terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: Sexismo

    Quando a igreja não discute gênero, ela nega direitos humanos”, diz evangélica

    "O que precisa ser entendido é que gênero e religião combinam", afirma Valéria Vilhena De berço evangélico pentecostal, Valéria Vilhena se incomodou na juventude com as restrições ao corte de cabelo, ao modo de se vestir e de se comportar impostos pela igreja. "Me vi feminista muito cedo", diz a teóloga, que é mestre em ciências da religião e doutora no programa Educação, História da Cultura e Artes, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por Marcelle Souza, para UOL Ao longo da vida, frequentou diferentes templos cristãos, percebeu outras restrições às mulheres e, sem encontrar o seu lugar, decidiu abandonar a igreja, mas não sua fé. Em 2015, fundou, ao lado de outras mulheres, o EIG (Evangélicas pela Igualdade de Gênero), movimento para discutir temas relacionados à violência contra a mulher e à igualdade de oportunidades nas estruturas religiosas. Em novembro de 2016, Vilhena viu sua pesquisa virar notícia, sem crédito, em ...

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    Judith Butler: Quem são os eleitores de Trump?

    Quem são essas pessoas que votaram em Trump, mas quem somos nós que não vimos o seu poder, que não antecipamos isso tudo, que nem sequer imaginávamos que havias pessoas que seriam capazes de votar num homem com um discurso racista e xenófobo? Artigo de Judith Butler. Do Esquerda Há duas perguntas que os eleitores de centro-esquerda nos EUA estão a fazer: quem são essas pessoas que votaram em Trump? E porque é que esse resultado nos apanhou de forma tão desprevenida? A palavra “devastação” é apenas uma primeira forma de expressar o sentimento generalizado que atravessa as pessoas que conheço. Não tínhamos consciência do quão disseminada é a raiva contra as elites, o quão profunda é a raiva de homens brancos contra o feminismo e contra o movimento pelos direitos civis, o quão desmoralizadas muitas pessoas estão à custa da despossessão económica e o quão inebriadas as pessoas estão pelo isolacionismo ...

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    Dafiti coloca à venda uma camiseta que cita “mulher burra” como exemplo de pleonasmo

    A loja online Dafiti está enfrentando uma avalanche de críticas de consumidores na internet após colocar à venda uma camiseta que cita “mulher burra” como exemplo de pleonasmo. no HuffPost Brasil Depois da repercussão negativa, o site retirou o produto de conteúdo sexista do ano. No entanto, diversos consumidores salvaram cópias da peça. Você pode ver abaixo e nesse link aqui.   Na página da loja no Facebook, centenas e homens e mulheres cobram – em diferentes publicações - uma retratação oficial da loja. Veja algumas reações a seguir: Em nota de esclarecimento, a loja online pediu desculpas aos clientes pelo ocorrido: "A Dafiti lamenta o ocorrido e esclarece que não compartilha a mensagem expressa no produto em questão e repudia qualquer tipo de manifestação de preconceito e discriminação. Somos uma empresa comprometida em oferecer a melhor experiência de compra online, por meio de marcas e serviços que promovam ...

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    No Rio, ONU Mulheres promove debates sobre gênero, racismo, maternidade e tecnologia

    Ativistas, pesquisadoras, blogueiras, “youtubers” e artistas agitaram o Museu do Amanhã, na última sexta-feira (28), para celebrar o empoderamento feminino e questionar estereótipos que afetam negativamente as mulheres. Organizado pelo centro cultural, pela ONU Mulheres e outros parceiros, o evento “Por um Planeta 50-50 em 2030: Mulheres do Amanhã” debateu obstáculos ainda existentes à igualdade de gênero. No Blogoosfero A pesquisadora em filosofia política e secretária-adjunta da pasta municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Djamila Ribeiro, alertou que “não se pode pensar gênero sem pensar raça”. “Nos últimos dez anos, aumentou em 54,8% o assassinato de mulheres negras”, disse. A especialista criticou o racismo institucional que atravessa a sociedade brasileira e faz com que pessoas negras se sintam “inadequadas” em determinados espaços — de ensino, lazer e tomada de decisão — majoritariamente ocupados por brancos. Ressaltando que no Brasil mulheres afrodescendentes vivem em contextos com os piores ...

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    Debret, racismo e o estereótipo de princesas se conectam nas curvas do sexismo

    A velocidade da informação que circula nas redes sociais quase não deixa tempo para respirar fundo.  Mas após um dia, o que é eternidade para o universo virtual, consegui reagir e pensar um pouco sobre a conexão temporal entre a polêmica envolvendo a grife Maria Filó; a abertura de uma nova unidade da “Escola de Princesas”; e o desabafo de Michele Obama diante de mais diatribes sexistas de Donald Trump. Essas notícias viralizaram nas redes com mais força, ontem, sexta, 14. Por Cleidiana Ramos, do Flor de Dendê Não consigo entender essa teimosa persistência da hostilidade contra a nossa condição de mulheres. E se o sexismo encontra um de seus companheiros inseparáveis, o racismo, chegamos a situações que me levam a concordar com a frase de um dos agente-máquina do filme Matrix: “ A humanidade é o pior vírus que já atacou esse planeta”. Não é possível que uma espécie cause tanto ...

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    O vestido de uma professora. A avalanche de críticas. E o sexismo nas redes sociais

    Uma professora de Atlanta, na Georgia, recebeu críticas online por usar roupas “sexy demais” no seu trabalho o que, mais uma vez, demostra a forma como os corpos de mulheres negras são constantemente controlados por razões ridículas. Por  Zeba Blay, do  Huffington Post Uma cópia da foto original publicada na conta do Instagram de Brown, já deletada de sua conta. Uma foto da professora da quarta série Patrice Brown viralizou no Twitter e no Instagram em setembro, acompanhado da hashtag #TeacherBae. Na foto acima, Brown está usando um vestido longo ajustado ao corpo. No início as reações foram articuladas exclusivamente em como Brown era atraente na foto, mas uma outra reação surgiu rapidamente, com algumas pessoas do Twitter sugerindo que a professora estava vestida inapropriadamente para a sala de aula. Um usuário cujo nome é @breeNaughtyy disse: “Essa professora fica bem assim, mas esse traje é inapropriado para ensinar crianças ...

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    A combatente curda morta em combate cuja luta contra o Estado Islâmico foi minimizada por conta de sua beleza

    Descrita como a 'Angelina Jolie do Curdistão', pela beleza análoga à da atriz americana, Asia Ramazan Antar não foi apenas vítima das atrocidades do grupo autodenominado Estado Islâmico, mas também, segundo companheiras de luta, de comparações sexistas da imprensa ocidental. Por Jiyar Gol, da BBC  No mês passado, a jovem de 19 anos, natural da cidade de Qamishli, morreu alvo de ataques de militantes do grupo extremista no norte da Síria. Mas, na opinião de seus compatriotas, apesar de ser uma aguerrida combatente, sua personalidade - marcada, segundo suas colegas, por sensibilidade e modéstia - foi minimizada por sua aparência física. Asia era combatente das Unidades de Proteção das Mulheres (YPJ, na sigla em inglês), uma organização militar do Curdistão composta apenas por mulheres. No ano passado, apesar da resistência de grupos religiosos conservadores, combatentes do sexo feminino pressionaram o Curdistão a aprovar leis progressistas que criminalizaram a violência contra as ...

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    Data: 25/01/2011 Editoria: Brasil Reporter: Paola Moura Local: Rio de Janeiro Pauta: Rio lancara bonus para financiar as Olimpiadas Setor: olimpiadas, prefeitura, rio de janeiro, jogos, recursos, bonus Personagem: Prefeito do Rio, Eduardo Paes Fotos: Aline Massuca/Valor

    ‘Vai trepar muito nesse quartinho’, diz Paes ao entregar apartamento

    Imagens, que vem circulando na internet nos últimos dias, ainda não tiveram o local ou a data em que foram feitas precisados no O Tempo  Circula na web desde sexta-feira (26) um vídeo que mostra o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), sugerindo que uma mulher que ganhou um apartamento da prefeitura faça "muito sexo" no local. Em um dos momentos, ao entrar no apartamento, o político pergunta à moradora, identificada apenas como Rita, se ela "vai trepar muito nesse quartinho". O prefeito também pergunta se a mulher é casada, completando em seguida: "Vai trazer muito namorado para cá. Rita, faz muito sexo aqui", continua. Depois da visita, Paes vai para a área aberta do prédio e grita para o público que a moradora "disse que vai fazer muito canguru perneta aqui. Tá liberado. A senha primeiro". Ao final das imagens o político se vira para quem filma ...

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    Mulheres em Série: nova série traz mulheres ‘fora dos padrões’ como protagonistas

    Negras, lésbicas, gordas e transgêneros são personagens ainda raras nas obras audiovisuais mais consumidas atualmente e sua representação é quase inexistente no principal produto do tipo no Brasil: as novelas. Quando aparecem, são tratadas de maneira caricata e jocosa, o que acaba reforçando estereótipos e preconceitos que a nossa sociedade insiste em cultivar. Enviado para o Portal Geledés Na contramão dessa tradição, Mulheres em Série traz, já em seu primeiro episódio, a força das mulheres comuns, os dramas reais e os inúmeros preconceitos que essas protagonistas sentem na pele, como milhares de brasileiras todos os dias. Letícia, por exemplo, a mulher transgênero que sonha em ser mãe, interpretada por uma atriz negra e também transgênero, representa os desafios desse grupo ainda marginalizado em nossa sociedade: segundo pesquisa da Transgender Europe, o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo. Os fantasmas do passado de Madalena, uma figura solitária ...

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    DilmaRousseff

    À CNN, Dilma volta a dizer que sexismo contribuiu para impeachment avançar

    Presidente disse que, quando a classificam como "dura", ela responde que é "uma mulher dura, rodeada por homens fofos, educados, gentis e bondosos" no Diário de Pernambuco A presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar, nesta quarta-feira, que o fato de ser mulher contribuiu para o processo de impeachment ganhar forças e rebateu as críticas de ser "uma mulher dura". Em entrevista à emissora americana CNN, a petista disse que, quando a classificam como "dura", ela responde que é "uma mulher dura, rodeada por homens fofos, educados, gentis e bondosos". No ano passado, em entrevista ao Washington Post, a presidente já havia mencionado sofrer preconceito por ser mulher. Na ocasião, Dilma disse ser vítima de argumentos sexistas. "Você já ouviu alguém dizer que um presidente homem se intromete em tudo? Eu nunca ouvi. Acredito haver um pouco de viés de gênero. Sou descrita como uma mulher dura e forte que põe ...

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    Cartazes contra o feminismo são espalhados em corredores da UFRGS

    Mensagens ofensivas foram fixadas em murais de diretórios acadêmicos. Departamento de História da universidade divulgou nota de repúdio. Alunos e professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, se depararam com cartazes ofensivos e de teor machista pelos corredores, na segunda-feira (11). Eles foram fixados em portas e murais de centros acadêmicos da universidade, principalmente no de História, no campus do Vale, Zona Leste da cidade. Na mesma ocasião, paredes foram pichadas. Um dos textos dizia: “O feminismo não luta pela igualdade de direitos, mas é um movimento político socialista, inimigo da família, que estimula a mulher a largar seu marido, matar seus filhos, praticar bruxaria, destruir o capitalismo e tornar-se lésbica”. No mesmo cartaz, aparece a foto de uma professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), que escreve sobre questões feministas no blog ˜Escreva, Lola, Escreva". Os olhos dela foram alterados e embaixo uma frase ...

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    (Foto: Ayalla Salvador)

    Perfil de uma presidenta em 3D (descompensada, desequilibrada, descontrolada): IstoÉ sexismo e misoginia!

    “Grande imprensa” passa recibo de sua irrefreável queda Por Rosane Borges, do Boi Tempo  É de trivial evidência que a antes chamada “grande imprensa” perdeu, faz tempo, o status de esfera mediadora central, papel desempenhado sem grandes sobressaltos ao longo do século XX. Como já referi em outros artigos, somos testemunhas de que o sistema midiático passou por substantiva mudança de paradigma: da lógica da radiodifusão e de distribuição, que predominou durante todo o século passado, migramos para uma fase em que o controle sobre a produção e a distribuição já não dependem dos grandes conglomerados, permitindo o engajamento efetivo das audiências. Os paradigmas da conexão e da circulação, forjados pelo novo estágio do capitalismo, ganharam aderência irreversível. O velho modelo um-para-todos (poucos veículos distribuindo informação para uma gama abrangente de pessoas) subverteu-se e diversos arranjos tornaram-se possíveis: um-para-um, todos-para-um, com informações brotando de múltiplos focos. Trata-se, sem dúvida, de uma ...

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    O produtor Ryan Lewis e o rapper Macklemore lançam seu segundo disco, 'This unruly mess I’ve made' (Foto: BEN RAYNER / NYT)

    A supremacia branca vai continuar se saindo vitoriosa pelo tempo em que continuarmos calados

    NOVA YORK — A todo tempo, Macklemore & Ryan Lewis são observados de perto. O mais significativo nome do hip hop branco surgido desde Eminem, esse duo de Seattle se tornou um fenômeno pop, uma curiosidade do mundo rap e um para-raios sociocultural em 2012, a partir do single “Thrift shop”, do álbum de estreia “The heist”. Violenta e fora da ordem, a faixa se tornou a primeira de uma série de quatro hits computados no top 15 da Billboard, sendo que dois deles atingiram o topo das paradas. O sucesso do rapper Macklemore (nascido Ben Haggerty) e do produtor Mr. Lewis foi considerado um reflexo da dissolução do centro do hip hop, e o alcance de seus limites mais externos — tínhamos ali um duo de hip hop preocupado em se opor à ostentação e com a igualdade das relações no casamento, uma combinação que se provou palatável para ...

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    Boletim de ocorrência terá espaço para predefinidos para anotação do nome social, orientação sexual e de identidade de gênero

    Desde o dia 1º de janeiro, os formulários dos Registros de Eventos de Defesa Social (REDS), nome atual em Minas Gerais dos antigos boletins de ocorrência, têm campos predefinidos para anotação do nome social, orientação sexual e de identidade de gênero. no R7 Também estão disponíveis novas opções de preenchimento de causa e ou motivação presumidas do crime, que contemplam situações específicas de preconceito por orientação sexual, de preconceito racial, de cor e étnico, de preconceito religioso e de sexismo. As alterações foram implantadas no ambiente digital do REDS pelos técnicos do Centro Integrado de Informações de Defesa Social (Cinds) da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), com base em normas baixadas pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e em orientações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. O objetivo é proporcionar ao setor público e à sociedade um quadro mais preciso da violência relacionada a ...

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    Comentário sexista faz Kátia Abreu jogar vinho na cara de Serra

    Senador tucano entrou na conversa sem ser convidado durante jantar natalino na casa do líder do PMDB, senador Eunício Oliveira, e disse à ministra: "dizem por aí que você é muito namoradeira"; irritada, ela respondeu: "você é um homem deselegante, descortês, arrogante, prepotente. É por isso que você nunca chegará à Presidência da República"; em seguida, jogou o vinho no rosto de José Serra (PSDB-SP) e pediu que ele se retirasse do local no Brasil 247 A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, jogou uma taça de vinho no rosto do senador José Serra (PSDB-SP) durante um jantar de fim de ano realizado na casa do senador Eunício Guimarães (PMDB-CE), no qual também estava presente o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Incidente aconteceu quando a ministra conversava com alguns dos senadores presentes na confraternização. Segundo Kátia, Serra "simplesmente chegou numa roda em que não tinha sido chamado, sem mais nem ...

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    Racismo e sexismo persistem no mercado de trabalho de Salvador

    Segundo o estudo, o rendimento médio da mulher negra foi de R$ 1.705, equivalente a 53,6% do salário de um homem não negro O mercado de trabalho de Salvador e Região Metropolitana está menos excludente, pois aumentou o número de negros entre os ocupados. Mas o racismo e o sexismo permanecem e se refletem na diferença de salários pagos para uma mulher negra e um homem não negro. A conclusão é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que apresentou ontem um recorte por gênero e etnia dos dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Região Metropolitana de Salvador referentes a 2014. De acordo com o estudo, o rendimento médio da mulher negra foi de R$ 1.705, o equivalente a 53,6% do salário de um homem não negro, que teve a maior média mensal, de R$ 2.223. 22 mil negros entraram no mercado de trabalho ...

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    Crianças que já nascem abortadas: Eu abortei, nós abortamos. E eles, abortam todos os dias!

    No mês em que o Brasil comemora o dia das crianças, me inspiro para falar de aborto. Muitos dirão: mas que brincadeira é essa? Bem nessa data tão sagrada! Pois, lhes respondo em alto e bom tom: HÁ MUITAS CRIANÇAS NESSE MUNDO, QUE FORAM OU AINDA SÃO ABORTADAS COTIDIANAMENTE! por Naeli Simoni de Castro via Guest Post para o Portal Geledés Foto: Zave Smith/Getty Há uma questão que intriga nessa história do aborto e na imputação da responsabilidade da ação às mulheres, melhor dizendo, na impossibilidade da mulher de não fazer, assim resta a única via possível: a obrigatoriedade da ação – ABORTAR clandestinamente. Porque o aborto se torna tão condenável, mas ao mesmo tempo presente e aplicado de diversas maneiras? Abortar pode ser entendido também como fazer falhar, interromper, tolher o sucesso, frustar, malograr (HOUAISS). São sob esses signos que as mulheres vivem cotidianamente, assim fico a pensar que: A legalização do ...

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    Fundadora do Tinder cria app feminista de paquera, ‘sem fotos nus indesejadas’

    Mulheres que usam sites ou aplicativos de paquera costumam reclamar de homens que lhes enviam fotos de suas genitálias - sem que elas tenham pedido. Por Regan Morris, do BBC Whitney Wolfe, cofundadora do aplicativo Tinder, quer que sua nova empreitada rompa esse ciclo e coloque fim ao assédio que as mulheres sofrem online. A empreendedora de 26 anos descreve sua start-up, chamada Bumble, como "um app feminista de paquera", em que homens acabam sendo mais educados, porque são as mulheres que dão o primeiro passo. Cabe apenas à mulher escolher com quais potenciais parceiros haverá contato - as restrições no app impedem os homens de iniciar conversas. Segundo Whitney, isso diminuiu consideravelmente "o comportamento abusivo e o assédio" entre os usuários do aplicativo e criou um ambiente mais igualitário no mundo da paquera virtual. "Em todos os outros aspectos da vida de uma mulher, estamos lidando com as nossas vidas ...

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    De pistola e cassetete, ele me encurrala na parede: assédio nosso de cada dia

    Todo o dia encontrava com eles. Sempre me preocupei em olhá-los e vê-los para além daquele traje de trabalho, aquela farda, ou a vassoura na mão. Olhar aqueles olhos por debaixo da boina ou do chapéu. Principalmente eles, tão invisibilizados, estigmatizados na sociedade elitista. Uns mais simpáticos outros recatados, mas sempre nos caía bem um “Bom dia. Tudo bem? Como passou de final de semana?” por Naeli Simoni de Castro via Guest Post para o Portal Geledés Nesse dia não foi diferente: período de férias, faculdade vazia, poucos funcionários. Cumprimentei porteiro, falei “oi” pra segurança e segui corredores adentro. Meio do caminho segurança me alcança: “Tá indo pra aquele lado?” “Sim, estou indo ao banco”, respondi. “Vamos juntos, também estou” - completou. Não haveria porque me preocupar: Sorriso doce, olho brilhante e sempre pronto a um “bom dia” eram suas características. Então seguimos lado a lado naquele corredor cujo silêncio ecoava, às 14 horas ...

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    African businesswoman making stop sign isolated on a white background. Looking at camera

    5 profissões proibidas para mulheres em diferentes países

    Um recente relatório do Banco Mundial analisou as condições de trabalho e as leis trabalhistas ao redor do mundo e percebeu algo que é realmente inacreditável: ainda em 2015, alguns países do globo proíbem as mulheres de exercerem certas profissões. Confira, a seguir, quais são algumas dessas ocupações! por De Priscila Doneda no M de Mulher Garçonete em Bar (Dubai) Mesmo sendo um dos maiores centros mundiais de negócios, Dubai, um dos Emirados Árabes, ainda aplica, cotidianamente, esse tipo de preconceito. Embora não seja oficialmente uma lei, lá, as mulheres são proibidas de trabalhar como garçonetes em bares. E os donos dos estabelecimentos alegam que o motivo é o grande assédio que elas sofrem de seus clientes. É, eles precisam mesmo conhecer algumas ideias de como o mundo seria melhor se não houvesse assédio... Controlador de velocidade de trem (Rússia)       Dá para acreditar que, na Rússia, as mulheres ...

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