terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: resistência

    @ ARTSY SOLOMON/Nappy

    Legado de Sobrevivência

    Arrancaram-nos de nossas origens. Invadiram e tomaram nossas terras. Nós, afro-brasileiros e indígenas, Resistimos. Nos mataram, nos adoeceram, nos fizeram muito mal. Resistimos. Nos usaram. Nos objetificaram. Tentaram nos anular. Nos desumanizar, mas Resistimos. No Brasil, maioria da população é afro-brasileira. Muitos carregam no sangue também o DNA indígena. Ainda existem indígenas, apesar da força bruta e desumana do “homem bran’ ko”, Negros e índios não nos sujeitamos, Resistimos. Nossa grande maioria ainda vive de maneira social/historicamente desigual e injusta, ainda assim Resistimos. Não querem reparar os erros que cometeram e cometem conosco, então Resistimos. Criando o “Sim” e reinventando o “NÃO”, resistimos. Conscientes, esperançosos, e, otimistas, resistimos. Reconhecemos que nossos ancestrais deixaram legado acadêmico, tecnológico, cultural, artístico, gastronômico, agro… Resistimos. Nossos povos que já se foram deixaram LEGADO de busca pela paz. Por dignidade. Por JUSTIÇA, Resistiram, Resistimos, Resistiremos. Enquanto reflito, desabafo – Berenice Torres. ** ESTE ARTIGO É ...

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    Foto: El País

    O cabelo como forma de resistência

    Após 16 anos alisando o cabelo, a jornalista negra Mábel Lara aparece na TV colombiana com cachos e faz uma pequena revolução Por ANA MARCOS, do El Pais  Mábel Lara é uma jornalista colombiana e negra que em fevereiro, depois de 16 anos de televisão, decidiu apresentar o noticiário do fim de semana do canal Notícias Uno com seu cabelo natural. Deixou de alisar os cabelos e apareceu com seus cachos. “Nesse dia tirei um piano de cima de mim. Me senti livre”, explica. Desde aquele momento fez uma pequena revolução na Colômbia. Lara começou a receber centenas de mensagens em suas redes sociais e a mídia se interessou em compreender como uma mulher negra havia conseguido jogar pelos ares tantos estereótipos com um só gesto. “No início o impacto me deu medo”, afirma. “O público me via de uma só forma na tela”. Antes de tomar a decisão, recordou as tentativas que havia feito no passado ...

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    Herson Capri na resistência ao retrocesso social de Temer

    O experiente ator explica por que entrou no espinhoso debate da reforma da Previdência e lamenta a degradação dos Poderes da República Por Rodrigo Martins Do Carta Capital “O governo quer impor no Brasil regras para a Previdência muito mais duras que as dos países europeus. Isso não é justo! Ainda nem enfrentamos as desigualdades sociais dos séculos XIX e XX. Além de desiguais, temos muitas diferenças regionais”. O chamativo alerta figura na abertura do terceiro de uma série de dez vídeos que o ator Herson Capri gravou, sem cobrar cachê, para advertir a população sobre o enorme retrocesso social embutido na mudança de regras da aposentadoria proposta pela equipe econômica de Michel Temer. Ao receber a reportagem de CartaCapital em seu apartamento no Lebon, na zona sul do Rio, o experiente ator perde o semblante sereno dos personagens que o consagraram nas novelas globais para lamentar a degradação dos Poderes da ...

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    Resistência e o exercício diário de empatia: A trajetória de uma mãe de transexual no Brasil

    "Eu não conseguia aceitar porque eu não entendia. Não existia o Google; não tinha referências. Mas escolhi o caminho do diálogo." Por Ana Beatriz Rosa Do Huff post Brasil Aos três anos, Raphaela Marques usava os vestidos da mãe. Dançando, em frente ao espelho, com a toalha enrolada na cabeça, ela pedia a atenção e dizia: "Olha, mamãe, como os meus cabelos são lindos!". As memórias são de Ana Marques, advogada, e poderiam ser de qualquer outra mãe não fosse um detalhe que marcou toda a sua relação com a maternidade: Rapha é transexual. "É díficil. Não foi tudo lindo. Tudo o que você imaginar das piores coisas já foram ditas para a minha filha. Há quase duas décadas eu nem sabia o que era a transexualidade. Na minha cabeça eu tinha um filho gay. Mas eu tinha um filho homem, de corpo totalmente masculinizado, que não se identificava como tal. ...

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    Paulo Sérgio Pinheiro denuncia o estado de barbárie do Brasil: “O país vive uma escalada autoritária”.

    Depois do fechamento do Instituto Lula não há absolutamente nenhuma dúvida. A decisão é um atentado contra o direito de associação, o direito de opinião, ao pluralismo e com um conteúdo nitidamente persecutório ao ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva. Por Paulo Sérgio Pinheiro Do Nocaute Estamos vivendo no Brasil uma escalada autoritária. Depois do fechamento do Instituto Lula não há absolutamente nenhuma dúvida. A decisão é um atentado contra o direito de associação, o direito de reunião, o direito de opinião, ao pluralismo e com um conteúdo nitidamente persecutório ao ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva. A sucessão de eventos confirma essa escalada. O ataque dos fazendeiros a trabalhadores rurais indefesos no Mato Grosso, a investida barbara brutal de fazendeiros e seus capangas ao índios gamelas, decepando quase as duas mãos de um dos índios e dezenas de indígenas feridos. O capitão da PM em Goiânia, ...

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    Navegando pelo legado do povo negro na história de Chapadinha, Maranhão, Brasil

    Como negro nascido e crescido em Chapadinha – MA, venho experienciando conhecimento por histórias, pela tradição oral, acadêmica e virtual de outrxs negrxs. Na minha busca por nossas histórias (afrochapadinhenses), tento filtrar o que existe dentro das referências bibliográficas da História da minha cidade e me deparo com uma História de pretxs que por décadas vem sendo esquecida ou que simplesmente é citada aqui e acolá de forma muito rasa, sem muita importância. Durante toda minha vida escolar (do jardim ao Ensino Médio) em Chapadinha – MA, aprendi uma História superficial do município, como um conto que não possui muitos fatos e tudo é muito romantizado; isso me fez mergulhar num rio profundo de dúvidas e porquês. Por Lucca Adetokunbo Do Enviado para o Portal Geledés Conhecer a história e cultura da sua terra e dos seus ancestrais é primordial para a construção identitária de um sujeito. Uma criança negra que está ...

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    Delas, com Elas | Toda mulher quilombola é sinônimo de resistência

    Eu sou negra nagô no sangue, na raça e na cor Quem foi que disse que o negro não tem valor, que o negro não sente frio que o negro não sente dor? Música “Negra nagô”, de Ana Cleide da Cruz Vasconcelos, a Cleide do quilombo Arapemã Por Dayse Porto Do Terra de Direitos Aqualtune, Dandara dos Palmares, Luiza Mahin, Mariana Crioula e Tereza de Benguela são legítimas representantes da luta das mulheres negras pela liberdade de seu povo. Não somente a liberdade, essas mulheres almejaram uma sociedade livre de opressão e racismo, desafiaram as estruturas machistas vigentes em diferentes períodos históricos e estimularam uma série de levantes populares no Brasil. A força e a inspiração representada por essas mulheres do passado, símbolos históricos da resistência da mulher negra, encontram-se nas Aqualtunes, Dandaras, Luizas, Marianas e Terezas do presente, que nunca deixaram de lutar para transformar a realidade a qual as ...

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    Ressignificando a militância

    Por Mirtes Sants, enviado para o Portal Geledés Ressignificação é o método utilizado em neurolingüística para fazer com que pessoas possam atribuir novo significado a acontecimentos através da mudança de sua visão de mundo." Wikipédia Quero começar esse texto deixando explícito que não estou aqui para criticar a militância alheia, muito menos quebrar e diminuir toda uma estrutura de funcionamento que tem sido o movimento negro nas mídias e na rua. A intenção desse post era fazer uma retrospectiva de 2016, e não há nada que tenha valido tanto quanto essa palavra no meu ano: Ressignificância. Palavra longa, difícil de se pronunciar, e mais difícil ainda quando sentida na pele. Em 2016, confesso que passei boa parte do tempo fugindo dos textões de facebook e das notícias do maiores veículos de comunicação, me doeu saber do impeachment, das reformas políticas, das tragédias na aviação, das guerras civis internacionais, das notícias ruins das ocupações, do racismo, ...

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    George Michael, Muhammad Ali, Dom Paulo: A resistência empobreceu em 2016

    Quantas vezes já não cantamos Freedom! em coro, no meio da balada, enquanto o DJ – percebendo que a pista sabia a letra de cor – desligava o som. Música que saía a plenos pulmões quando lembrávamos os significados que ela podia adotar. Definitivamente, o mundo perde um pouco a cor sem George Michael, que morreu neste domingo (25). Fonte: Blog do Sakamoto Pode ser coincidência apenas. Ou uma tentativa do nosso cérebro relacionar o ano de crises política, econômica e institucional, no Brasil, e de crise humanitária de refugiados, sandice nas Filipinas, Brexit, Donald Trump, no mundo, com a morte de uma série de pessoas que não eram apenas cultuados na música, nos esporte, nas artes, na religião, mas também referências para nossa resistência diária. George não desejava ser símbolo da luta pelos direitos dos homossexuais, mas também não queria a farsa de ser vendido como símbolo sexual hétero. Tornou-se, diante do preconceito da sociedade que ...

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    Felipe Larozza/VICE

    Para Djamila Ribeiro, momento é de ‘resistir ao retrocesso e consequente desmantelamento de políticas públicas’

    Mestre em Filosofia Política, feminista e secretária municipal adjunta de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo considera imprescindível priorizar a questão racial nas discussões sobre desigualdades Por Maitê Freitas , do  Opera Mundi Felipe Larozza/VICE Foi o pai de Djamila Ribeiro que a batizou com o nome africano, cujo significado é "beleza". Filha de um estivador comunista, sua base educacional, em Santos, litoral paulista, incluiu xadrez e uma boa dose de formação política. Para a mestre em Filosofia Política, feminista e atual secretária municipal adjunta de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, é momento de resistir ao retrocesso e consequente desmantelamento de políticas públicas. "Mas é imprescindível que a esquerda brasileira entenda de uma vez por todas que não dá para se fazer um debate sério sem pensar a questão racial como principal", acrescenta. "Queremos ser as pessoas que pensam essas políticas, como protagonistas." ...

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    Artistas negros mandam seu recado no Dia da Consciência Negra

    Este domingo (20), Dia da Consciência Negra, data que lembra o assassinato do líder negro Zumbi dos Palmares em 1695, é momento de refletir sobre a situação do negro no Brasil e as desigualdades raciais no país, que tanto precisa ainda avançar para todos tenham os mesmos direitos e oportunidades. A convite do Blog do Arcanjo do UOL, 12 artistas negros do nosso teatro mandam seu recado sobre esta data tão importante. Veja só. Por Miguel Arcanjo Do Blogdo Arcanjo ''O 20 de Novembro é uma criação simbólica para o povo negro, dia de afiar o machado, relembrando um passado tenebroso, para prospectar um futuro distinto. Contudo é dia de sonho, de sair às ruas para afirmar nossa ancestralidade. Um dia sem novidades, pois nossas pautas são velhas, a lutar por igualdade nesta terra já tem séculos, e é navegando nesta passado que embalamos as lutas. Vivemos dias de guerra ...

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    Negro é lindo: a música como resistência

    Especialistas afirmam que composições que exaltam a cultura negra possuem grande influência na identidade Por Raíssa Lopes Do Brasil de fato Negro é lindo / negro é amor / negro é amigo”, cantou Jorge Ben na composição lançada em 1971. A música, que narra a exaltação da cultura negra, faz parte de um compilado de obras do artista que o levaram ao patamar de referência para o movimento negro do Brasil. Mas com uma canção também se faz luta? Para a psicóloga Andréa Marques, especialista em gênero e diversidade, sim. A pesquisadora, que também é negra, explica que o nosso país viveu um processo intenso de perda da ancestralidade e que, para resgatá-lo, a arte é fundamental. “A música é uma maneira de se contar história, seja quando ela fala do cabelo, e dos hábitos como do enfrentamento ao racismo. Ela cumpre um papel essencial para a reconstrução da identidade”, afirma. ...

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    A proibição do turbante mata

    Nessa semana, recebi um "pedido mandatório" da diretoria da escola privada na qual estudo. Me pediram, de forma indireta, mascarada de mera formalidade, que eu esquecesse que estou entre os poucos alunos negros da escola; que estou entre as poucas meninas negras; que estou entre as poucas meninas negras que não alisaram o cabelo; entre as poucas meninas negras que não alisaram o cabelo e tiveram a sorte de ter pais que apresentaram o orgulho que deve existir de sua cor; entre as poucas que, em uma escola onde o padrão é a branquitude, têm orgulho de ser o que são e sabem a necessidade de representar essa luta diária. Pediram-me que pensasse sobre o uso do turbante. Por Maria Clara Viana Cardoso enviado para o Portal Geledes Pois bem, pensei: o uso do turbante é bem mais que um simples pano enrolado na cabeça; é resistência, luta e consciência da ...

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    “O lugar de fala é o lugar da resistência”

    Marcos Alexandre e Cidinha da Silva refletem sobre o protagonismo na construção das narrativas sobre o negro Por JOYCE ATHIÊ, do O Tempo Logo após o lançamento do livro “Sobre-viventes!”, de Cidinha da Silva, amanhã, às 19h, no Tambor Mineiro, o público da Mostra Benjamin de Oliveira é chamado a participar de uma conversa com a autora e o convidado Marcos Antônio Alexandre, professor da Faculdade de Letras da UFMG. “Fico feliz que estamos em junho discutindo essas questões relativas ao negro. Precisamos ocupar todos os meses e não apenas maio e novembro”, comenta o professor. Além das especificidades da escrita de Cidinha, a representatividade será um dos assuntos da discussão. “O lugar de fala é o lugar da resistência. É mostrar trabalhos que possibilitem falar do lugar dessas identidades, desses sujeitos negros, de forma que eles estejam no centro, como a força motriz. Eu acabo me repetindo quando falo ...

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    Vera Godoy / Cartola - Agência de Conteúdo

    Luana Tolentino: Contra o fascismo da “Escola sem partido”, nasce a “Frente dxs Plurais”

    Na noite de ontem, 11 de maio de 2016, participei da primeira reunião da “Frente dxs Plurais”, iniciativa organizada pela professora da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte, Patrícia Santana. Por Luana Tolentino, especial para o Viomundo A Frente nasceu com o objetivo de impedir a aprovação do Projeto de Lei 1911/16, capitaneado pelo vereador Sergio Fernando, do PV. Caso seja aprovada na Câmara, será implementada nas instituições públicas de ensino da capital mineira a “Escola sem Partido”, aberração política de cunho fascista. No texto do PL, lê-se: Art. 2. – É vedado ao professor, no exercício de suas funções, a prática de doutrinação política ou ideológica bem como a veiculação de conteúdos ou a realização de atividades de cunho religioso ou moral que possam estar em conflito com as convicções dos pais ou responsáveis pelos estudantes. Enquanto a democracia era dilapidada no Senado Federal, no Sindicato de Professores de BH, nós ...

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    “Liberdade de expressão” é como self-service: você come o que lhe convém

    O Brasil é feito da resistência de gente anônima que apanha, mas fica em pé

    O Brasil é um rapaz que nasce, negro e pobre, no extremo da periferia e, apesar de todas as probabilidades contrárias, chega à fase adulta. Por Leonardo Sakamoto Do Blog do Sakamoto É um vendedor ambulante que sai de casa às 4h30 todos os dias e só volta tarde da noite, mas ainda arranja tempo para ser pai e mãe. É a jovem que, mesmo assediada no supermercado onde trabalha, não tem medo de organizar os colegas por melhores condições. É a travesti que segue de cabeça erguida na rua, sendo alvo do preconceito de “homens e mulheres de bem'', sabendo que não consegue emprego simplesmente por ser quem é. O Brasil é resistência. Não aquela cantada em prosas e versos, da resistência dos ricos e poderosos, que com seus grandes nomes deixaram grandes feitos que podem ser lidos em grandes livros ou vistos na TV. Mas a resistência solitária ...

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    MAB organiza exposição internacional de arpilleras no Memorial da América Latina

    A partir de setembro, o Salão de Atos Tiradentes apresenta peças internacionais de bordado criadas a partir de técnica originada na resistência à ditadura chilena. A exposição trará as arpilleras produzidas pelas mulheres atingidas por barragens organizadas no MAB Do MAB Nacional Entre 25 de setembro e 25 de outubro, o Salão de Atos do Memorial da América Latina, localizado ao lado do metrô Barra Funda, abrigará a exposição internacional “Arpilleras: bordando a resistência”, que reúne 37 peças de bordado construídas por mulheres de seis países da América Latina e Europa, com o objetivo de problematizar e transgredir o papel feminino na sociedade. Dessas arpilleras, 25 foram produzidas coletivamente pelas mulheres do Movimento dos Atigidos por Barragens (MAB). As obras foram elaboradas por meio de uma técnica de bordado, conhecida como arpillera, popularizada mundialmente a partir da oposição realizada ao regime militar chileno (1973 - 1990). Na ocasião, mulheres das ...

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    Foto/Reprodução: Odemur Marangoni

    Poesia “o som dos grilhões”

    Por Marcelo Caetano via Guest Post para o Portal Geledés nossos sons vêm de muito, vêm de antes de quando éramos reis e rainhas donos de nossas terras cultuávamos nossos deuses e celebrávamos nossas vidas mas eis que fomos sequestrados, desgarrados do bando pelo mundo éramos tantos e, mesmo depois de separados, permanecemos mais vocês roubaram nosso chão, proibiram nossa fé aprisionaram nossos corpos, desprezaram nossas mentes mas nunca foram capazes de calar nossos gritos porque sempre foi o ritmo o que nos manteve vivos a lembrança dos atabaques, da nossa ancestralidade os sons de um tempo, os sons ainda carregados pelo vento que sopram a memória dos que se foram, dos que vieram obrigados como coisa traficados, nós que fomos pelos navios despatriados, pelos senhores humilhados pelo chicote machucados, pelo Estado abandonados pela pobreza destroçados, pela polícia espancados pelos justiceiros amarrados, pelo genocídio aniquilados nós fomos, pelo ritmo e pela poesia, salvos porque ...

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    Passistas femininas: resistência e autoestima da mulher negra

    Tenho pensado muito sobre o significado de ser passista. Por algum motivo extraordinário as pessoas ficam extremamente surpresas quando descobrem que sou passista de escola de samba. Mas apenas as pessoas que me conhecem nos espaços acadêmicos, de trabalho ou de militância, ou seja, as pessoas que me vêem expressar minhas opiniões e posicionamentos políticos. Para essas pessoas, por mais que elas não digam, ser passista contraria todos esses posicionamentos. Para essas pessoas ser passista é muito pouco ou é inapropriado para quem “tem consciência”. por Monique Britto Eleotério via Guest Post  para o Portal Geledés Ser passista no pensamento dessas pessoas é corresponder a um estereótipo sexualizado da mulher negra, é incentivar o pensamento sexual dos turistas estrangeiros, é se exibir e se vender. E isso é um grande e grave equívoco. As passistas surgem dentro da cultura das escolas de samba como o reconhecimento das mulheres da comunidade que melhor representam a ...

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