quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: racismo na TV

    A cineasta Sabrina Fidalgo (Foto: Fabian Alvarez / Divulgação)

    Por que há mais negros na TV alemã do que na brasileira

    Sabrina Fidalgo é uma jovem roteirista e cineasta, autora do curta mais premiado fora do Brasil no ano de 2018. “Rainha” conta a história de uma jovem que sonha em ser rainha de bateria de uma escola de samba. Seus pais, Alzira e Ubirajara Fidalgo, fundaram, nos anos 70, o Teatro Profissional do Negro. Como todo negro, sempre desconfiou da tese do amálgama, defendida por intelectuais brancos  no Brasil. A que diz  que somos para o mundo um exemplo de convívio entre raças. De quem vê de cima da pirâmide, pode ser. Este Quadro-negro serve para equalizar narrativas, mostrar  o ponto de vista de que quem carrega nas costas os que estão no topo dessa pirâmide.  Por Dodô Azevedo, da Folha de S.Paulo  A cineasta Sabrina Fidalgo (Foto: Fabian Alvarez / Divulgação/Folha ) Por que há mais negros na TV alemã do que na brasileira Por Sabrina ...

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    Meghan Markle, em março passado, em Londres; à direita, a imagem paródica da duquesa no programa da BBC. CORDONPRESS:BBC

    BBC é novamente acusada de racismo pelo tratamento dado a Meghan Markle

    Novo programa da rede britânica parodia a duquesa de Sussex com um tom de pele mais escuro que o dela e com uma personalidade violenta no El Pais Meghan Markle, em março passado, em Londres; à direita, a imagem paródica da duquesa no programa da BBC. CORDONPRESS:BBC Um novo programa da BBC, Tonight With Vladimir Putin, não estreou bem e foi acusado de racista pela imagem paródica que fez de Meghan Markle. O show, transmitido no domingo, é uma paródia protagonizada por diferentes avatares em 3D de figuras públicas, com o de Vladimir Putin como apresentador, e uma das seções é dedicada à duquesa de Sussex. Com o nome de Meghan Markle’s Royal Sparkle (O Brilho Real de Meghan Markle), a esposa do príncipe Harry é interpretada por um avatar virtual ao qual dá voz a atriz de voz e roteirista Gbemisola Ikunelo. A polêmica surgiu ...

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    Ícaro Silva: ‘Não existe status social que vai te tirar da sua situação de afrodescendente no Brasil’

    No ar em 'Verão 90' e em 'Coisa mais linda', ator fala sobre infância na periferia, violência policial e sexualidade: 'sou Ícarossexual' por Luiza Barros no O Globo Ícaro Silva: em entrevista, o ator Icaro Silva conta toda sua trajetória e fala sobre racismo, sexualidade e otimismo em tempos de crise Foto: Ana Branco / Agência O Globo Assim como o mito grego com quem compartilha o nome, o ator Ícaro Silva sempre sonhou alto. Agora, aos 32 anos, ele diz estar colhendo os frutos do que plantou lá atrás, quando despontou na TV em “Malhação”. No ar na novela das 19h da TV Globo, “Verão 90” , como o cantor de lambada Ticiano e na série da Netflix “Coisa mais linda” , como o músico Capitão, ele também está em cartaz com o espetáculo “Ícaro and the black stars” , que fica no Teatro Carlos ...

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    TV Record x religiões afro-brasileiras

    Sindicato dos Jornalistas promove roda de conversa sobre Direito de Resposta e Racismo Religioso Dr. Hédio Silva Jr. / Foto: divulgação Evento, que ocorre dia 30 de maio, às 19h30, na Rua Rego de Freitas, 530, terá como convidado o advogado Dr. Hédio Silva Junior e é promovido pelo Cojira-SP – Comissão dos Jornalistas pela Igualdade Racial do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, em parceria com o Nera – Núcleo de Estudos Étnico-Raciais das faculdades FMU-FIAM-FAAM. Dr. Hédio falará sobre o processo de Direito de Resposta ganho contra o Grupo Record TV, por ofensas e injúria racial dirigidas aos seguidores de religiões Afro-brasileiras. A ação durou 16 anos para ser cumprida, acumulando prejuízos aos seguidores de Umbanda e Candomblé, resultando em práticas de racismo religioso e intolerância religiosa, que extrapolaram a tela da TV. Jornalistas e convidados poderão debater questões importantes entorno do tema, como ...

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    Da Cor do Pecado, 2004 (foto- Acervo:TV Globo)

    Há 15 anos, Globo lançou 1ª protagonista negra em novela e quase nada mudou

    Mais e mais a sociedade cobra a presença de negros em novelas, que ainda é escassa. É incrível que, depois de 15 anos da primeira protagonista negra na Globo, o assunto tenha estacionado, já que, de lá para cá, pouquíssimas novelas centraram suas tramas principais em personagens negros. por Nilson Xavier no Blog do Nilson Xavier - UOL Da Cor do Pecado, 2004 (foto- Acervo:TV Globo) Há exatos 15 anos, estreou "Da Cor do Pecado", novela de João Emanuel Carneiro, com Taís Araújo no papel de Preta. A atriz já havia protagonizado antes, mas fora da Globo: na novela "Xica da Silva", na TV Manchete, em 1996-1997. De "Da Cor do Pecado" para cá, foram ao ar quase 150 novelas pela Globo, SBT e Record, das quais apenas 13 tiveram papeis principais com atores negros: "Cobras e Lagartos", "Viver a Vida", "Cama de Gato", "Rebelde", "Cheias de Charme", ...

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    Maria Gal interpreta Gleyce na novela As Aventuras de Poliana, do SBT Imagem- Reprodução:SBT

    Vítima de racismo, Maria Gal, atriz de “Poliana” cria produtora para artistas negros

    Sucesso na novela "As Aventuras de Poliana", Maria Gal vive uma rotina dupla. Quando não está nos estúdios do SBT interpretando Gleyce, a atriz baiana toma conta de seu novo projeto, atrás das câmeras. Ativista, ela criou uma produtora audiovisual para dar visibilidade a artistas negros. Maria Gal sente na pele as marcas do preconceito enraizado na televisão e na publicidade. Poucas famílias, como a de Gleyce em "Poliana", são retratadas em outras novelas. Negros ocupam papéis subalternos, como empregados, ou de caráter histórico, como escravos. Um caso pessoal de discriminação inspirou a atriz a lançar a Maria Produtora. "Já fui preterida porque, segundo o diretor, o tom da minha pele não era tão comercial. Esta realmente é a mentalidade de quem manda no audiovisual hoje no Brasil. Quanto mais escuro, quanto mais características negras tiver, menos comercial o ator ou a atriz é, e eles devem constar em determinados ...

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    Foto: Henrique Fischer

    Claudia di Moura lembra racismo na igreja em sua infância: “Não tem anjo preto no céu

    Tal como Zefa, de "Segundo Sol", ela nasceu em Salvador e diz que todo negro tem de justificar a cor da sua pele 24 horas por dia por Felipe Carvalho no Marie Claire Foto: Henrique Fischer Uma das personagens de maior destaque na novela Segundo Sol, Zefa tem chamado a atenção para um problema crônico de nossa sociedade que, muitas vezes, é varrido para debaixo do tapete como se não existisse: o racismo. Claudia di Moura, que dá vida à empregada dos Athayde, conta que o preconceito ainda é muito comum em sua cidade natal, Salvador, mesmo lugar onde se passa a trama das 9. Ela lembra em entrevista à Marie Claire que, desde pequena, sofre com o racismo que está inserido na sociedade como um verdadeiro câncer e diz que os negros têm de justificar sua cor de pele 24 horas por dia, sete dias por semana. ...

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    Divulgação/Nteflix

    Netflix cria setor pró-diversidade após demitir executivo por racismo

    A Netflix contratou a executiva Verna Myers para o cargo recém-criado de vice-presidente de estratégias de inclusão. O papel da nova contratada será promover diversidade cultural e igualdade em todos os aspectos das operações da Netflix ao redor do mundo. por Caio Coletti no UOL Verna Myers - imagem: BroadBand TV News A notícia do "Deadline" segue a demissão de Jonathan Friedland, ex-porta-voz da Netflix, por conta de comentários "racialmente insensíveis". A empresa procurou por meses pela pessoa correta para liderar a sua nova estratégia de diversidade. Nas últimas duas décadas, Myers trabalhou com diversas companhias para erradicar barreiras baseadas em etnia, gênero e orientação sexual. Formada em direito pela Universidade de Harvard, ela também escreve para publicações como "Refinery29", "The Atlantic" e "Forbes". "Como uma companhia global dedicada a atrair as melhores pessoas e representar o maior número de perspectivas possíveis, a Netflix deseja que ...

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    imagem:UOL

    Há meio século, Feiticeira usou blackface para condenar racismo e levou Emmy

    Técnica controversa do século 19 empregada por atores brancos para ridicularizar negros no teatro, a blackface ressurgiu em A Feiticeira (1964-1972) para condenar o racismo. Há 48 anos, a popular série escureceu a pele dos principais personagens para dar uma lição. Atualmente, uma nova versão da atração está em desenvolvimento e vai transformar a bruxa Samantha loira em negra, também com objetivos didáticos. por João da Paz no UOL imagem:UOL Na véspera do Natal de 1970, época na qual o blackface era combatido pelo blaxploitation (cinema feito por negros para negros), A Feiticeira exibiu o episódio Sisters at Heart, algo como Irmãs de Coração, uma história comovente, idealizada por alunos da periferia de Los Angeles. O capítulo chegou a receber uma honraria no Emmy do ano seguinte e é o preferido de Elizabeth Montgomery, a protagonista loira. A narrativa é simples. A herdeira de Samantha, Tabitha ...

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    Fabrício Boliveira como Wilson Simonal no filme Simonal Imagem- Divulgação

    Boliveira: “Simonal foi nosso primeiro astro popular esmagado pelo racismo”

    Fabrício Boliveira deixou a equipe de "Simonal" assustada quando disse, no início do projeto, que não iria imitar o cantor carioca na cinebiografia dirigida por Leonardo Domingues. "Foi um momento meio constrangedor", ele lembra em conversa com o UOL, após a exibição do filme na competição do 46º Festival de Gramado. "Todo mundo esperava uma cópia do Wilson Simonal verdadeiro. Mas eu não sou um imitador, sou um ator, precisava de um desafio que fosse além do virtuosismo de dizer: 'Olha como eu sei fazer um Simonal igualzinho a ele'", diz o ator baiano. por Carlos Helí de Almeida UOL Fabrício Boliveira como Wilson Simonal no filme Simonal Imagem- Divulgação O filme, que estreia nos cinemas só em 2019, relembra a ascensão e queda do intérprete de "Meu Limão, Meu Limoeiro" do posto de maior estrela pop brasileira dos anos 1960 e 1970. "Não queria ficar aprisionado aos gestos ...

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    Foto: Artur Igrecias/Divulgação RedeTV!

    Por que há predominância de jornalistas brancos em debates eleitorais?

    A maioria dos jornalistas que participaram dos debates presidenciáveis são brancos, de acordo com levantamento feito pelo Alma Preta sobre o perfil racial dos repórteres a participar dos diálogos dos debates organizados pela Rede Band e Rede TV!, o programa “Central das Eleições”, da Globonews, e o Roda Viva, da TV Cultura. Apenas no último, ainda que também em número pequeno, houve a presença de jornalistas negros. Texto / Pedro Borges - Pesquisa / Thalyta Martina no Yahoo! Foto: Artur Igrecias/Divulgação RedeTV! O programa da Band, exibido em 9 de agosto, contou com participações de três jornalistas e um mediador, todos homens brancos. Em 17 de agosto, no debate organizado pela Rede TV!, houve a participação de um homem branco na mediação e de duas mulheres brancas enquanto entrevistadoras. O programa “Central das Eleições”, da Globonews, tem presenças de 12 jornalistas, que já sabatinaram Álvaro Dias (Podemos), ...

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    Ícaro Silva Imagem: Divulgação/Record TV

    “Falaram que sou muito bonito para fazer papel de escravo”, diz Ícaro Silva

    Ícaro Silva falou da escassez de papéis para negros na TV em entrevista ao "Programa do Porchat" de quinta-feira (12). O ator, que no teatro já interpretou Jair Rodrigues, Simonal e Gilberto Gil, contou que já foi recusado em papéis que costumeiramente são reservados aos negros. no TV Famosos Ícaro Silva Imagem: Divulgação/Record TV "Tenho dificuldade até hoje para conseguir papéis na TV. De produtor de elenco dizer: 'tenho um papel de escravo, mas você é muito bonito para fazer, tem uma cara de Zona Sul . Se não tiver escrito na sinopse que é negro, não escalam", desabafa. Vencedor da primeira edição do "Show dos Famosos", no ano passado, ele comenta suas participações no "Domingão do Faustão", onde já esteve em outros quadros de disputa, como "Maratoma" e "Dança no Gelo". "Eles precisam de gente versátil, que topa tudo por qualquer quantia ...

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    Globo

    Lázaro Ramos elogia série Mister Brau e celebra: “Um dos projetos mais importantes da minha vida”

    Lázaro Ramos definitivamente gostou da série Mister Brau, que acabou nesta terça-feira, dia 12, e não deve mais voltar ao ar com novas temporadas. Sobre a série, Lázaro foi só elogios. por João Almeida no O TV Foco Globo “Foi importante, em primeiro lugar, por trazer uma família que não estava na TV brasileira. Uma família de origem humilde que venceu através do seu trabalho, e que celebrava a vida. Isso é muito diferente de alguns personagens que são de estratos populares e a gente ri deles. Brau e Michele, ao contrário, as pessoas queriam ser eles, o que é uma diferença fundamental. Isso faltava na televisão e Brau preencheu com maestria”. “Além de levar humor e de falar de temas relevantes, como racismo, feminismo, novos formatos de família, adoção, entre tantos outros, o público se apropriou da série”, afirmou Lázaro ao Uol. Sobre o final da série, gravado ...

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    TV Globo

    Fabricio Boliveira escancara racismo na TV: “Não aceito ser pano de fundo para os outros”

    Não tem como negar: Fabricio Boliveira está simplesmente arrasando na pele do milionário vingativo Roberval em “Segundo Sol”. É uma aula de interpretação atrás da outra… E faz tempo que é um ator muito respeitado no meio artístico, mas demorou para ele ter a chance de mostrar todo o seu potencial na TV, para o grande público. Por quê? Fabricio responde – escancaradamente -, colocando todos os pingos nos is. Vem ler! por Michelle Licory no Glamurama TV Globo Glamurama: Você está lançando o longa “Além do Homem”, que conta a história de Alberto , um escritor brasileiro radicado em Paris que não quer nem saber do seu país, mas acaba forçado a voltar. Quem é seu personagem nessa trama? Fabricio Boliveira: “Faço o Tião, uma metáfora brasileira, um nativo, homem do campo, da terra… Um cara que vai desbravando essa história brasileira para trazer ...

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    O sertanejo César Menotti no Altas Horas: “samba é música de bandido” – Foto: Reprodução/Globo – Blog do Arcanjo – UOL... - Veja mais em https://blogdoarcanjo.blogosfera.uol.com.br/2018/06/05/opiniao-racismo-no-brasil-e-comprovado-por-cesar-menotti-e-altas-horas/?cmpid=copiaecola

    Racismo no Brasil é comprovado por César Menotti e Altas Horas

    O cantor sertanejo César Menotti, ao declarar no programa “Altas Horas”, da Globo, que “samba é música de bandido”, comprovou o racismo estrutural do Brasil. Coisa que muita gente ainda insiste em dizer que não existe e é invenção da cabeça dos negros. por Miguel Arcanjo Prado no Blog do Arcanjo O sertanejo César Menotti no Altas Horas: “samba é música de bandido” – Foto: Reprodução/Globo – Blog do Arcanjo – UOL Ao darem risada diante da frase abjeta e fruto de um modo de pensar racista, o apresentador Serginho Groisman, bem como os irmãos Pedro Bial e Alberto Bial, além da plateia do programa, majoritariamente branca, também corroboraram o mesmo: o Brasil é um país de forte racismo estrutural e institucional. Todos, aquele que disse a frase e os que riram, foram racistas. Afinal, o programa passou por edição prévia, como informou o colunista Mauricio Stycer, ...

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    WJMARIETA9 – RIO DE JANEIRO – RJ - 01/03/2018 – MARIETA SEVERO / PROJAC – CADERNO2 OE – A atriz Marieta Severo, durante sessão de fotos cedida ao Estado nos estúdios do Projac, na tarde desta quarta-feira (28), na zona oeste do Rio. FOTO: WILTON JUNIOR/ESTADAO

    Marieta Severo fala de papel na novela, racismo e dos ataques que sua família recebe nas redes

    Atriz cita retrocessos na sociedade, celebra ressurgimento do feminismo e relembra papeis vilanescos recentes por Adriana Del Ré, O Estado de S.Paulo Clara, a mocinha vingadora vivida por Bianca Bin na novela das 9, O Outro Lado do Paraíso, na Globo, não é a única responsável pelas baixas de personagens na trama. Com sua tesoura assassina em punho, a vilã gananciosa Sophia, interpretada por Marieta Severo, tem dado sua contribuição na diminuição do elenco. Marieta tem cumprido uma rotina puxada de gravações todos os dias. Tempo para família e amigos, só aos domingos. Mas a atriz carioca, de 71 anos, já está acostumada com essa entrega ao papel da vez. “Meu neto, o Chiquinho, quando era menor, falava ‘ô, véia, se aposenta’ (risos)”, diverte-se Marieta, em entrevista ao Estado, num raro dia de folga, referindo-se ao músico Chico Brown, hoje com 21 anos, neto também de Chico Buarque, e filho de ...

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    Não postei antes por medo de ser demitido, diz jovem que gravou o vídeo de William Waack

    Diego Rocha Pereira, que afirma ter gravado o vídeo que levou ao afastamento de William Waack, considera que não fez nada de errado e não teme nenhum tipo de reação ao seu gesto. “Não tô receoso. Quem cometeu o crime foi ele. Uma ofensa racial gratuita. Imagina se alguém te faz uma ofensa dessas no trabalho?”, pergunta. por Mauricio Stycer no Blog Mauricio Stycer no UOL Reprodução Instagram Pereira trabalhou na Globo, em São Paulo, entre 2012 e 2017. Conta que deixou a empresa em janeiro, num corte de pessoal. A gravação foi feita em 8 de novembro de 2016. Pergunto a ele por que não divulgou o vídeo assim que o gravou. “Ia postar no You Tube, mas fiquei com medo de ser demitido e não postei. Depois perdi o vídeo e só o recuperei há alguns meses”, conta. A autoria do vídeo foi revelada no meio da tarde ...

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    Shonda Rhimes, criadora de ‘Grey’s Anatomy’, diz que Emmy é vergonhoso

    "É vergonhoso que tenhamos que notar a primeira mulher negra a vencer um prêmio", disse a roteirista no Noticias a Minuto A roteirista e produtora americana Shonda Rhimes, criadora das séries "Grey's Anatomy", "Scandal" e "How to Get Away With Murder", disse que o Emmy, que premia o melhor da TV, é vergonhoso. Rhimes se referia à demora da premiação em reconhecer profissionais negros, latinos e de outras orientações sexuais e identidades de gênero. "Francamente, é vergonhoso", disse em entrevista à "Vanity Fair". "É vergonhoso que tenhamos que notar a primeira mulher negra a vencer um prêmio." Na cerimônia do Emmy 2017, no último domingo (17), Lena Waithe foi a primeira mulher negra a vencer o prêmio de melhor roteiro em uma série de comédia, ao lado de Aziz Ansari, por seu trabalho em "Master of None", da Netflix. "Eu espero que as pessoas não fiquem satisfeitas por terem visto alguns ...

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    ‘As Meninas Superpoderosas’ terá uma nova protagonista. E ela será a 1ª heroína negra da série

    A cantora sul-africana Toya Delazy é quem vai dublar a personagem. por Amauri Terto no HuffPost As Meninas Superpoderosas vão ganhar uma companheira de aventuras a partir de 17 de setembro, quando estreia nos EUA pelo Cartoon Network a nova temporada da série de desenho animado. E ela será uma heroína negra. A primeira da história da produção. O nome e o visual completo da nova parceira de Florzinha, Lindinha e Docinho ainda não foi revelado. Sabe-se apenas que ela usurá roxo e que será dublada pela cantora sul-africana Toya Delazy. Em um post no Twitter, Toya comemorou a oportunidade de integrar uma produção da emissora de TV americana. "E assim, me tornei uma menina superpoderosa! Muito amor ao meu Cartoon Network por confiar em mim para fazer esse trabalho épico. #metasdevida" Em entrevista ao site NME, Jamie Ondarza, vice-presidente da Turner Broadcasting no Sul da Europa e na África ...

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    (Foto: Mateus Reppucci)

    ESPN e Alê Oliveira rescidem contrato após acusação de racismo

    Segundo o Uol Esporte, o comentarista Alê Oliveira, que apresentava o programa "Bate Bola Debate" não faz mais parte do quadro de comentaristas da ESPN. (Foto: Mateus Reppucci) no Catraca Livre O comentarista se envolveu em uma polêmica com uma maquiadora da emissora. Segundo o colunista Leo Dias, o apresentador teria xingado a profissional de "preta de merda". Depois de rumores que a ESPN iria adiantar as férias do comentarista, nesta terça-feira, 1, a emissora anunciou a rescisão de contrato com Alê Oliveira, que trabalhava nos canais ESPN desde o começo dos anos 2000. “A ESPN e o comentarista Alexandre Oliveira decidiram, em comum acordo, encerrar o contrato nesta terça-feira. Muito embora não tenha sido constatada ofensa racial em recente episódio envolvendo uma funcionária da ESPN, as partes optaram por não continuar com o contrato. A ESPN agradece ao comentarista pelos anos de parceria e deseja sucesso em ...

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