Tag: Manifestações Culturais

    (Foto: João Godinho)

    Papete, a expressão do sagrado do São João maranhense

    Retornei ao Maranhão, “meu tesouro, meu torrão”, num período festivo, época de são João, de muitas danças, como tambor de crioula, danças portuguesa, francesa, cigana, do coco, lelê e cacuriá, e quadrilhas puxadas em francês impecável, numa diversidade de ritmos e de vestuários que encanta, nas quais o centro é de fato a ópera de rua encenada pelos batalhões de bumba meu boi com inebriantes sotaques – de orquestra, de matraca, de zabumba, de batida costa de mão... Sem falar que, em cada arraial – local de celebração dos festejos juninos –, se exibe a orgia culinária da ilha de São Luís: bebidas e comidas da época e as típicas, como arroz de cuxá, tortas de camarão e de caranguejo... Por Fátima Oliveira Melissa Alecrim, em “Bumba Meu Boi é Pura Cintilância”, relembra que é uma ópera popular surgida no século XVI, tipificada como um bailado popular dramático; um auto ...

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    Abertas inscrições para Encontro de Povos e Comunidades Tradicionais da Região Norte

    Selecionados pela chamada pública terão transporte, hospedagem e alimentação custeados pela organização do Encontro de Povos e Comunidades Tradicionais.  Estão abertas as inscrições para a seleção de vagas reservadas à chamada pública para os Encontros de Povos e Comunidades Tradicionais da Região Norte, em Manaus (19 a 22 de maio) e Belém (2 a 5 de junho). Os eventos têm o objetivo de avaliar e aprimorar a implantação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), criada pelo Decreto 6.040/2007. Acesso aos territórios e regularização fundiária são temas prioritários. As entidades selecionadas terão os custos de transporte, hospedagem e alimentação dos seus representantes custeados pela organização do evento. Não serão aceitas, nesta chamada pública, entidades, instituições ou comunidades que façam parte da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT) e/ou de Comissões ou Conselhos Estaduais ou Municipais de Povos e Comunidades Tradicionais. ...

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    Fotógrafo da National Geographic Brasil publica livro sobre a cultura afrodescendente no Amapá

    'Rufar dos Tambores: Imagens e Encontros Afroamapaenses'será lançado no dia 3 de abril     MACAPÁ - O marabaixo, batuque e outras expressões culturais dos afrodescendentes amapaenses serão retratados no livro 'Rufar dos Tambores: imagens e encontros afroamapaenses', de autoria do fotógrafo Maurício de Paiva, premiado colaborador da National Geographic Brasil e referência em fotografia documental. A obra será lançada no dia 3 de abril, no Amapá Garden Shopping, localizado na Rodovia Juscelino Kubitschek, às 19h, na capital. As imagens foram colhidas durante a 19ª edição do Encontro dos Tambores, realizado em novembro de 2013. A festividade contou com a participação de 44 comunidades de quilombos afrodescendentes para divulgar e exaltar as tradições culturais e religiosas da cultura negra no Amapá, ao som de batuque e marabaixo. A amapaense Piedade Lino Videira foi convidada pelo fotógrafo para fazer o prefácio do livro, onde fala sobre a importância de valorizar e ...

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    A HISTÓRIA DO SAMBA: UNINDO BRASILEIROS E AFRICANOS

    A HISTÓRIA DO SAMBA: UNINDO BRASILEIROS E AFRICANOS

        por Gláucia Quênia Mesmo com o passar do tempo, o samba não deixa dúvidas da relação entre o Brasil e a África. Desde sua origem até hoje, brasileiros e africanos procuram enfatizar a semelhança que os dois têm quando o assunto é samba. Os dois continentes irmãos trabalharam juntos para terem hoje, em suas culturas, um dos gêneros mais apreciados pelo mundo, transformando o samba em um símbolo da cultura afro-brasileira. Explicações são o que não faltam sobre a origem do termo “samba”. Enquanto uma linha de pesquisa afirma que o termo nasceu da língua árabe, sendo no início “zambra” ou “zamba”; outros afirmam que é originário de uma das diversas línguas africanas existentes, o quimbundo. Neste caso, morfologicamente, “sam” significa “dar” e “ba” significa “receber”, ou então, “coisa que cai”. Há, ainda, uma terceira versão, que afirma que o termo é de procedência angolana ou congolesa, que ...

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    A resistência da cultura negra no Ceará

    Sob o estigma do preconceito e desvalorização regional, grupos dos maracatus lutam pela resistência de sua cultura negra     Ontem, 25, foi comemorado oficialmente o Dia do Maracatu em Fortaleza. Em comemoração, maracatus e afoxés da cidade promoveram o tradicional cortejo no Centro da cidade, exibindo suas cores e seu brilho. A comemoração foi realizada nessa data devido à abolição da escravatura no Ceará, proclamada nesse mesmo dia, exaltando a cultura negra. A celebração contou com a participação dos maracatus Axé de Oxossi, Az de Ouro, Filhos de Iemanjá, Kizomba, Leão de Ouro, Nação Baobab, Nação Fortaleza, Nação Iracema, Nação Palmares, Nação Pici, Rei do Congo, Rei de Paus, Rei Zumbi, Solar, Vozes da África e os afoxés Filhos de Oyá, Acabaca, Obá Sa Rewa e Oxum Odolá. Para William Augusto Pereira, representante do Maracatu Nação Iracema, a data é uma oportunidade para lembrar que existe cultura negra no ...

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    Ilê Aiyê : 40 anos do orgulho negro do Curuzu

    Segundo o Caderno de Educação Organizações de Resistência Negra, o bloco afro Ilê Aiyê surgiu a partir de um grupo de jovens negros (as) acostumados a promover atividades recreativas e culturais no bairro da Liberdade, em Salvador. Conhecido pelo nome de Zorra, essa juventude negra reunida em torno desse grupo sabia muito bem o que queria, pois acreditava que era possível através da dança, da estética, da música e do canto combater o racismo, buscar auto-estima para a raça negra e, por conseguinte, propor a idéia de “reafricanização” do carnaval de uma cidade onde imperava de maneira bastante forte o mito da democracia racial, bem como uma nítida segregação espacial no carnaval de Salvador. Realmente, creio que não foi nada fácil para aqueles negros e negras  corajosos e ousados, em plena ditadura militar, construir uma organização social, política e carnavalesca com o objetivo de assumir símbolos identitários africanos. O Ilê, ...

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    Coletivos de cultura reacendem interesse por obra de Carolina Maria de Jesus

    Por: Camila Maciel Se por um lado, a obra de Carolina Maria de Jesus (1914-1977) é esquecida pelo mercado editorial brasileiro, por outro, coletivos de cultura se esforçam para multiplicar o testemunho de uma das mais importantes autoras negras do país. Em Salvador (BA), um grupo de mulheres negras formou o Coletivo Carolinas para propor atividades de reflexão no ano do centenário da escritora. Em São Paulo, na capital e no interior, raps e saraus de poesia inspiram-se nos textos de Carolina para pensar os desafios de uma realidade descrita na década de 1950, mas que se revela atual. “Colocamos a necessidade de celebrar a obra de Carolina, fazê-la emergir e formar novas plateias, seja do ponto de vista da criação literária, seja pela frequência nos espaços”, explicou a socióloga Vilma Reis, integrante do Coletivo Carolinas, lançado em 21 de janeiro. O grupo, que atua em parceria com o Instituto Odara da Mulher ...

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    Quintal. História de ninhos e revides

    Por Allan da Rosa E eu carpindo o quintal com minha coroa nesse fim de fevereiro. Abrindo na enxada a valeta de terra pras águas escoarem. Cavando, arrastando, eu mais Dona Ana entre uma pancada de goiaba bicada e um baque de manga, recordando minha Vó Carmelina que hoje descobri que benzia erisipela. Eu mais Dona Ana da Pureza afastando cadáver de ratazana e plastiqueira colorida, trocando receitas de chá e funções de emplastro (use folha de amoreira pra infecções). Eu mais Dona Ana na lida da enxada, barreando pé ligeiros com a lacraia amarela debaixo do tôco e sempre de rabo de olho pro risco no muro, marca das enchentes na altura do meu peito, as que levaram máquina de lavar e livros, arrastaram estrados e bichos amados, uns que comiam até fubá. Dona Ana da Pureza, 72 anos em uma casa margeada pelo córgo que tanto pisei procurando ...

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    Com desfile atrasado, Ilê Aiyê celebra 40 anos em Salvador

      O Ilê Aiyê, o mais tradicional bloco afro da Bahia, celebrou seus 40 anos na avenida e foi o primeiro a desfilar no Afródromo, no circuito Osmar, que vai do Campo Grande à praça Castro Alves, na capital baiana. O grupo, Ilê Aivê, iniciou seu desfile por volta das 21h, com quase três horas de atraso em relação ao horário oficial, que prometia dar o horário nobre do Carnaval aos blocos afro. Em comunicado divulgado pela Prefeitura de Salvador, Maria de Lourdes Siqueira, uma das diretoras do Ilê, afirmou que o grupo celebra "40 anos de vitórias, de conquistas, de resultados de lutas e de nossa resistência" e que "a sociedade brasileira encara o ser negro como uma diferença classificatória, inferiorizante e, na realidade, diferenças são riquezas”. O presidente da entidade, Antônio Carlos dos Santos, o Vovô, diz que a "luta é uma teimosia". — É uma teimosia em busca ...

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    O TRÁFICO LINGUÍSTICO

    O TRÁFICO LINGUÍSTICO

      Régia Mabel da Silva Freitas   A influência africana na Língua Portuguesa Brasileira é bastante significativa. A quantidade de línguas faladas das senzalas às casas-grandes era vasta: quimbundo, quicongo, umbundo, hauçá, jêje, iorubá ou nagô entre outras. Infelizmente, há muitos equívocos e preconceitos nos estudos sobre os étimos da África. O vocábulo africanismo, por exemplo, é inadequado e simplista uma vez que não indica o grupo étnico de que provêm os aportes lexicais.   Os dialetólogos e lexicólogos que apresentam esta inadequação vocabular supracitada contribuem para o mito da homogeneidade lingüística africana. Deste modo, além de projetar o estereótipo de a África ser uma mera massa de terra indiferenciada e uniforme, pautando-se em preconceitos e vagas informações que excluem as diversidades étnicas, políticas, sociais e culturais, não tratam de maneira igualitária as culturas ágrafas e as escritas deste continente tão rico e plural.   Segundo Costa e Silva (1992, p.38), ...

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    Meninos da periferia pintam os cabelos para o carnaval

    Meninos da periferia pintam os cabelos para o carnaval

        Marcionila Teixeira Os meninos de cabelos coloridos estão por toda parte. Provocam os preconceituosos. Desafiam as regras da aparência dita ideal. Fazem saltar olhares enviesados por onde passam. São o retrato de uma periferia rotulada com adjetivos agressivos. Pintam seus fios de amarelo, vermelho, rosa, verde. Juntos, ganham força, misturam-se à multidão de bem nascidos.  Simbolizam a profusão de cores que vem dos subúrbios. Os meninos de cabelos coloridos vestem-se de uma desafiadora fantasia de carnaval. A única que não sai do corpo após um banho ao final da folia. Na realidade, ela surge reluzente nas cabeças desde os dias que antecedem a brincadeira, dando de ombros para uma sociedade que classifica os outros seres humanos em bons ou maus a partir da aparência, situação financeira, cor da pele. Cor do cabelo. Como se um fio virgem garantisse um selo de honestidade a quem o porta. Eles têm ...

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    Devotos tentam impedir Jesus Cristo Superstar no Brasil

      Em petição online, Associação Devotos de Fátima exige que o Ministério da Cultura não patrocine o musical Jesus Cristo Superstar Por Isadora Otoni Após a divulgação de cartazes da peça Jesus Cristo Superstar, prevista para estrear em São Paulo no dia 14 de março, grupos religiosos reagiram contra a obra. A Associação Devotos de Fátima criou uma petição online para impedir que o musical seja exibido no Brasil, sob a justificativa de que o Estado está violentando "barbaramente" a fé cristã. Entretanto, para não ser caracterizada como pedido de censura, a associação exigiu que o Ministério da Cultura não promovesse a peça por meio da Lei Rouanet. "Se o Estado é laico, a maioria do Brasil é cristã, e a peça configura um desrespeito ao nosso senhor", declarou Daniel Félix de Souza Martins, assessor da ADF. Ou seja, o financiamento de atividades culturais só deve ser feito àquelas que ...

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    Blocos afro completam 40 anos no carnaval de Salvador

      O batuque dos tambores, o colorido das fantasias, a dança e a alegria contagiante são as marcas dos blocos afro, que há 40 anos arrastam milhares nas ruas de Salvador. Junto com os afoxés, representam a cultura negra e são os homenageados do carnaval deste ano. Em 1974, no Bairro da Liberdade, dois amigos decidiram criar uma agremiação carnavalesca formada só de negros. Nascia assim o Ilê Aiyê. Antônio Carlos Vovô, um dos fundadores, conta que o bloco afro surgiu para combater o racismo. "Na época, os grandes blocos e clubes eram todos de brancos. A participação do negro era só tocando ou carregando alegorias. Por isso, resolvemos criar um bloco onde o negro fosse também peça principal", disse. O primeiro desfile teve 100 participantes. Quatro décadas depois, os associados somam mais de 3 mil. Em sua trajetória, o Ilê Aiyê levou novos ritmos para a festa e contribuiu ...

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    Carlinhos Brown sobre Salvador: comunidade não é mais protagonista

    "Queremos um centro técnico e um lugar para desfilar, igual ao que o governo do Rio deu", diz Carlinhos Brown sobre o Afródromo Ana Carolina Araújo     Há quem não acredite, mas Carlinhos Brown completou 51 anos recentemente. No Carnaval de 2014, contará 35 carnavais. Sua produtividade musical e intensa atividade nos campos da cultura e das articulações sociais, entretanto, refletem a personalidade jovem e cheia de energia. No Brasil e no mundo, ele ganhou uma visibilidade que não era esperada para um menino cheio de irmãos, nascido em família pobre. Ainda pequeno, foi “adotado musicalmente” pelo mestre de percussão Pintado do Bongô e, antes dos 10 anos, a habilidade com os instrumentos já chamava atenção, carregadas da sabedoria das células percussivas do candomblé. Profissionalmente, estreou na banda de rock Mar Revolto em 1979 e, poucos anos depois, já era um dos percussionistas e compositores mais requisitados do País. ...

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    Maracatu se prepara para a folia após recuperar calunga perdida por 30 anos

    'Dona Júlia' vai desfilar com a Nação Porto Rico, do Recife, durante carnaval.Bonecas são tidas como divindades que protegem integrantes do maracatu. As influências africanas que fazem parte da história brasileira permanecem vivas e em constante mutação no carnaval do Recife. O desfile dos maracatus é uma das amostras da revitalização das tradições negras, que tem nas calungas – as bonecas de vestidos trabalhados – o símbolo da proteção. No bairro do Pina, Zona Sul do Recife, os preparativos do Maracatu Porto Rico estão a todo vapor com a volta de Dona Júlia ao carnaval, calunga que ficou desaparecida por 30 anos. A boneca havia sido levada, no final da década de 1970, para um museu na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e ficou perdida alguns anos depois, segundo os integrantes do maracatu. Tempos depois, foi deixada no terreiro Xambá, em Olinda, mas ninguém sabia a qual nação ela ...

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    Romário Deixe o Hip Hop em Paz

    Projeto de lei de Romário irrita rappers

    Deputado propõe texto que regulamenta profissões ligadas ao hip-hop e exige curso para o exercício da atividade Grupo no Facebook contra ex-jogador reúne 1.800 membros; eles pedirão audiência pública em São Paulo Por: JULIANA GRAGNANI Um projeto de lei de Romário, deputado federal pelo PSB-RJ, irritou grupos ligados ao hip-hop. A proposta, que tramita na Câmara desde novembro, prevê a regulamentação das profissões que têm relação com o movimento, como as de DJ, MC (mestre de cerimônias), rapper, grafiteiro e de atividades ligada ao beat box e à dança de rua. O projeto submete o exercício das profissões à realização de cursos técnicos de capacitação profissional, em instituições reconhecidas pelo governo, ou então à comprovação do exercício das atividades de forma interrupta no ano anterior à publicação da lei, caso seja aprovada. Cerca de 1.800 pessoas contrárias ao texto reúnem-se em um grupo no Facebook chamado "Romário Deixe o Hip ...

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    daniel-reverendo

    Uma grande perda

    "A luz que vela o caminhoQue faz a gente delirarPro mar eu não vou sozinhoTenho Deus e Iemanjá"(Daniel Reverendo) Que o nosso nego dito, que tanto canta e encanta tenha uma boatravessia e seja despedido e recebido em festa, cantoria e beleza!!! Que possamos honrar sua arte e história, através da sua memória vivaque sempre nos acompanhará e nos iluminará!!! Axé ingoma, amigos queridos!!!Estou com vocês mesmo aqui de longe.Amor à todos Luanda Carneiro Jacoel

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    daniel

    Geledes Instituto da Mulher Negra se solidariza com a Associação Cachuera na tristeza pela perda de um de seus mais queridos membros. Siga em paz Reverendo

    Muita tristeza por aqui. Nosso querido Daniel Reverendo voou para o lado de lá. Amigo, músico, compositor, cantor, instrumentista, poeta, artesão, grande cachuerense, mestre da cultura popular afro-brasileira, Daniel foi para o céu de Aruanda ontem à tarde, por complicações do coração. Tantas boas lembranças ele nos deixa: seu largo sorriso, suas lindas músicas, os tambores por ele construídos, entre outras.O velório acontecerá hoje, a partir das 19h, no Espaço Cachuera! (Rua Monte Alegre, 1.094 - Perdizes - São Paulo). O enterro será amanhã, às 13h, no Cemitério de Vila Nova Cachoeirinha (Rua João Marcelino Branco, s/n° - São Paulo). Equipe da Associação Cultural Cachuera!(Foto: Mason Hiatt - 2013) O Tambor Como Canção (trecho)

 Por Paulo Dias Foi no Bairro do Limão, onde laranja não entra, que Daniel Toledo ingressou na escola desta vida, correndo as ruas da Vila Carolina pra visitar os primos no Navio Negreiro, reduto negro do bairro batizado com o ...

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    Ilê Aiyê elege Deusa do Ébano 2014 em noite de festa

    Persistência foi a atitude da empresária Cynthia Paixão de Jesus, 28, que depois de seis anos, conquistou o título de Rainha do Mais Belo dos Belos Márcia Luz([email protected]) Após seis anos de tentativas, a empresária Cynthia Paixão de Jesus, 28 anos, é a Deusa do Ébano 2014. Eleita na noite do sábado (8), com festa na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, ela concorreu ao título com outras 14 finalistas do concurso, que teve 60 inscritas. Se destacou não só pela beleza, mas pela performance com a coreografia e o figurino, além de demonstrar atitude e elegância. Como rainha, irá desfilar com o Ilê Aiyê durante o Carnaval, acompanhar o grupo em todas apresentações ao longo do ano, inclusive, em viagens internacionais. A escolhida levou, ainda, o troféu recebido das mãos do ator Lázaro Ramos - ele participou da noite apresentando um cortejo cênico -, e mais R$ 3.600 em ...

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