quinta-feira, outubro 29, 2020

    Tag: lésbicas

    “Violência contra lésbicas e bissexuais se dá muito no âmbito familiar”, diz ativista

    Rivânia Rodrigues, integrante do Candace, fala sobre a luta das mulheres lésbicas contra a violência Por Iyalê Thayrine | Monyse Ravena, Do Brasil de Fato Rivânia faz parte da Rede Nacional de Lésbicas e Bissexuais Negras Feministas (Foto: Malu Aquino) A luta pela Visibilidade e o Orgulho Lésbico no Brasil é relembrada todos os anos no dia 29 de agosto. Em entrevista ao Brasil de Fato Pernambuco, Rivânia Rodrigues, integrante do Candaces - Rede Nacional de Lésbicas e Bissexuais Negras Feministas, falou sobre o surgimento da data como uma agenda de luta das mulheres lésbicas, comentou a respeito do dossiê sobre lesbocídio (termo utilizado para designar assassinatos de lésbicas) no Brasil, perpassado por questões de raça e geracionais, além de falar sobre como lidam os órgãos oficiais com as violências de gênero. Brasil de Fato: Como a data surge e como ela incorpora o calendário de ...

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    No Dia da Visibilidade Lésbica, mulheres retratam suas gerações

    Dos 17 aos 60 anos, lésbicas contam das conquistas e medos de suas gerações Por Ricardo Ampudia | Karime Xavier, Da Folha de S.Paulo Da esquerda para direita: Priscila Prates, 33, Renata Meccatti, 32, Daniela Castelani, 49, e Daiana Bastos, 17 (Foto: Karime Xavier/Folhapress) No Dia da Visibilidade Lésbica, comemorado nesta quinta (29), a Folha reuniu quatro gerações de mulheres homossexuais para contar como lidam com sexualidade e como veem o Brasil de hoje. Daiana Bastos, 17 Secretária Filha de família evangélica, ser lésbica não era uma possibilidade para ela até os 14, quando descobriu esse universo e começou a repensar sua própria sexualidade. Acredita que o ativismo, nas suas diferentes formas, é fundamental para quebrar o preconceito na sociedade “Minha geração vê um apoio cada vez maior à luta, mas, se melhorou, é porque tiveram outras que lutaram por nós e fizeram ser o que ...

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    Google conserta seu algoritmo para que a palavra ‘lésbica’ não seja mais sinônimo de pornô

    A partir de agora, pode-se encontrar a página da Wikipedia e outros conteúdos informativos Do El País Foto: Tem que Ter/Caroline Lima/Creative Commons Se alguma vez você digitou a palavra lésbica no mecanismo de busca mais famoso da Internet, certamente os primeiros resultados sugeriram páginas pornográficas. Talvez você tenha escrito essa palavra em busca de conteúdo educacional, como uma curiosidade ou como uma maneira de descobrir e explorar sua própria sexualidade, mas o Google não parecia ter essas opções em mente. No entanto, se você fizesse uma busca pelas palavras homossexual ou trans, os primeiros resultados levavam à Wikipedia ou a páginas de informação. Agora, como relatam meios de comunicação como o Dazed e qualquer pessoa com acesso à Internet pode comprovar, o Google mudou seu algoritmo para que a palavra lésbica pare de direcionar para sites de conteúdo sexual. A página francesa de ativismo #SEOlesbienne foi uma das mais vocais ao apontar essa situação e seu grupo é ...

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    Fundo que já captou R$ 26 milhões para projetos de mulheres tem edital aberto para lésbicas, bissexuais e trans

    Desde 2000, o Elas, do Rio, leva investimentos a iniciativas desses grupos, que têm mais dificuldades para acessar recursos devido à discriminação Por Daiane Costa, Do O Globo (Foto: Reprodução/Twitter) Perto de completar 20 anos de atuação, o Fundo Elas, do Rio, já conseguiu captar em torno de R$ 26 milhões para investimento em projetos sociais liderados por mulheres de todo o Brasil, com atenção especial aos protagonizados por lésbicas, bissexuais e trans, os LBTs. A seleção é feita por meio de editais públicos. No último, o Elas recebeu 127 propostas de 20 estados e selecionou dez. Todas focadas no protagonismo de lésbicas , bissexuais e trans. Até o próximo 10 de julho podem ser feitas inscrições para mais uma seleção — o edital está disponível aqui. Dos 25 projetos que serão escolhidos para receber investimentos, a previsão é que 15 sejam liderados por LBTs. Convencer empresas e instituições a destinar dinheiro para estes projetos é o trabalho da ...

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    imagem escrita lesbofobia

    Thais de Paula, lésbica, auxiliar de limpeza consegue na Justiça direito de usar banheiro feminino no trabalho

    Caso ocorre em empresa atacadista de Campinas (SP) e Thais de Paula Cyriaco havia sido impedida de entrar no local depois que a aparência dela incomodou outra funcionária. no G1 imagem: homofobiamata.wordpress.com Uma auxiliar de limpeza lésbica precisou recorrer à Justiça para reaver o direito de usar o banheiro feminino no ambiente de trabalho, em Campinas (SP). Thais de Paula Cyriaco havia sido impedida de entrar no local depois que a aparência dela incomodou outra funcionária, em setembro de 2018. Ela acionou a Justiça contra a empresa que a contratou, contra o atacadista onde trabalha como terceirizada e também contra a empresa da funcionária que reclamou por considerá-la homem. A decisão judicial determina a manutenção do emprego de Thais e que a partir desta terça (26) ela possa usar o banheiro, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento. "Querendo ou ...

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    Um crime de ódio é registrado a cada 12 horas na cidade de São Paulo

    A Polícia Civil registrou um crime de intolerância a cada 12 horas na capital entre janeiro de 2016 e agosto deste ano. Ataques de ódio contra negros, gays, imigrantes ou por motivações religiosas ocorreram com mais frequência na região central da cidade e foram cometidos, principalmente, por homens brancos e jovens. por William Cardoso na Folha O levantamento feito pela reportagem é baseado em dados fornecidos via Lei de Acesso à Informação e leva em consideração 1.091 crimes de intolerância no período, até 15 de agosto. Todos os boletins de ocorrência que têm como motivação o ódio do agressor recebem uma marcação específica desde 2014. Ainda não há um registro distinto para a homofobia. Os números mostram que oito entre os dez distritos policiais com maior incidência de crimes de intolerância estão na região central da capital, que concentra grande quantidade de imigrantes e muitos pontos de diversão e cultura ...

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    Projeto reúne dados de violência contra lésbicas no Brasil

    'As lésbicas são invisibilizadas em vida e em morte', diz Milena Carneiro, idealizadora do 'Lesbocídio' Por Heloisa Aun, da Catraca Livre  Em abril de 2016, Luana Barbosa dos Reis – uma mulher lésbica, negra, mãe e periférica – morreu após ser espancada por três policiais militares na frente do filho de 14 anos em Ribeirão Preto (SP). A repercussão deste caso de lesbocídio, vinculado ao fato de não existir informações específicas sobre violência contra lésbicas no Brasil, fez com que a estudante de Serviço Social pela UERJ, Milena Carneiro, decidisse criar um projeto para reunir histórias e dados desses crimes. "Eu, enquanto lésbica não feminilizada, sofro agressões por ser lésbica desde que me entendo por gente. Ver o assassinato da Luana me instigou a refletir sobre onde estavam os outros casos", afirma a estudante ao Catraca Livre. As lésbicas são vítimas de violências diárias, como estupro corretivo e feminicídio. Entre 2012 e 2014, estima-se que cerca de 9% das vítimas de ...

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    Respeite todas as Mulheres

    A Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais, iniciou o mês de agosto com uma campanha a favor do orgulho LGBT. Tal iniciativa conta com a Diretoria de Ações Afirmativas e o Grupo de Pesquisa Flores Raras. Visando impor cada vez mais a inclusão social de pessoas com diferentes opções sexuais, a UFJF lançou a reportagem “Agosto: Mês da Visibilidade Lésbica” Respeite todas as Mulheres.   Enviado para o Portal Geledés O vídeo foi postado em seu canal oficial no Youtube e mostra relatos do dia a dia de mulheres que estudam, ou trabalham na universidade. A campanha faz alusão ao respeito e a representatividade da comunidade LGBT. Para expandir o alcance da campanha, a UFJF também preparou pôsteres sobre o tema, os quais foram distribuídos por todo o campus. Esta é apenas mais uma iniciativa da Universidade em promover a inclusão social de diferentes grupos. Já foram feitas campanhas contra ...

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    Foto: Sergio Zalis/Globo

    Taís Araújo recebe título de defensora de Direitos das Mulheres Negras

    No posto, a atriz terá a missão de apoiar iniciativas da organização no combate ao preconceito no Noticia aos Minutos Conhecida por levantar a bandeira da luta contra o racismo e por dar voz a mensagens de cunho político em geral, a atriz Taís Araújo vai receber da ONU Mulheres Brasil o título de defensora dos Direitos das Mulheres Negras. s redes sociais são o espaço primordial para as causas que Taís Araújo defende. Com 4,3 milhões de seguidores no Instagram e a descrição “a pessoa sai do Méier, mas o Méier não sai da pessoa” (a atriz nasceu na Zona Norte, mas foi criada na Zona Oeste), ela gosta de fazer jus ao nome escolhido para a conta: @taisdeverdade. Recentemente, por conta do dia 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT, ela fez um post com "textão", conclamando seus seguidores a terem "orgulho do que são". "Quando falamos sobre orgulho, estamos ...

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    Precisamos falar da prevenção de DSTs entre lésbicas e bissexuais

    A prevenção de DSTs é tema de campanhas constantes, mas a principal ação é a distribuição de camisinhas. Não haveria nenhum problema, se não fosse o fato de que nem todo ato sexual envolve penetração. E mais, nem sempre há um homem presente no ato. Por Vanessa Sagrado, do Catraca Livre  O sexo entre mulheres e a prevenção de DSTs entre lésbicas e bissexuais ainda recebe pouca importância do governo e da indústria farmacêutica. O Catraca Livre entrevistou Thais Machado Dias - médica de família e comunidade pela Unicamp, que atua também no Coletivo Feminista Sexualidade Saúde, Consultório na Rua e Caps AD – para levantar temas como as principais doenças que podem ser transmitidas nesse tipo de relação, formas de prevenção, cuidados importantes com a região genital e outras partes do corpo. Também questionamos a especialista sobre o motivo da falta de atenção da sociedade, administração pública e indústria para ...

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    SÃO PAULO 24/01/2017 - CIDADE METRÓPOLE - CASA 1 - GAY - LÉSBICAS - Casa de acolhimento para LGBTs expulsos de casa que funciona em um sobrado na Bela Vista - Na foto Iran Giusti (barba) e Otávio Salles (camiseta verde) - coordenadores da casa - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

    Casa para abrigar LGBTs expulsos pela família é inaugurada após ‘vaquinha’

    Espaço na Bela Vista pode receber até 20 pessoas e oferece apoio psicológico e médico a gays, lésbicas, travestis e transexuais por Juliana Diógenes  no O Estado de S. Paulo Eles foram expulsos de casa. Entre os moradores, há filhos e filhas de pastores e policiais. Há quem tenha levado um soco e sido ameaçado de morte pelo próprio tio. Vítimas de violência - física, psicológica ou ambas -, gays, lésbicas, travestis e transexuais ganharam uma nova opção de lar. Em uma esquina da Bela Vista, bairro no centro da capital, um sobrado verde onde antes funcionava um bar no térreo e uma ocupação no andar de cima, a partir desta quarta-feira, 25, passa a abrigar LGBTs expulsos pela família. A Casa 1, república de acolhimento e centro cultural, nasceu de financiamento coletivo e será inaugurada nesta quarta. Em um mês e meio, o projeto arrecadou R$ 112 mil em uma plataforma ...

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    O estardalhaço em torno da foto de Fernanda Gentil com a namorada. Por Nathalí Macedo

    As prioridades dos conservadores são estranhas. Por Nathali Macedo Do DCM Temos um governo ilegítimo, fruto de um golpe orquestrado por homens brancos contra uma mulher que não cometeu crime algum. Tramita uma PEC que foi, não por acaso, apelidada de “PEC do Fim do Mundo”. O Judiciário Brasileiro desonra, o tempo todo, a Constituição Federal que deveria proteger. Querem produzir uma série televisiva sobre a vida de Sérgio Moro, o juiz que representa com maestria a desonestidade e parcialidade do nosso Judiciário… (Percebi que, se eu me propuser a listar todas as questões realmente preocupantes do Brasil 2016, um texto será insuficiente, razão pela qual preciso mesmo parar por aqui.) Mesmo diante de tudo isso, qual é a preocupação maior dos conservadores brasileiros? Que fato lhes têm ocupado o tempo, a cabeça e as timelines? O namoro de Fernanda Gentil com a também jornalista Priscila Montandon. Sob o jugo de ...

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    O amor que liberta nasce de uma mulher

    Se recebi algum amor, foi do universo feminino, da minha mãe, minhas avós, minhas tias e amigas; aprendi que amor recebido não se agradece, se retribui Por Juliana Gonçalves Do Calle2 Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor. Essa é uma de nossas verdades privadas que raramente é discutida em público…” Esse é o segundo parágrafo do texto Vivendo de Amor da escritora afro americana, teórica feminista e crítica cultural, bell hooks (o nome é grafado em letras minúsculas porque bell acredita que a sua escrita é maior do que ela mesma). Essa falta de amor relatada pela escritora seria o resultado final para as mulheres de um processo histórico fincado à época da escravidão. Em 2013, refleti sobre isso e produzi o texto “Afetividade negra – por que beijar sua preta em praça pública é um ato de resistência’’. Ali escrevi essencialmente sobre o amor romântico e heteronormativo. ...

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    A História Do Direito De Amar (criminalização de gays e lésbicas de 1799 até hoje)

    As Nações Unidas criaram um mapa interactivo que mostra a evolução (ou regressão nalguns casos) das leis dos vários países do mundo que criminalizam as pessoas homo e bissexuais pela sua orientação sexual. Dizem os escritórios das Nações Unidas para os Direitos Humanos: Por pedro jose do Escrever Gay Este mapa interativo mostra como países diferentes criminalizaram, descriminalizaram (e, em certos casos, recriminalizaram) o fato de ser gay ou lésbica na história moderna. Começando em 1799, o mapa conta uma história pungente sobre como a colonização espalhou legislação homofóbica por muitas partes do mundo. Infelizmente, há lacunas de informação quando se trata do estatuto de leis em alguns países durante períodos particulares da história. Essas lacunas são reflectidas no nosso mapa (áreas cinzentas indicam dados em falta ou contestados). Comecemos uma análise: O início do mapa (1799) No final do século XVIII, fica óbvia a influência da colonização britânica nos países/colónias onde foram implementadas ...

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    11 lésbicas que fizeram história e que você provavelmente não conhece (mas deveria)

    Quando pensamos em mulheres lésbicas norte-americanas, possivelmente pensamos em mulheres como Ellen DeGeneres e Billie Jean King. Por  Kira Brekke & Brooke Sopels, do Brasil Post  Mas nós, do The Huffington Post, queremos ensinar a vocês algo especial sobre a sua história para honrá-las no mês em que se celebra a história de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT). Abaixo, deleite-se com esse grupo de damas destemidas que trilharam o caminho para as mulheres no seu amor por outras mulheres   Safo Nascida na ilha grega de Lesbos cerca de 615 A.C., esta poeta escreveu sobre seu desejo por mulheres. O nome e lugar de seu nascimento tornaram-se sinônimos de mulheres apaixonadas por mulheres.   Rainha Cristina da Suécia Esta integrante da família Royal da Suécia foi coroada rainha em 1644, embora ela tenha renunciado ao trono uma década mais tarde. A Rainha Cristina, amplamente reconhecida como lésbica pelos seus biógrafos, ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Afirmando identidades para a saúde integral

    II Seminário Nacional de Lésbicas Negras e Bissexuais, SENALE Negras, aborda temas estruturantes numa trama de intersecções necessárias entre combate ao racismo, sexualidade, relações de gênero e um cotidiano de cuidados consigo e com as outras Por Cidinha da Silva Do Portal Fórum Acontece de 28 a 30 de agosto de 2015, em Curitiba, o II Seminário Nacional de Lésbicas Negras e Bissexuais, SENALE Negras. O tema geral é instigante: “Afirmando identidades para a saúde integral” e mobiliza cerca de 150 mulheres inscritas, oriundas de todo o país. Durante três dias, palestras, rodas de conversa e oficinas abordarão temas estruturantes para a vida das lésbicas e bissexuais negras, numa trama de intersecções necessárias entre combate ao racismo, sexualidade, relações de gênero e um cotidiano de cuidados consigo e com as outras, e de construção da saúde integral. Os debates começam com dois painéis, o primeiro sobre a trajetória das mulheres ...

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    A Transformação do silêncio em linguagem e ação

    *Comunicação de Audre Lorde no painel "Lésbicas e literatura" da Associação de Línguas Modernas em 1977 e publicado em vários livros da autora no Minhateca Muitas vezes penso que preciso dizer as coisas que me parecem mais importantes, verbalizá-las, compartilhá-las, mesmo correndo o risco de que sejam rejeitadas ou mal-entendidas. Mais além do que qualquer outro efeito, o fato de dizê-las me faz bem. Eu estou aqui como poeta Negra lésbica e sobre o significado de tudo isso repousa o fato de ainda estar viva, coisa que poderia não ter sido. Há menos de dois meses, dois médicos –um homem e uma mulher- me disseram que devia fazer uma operação de mama e que as chances de que o tumor fosse maligno estavam entre 60 e 80 por cento. Entre essas palavras e a operação, passaram três semanas de agonia em que precisei reorganizar involuntariamente toda minha vida. A operação já passou e o tumor ...

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    Governo do RS compartilha texto de médica sobre beijo gay

    Post foi escrito em função da polêmica da novela 'Babilônia', da Globo Do  Diário de Santa Maria  Como uma forma de se manifestar sobre a polêmica das cenas da novela 'Babilônia', em que as atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg já apareceram mais de uma vez se beijando, o governo do Estado do RS compartilhou o texto de uma médica sobre o caso. Os esclarecimentos, de autoria da neonatologia Emmanuelle Lira, foram compartilhados pela conta do Facebook da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Rio Grande do Sul. Em sua página pessoal, Emmanuelle disse ter escrito o texto no último sábado. Desde então, foram mais de 3 mil curtidas e centenas de compartilhamentos. Na rede social da secretaria, que viralizou o texto no final da manhã desta terça-feira, já foram cerca de mil curtidas e 700 compartilhamentos. Um dos motivos para a viralização do texto é que ele ...

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    A velhice é uma conquista e não uma tragédia

    Cidade do Futuro, 21 de março de 2050 – Estou com 97 anos. Como eu, o Brasil também envelheceu. Faço parte das estatísticas que comprovam que sou uma entre cinco pessoas com 60 anos ou mais. Uma das cerca de 8,5 milhões de mulheres com 80 anos ou mais. Estou bem, parei de fumar aos 65, mas ainda bebo três taças de vinho por dia na hora do almoço. Minha alimentação é simples: como de tudo, mas pouco, e dou preferência aos orgânicos. Déa Januzzi, do 50emais Como parte de uma geração que mudou costumes no século 20, com o advento da pílula anticoncepcional e a revolução sexual, sempre fui dona do próprio corpo, senhora de mim, livre para escolher os diferentes caminhos. Acompanhei a transformação tecnológica e, hoje, mesmo de óculos para perto e cirurgia de catarata nos dois olhos, estou escrevendo minha autobiografia, que inclui as lembranças decisivas ...

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    Lésbicas são mais bem pagas do que mulheres heterossexuais, diz pesquisa

    Diferencia chega a média de 20% nos EUA, segundo Banco Mundial. Já salários dos homens gays são menores No O Globo  LONDRES - Um estudo do Banco Mundial sobre a relação entre sexualidade e salário mostra que as lésbicas ganham mais do que as mulheres heterossexuais. No Reino Unido, por exemplo, essa diferença é de 8%, mas nos EUA as lésbicas ganham em média 20% a mais. Quanto aos gays a diferença também existe, mas para menos: no Reino Unido, eles recebem salários 5% menores que os heterossexuais, percentual que sobe para 9% na Alemanha e 12% no Canadá. De acordo com Nick Drydakis, professor de economia na Universidade Anglia Ruskin, no Reino Unido, que fez o relatório para o Banco Mundial, as diferenças de salários podem ser explicadas por escolhas de carreira e estilo de vida: “Lésbicas percebem cedo na vida que não vão seguir um modelo tradicional de ...

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