quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: Manifestações Culturais

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    Planos de Aula: As manifestações culturais afro-brasileiras

    Autor: ANA FLÁVIA RIBEIRO SANTANA UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA Co-autor(es):Aléxia Pádua Franco Dados da Aula Planos de Aula: As manifestações culturais afro-brasileiras. O que o aluno poderá aprender com esta aula - Compreender o que é uma manifestação cultural. - Conhecer algumas das manifestações culturais afro-brasileiras. - Analisar e localizar as regiões brasileiras em que as manifestações culturais afro-brasileiras mais se destacam e são preservadas pela população local. - Compreender a importância da valorização das manifestações culturais afro-brasileiras. Duração das atividades 04 aulas de 50 minutos. Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Não há necessidade de conhecimentos prévios dos alunos para o encaminhamento desta aula.   Estratégias e recursos da aula Atividade 1 - Descobrindo o que é uma manifestação cultural. Depois de apresentar aos alunos o significado do termo "manifestações culturais", introduza algumas das manifestações culturais afro-brasileiras, através das imagens abaixo relacionadas. Pedir aos alunos para ...

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    Cineasta brasileiro busca origens da “Lavagem do Bonfim” na África

    Radicado nos Estados Unidos, o cineasta brasileiro Ivy Goulart, residente no Brooklyn (NY), viajou ao continente africano para registrar as origens de um dos principais exemplos do sincretismo religioso no Brasil: A Lavagem das Escadarias da Igreja do Bonfim, em Salvador (BA). O trabalho é continuação do documentário independente produzido por Ivy da "Lavagem da Rua 46", em Manhattan (NY), cerimônia anual que já faz parte do calendário oficial de eventos da Big Apple. "Estou gravando o documentário sobre a origem do Candomblé e da Lavagem do Bonfim. Vim para a Festa Mundial do Vodu, que acontece aqui no Benim anualmente. É do Benim a origem da religião Vodu que no Brasil se transformou no Candomblé. Muito interessante o quanto essa religião é rica em detalhes das energias da natureza humana e sua origem mais profunda da espiritualidade. As religiões: Vodu, Católica, Evangélica e Muçulmana convivem em plena harmonia na cidade de Uidá (Capital mundial do Vodu), um exemplo de tolerância ...

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    A Culinária Africana

    Muitas nações contribuíram para a formação da gastronomia africana, em especial a da África do Sul. Na Idade Média, por exemplo, os árabes levaram diversas iguarias para o país. Já na época da colonização, foi a vez de os europeus darem seus "pitacos". Segundo a chef Fabiana Cesana, do bistrô Cezano, de São Paulo, o país sofreu influência britânica. As tribos que habitavam o local na mesma época contribuíram para formar o extenso cardápio típico do país. A gastronomia sul-africana possui algumas peculiaridades. É de lá que vem a marula, fruta que dá origem ao famoso e saboroso licor, e também outros alimentos conhecidos aqui no Brasil, como o leite de coco, o azeite-de-dendê, o cuscuz, o quiabo, a galinha d’angola e a pimenta malagueta, entre outros. De acordo com o livro Gastronomia no Brasil e no Mundo, de Guta Chaves e Dolores Freixa (ed. Senac, R$ 42), o café ...

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    feijoada

    500 anos de culinária

    Por: Débora Rubin   Estudo mostra como o ato de cozinhar deixou de ser vergonhoso e ganhou status no Brasil TRANSIÇÃO Cozinhar já foi tarefa de escravos. Depois, obrigação das donas de casa Até 20 anos atrás, cozinhar era uma necessidade doméstica, ou um meio de ganhar a vida para quem não tinha outra opção. Hoje, é um ritual sofisticado. Ao constatar uma mudança de comportamento tão significativa na sociedade brasileira, a historiadora da alimentação Débora Santos de Souza Oliveira, da Universidade de São Paulo (USP), decidiu ir a fundo no tema. "Eu queria entender como um hábito que era motivo de vergonha entre as mulheres se tornou a moda do momento", conta. Para entender essa transformação, ela estudou o ensinamento culinário ao longo da história brasileira. No início, eram as escravas que detinham o conhecimento. Não existia sequer cozinha dentro das casas, mas espaços para o preparo dos alimentos ...

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    MODA E ARTE AFRO – Artes Visuais da Bahia

      Washinton José, o Yosh, é apontado como uma das grandes revelações das artes visuais da Bahia. Apesar de já ter assinado inúmeros trabalhos em cenografia para importantes espetáculos baianos, apresentados até mesmo fora do país, sua arte começa a se popularizar através da linha de T-Shirts by Yosh. As camisetas, que apresentam o traço personalizado e característico do trabalho de Yosh ganharam a simpatia de artistas como Carlinhos Brown, Tonho Matéria e tantos outros descolados. É a cara da Bahia e tendência forte pro verão que se aproxima. “Faço uma arte brasileira mestiça de matriz africana. As minhas referências estão na nossa própria história, são reflexos da Cultura Negra da Bahia, com suas cores e formas acentuadas”, diz Yosh. Fonte: Licia Fabio

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    Ilú Obá De Min convida para 6ª edição do Heranças Africanas

        Olá amigos e amigas do Ilú Obá De Min, no dia 28/11/2010 das 15 às 20h na Casa das Caldeiras, realizaremos mais uma edição do festival de arte negra Heranças Africanas, projeto da instituição Ilú Obá De Min Educação, Cultura e Arte Negra. Mais uma vez realizamos este evento na garra, sem financiamento, com o apoio e a generosidade de artistas amigos e da Casa das Caldeiras, cumprindo o nosso papel na luta pela divulgação e conhecimento da cultura negra. Tragam suas crianças. A Tenda Afro Lúdica terá atividades especiais para a molecada. Venha atravessar esta ponte com a gente!     Fonte: Lista Racial

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    102 anos da Umbanda, a religião dos negros, índios e caboclos

    Recebi do amigo André Queiroz, que por sua vez recebeu por e-mail de uma querida cambona chamada Cândida da Casa do Pai Joaquim este texto com a história do surgimento da Umbanda. Em fins de 1908, uma família tradicional de Neves, Estado do Rio de Janeiro, foi surpreendida por uma ocorrência que tomou aspecto sobrenatural: o jovem Zélio Fernandino de Moraes, que fora acometido de estranha paralisia, que os médicos não conseguiam debelar, certo dia ergueu-se do leito e disse "Amanhã estarei curado".No dia seguinte, levantou-se normalmente e começou a andar, como se nada, antes, lhe houvesse tolhido os movimentos. Contava apenas dezessete anos e destinava-se a carreira militar na marinha. A medicina não soube explicar o que tinha ocorrido. Os tios, que eram padres católicos, foram colhidos de surpresa e nada disseram sobre a misteriosa ocorrência. Um amigo da família sugeriu, então, uma visita à Federação Espírita de Niterói, ...

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    Chuchu com camarão, prato genuinamente brasileiro criado por africanos no século 16

    A origem africana de várias comidas típicas brasileiras. A culinária brasileira é fruto das misturas e experiências feitas nas cozinhas portuguesa, africana e indígena. Mas quem deu a cara ao que chamamos de comida brasileira, foram os negros, principalmente os das tribos sudanesas (iorubá, nagôs, jejes, tapas e haussás) e os da costa oeste da África, da Guiné e de Cabo Verde. Esses africanos eram mais aceitos nas cozinhas e introduziram o seu padrão de fazer a comida aqui no Brasil. Eles trouxeram muita comida que está diariamente nas nossas mesas. Os africanos introduziram aqui o leite de coco, que tem origem na polinésia – mas foram eles que trouxeram para o Brasil – e o azeite de dendê. Eles também são responsáveis pela troca da pimenta-do-reino, uma especiaria das índias, pela pimenta malagueta no nosso padrão de uso diário. Os africanos também presentearam o Brasil com o feijão preto ...

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    Comida-tpica_Macei_Frutos-do-Mar

    Alagoano herdou culinária, danças e costumes da cultura negra.

    A influência dos hábitos alimentares, da dança, linguagem e outras tradições provenientes das matrizes africanas estão presentes no cotidiano dos alagoanos, independente da posição que ocupam na pirâmide socioeconômica e cultural. Muita gente desconhece, por ignorância ou preconceito, que a população, não importando a cor da pele e descendência, herdou muito da cultura negra, a exemplo do movimento do corpo por meio do pagode, forró, axé e samba; o ninar do bebê; a culinária e até a linguagem, uma vez que não adota a forma imperativa da língua portuguesa e opta pelo vocabulário mais direto e menos formal. A opinião é do professor de história do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac) e pesquisador do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros (Neab), Zezito de Araújo. De acordo com ele, o modo de fazer a comida dos alagoanos, nordestinos e brasileiros sofreu forte influência da alimentação dos africanos. “Vale diferenciar a comida ...

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    comida_baiana

    A Culinária Afro-brasileira

    A cozinha dos negros se formou no Nordeste brasileiro mas que teve origem no Recôncavo Baiano. E nessa região - do mar às portas do sertão - foi se formando uma cozinha, a "cozinha baiana" - também chamada de "comida de azeite", numa referência ao azeite-de-dendê, um de seus ingredientes básicos, o óleo extraído da polpa do fruto da palmácea Elaeis guineensis. (...) Existe uma vasta bibliografia botânica e histórica sobre essa palmeira de origem africana e sua introdução no Brasil, nos começos do século XVII - logo se aclimatando em todo o Nordeste do país. Foi o azeite dessa palmeira - da polpa, não da semente, que esta tem outros usos e outro nome - que deu a cor e o gosto às comidas afro-brasileiras e definiu, iconicamente, a participação africana no sistema alimentar brasileiro. Podemos, então, falar em "cozinha de azeite" - ou "comida de azeite", ou "de dendê" - ...

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    Acarajé – um quitute tipicamente africano

    Nem todos sabem que o akará-je (bola de fogo de comer) é um alimento sagrado, oferecido a Oyá, também chamada de Iansã - deusa africana que controla ventos, tempestades, relâmpagos e fogo. Uma lenda africana conta que Iansã, após se separar de Ogum e se unir a Xangô, foi enviada pelo segundo marido à terra dos baribas em busca de um preparado que, ingerido, lhe desse o poder de cuspir fogo. Com sua ousadia, a deusa provou do líquido e ganhou o poder. Relatos históricos revelam ainda que para homenagear os deuses, os africanos fazem cerimônias com o fogo, como o àkàrà, onde o iniciado engole mechas de algodão embebidas em azeite-de-dendê em combustão - ritual que lembra o preparo do tradicional acarajé. No Brasil colonial, o acarajé era vendido nas ruas em tabuleiros que as escravas equilibravam sobre suas cabeças, enquanto iam cantando para atrair a freguesia. Com as ...

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    Afoxés

    Afoxé, também chamado de Candomblé de rua, é um cortejo de rua que sai durante o carnaval. Trata-se de uma manifestação afro-brasileira com raízes no povo iorubá, em que seus integrantes são vinculados a um terreiro de candomblé. O termo afoxé provém da língua iorubá. É composto por três termos: a, prefixo nominal; fo, significa dizer, pronunciar; xé, significa realizar-se. Segundo Antonio Risério, afoxé quer dizer o enunciado que faz. Características O afoxé tem comportamento específico, seus foliões estão vinculados a diversos terreiros de candomblé. Têm consciência de grupo, de valores e hábitos que os distinguem de qualquer outro bloco. Para quem não conhece o candomblé e suas cantigas, olha como se fosse um bloco carnavalesco diferente, mas é o candomblé de rua, segundo Raul Lody. As principais características são as roupas, nas cores dos Orixás, as cantigas em língua Iorubá, instrumentos de percussão, atabaques, agogôs, afoxés e xequerês. O ...

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    Candomblé Ketu

    Candomblé Ketu (pronuncia-se queto) é a maior e a mais popular "nação" do Candomblé, uma das Religiões afro-brasileiras.No início do século XIX, as etnias africanas eram separadas por confrarias da Igreja Católica na região de Salvador, Bahia. Dentre os escravos pertencentes ao grupo dos Nagôs estavam os Yoruba (Iorubá). Suas crenças e rituais são parecidos com os de outras nações do Candomblé em termos gerais, mas diferentes em quase todos os detalhes. Teve inicio em Salvador, Bahia, de acordo com as lendas contadas pelos mais velhos, algumas princesas vindas de Oyó e Ketu na condição de escravas, fundaram um terreiro num engenho de cana. Posteriormente, passaram a reunir-se num local denominado Barroquinha, onde fundaram uma comunidade de Jeje-Nagô pretextando a construção e manutenção da primitiva Capela da Confraria de Nossa Senhora da Barroquinha, atual Igreja de Nossa Senhora da Barroquinha que, segundo historiadores, efetivamente conta com cerca de três séculos ...

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    EGUNGUN

    África Egungun pertence à Mitologia Yoruba. Brasil Egungun, espírito ancestral de pessoa importante, homenageado no Culto aos Egungun, esse culto é feito em casas separadas das casas de Orixá.No Brasil o culto principal à Egungun é praticado na Ilha de Itaparica no Estado da Bahia mas existem casas em outros Estados. Normalmente chamado de Babá (pai) Egun, Babá-Egun. Também pode ser referido como Êssa nome dos ancestrais fundadores do Aramefá de Oxóssi (conselho de Oxóssi, composto de seis pessoas). Ou Esa espírito dos adoxu e dignitários do egbe (casa). • Informações do Projeto Egungun Juana Elbein dos Santos e Dioscóredes M. dos Santos (Mestre Didi). Os nagôs, cultuam os espíritos dos mais velhos de diversas formas, de acordo com a hierarquia que tiveram dentro da comunidade e com a sua atuação em pról da preservação e da transmissão dos valores culturais. E só os espíritos especialmente preparados para serem invocados ...

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    Casa Branca do Engenho Velho

    Casa Branca do Engenho Velho, Sociedade São Jorge do Engenho Velho ou Ilê Axé Iyá Nassô Oká é considerada a primeira casa de candomblé aberta em Salvador, Bahia. Constituído de uma área aproximada de 6.800 m², com as edificações, árvores e principais objetos sagrados. É o primeiro Monumento Negro considerado Patrimônio Histórico do Brasil desde o dia 31 de maio de 1984. • O Tombamento Terreiro Casa Branca, foi realizado em 14 de Agosto de 1986 pelo IPHAN. • Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico Inscrição:093 • Livro Histórico, Inscrição:504, Nº Processo:1067-T-82 História A história da Casa Branca do Engenho Velho foi contada na III Conferência Mundial da Tradição dos Orixás e Cultura, realizado em Nova Iorque, pelo representante oficial da Casa Branca, José Abade de Oliveira, Ótun Olu K'otun Jagun Ilê Axé Iya Nassô Oká / Terreiro da Casa Branca No período da escravidão no Brasil, os negros formavam suas ...

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    Terreiro do Alaketu

    O Terreiro do Alaketu, Ilé Axé Mariolajé, Ilê Maroiá Lájié, é um terreiro de Candomblé, foi fundado por Maria do Rosário, Otampê Ojaro, descendente da Familia Real de Ketu. Também conhecido como Casa de Mãe Olga do Alaketu. O Alaketu é uma comunidade que a sucessão do sacerdócio se processa sempre dentro da línhagem de descendência direta de sua fundadora. A quarta sacerdotisa a ocupar o trono desta casa dedicada a conservar a tradicão mais pura do candomblé foi a iyalorixá dona Olga Francisca Regis (Oyáfúnmi), conhecida internacionalmente por ter filhos de santo em outros países da América do Sul e na Europa. • Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), • Processo nº 1484=T-01, 2005. História Terreiro do Alaketu ou Ilé Maroialaji Alaketu, Iyalorixá Olga de Alaketu, localizado à Rua Luiz Anselmo, 67 - Matatu, foi fundado em Salvador, Brasil, em 1616. Existem ainda todos os ...

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    Reisado

    O reconhecimento do reisado como patrimônio brasileiro, foi reinvindicado em seminário no IV Encontro Mestresdo Mundo, encerrado no último sábado 06/12/08. Segundo o pesquisador cearense Oswald Barroso, "O reisado é um folguedo que se desenvolve no Brasil inteiro, com uma variedade imensa e uma importância enorme para as diversas artes. Mapear essa manifestação, para esse processo de registro seria um desafio enorme, dada a sua complexidade e diversidade". Juntamente com a capoeira, agora teremos a certeza que essa bela festa popular, será preservada para o deleite de gerações futuras. REISADO O Reisado é uma das pantomimas folclóricas mais ricas e mais apreciadas, principalmente no Nordeste. Faz parte do repertório das Festas Jesuínas, e é apresentado de 24 de dezembro a 6 de janeiro, isto é, pelo Natal, Ano Bom e Reis. O Reisado é formado por um grupo de foliões, de pastores e pastoras que se reúnem numa espécie de ...

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    Irmandade da Boa Morte

    A Irmandade da Boa Morte é uma confraria religiosa afro-católica brasileira. História A história da confraria religiosa da Boa Morte se confunde com a maciça importação de escravos da costa da África para o Recôncavo canavieiro da Bahia, em particular para a cidade de Cachoeira, a segunda em importância econômica na Capitania da Bahia durante três séculos. O fato de ser constituída apenas por mulheres negras, numa sociedade patriarcal e marcada por forte contraste racial e étnico, emprestou a esta manifestação afro-católica, como querem alguns autores, notável fama, seja pelo que expressa do catolicismo barroco brasileiro, de indeclinável presença processional nas ruas, seja por certa tendência para a incorporação aos festejos propriamente religiosos de rituais profanos pontuados de muito samba e comida. Há que acrescentar ao gênero e raça dos seus membros a condição de ex-escravos ou descendentes deles, importante característica social sem a qual seria difícil entender tantos aspectos ...

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    Irmandade da Boa Morte

    A Irmandade da Boa Morte é uma confraria religiosa afro-católica brasileira. História A história da confraria religiosa da Boa Morte se confunde com a maciça importação de escravos da costa da África para o Recôncavo canavieiro da Bahia, em particular para a cidade de Cachoeira, a segunda em importância econômica na Capitania da Bahia durante três séculos. O fato de ser constituída apenas por mulheres negras, numa sociedade patriarcal e marcada por forte contraste racial e étnico, emprestou a esta manifestação afro-católica, como querem alguns autores, notável fama, seja pelo que expressa do catolicismo barroco brasileiro, de indeclinável presença processional nas ruas, seja por certa tendência para a incorporação aos festejos propriamente religiosos de rituais profanos pontuados de muito samba e comida. Há que acrescentar ao gênero e raça dos seus membros a condição de ex-escravos ou descendentes deles, importante característica social sem a qual seria difícil entender tantos aspectos ...

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