segunda-feira, outubro 19, 2020

    Tag: Racismo Institucional

    Reunião define que Maceió terá plano de erradicação de preconceitos

    Ações de combate à violência contra a população negra ganharão mais força na capital alagoana Do Tribuna Hoje As ações de combate à violência contra a população negra ganharão mais força na capital alagoana. Já nos próximos meses, a Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Executiva do Gabinete do Prefeito (SEGP), vai iniciar o 1º Ciclo de Formação Técnica em Legislação Antirracismo, Garantia de Direitos e Liberdade Religiosa. A ação, que será voltada para agentes públicos e sociedade civil, faz parte das articulações do Comitê Municipal Juventude Viva. O projeto foi apresentado nesta quinta-feira (5), em Brasília, durante audiência com a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino Gomes. De acordo com o prefeito Rui Palmeira, o Ciclo prevê, entre outras ações, a constituição de uma Rede Municipal de enfrentamento da violência, assim como a contínua formação de representantes e gestores públicos. “O ...

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    Entrevista: Marise Nogueira Guebel aposta em números contra o racismo

    Marise fala em obrigar o estudo de história da África nas escolas do DF Por: Luiz Calcagno Do Chiquinho Dornas Titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos quer pesquisas para fundamentar as políticas da pasta. Ela também pretende criar núcleos para vítimas de preconceito nas delegacias Levantar dados concisos sobre racismo, violência contra a mulher e outras violações dos direitos humanos e unir todos esses temas em uma só pasta. Essa é a principal meta da secretária de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, Marise Nogueira Guebel. Os números vão servir de base às ações do órgão recém-criado. Ela também pretende instalar nas delegacias de polícia núcleos de atendimento às vítimas de racismo e fazer valer leis que introduziam história da África nas escolas públicas e particulares da capital da República. Para Guebel, o governo do DF carece ...

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    Mulheres negras do Ceará e do Brasil lançam nota contra o Feminicídio e o Racismo Institucional

    Mulheres negras do Ceará e do Brasil lançam nota contra o Feminicídio e o Racismo Institucional

    Por Miriam, por Gaia, por nós e pelo nosso povo:  Mulheres Negras contra o Feminicídio e o Racismo Institucional Nós, mulheres negras do Ceará e do Brasil, militantes de diferentes movimentos sociais, manifestamos nossa profunda indignação com a violência praticada contra as mulheres. O assassinato brutal e covarde de Gaia Molinari em Jericoacoara, em 24/12, soma-se ao de mais 265 mulheres assassinadas no Ceará em 2014. Se comparado com os números de 2013, onde 214 mulheres foram assassinadas, a taxa de feminicídio cresceu cerca de 25%. Esse número coloca o Ceará no 6º lugar no ranking nacional. O crescente assassinato de mulheres denuncia nossa cultura sexista e a incapacidade do poder público estadual em adotar ações efetivas pelo fim do feminicídio e outras formas de violência contra as mulheres. O crime contra Gaia gera comoção nacional e internacional, diferentemente das outras 265 mulheres assassinadas, pelo fato dela ser um estrangeira ...

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    Servidores públicos debatem racismo institucional

    Todo o funcionalismo público foi convocado para participar das ações do 20 de novembro, feriado  municipal, para debater sobre racismo institucional, no auditório do Centro de Referência da Cultura Afro-brasileira, localizado em Portão. O combate ao racismo institucional é um dos principais focos da política de Promoção da Igualdade em Lauro de Freitas. Tensões raciais, intolerância religiosa e a violência urbana se constituem entre os maiores desafios para gestores públicos e a sociedade civil organizada. por Ricardo Andrade e Cely Carvalho no Folha Popular Durante todo o ano de 2014 os movimentos sociais denunciaram diversos atos de racismo, discriminação e intolerância religiosa, fatos que justificam um maior investimento nas políticas de promoção da igualdade. “Políticas de Promoção da Igualdade não pode ser um entendimento do prefeito e da SUPIR somente, todos nós, funcionários públicos, temos que entender e nos sensibilizarmos para essa questão que é muito importante”, afirmou o prefeito de ...

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    Racismo institucional ainda é realidade na Bahia

    Racismo institucional ainda é realidade na Bahia

    Somente 5% dos altos cargos públicos são ocupados por negros na Bahia, indica coordenador de encontro sobre o tema. Recente estudo mostra realidade nas empresas Por Victor Longo Apenas 5% dos cargos públicos são ocupados hoje por negros e afrodescendentes na Bahia. A informação é de Edson Costa, coordenador do Encontro Vencendo o Racismo Institucional, realizado nesta sexta-feira, em São Francisco do Conde. Costa afirmou que essa proporção inclui cargos de primeiro e segundo escalão no governo e engloba posições como secretários, superintendentes e assessores técnicos de relevância. "Já houve uma melhoria nos últimos anos, mas essa proporção ainda é insuficiente", afirmou Costa. Segundo ele, hoje a Bahia tem cerca de 600 pós-doutores negros, o que poderia elevar essa proporção, caso não houvesse racismo institucional. "O racismo nas instituições ainda é uma realidade", disse. Mesmo assim, segundo ele, o quadro vem melhorando substancialmente. "Há quatro anos, essa proporção era de ...

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    I Seminário Nacional sobre os impactos do Racismo na Ciência e na Saúde

    É inegável o crescimento de políticas públicas e de promoção da igualdade racial ocorrido no Brasil, na última década. No entanto, a discussão acadêmica sobre o tema tem se concentrado nas ciências sociais e humanas. No campo das ciências da saúde, a produção do conhecimento que leva em conta os impactos do racismo ainda é tímida, mas urgente e necessária. Buscando contribuir para a modificação deste panorama, a Fiocruz Pernambuco promove, no dia 27 de novembro de 2014, o “I Seminário Nacional sobre os Impactos do Racismo na Ciência e na Saúde – o que temos a ver com isso?” para estimular o diálogo entre estudiosos da temática e pesquisadores, estudantes e profissionais do campo da ciência da saúde. Para preencher a ficha de solicitação de inscrição, clique aqui. Interessados que não se enquadrarem no público alvo podem preencher a ficha de solicitação de inscrição, mas só terão a participação garantida caso haja disponibilidade de ...

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    UGT/ES participa de Ato contra Racismo Institucional na UFES e lança Nota de Repúdio

    “Racistas, racistas, não passarão. A juventude negra vai fazer revolução”, com esse canto de ordem entoado ao som de tambores, tamborins, surdos e chocalhos, e munidos de cartazes cerca de cem estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), ocuparam o prédio da reitora para pedir a exoneração do professor de economia, Manoel Luiz Malaguti, denunciado por práticas racistas dentro de sala de aula. Do: UGT A manifestação foi organizada pela turma do segundo período do curso de Ciências Sociais, depois que o professor durante a aula de Introdução à Economia Política, da última segunda-feira (03), fez afirmações contrárias ao sistema de cotas adotado pela universidade. De acordo com os alunos, o docente teria dito que a qualidade do ensino da instituição federal caiu por culpa dos cotistas, sobretudo, os cotistas negros. Malaguti teria ido além e afirmado, segundo os estudantes, que “detestaria ser atendido por um médico ou um ...

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    Servidores participam de oficina de enfrentamento ao racismo institucional

    Combater o racismo institucional como forma de reduzir o preconceito dentro das instituições públicas. Esse é o objetivo da oficina "Identificação e Abordagem ao Racismo Institucional", que começou nesta quarta-feira (5), na Casa dos Direitos, na Ilha de Santa Maria. A iniciativa faz parte das ações do Plano Juventude Viva, que visa reduzir o índice de homicídios de jovens - especialmente de negros. Do: vitoria A oficina segue até esta quinta (6) e reúne cerca de 40 servidores da Prefeitura que atuam diretamente no atendimento ao cidadão. Entre as secretarias representadas, estão Educação (Seme), Cidadania e Direitos Humanos (Semcid), Assistência Social (Semas), Gestão Estratética (Seges), Segurança Urbana (Semsu) e Saúde (Semus). O coordenador nacional do Plano Juventude Viva, Felipe Freitas, destaca a importância da formação. "Essa capacitação visa contribuir para que o servidor identifique como são realizados o atendimento e a  abordagem ao cidadão negro e, havendo essas manifestações de racismo ...

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    Militante do Coletivo Enegrecer sofre racismo institucional no Procon

    Walmyr Junior Racismo Institucional  Você percebe a perversidade do racismo quando ele, além de oprimir, tenta transportar a denúncia para outro território. Que o racismo se faz presente em todas as esferas da vida pública e privada, não temos dúvida. Mas, é de se alarmar quando um caso ocorre dentro de um órgão da Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos.  Assim, começa o caso explorado pelo artigo de hoje. Lízia De Boni, servidora pública da Prefeitura Municipal de Vitória, sofreu mais uma vez na pele as opressões e as violências que o racismo promove na população negra. por Walmyr Junior* no Jornal do Brasil O que parecia mais um atendimento a munícipes pelo Procon, órgão em que a servidora trabalha, terminou em mais uma reprodução do racismo que a oprime ao longo de 28 anos. Uma denúncia na 4ª Delegacia Policial em Maruípe na tarde de 31/10/2014 foi realizada, conheça ...

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    Faça download grátis do livro No País do Racismo Institucional, do MPPE

    Livro em PDF para baixar: No País do Racismo Institucional – Dez anos de ações do GT Racismo no MPPE Download do livro em PDF: No País do Racismo Institucional – Dez anos de ações do GT Racismo no MPPE A obra é a primeira exclusivamente  sobre o tema no Brasil, poucas coisas se têm escritas e reunidas sobre o assunto. A base de pesquisa foi feita por meio de vasta bibliografia, artigos e dados recentes, além de entrevistas com os membros do GT Racismo do MPPE - Ministério Público de Pernambuco  e atores externos que trabalham com o tema racial. Está divida em seis capítulos: a naturalização do preconceito racial; a criminalização de uma cor; ensino e cor da pele; saúde, vida e morte; casa cor: terras quilombolas e terreiros; o GT Racismo por ele mesmo. *Com informações do MPPE - Ministério Público de Pernambuco  Leia Também: Guia de ...

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    Enquanto houver racismo marcharemos pela saúde de todas, é pela vida das Mulheres Negras

    27 de outubro é o Dia de Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra. A agenda de mobilização começa no início de outubro e vai até o dia 20 de novembro, data em que se comemora a imortalidade do herói negro, Zumbi dos Palmares. Neste período, acontecem várias atividades em todo o país. Homens e mulheres, jovens e adultos, profissionais de saúde, gestoras e gestores, ativistas, pesquisadoras e pesquisadores, cidadãos e cidadãs realizam atividades para promover e defender o direito da população negra à saúde. *Emanuelle Goes Neste ano vou falar um pouco sobre as mulheres negras, trazendo a Marcha das Mulheres Negras 2015 como o impulsionador na construção deste texto, pois as mulheres negras lutam pelo bem viver, contra o racismo e a violência e para que essa tríade se concretize é preciso que o exercício do direito a saúde seja garantido de forma integral, equânime e igualitária. Documento da ...

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    Estão abertas as inscrições no módulo à distância sobre Saúde População Negra

    Oferecido pelo Ministério da Saúde por meio da UNA-SUS, curso busca sensibilizar profissionais de saúde para o enfrentamento ao racismo institucional no SUS Foi para um público diversificado entre militância, representada por 19 entidades que trabalham em prol dos direitos da população negra, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresentou nesta quarta-feira (22) o 'Módulo Multidisciplinar de Saúde Integral da População Negra'. O lançamento do curso aconteceu no auditório Emílio Ribas, no Edifício Sede do Ministério de Saúde (MS), em Brasília/DF. O Módulo Multidisciplinar é um curso virtual na modalidade de educação à distância (EaD) oferecido pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). As inscrições são gratuitas e estão abertas no site da UNA-SUS. Clique aqui para saber mais e fazer sua matrícula. Desenvolvido pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com a Secretaria de ...

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    seminario

    Seminário: Racismo no Brasil – cai a máscara: cinismo, intolerância ou ódio?

    Venha debater com palestrantes renomados(as), estudiosos(as), militantes, candidatos(as) e feministas negras sobre a dinâmica e formas de enfrentamento do racismo no Brasil atual. Dia: 01/10/2014 Horário: 16 às 21 horas Local: Hotel Okay , Rua Senador Dantas, no 24, Centro, Rio de Janeiro. Realização: Centro de Informação Coisa de Mulher Apoio: SEPPIR – Secretaria de Promoção de Políticas da Igualdade Racial Este projeto foi contemplado pelo “Prêmio Lélia Gonzalez” Avenida General Justo, 275-A, sala 203-B, Castelo, Rio de Janeiro,, Cep: 20021-130 Tel: 21-2262-0740 [email protected] www.coisademulher.org.br     Enviado para o Portal Geledés

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    Ser branco é uma fonte inesgotável de privilégios sociais

    por Ricardo Rego no Jornal Sol O Brasil discute por estes dias o racismo. Os três principais candidatos às Presidenciais de 5 de Outubro têm propostas para combater a discriminação racial no país, onde mais de 50% da população é de descendência afro-brasileira. Na última semana, o tema ganhou ainda maior relevância. Um relatório da ONU sobre a discriminação racial indica que o racismo no Brasil é “estrutural e institucionalizado” e “permeia todas as áreas da vida”. O estudo surge semanas depois do guarda-redes do Grémio, Aranha, ser chamado de “macaco” pelos adeptos do Santos, equipa de São Paulo, no final de um encontro entre as duas equipas, e de Pelé relativizar a polémica, admitindo que também ele já foi insultado da mesma forma, o que incendiou ainda mais a opinião pública já indignada. Em entrevista ao SOL, Adilson José Moreira, professor de Direito na Fundação Getúlio Vargas, com doutoramento sobre ...

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    Conselho Federal de Psicologia realiza oficina de capacitação sobre Racismo Institucional para funcionários

    Conselho Federal de Psicologia realiza oficina de capacitação sobre Racismo Institucional para funcionários

    A capacitação é direcionada para o quadro funcional da autarquia e faz parte de um ciclo de palestras sobre Direitos Humanos O Conselho Federal de Psicologia (CFP) realizou nesta quinta, 18, oficina de capacitação sobre Racismo Institucional para o seu quadro de funcionários em Brasília. A oficina, que durou todo o dia, contou com mesas de debates sobre a contextualização das relações raciais no país, direitos humanos e a igualdade racial e, ainda, acerca da subjetividade e racialidade nas instituições. A psicóloga Vera Paiva, presidente do Conselho de Direitos Humanos do CFP, coordenou as atividades e destacou a importância da reflexão sobre a concepção de igualdade que norteia o trabalho da autarquia. “Todo o trabalho do Conselho – das relações interpessoais e da atuação no trabalho em si – estão baseadas nos diretos humanos. É impossível pensar a ética do trabalho, do psicólogo e de qualquer profissão sem pensar o ...

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    Racismo no Brasil é “estrutural e institucionalizado”

    ONU revela estudo sobre a discriminação no país. Campanha para eleições não aborda interesses dos negros. A Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu que o racismo no Brasil é “estrutural e institucionalizado” e “permeia todas as áreas da vida”, informa o portal UOL. Num estudo publicado na última sexta feira pela ONU, os especialistas concluem que o “mito da democracia racial” ainda existe na sociedade brasileira e uma parte “nega a existência do racismo”. O documento surge num momento em que o racismo no Brasil volta a ser tema de discussão. Recentemente a equipa de futebol Grémio de Porto Alegre foi excluída da Taça do Brasil devido ao comportamento racista dos seus adeptos no jogo contra o Santos, no dia 28 de Agosto. Outro caso é o de uma jovem negra do estado Minas Gerais que publicou no Facebook uma fotografia em que posa com o seu namorado branco. A jovem foi vítima de ...

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    Revistas excluem adolescentes negras: ‘Estou no Brasil, mas me sinto na Rússia’

    A pedido da BBC Brasil, a estudante de Jornalismo Isabela Reis analisou o conteúdo de três revistas voltadas para o público adolescente em busca de exemplos concretos da falta de representatividade de meninas negras na mídia. O artigo abaixo faz parte de um especial que busca dar voz a jovens nos principais debates que mexem com o Brasil. Isabela Reis* Especial para a BBC Brasil Adolescentes negras A invisibilidade dos negros na mídia brasileira não é assunto novo, mas as revistas para o público adolescente revelam um quadro cruel de exclusão. Em um país onde 57,8% das meninas de 10 a 19 anos se declaram pretas ou pardas (categorias cuja soma é comumente usada para medir a população negra), as publicações juvenis não as enxergam. Somente as brancas estão nas páginas. Não há diversidade. É difícil crescer lidando com produtos que não te contemplam. Como explicar para uma pré-adolescente negra, ...

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    Relatório da ONU diz que Brasil tem racismo institucional

    Relatório da ONU diz que Brasil tem racismo institucional

    'Hierarquias raciais são culturalmente aceitas', diz relatório. Relatoras independentes visitaram o país em dezembro do ano passado. O Brasil não pode ser chamado de democracia racial, mas é caracterizado por um "racismo institucional, em que hierarquias raciais são culturalmente aceitas", segundo estudo publicado no dia 4 de setembro e que deverá ser aprovado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU no dia 23 de setembro. O documento foi produzido por Mireille Fanon-Mendes France e Maya Sahli, duas relatoras independentes escolhidas pela ONU, que visitaram o país entre 4 e 14 de dezembro do ano passado. Elas se reuniram com autoridades do governo em Brasília, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo o documento, a participação dos afrodescendentes na economia nacional é de apenas 20% do PIB, apesar de representarem mais da metade da população do Brasil. O desemprego é 50% maior entre os "afro-brasileiros" do que entre os ...

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    Racista é você!

    Por: Henrique Braga Copiando o professor do Uneafro-Brasil Douglas Belchior, tive algumas vezes a chance de, diante de um público relativamente grande, fazer duas perguntas cujas respostas são sempre emblemáticas. A primeira é: "quem aqui acredita que o Brasil é um país racista?" - mar de mãos aos céus. A segunda: "quem aqui se considera racista?" - nenhuma mão se levanta. O resultado não destoa do que mostram algumas pesquisas feitas com maior rigor científico. Uma delas foi realizada pelo Datafolha em 2008: enquanto 91% dos entrevistados responderam que sim, existe racismo contra os negros no Brasil, apenas 3% se assumiram racistas. Diante dos números, uma primeira hipótese seria a de que esses 3% são bastante conhecidos, muitíssimo influentes e é a exclusivamente deles que provém o preconceito identificado por 91% dos brasileiros e das brasileiras. Considerando o absurdo dessa ideia, estamos num impasse: no Brasil, parece existir um racismo sem ...

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    O assassinato de Michael Brown e o racismo institucional nos Estados Unidos e no Brasil

    O assassinato de Michael Brown e o racismo institucional nos Estados Unidos e no Brasil

    Por Luciana Genro No sábado, dia 9 de agosto, um jovem negro de 18 anos foi assassinado pela polícia na pequena cidade de Ferguson, nos Estados Unidos. Michael Brown tinha recém se formado no Ensino Médio e iria iniciar as aulas na universidade. Ele estava indo visitar sua avó quando foi abordado por um policial por estar caminhando sobre o asfalto, e não sobre a calçada. Há muitas versões em disputa sobre o que teria ocorrido durante a abordagem policial, mas alguns consensos, reconhecidos até mesmo pela polícia, são fundamentais para se compreender o caso. Michael Brown estava desarmado. Pelo menos duas testemunhas afirmam que ele não reagiu à abordagem e teria permanecido com as mãos ao alto, conforme solicitado pelo agente. A polícia, contudo, diz que o jovem teria tentado sacar a arma do policial. O fato é que a morte de um jovem negro por um policial branco despertou ...

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