revista Fórum  Segundo um estudo recente que avaliou as buscas no Google, as partes mais racistas dos Estados Unidos são a noroeste rural e a sul. A metodologia da pesquisa foi elaborada pelo analista de dados Seth Stephens-Davidowitz, que a havia utilizado previamente para apurar o impacto do racismo na votação do atual presidente Barack Obama. A tese de Stephens-Davidowitz é a de que os dados provenientes do Google são menos vulneráveis à censura do que outras forma de coleta de informação, já que as buscas são, em geral, realizadas na intimidade e, portanto, com maior ...

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    Getty Images

    Google cria site para ensinar alunos a fazer pesquisa

    O Google lançou o site Search Education para ajudar professores que desejam ensinar a seus alunos estratégias de pesquisa online, buscando melhorar a qualidade dos trabalhos acadêmicos. No Canal do ensino Getty Images Na seção Lessons Plans, ou planos de aula, em português, os educadores tem acesso a vídeos e tutoriais conforme seu nível de intimidade com o buscador. As aulas dão dicas de como escolher os melhores termos de pesquisa, restringir a pesquisa para obter melhores resultados e avaliar se a fonte de informação é confiável. O único problema é que todos os tutoriais são em inglês. Para quem ainda não domina o idioma é possível recorrer a uma ajudinha do próprio Google para traduzi-los. Ao clicar no botão CC, na parte inferior do vídeo, é possível ativar o uso de legendas, depois é só clicar em traduzir legendas e selecionar o idioma desejado para que o ...

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    Parceria da AJURIS no combate à violência doméstica

    A AJURIS vai participar de um projeto para beneficiar mulheres que fazem uso de medidas protetivas, criado pelo Instituto da Mulher Negra de São Paulo – Geledés, e a Themis Assessoria Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero.  Representantes das duas instituições visitaram, na tarde desta sexta-feira (6/6), a direção da Associação para apresentar a ideia. Trata-se de um aplicativo específico para que as mulheres vítimas de violência doméstica em contato direto com a rede de proteção a partir do seu ingresso nas medidas protetivas. O projeto do Aplicativo é vencedor do Desafio Social Google 2013, que selecionou quatro instituições no Brasil para criar tecnologias sociais. A proposta venceu o prêmio do Juri Popular. A tecnologia está em desenvolvimento no TecnoPuc  e será disponibilizada aos juízes das varas de violência contra a mulher para que, ao emitirem uma medida de proteção, também disponibilizem o App que conectará essas mulheres aos serviços ...

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    Google e justiça do Rio tiram do ar o preconceito e intolerância contra religiões de origem africana e garantem a liberdade de culto

    por Clara Caldeira Na última sexta, 27, o Google tirou do ar 15 vídeos do Youtube que ofendiam, disseminavam preconceito, intolerância e discriminação contra religiões de origem africana. A decisão partiu do Tribunal Regional Federal do Rio (TRF2). O desembargador federal Reis Friede afirmou que “a veiculação de vídeos potencialmente ofensivos e fomentadores do ódio, da discriminação e da intolerância contra religiões de matrizes africanas não corresponde ao legítimo exercício do direito à liberdade de expressão”. A Procuradoria Regional da República também entrou com recurso no tribunal para que o Google armazene data, hora, local e número do IP dos usuários responsáveis pela divulgação dos vídeos. O objetivo é que no futuro as informações possam ser utilizadas em investigações de casos semelhantes a esse. O caso tomou proporções ainda maiores devido a um incêndio num barracão de candomblé em Duque de Caxias no mesmo dia da divulgação da remoção dos conteúdos. ...

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    Jean Wyllys: O jogo do adversário!

    Jean Wyllys: O jogo do adversário!

    Quando contei que o fato de eu não ter, hoje em dia, paixão pelo futebol estava ligado à dolorosa experiência com a homofobia que me abateu na única vez em que, ainda menino, entrei em “campo” para jogar (na verdade, o “campo” era um terreno baldio da periferia onde nasci e me criei); muitos duvidaram de sua veracidade. Por Jean Wyllys Pois, numa daquelas surpreendentes coincidências (ou “sincronicidades”, como o quer Jung), no momento em que recebi o convite do Google para aderir à campanha #ProudToPlay (#JogueComOrgulho, no Brasil), que visa enfrentar a homofobia e o racismo nos jogos da Copa do Mundo, neste momento, uma amiga de minha mãe, Regina, deu-me essas fotos que ilustram o texto. Tenho raras fotos de minha infância (fotografia era artigo de luxo naquela época). Jamais imaginei que houvesse registro de minha única experiência com o futebol. Mas há. E ele foi encontrado em hora ...

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    Google: apenas 30% dos funcionários são mulheres; 2% negros

    Nós somos os primeiros a admitir, o Google está a milhas de onde queremos estar, disse Lazlo Bock Um  relatório demográfico do Google apresentado na última quarta-feira mostra que apenas 30% dos seus funcionários são "mulheres". Os dados ainda mostram as minorias com índice menor que o sexo feminino, como os "asiáticos" em 30 %, 3% de origem "hispânica", 2% "negros" e 4% de "duas ou mais raças". A disparidade de homens (70%) e brancos (61%) aumenta quando os dados são separados por áreas da empresa. Em “tecnologia”, 80% são homens e apenas 21% das mulheres ocupam cargos de “liderança” na empresa. Entre os trabalhos “não tecnológicos”, o índice entre homens e mulheres e quase igual, com 52% para homens e 48% para mulheres. Contudo, a diferença entre as etnias ainda é alta com 65% dos funcionários brancos, seguidos por asiáticos (23%), dois ou mais raças (5%), hispânico (4%) e negro (3%). Esta ...

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    Atendimento Psicossocial à Mulheres Vítima de Violência

    "Quando o homem espanca uma mulher, mais do que o seu corpo o que ele espanca são ilusões, sonhos, projetos investidos na relação.  Quanto mais frágil, mais desprotegida e sem recursos é a mulher, mais ela conta com o marido como protetor, mais importância ela atribui à casa, como um lugar seguro.  Quando essa "ordem natural das coisas" se rompe e o perigo passa a vir de dentro de casa, pelas mãos  do   protetor, instala-se na mulher o pânico, como se o chão lhe fugisse dos pés. Sem proteção, sendo agredida, só lhe resta enfrentar sua própria  situação, esquecer os heróis novelescos que prolongam os príncipes encantados  da  infância e enfrentar a vida real" Rosiska de Oliveira O Projeto de Assistência Legal e Psicossocial à Mulheres vitimas de Violência tem como  objetivo específico  prestar assistência legal, orientação e encaminhamento psicossocial às mulheres em situação de violência doméstica e sexual; a ...

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