quinta-feira, setembro 24, 2020

    Tag: Guest Post

    cotas

    Cotas sim! Porque é justo

    Estava eu, me preparando para dormir, quando resolvo dar aquela “última passada” no FB e me deparo com uma postagem que dizia: “Sou negra, e para mim, em vez de cotas, deveriam dar passagens de volta pra África para aqueles que choram pelo passado que nem viveram”. por Priscilla Bezerra via Guest Post para o Portal Geledés Tá, e daí? E daí que eu simplesmente não consegui dormir e quase sucumbi ao ímpeto de me levantar à 1h da madruga, para tentar escrever num texto tudo aquilo que eclodia em minha mente após ler tamanha prova do que, eu humildemente, chamaria de pura ignorância histórica, falta de identidade, falta de conhecimento e reconhecimento sobre a nossa própria história. Eu queria muito, muito mesmo, ter alguma competência intelectual para produzir algo que colaborasse para o esclarecimento sobre o quão positiva, necessária e justa é a implantação de cotas raciais num país como o Brasil, onde ...

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    Pesquisador lança livro que conta a história do povo africano e a evolução da negritude no Brasil

    Hoje, dia 6 de março, o escritor e pesquisador Ademir Barros dos Santos lança o livro “África: nossa história, nossa gente” em Sorocaba. A cerimônia contará com uma roda de conversa sobre o tema “Autoestima negra x bullying”, sessão de autógrafos, apresentação do músico Carlos Madia e uma encenação teatral com os atores Vanessa Soares, Daiana Moura, Camila Rocha, Renata Ferraz e Marco Antonio Fera. O evento de lançamento acontece no Núcleo de Educação, Tecnologia e Cultura (ETC) do Campus Sorocaba da UFSCar e tem apoio da Secretaria de Cultura de Sorocaba (Secult). por Lucas Montenegro de Sousa  via Guest Post para o Portal Geledés "África: nossa história, nossa gente" é resultado de um projeto selecionado no concurso Ideias Criativas, da Fundação Cultural Palmares, cujo objetivo é promover a valorização da cultura afro-brasileira. O livro, segundo Ademir, procura atingir todo o público interessado na evolução da negritude, e por isso mesmo o autor ...

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    Escola de percussão na Maré oferece esperança de futuro sem violência

    Projeto, que acontece desde 2011, já formou cerca de cem jovens no conjunto de comunidades da Zona Norte Por Washington Luiz de Araújo, no BemBlogado via Guest Post para o Portal Geledés Rio –  No Rio de Janeiro não se fala do Complexo da Maré sem se falar, na maioria das vezes, em violência. É, mas esta tônica está sendo alterada, não só pela pacificação da região como também pela arte musical. Há quatro anos em atividade, a Oficina de Percussão na Maré tem dado aos adolescentes que moram nas 16 comunidades (bairros) do Complexo, com mais de 130 mil habitantes, a esperança de um futuro sem violência. Um futuro onde o matraquear desencontrado de metralhadoras, fuzis e pistolas perderá para o som afinado do tamborim, do repinique, do surdo e da caixa. É por este futuro que trabalham mais de 30 adolescentes e professores músicos se encaminham para a ONG ...

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    Um governo que quer acabar com o crack, mas não tem moral pra vetar comercial de cerveja

    Um jovem morre após ingerir demasiadas doses de álcool, e o que a justiça faz? Investiga os jovens que organizaram a festa que ocasionou a morte. Mais uma vez, como sempre, a justiça pega o problema pela ponta mais simples; mais uma vez - como sempre - a justiça atravessa a via mais rápida em busca de um tratamento indolor, indolor para quem? A família sente a dor da perda, os amigos sentem a dor da perda também e o peso de uma culpa que não deve e não pode recair só sobre seus ombros. Sabe quem não sente nada a respeito? A indústria do álcool. por Ana Vitoria Prudente  via Guest Post para o Portal Geledés Diversas festas foram canceladas após essa morte, um sinal de respeito ou de medo – respeito pelo outro, medo das consequências das próprias escolhas e das escolhas individuais de outrem, extremamente necessário nesse momento. Mas, quantos comerciais ...

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    Instituto Steve Biko inscreve para pré-vestibular gratuito

    Estudantes oriundos de escolas públicas interessados em ingressar na universidade podem concorrer a uma vaga no Curso Pré-Vestibular 2015 do Instituto Cultural Steve Biko.  Cobrando apenas taxa de inscrição e um valor de matrícula aos selecionados, o curso preparatório é conhecido por promover o ingresso de jovens afrodescendentes em instituições de ensino superior há mais de 20 anos. De acordo com o edital (disponível no site www.stevebiko.org.br), as inscrições podem ser realizadas até o dia 6 de março exclusivamente na sede do Instituto. Enviado por Michel Chagas via Guest Post para o Portal Geledés Imagem enviada ao Portal Geledés São oferecidas 75 vagas para o turno noturno com aulas presenciais e à distância até o mês de novembro de 2015, período que antecede as provas dos vestibulares. Dentre as etapas classificatórias está a participação em aulas de Cidadania e Consciência Negra, além da prova que avalia conhecimentos ...

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    Racismo e Solidão, precisamos falar sobre isso

    Vamos falar sobre cor? Não, não vamos falar sobre cor. Meus amigos, provavelmente/normalmente, estão cansados de me ouvir falar sobre isso. É claro que estão, é porque a maioria deles é branca (ou sem cor, como já ouvi alguns falarem sobre si mesmo). por Ana Vitória Prudente via Guest Post para o Portal Geledés A maioria dos meus amigos é branca porque eu moro em Higienópolis/Vila Buarque/Consolação/Santa Cecília - o que o carteiro quiser chamar. A maioria dos meus amigos é branca, porque eu estudei em uma escola particular (que não era cara, não mesmo!), e por não ser cara e ter muitos bolsistas e internas (meninas que por sua condição de carência moravam na escola e não pagavam a mensalidade), tinha muitos negros - mas, muitos deles não sabiam que eram negros; uma amiga minha dizia: "eu não sou negra, sou moreninha", "é o sol, se eu não pegar sol fico branquinha, que ...

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    MÍDIA & JUSTIÇA: a contínua obscuridade dos interesses da imprensa

    A imprensa hegemônica brasileira não favorece o debate. Amealha um punhado de intrigas políticas fundadas em interesses que as próprias organizações de comunicação insistem em esconder das suas redações. Publica-se o que deve ser publicado e ponto final. Das análises de sua mortificada ética e credibilidade não sobra um traço perfeito da verdade dos fatos, esta cantilena mentirosa e vil disparada em propaganda pelos próprios construtores da notícia. Luta-se antes por uma verdade que devora todas as outras, inclusive as verdades que o povo, agora navegador do mundo das informações, já interpreta como inverdade. Porque a imprensa hegemônica brasileira, de modo geral, abdica do senso comum para ser, como somente ela sabe ser, elitista. por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés Para as vozes que transformam o elitismo em minoria, antecipo uma contra-argumentação: a referência neste caso evidencia o apego ou a dependência da imprensa aos grandes grupos econômicos, dos interesses ...

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    Papo sério: Representatividade importa

    Quem me acompanha no twitter sabe o quanto a questão de igualdade racial é importante na minha vida. Ultimamente, vem sendo o assunto que eu mais exponho minha opinião e a Iris já tinha conversado comigo um tempo atrás, sobre a gente começar a fazer posts para empoderar os leitores do blog sobre algumas questões importantes da sociedade. por Olívia Pilar do Literalmente Falando via Guest Post para o Portal Geledés Então hoje eu resolvi falar um pouco sobre a importância da representatividade, focando principalmente em pessoas negras e produções da televisão brasileira (basicamente você também pode usar esse texto para analisar filmes e livros, porque geralmente é sempre a mesma coisa). E pra isso eu vou contar um pouco sobre eu mesma. Em algum momento da minha vida, eu resolvi que deveria mudar meu cabelo. Eu não lembro quantos anos tinha, ainda era uma criança, mas isso com certeza foi motivado pelo fato de ...

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    Ilustração de Luísa Mahin. (Ilustração: Thiago Krening/TVE/RS)

    Luíza Mahin: um mito libertário no Feminismo Negro

    Programa Luíza Mahin, mãe do poeta, advogado e abolicionista Luiz Gama - figura entre os grandes nomes celebrados pelo movimento negro brasileiro. Teria sido uma das líderes da maior revolta escrava ocorrida no Brasil - o Levante dos Malês - bem como participado de inúmeras revoltas de escravos ocorridas em Salvador nos anos de 1830. Entre as feministas negras, Mahin tem sido exaltada como referencial de luta e recebido diversas homenagens. Data 28/03/2015 a 28/03/2015 Dias e Horários Sábado, 16h às 18h. Local Rua Dr. Plínio Barreto, 285 4º andar do prédio da FecomércioSP Bela Vista - São Paulo/SP Valores Grátis. Inscreva-se ** Este artigo é de autoria de colaboradores ou articulistas do PORTAL GELEDÉS e não representa ideias ou opiniões do veículo. Portal Geledés oferece espaço para vozes diversas da esfera pública, garantindo assim a pluralidade do debate na sociedade. Saiba mais sobre Luiza Mahin

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    Sexta-feira será dia de música negra em Santos por meio do projeto Noites Negras

    O evento começa dia 27 de fevereiro e segue até dia 31 de julho com atrações diversificadas de entretenimento e reflexão crítica.   Enviado por Rachel Munhoz via Guest Post para o Portal Geledés   Artistas e pesquisadores ligados a rica herança da música negra universal oferecem ao público de Santos e região uma nova opção de entretenimento. No dia 27 de fevereiro, acontece o lançamento do projeto “Noites Negras” - uma série de sextas-feiras no bar Allegra, no Centro de Santos, que vão reunir diferentes expressões da música negra brasileira, afrolatina, negra caribenha, black music norte americana e a própria música africana, além de outras formas de manifestações artística, cultural e política que procuram propor festas alegres e pistas de dança descontraídas, além de mostrar que isso pode ser realizado em uma ligação estreita entre o entretenimento e a cultura.   As Noites Negras acontecem sucessivamente, alternando projetos fixos de ...

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    A mezzo soprano Josy Santos, é uma das artistas do 4º festival Música em Trancoso

    A mezzo soprano Josy Santos, uma das grandes artistas do 4º festival Música em Trancoso. Criada na cidade litorânea paulista de Caraguatatuba, a baiana Josy Santos, de 26 anos – que em 2012 foi bolsista do Mozarteum Brasileiro em Frankfurt (Alemanha) – é hoje considerada uma das grandes revelações do canto lírico como mezzo soprano.  Em estreia no festival Música em Trancoso em 2014, destacou-se entre as atrações na terceira edição do evento, no qual também ministrou uma masterclass de canto para músicos em formação. do Baobá Comunicações via Guest Post  para o Portal Geledés Para este ano, a mezzo soprano volta a se apresentar no grandioso festival de oito dias organizado pelo Mozarteum Brasileiro, no Teatro L’Occitane - Trancoso. O 4º festival Música em Trancoso ocorrerá de 7 a 14 de março de 2015 e, no segundo dia da programação, a noite Tango Meets Samba brindará o público com um encontro de duas linguagens musicais distintas. O ...

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    Caboclos Nkisis – a territorialidade banto no Brasil e em Cuba

    O projeto, financiado pelo Programa OI FUTURO realizou, através de intercâmbios entre mestres da religiosidade banto, antropólogos e fotógrafos/documentaristas, um diálogo acerca das noções de espaço, território e identidade no Brasil (Maranhão) e Cuba (Havana), tendo como eixo das discussões as religiões de ascendência banto (Pajé de Negros e Terecô, MA e Palo Monte, Cuba). Por Ana Stela de Almeida Cunha via Guest Post para o Portal Geledés O objetivo maior foi fomentar tais discussões através do uso das novas tecnologias (blogs, câmeras de vídeo, áudio), abrindo espaço então para diálogos simétricos entre fazedores de cultura e seu entorno, estimulando a documentação/registro de bens imateriais/materiais em contexto religioso específico, tanto em Cuba quanto no Brasil, espaços estes que foram/são historicamente privados de acessos a bens tecnológicos. Assim, no Brasil trabalhamos nos terreiros situados em quilombos (Codó e Guimarães) e em Cuba nos chamados cabildos, associações religiosas que remontam à escravidão ...

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    Imagem: Mel Yattes/Getty Images

    Menina negra e a escola

    Quanto mais eu penso em como começar um texto, menos opções agradáveis eu tenho. Então, começo assim. Uma espécie de supetão gentil. Sei que faltou um “olá pessoal!”. Porém, não me incomodo. Sou feita de supetões. Eles, definitivamente, não me assustam quando brotam de mim. E sim, quando são cravados em mim com lanças e pontas com veneno. O veneno do racismo. A conversa proseada de hoje é sobre cabelos e o rendimento escolar. O que uma coisa tem a ver com a outra? Por Flor, Priscila via Guest Post  para o Portal Geledés Imagem: Mel Yattes/Getty Images Infelizmente, muito. Desde pequena ouço que nasci com uma maldição. Nasci errada. Nasci linda, mas com um defeito na cabeça. E os apelidos foram tantos... São tantos! Que até montei um dicionário modesto: Cabelo duro: Cabelo crespo. Cabelo ruim: Cabelo crespo. Pixaim: Cabelo crespo. Bombril: Cabelo crespo. Crespo (acompanhado com um ...

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    Todo menino é um rei…” exceto se o menino for, preto pobre, periférico ou favelado

    “… A vida que eu sonhei no tempo que eu era só Nada mais do que menino. Menino pensando só No reino do amanhã. A deusa do amor maior Nas caminhadas sem pedras. No rumo sem ter um nó…”. (Roberto Ribeiro – Todo menino é um rei). por *Sheila Dias via Guest Post  para o Portal Geledés Questões como violência racial, violência doméstica, racismo ambiental, drogas, etc. são bem “comuns” a nós população negra. Digo comuns e não natural, apesar de naturalizadas. É comum ver corpos negros arrastados pelo chão ou jogados à margem dos becos e vielas que limitam a vida na favela ou nos bairros periféricos. Também é comum a máxima vigente nessa sociedade apodrecida, que determinados crimes são mais “explicáveis” para uns e até aceitos para outros. Até aonde eu sei, qualquer ação que danifique, destrua ou aliene a vida deve ser condenada. Não me surpreende mais que crimes cometidos ...

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    Branco no preto

    A Madame funga suas lamúrias, diz que quer voltar para um mundo de antes, mais confortável. Ali poderia demonstrar seu susto com quem parece não caber na gaveta do que ela deduz como humanidade ‘normal’. Talvez sentinelas surgissem pra proteger seu nojo e amenizar o choque com o que pra ela são párias. A senhora colunista é amparada pela linha editorial do seu jornal que há muitas luas fortalece o time dos bacanas, mesmo que às vezes o palácio finja ser rua pra aumentar a clientela. Por Allan da Rosa via Guest Post para o Portal Geledés Sim, tem muito eufemismo só requentando situação e mascarando vampiragem. Mas é também nesse tabuleiro da linguagem, sem intenção de amornar, mas pra emancipar e desacorrentar humanidade, que começamos a abrir frestas na violência que voga há séculos nos livros, na piadinha do seriado de tevê e na borracha que se passa em nossa história. O que ...

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    Bloco Rolezinho das Crioulas leva cultura negra para as ruas da Vila Madalena no próximo domingo

    No próximo domingo dia 08 de fevereiro acontece a segunda edição do Bloco Rolezinho das Crioulas, na Vila Madalena, em São Paulo. A concentração será a partir das 15h e saída prevista às 17h na Rua Inácio Pereira da Rocha, 170, esquina com a Rua Fradique Coutinho, na frente do Jongo Reverendo. O bloco surgiu no ano passado com o objetivo de ocupar espaços públicos a partir da cultura negra e é organizado por diversas frentes representativas da produção cultural em São Paulo, como produtores, artistas, músicos, empreendedores, entre outros profissionais. “O Rolezinho nasceu dentro do contexto da coletividade e o questionamento da ocupação de diferentes territórios da cidade de São Paulo, inclusive a Vila Madalena”, explica Adriana Barbosa, uma das idealizadoras do Bloco, que será puxado por diversos músicos e percussionistas, inclusive de grupos consagrados como sambistas do Samba da Vela e do grupo Samba D’Elas. Enviado por Lau Francisco via Guest Post para o Portal Geledés Neste ano o Bloco ...

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    Imigrantes haitianos fundam associação com o apoio da CSP-Conlutas

    Neste domingo, 1º de fevereiro, trabalhadores e trabalhadoras do Haiti radicados no Brasil fundaram uma associação para lutar por seus direitos. A assembleia de fundação da USIH (União Social dos Imigrantes Haitianos) ocorreu na sede da Apeoesp, na capital paulista, e contou com cerca de 50 pessoas. "Reunimos os haitianos para organizar a nossa luta para resolver problemas de trabalho, discriminação, a falta de documentos, o genocídio que sofre os negros nesse país, porque também somos negros", explicou Fedo Bacoua, eleito secretário-geral da nova entidade. O dirigente da nova associação, que está há um ano e meio no país, afirma que a ideia da entidade veio da constatação das sérias dificuldades vividas pelos seus conterrâneos no Brasil. "Passamos muitas vezes no Glicério, vemos os haitianos dormindo na rua, quando chove eles não tem onde entrar, muitas vezes não têm o que comer, então pensamos no que fazer para ajudá-los", relata. ...

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    Fábricas de Cultura inauguram Estúdios de Gravação para uso gratuito

    As Fábricas de Cultura Brasilândia, Capão Redondo, Jaçanã, Jardim São Luís e Vila Nova Cachoeirinha – unidades do Programa da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, gerenciadas pela POIESIS Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura – concluíram recentemente a montagem de cinco estúdios de gravação (um por unidade), que serão abertos para a utilização do público gratuitamente a partir deste mês de fevereiro. Cada estúdio terá dois técnicos responsáveis. Enviado por Karina Monteiro para o Portal Geledés via Guest Post  Com os novos estúdios será possível gravar músicas de todos os gêneros, além de outros tipos de apresentações sonoras. Quem sonha em ser cantor, ou tiver uma banda, por exemplo, poderá ir até a Fábrica e gravar alguns hits. Quem precisa preparar um trabalho para a escola ou faculdade, também poderá montar uma apresentação com áudio. Entre outras ideias que poderão ser sugeridas pelos frequentadores. ...

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    Passistas femininas: resistência e autoestima da mulher negra

    Tenho pensado muito sobre o significado de ser passista. Por algum motivo extraordinário as pessoas ficam extremamente surpresas quando descobrem que sou passista de escola de samba. Mas apenas as pessoas que me conhecem nos espaços acadêmicos, de trabalho ou de militância, ou seja, as pessoas que me vêem expressar minhas opiniões e posicionamentos políticos. Para essas pessoas, por mais que elas não digam, ser passista contraria todos esses posicionamentos. Para essas pessoas ser passista é muito pouco ou é inapropriado para quem “tem consciência”. por Monique Britto Eleotério via Guest Post  para o Portal Geledés Ser passista no pensamento dessas pessoas é corresponder a um estereótipo sexualizado da mulher negra, é incentivar o pensamento sexual dos turistas estrangeiros, é se exibir e se vender. E isso é um grande e grave equívoco. As passistas surgem dentro da cultura das escolas de samba como o reconhecimento das mulheres da comunidade que melhor representam a ...

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    Toda água do mundo vem do choro de uma deusa negra chamada Ombela

    Gostaria de compartilhar com vocês uma publicação feita por uma jovem negra de 20 anos, estudante de jornalismo, do Rio de Janeiro. Vejam que coisa tocante: enviado por  Rute Noemi Souza via Guest Post  para o Portal Geledés "Yaminaah Abayomi Esses dias inventei um adorno novo para botar na cabeça, uma coroa feita de miçangas que imitavam madeira. Saí com a coroa me sentindo especial e conectada com as minhas raízes e minhas africanidades. Num dado momento do dia, peguei o metrô. Sortuda, consegui um lugar para sentar. Ao meu lado, no mesmo assento, estavam duas irmãs pequenas e tagarelas, de uns 6 e 8 anos, eu chutaria. A mãe delas estava de pé ao meu lado. Uma das pequenas disse pra outra “nossa que menina feia”.  A outra respondeu “é, ela é muito feia mesmo”. Na hora, olhei para a mãe das crianças, que acompanhava tudo e nada falava. Minha ~~sabedoria~~ de quase 20 ...

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