terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: umbanda

    Casa de Culto Dambala Kuere-Rho Bessein é um dos terreiros tombados em São Paulo Foto: Google Street View/Reprodução

    Condephaat tomba cinco terreiros de religiões de matriz africana

    Centros culturais e casas de culto ficam na cidade de São Paulo e na região metropolitana; conselho também decidiu registrar o Santuário Nacional da Umbanda como patrimônio cultural imaterial Por Priscila Mengue, do  O Estado de S.Paulo Casa de Culto Dambala Kuere-Rho Bessein é um dos terreiros tombados em São Paulo Foto: Google Street View/Reprodução O tombamento de cinco casas de religiões de matriz africana da capital e da região metropolitana de São Paulo foi aprovado em reunião no dia 28 de janeiro.  A decisão foi tomada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat). Também foi determinado o registro do Santuário Nacional da Umbanda, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, como patrimônio cultural imaterial do Estado. O estudo de tombamento foi aberto no ano passado após a criação do grupo do trabalho “Territórios Tradicionais de Matriz Africana Tombados de SP”, que reuniu lideranças religiosas e representantes do ...

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    Esclarecer para tolerar

    A intolerância, assim como o racismo, é um fenômeno social construído com o objetivo de cercear os direitos do outro Por Ivanir dos Santos Do O Dia Ivanir dos Santos Comemoramos ontem o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Instituída em 27 de dezembro de 2017, sobre a Lei 11.635, a data rememora o falecimento da yalorixá Mãe Gilda, do terreiro Axé Abassá de Ogum, na Bahia. A sacerdotisa faleceu no dia 21 de janeiro de 2000, após ser acusada de charlatanismo e ver a sua casa ser atacada por motivos de ódio e intolerância religiosa. Diante dos trágicos fatos, buscamos, a cada ano, rememorar Mãe Gilda com demonstrações de respeito, tolerâncias, hombridade e alteridade. Mas, pensando nos múltiplos casos de intolerância religiosa que vêm crescendo assustadoramente na sociedade brasileira e, principalmente no Estado do Rio de Janeiro, os organizadores do livro 'Intolerância Religiosa no Brasil: Relatório e Balanços', em ...

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    Rio de Janeiro registrou 800 atendimentos de intolerância religiosa em 2017

    Média é de dois casos por dia. Intolerância contra o candomblé, umbanda e outras religiões de matriz africana correspondem a 71,5% dos atendimentos. Por Ricardo Abreu e Guilherme Ramalho no G1 Um levantamento do Ministério dos Direitos Humanos mostra que o Estado do Rio de Janeiro registrou 800 atendimentos de intolerância religiosa só no ano passado. A média é de dois casos por dia e, na maioria das vezes, as vítimas são praticantes de religiões de matriz africana. Os tipos de intolerância mais praticados são discriminação, depredação, difamação e invasão. Praticantes do Candomblé, Umbanda e outras religiões de matriz africana correspondem a 71,5% dos atendimentos. Já os católicos correspondem a 9%, evangélicos 6%, e islâmicos, 3%. Desde 2011, quando as denúncias puderam começar a ser feitas por telefone, os episódios registrados aumentaram a cada ano. Em 2011, por exemplo, foram registradas 15 denúncias. Em 2012, o número aumentou para 109 ...

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    Umbandistas comemoram decreto que torna a religião patrimônio cultural do Rio

    Às vésperas do Dia Nacional da Umbanda, celebrado dia 15 de novembro, religiosos de matriz africana comemoram nesta terça-feira o decreto assinado pelo prefeito Eduardo Paes, que reconhece a religião como patrimônio cultural do Rio. Além de valorizar a herança de matriz africana na cidade, a prefeitura, através do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, também vai realizar um mapeamento dos templos religiosos da religião. Por Clarissa Monteagudo, do Extra  Presidente da Muda, Marco Xavier faz campanha nas redes sociais para terreiros se unirem contra intolerância Foto: Darlei Marinho / Extra - Cidade O intuito é estimular políticas públicas de valorização da diversidade religiosa na cidade. O primeiro terreiro cadastrado foi a Tenda Espírita Vovó Maria Conga de Aruanda, no Estácio. Em comunicado, uma das lideranças da religião no estado, o presidente Movimento Umbanda do Amanhã, Marco Xavier, enfatiza a importância de reconhecer e valorizar a importância cultural da matriz afro para ...

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    Terreiros de umbanda e candomblé serão legalizados em mutirão

    Há uma energia conectando os terreiros de umbanda e candomblé da região. Uma vontade que está levando os espaços à luz da legalidade. E os religiosos e seus orixás não estão sozinhos nisso: a Alerj, a Defensoria Pública e a UFF se reuniram em torno da missão de documentar todas as mais de mil casas de Niterói e São Gonçalo. Os processos serão realizados gratuitamente. Por Wilson Mendes Do Extra — Os benefícios vão além do desconto no IPTU. Você fica amparado em situações de violência, por exemplo, e tem fixado seus direitos e deveres bem claros. Além de fortificar a religião, fazendo parte das estatísticas — enumera o babalorixá Bira T’Omolu, que tem barracão no Jardim Catarina há 30 anos, legalizado em 2010. A missão é antiga. Bira já fala da necessidade de apoiar os terreiros desde 2006, em parte pela própria experiência. Mas foi um filho de santo dele, ...

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    Rio de Janeiro - Acontece hoje (2) a tradicional homenagem à Yemanjá, no centro da capital fluminense

    Comitê olímpico insiste em deixar umbanda e candomblé fora do centro ecumênico

    Apesar da recomendação do Ministério Público para ampliar as religiões representadas no centro ecumênico dos Jogos Olímpicos, o Comitê Organizador Rio 2016 não vai contemplar religiões de matriz africana, como umbanda e candomblé. Por Marcella Fernandes, do Brasil Post                O locai vai oferecer cerimônias do cristianismo, islamismo, judaísmo, hinduísmo e budismo das 7h às 22h, com rituais em português, espanhol e inglês. Ao todo, mais de 10 mil atletas olímpicos e 4 mil paralímpicos de 200 países ficarão abrigados na Vila Olímpica. Em 6 de julho, o Ministério Público Federal recomendou ao presidente do comitê, Carlos Arthur Nuzman, que revisse a medida. Ele tinha o prazo de cinco dias para responder, o que não aconteceu. O comitê também não se reuniu com a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. “O Brasil conta com mais de 588 mil adeptos de religiões de matriz africana, sendo que o estado do Rio ...

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    Por que a religiosidade de origem africana volta a fascinar?

    A espiritualidade rica em africanidade nos devolve anseios de reconciliação e respeito pelos mortos que continuam vivos Por Juan Arias Do El País O teólogo da libertação Leonardo Boff, vítima do dogmatismo do Vaticano, que o condenou ao silêncio, me contou que, quando morava no Rio de Janeiro, costumava ir todas as manhãs ao parque da Tijuca, e fazia sua meditação abraçado a uma árvore para receber dela sua força espiritual. Era fascinado pela religiosidade africana, tão próxima da vida natural. Foi também ele que, quando aterrissei no Brasil, me explicou que eu deveria me despojar de minha rigidez europeia para entender que um brasileiro pode ir a uma missa católica pela manhã, à tarde a uma sessão espírita e à noite frequentar um terreiro de umbanda. Tudo isso porque a espiritualidade brasileira foi moldada em grande parte pelas religiões africanas abertas à pluralidade, trazidas pelos quatro milhões de escravos que ...

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    Ancestralidade: Agô meus Pretos Velhos

    Durante o período escravocrata da história brasileira, os escravos domésticos tinham um tratamento menos cruel em relação aos que trabalhavam fora da "Casa Grande". As amas- de- leite, ainda que na condição de escravas, criavam vínculos de afetividade, surgindo, assim, a forma peculiar e carinhosa com que a nossa literatura, embora de maneira romantizada, registra a presença da "Mãe Preta". Estas mulheres amamentaram e salvaram a vida de incontáveis "sinhozinhos". Enviado por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite via Guest Post para o Portal Geledés Zelando pelo o sono dos filhos do seu senhor, ao perceber a indesejável presença de alguma doença, utilizavam-se de benzeduras e rezas a seus orixás, principalmente, quando se esgotavam as possibilidades de cura pela Medicina tradicional. Estas práticas eram comuns, embora a Igreja considerasse a religiosidade do escravizado pura superstição e ligada a espirítos malignos. Atualmente, as pretas velhas prestam o seu trabalho fraterno, no campo espiritual, nos milhares de terreiros de matriz africana espalhados pelo ...

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    Faith No More: novo visual é inspirado na umbanda brasileira

    Os caras do Faith No More se preparam para duas apresentações no Brasil neste mês de setembro, uma no dia 24 em São Paulo e, no dia seguinte, no festival Rock in Rio. Da Radio Rock A banda foi entrevistada pelo jornalista Jorge Pontual, da Rede Globo, e confessou adorar a cultura brasileira, tanto que o visual que é levado atualmente aos palcos, com roupas brancas, é uma homenagem à umbanda brasileira. Sobre o show que irão apresentar por aqui, o grupo disse que terá rock experimental, porque os brasileiros gostam disso, citando influências como a nossa Bossa Nova. Confira a entrevista divulgada pelo site do “Jornal da Globo” clicando AQUI.

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    Religiões de matriz africana sofrem perseguição em comunidades cariocas

    Estudo aponta existência de 847 terreiros no estado, dos quais 430 sofreram atos de discriminação e 132 foram atacados; "há pastores evangélicos convertendo líderes do tráfico e os usando para expulsar os terreiros", diz antropólogo Por: Brian Mier no, Opera Mundi  Recentemente, uma bomba foi jogada dentro de um terreiro em Porto Alegre. Não foi um evento isolado. Ataques contra praticantes das religiões de matriz africana estão aumentando em todo o país. Uma das situações mais graves acontece no Rio de Janeiro, onde, em muitas favelas, igrejas evangelizaram os chefes do tráfico e os pressionam a acabar com terreiros e outras manifestações da cultura afro-brasileira nessas comunidades. Um estudo da PUC-Rio e do governo do estado aponta a existência de 847 terreiros no Estado. Desse montante, 430 sofreram atos de discriminação e 132 já foram atacados por evangélicos. Certa noite, eu estava em um baile funk, dentro de uma comunidade controlada pelo tráfico, ...

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    Jovens de religiões afro-brasileiras dão continuidade à tradição ancestral

    Jovens de religiões afro-brasileiras dão continuidade à tradição ancestral

    Para sacerdotes, renovação assegura disseminação da cultura e redução do preconceito por Dandara Tinoco ‘A nossa função é fazer as pessoas entenderem que a religião não é uma coisa de outro mundo’, afirma pai Dario Firmino RIO - George Rômulo Pereira Silva era ainda um pré-adolescente quando o jogo de búzios determinou: o menino herdaria o Asé Ilê Yamin, terreiro instalado em Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias, da bisavó, mãe Regina de Iemanjá, morta aos 95 anos, em 2009. O legado recebido pelo jovem pai de santo é dar continuidade à tradição da família Bangbosé, que teria chegado da África dois séculos atrás. Com 15 anos, George simplifica a descrição da tarefa: - Foi bom pensar que tudo a que ela se dedicou não seria jogado fora. Fundamentados na cultura ancestral, candomblé e umbanda também se renovam. Os jovens de até 29 anos adeptos das religiões afro-brasileiras eram quase ...

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    As religiões afro conquistam a classe média

    As religiões afro conquistam a classe média

    Paula Rocha Os cultos de matriz africana, como a umbanda e o candomblé, atraem cada vez mais a população escolarizada do País Em uma noite fria na cidade de São Paulo, um grupo composto por advogados, engenheiros, médicos e empresários se reúne em um salão amplo e bem iluminado no segundo andar de um prédio, na zona leste da capital. Vestidos de branco e carregando flores e velas, cada um deles está ali por motivos distintos, mas com um objetivo em comum: louvar os orixás – divindades africanas – e oferecer seus corpos como “casa” temporária para espíritos de caboclos e outras entidades. Esse ritual, ou “gira” na linguagem da umbanda, acontece quinzenalmente ao som de tambores e cânticos e sob a orientação do médium Rubens Saraceni, sacerdote umbandista. Além das profissões de prestígio dos frequentadores, outro detalhe chama a atenção: entre os mais de 200 médiuns, de ambos os ...

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    Prêmio sobre Patrimônio Cultural Negro prorroga inscrições

    Estão abertas, até o dia 19 de julho, as inscrições para o Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Patrimônio Cultural Negro   De acordo com o edital, o prêmio vai distribuir R$ 1 milhão, sendo dez prêmios no valor de R$ 40 mil e R$ 25 mil, no valor de R$ 24 mil à iniciativas que valorizem o patrimônio desses povos. A proposta é reconhecer ações de preservação, valorização e documentação relacionados as comunidades de matriz africana. As iniciativas serão avaliadas conforme sua originalidade, excepcionalidade ou caráter exemplar, que mereçam divulgação e reconhecimento público. De acordo com Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares (DPA/FCP), a iniciativa está na linha de esforços do governo federal para a promoção de políticas públicas pelo desenvolvimento sustentável dessas comunidades. “Para que esse ...

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    Juiz revê decisão e diz que candomblé e umbanda são religiões

    Juiz Eugênio Rosa de Araújo admite o erro e reconsidera decisão, mas vídeos considerados ofensivos às crenças africanas não serão retirados do YouTube Do Opinião e Noticia O juiz da 17ª Vara da Fazenda Federal do Rio de Janeiro, Eugênio Rosa de Araújo, reviu na última terça-feira, 20, a sentença em que havia declarado que o candomblé e a umbanda eram cultos e não religiões. A mudança foi divulgada em nota pela assessoria de imprensa da Justiça Federal do Rio. No texto, o magistrado admite o erro e modifica parte do conteúdo da sentença, afirmando que “o forte apoio dado pela mídia e pela sociedade civil demonstra por si só e de forma inquestionável a crença no culto de tais religiões”. Eugênio Rosa foi duramente criticado por sua declaração inicial que, segundo entidades ligadas à cultura africana, reafirmava estereótipos, preconceitos e racismo. Na sentença inicial o juiz alegou que, para ...

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    Juiz Eugênio Rosa de Araújo volta atrás e agora considera candomblé e umbanda como religiões

    Em nota, Eugênio Rosa de Araújo admite ‘forte apelo dado pela mídia e pela sociedade civil’ RIO - O juiz da 17ª Vara de Fazenda Federal do Rio de Janeiro, Eugênio Rosa de Araújo, reviu os fundamentos da sentença em que havia declarado que candomblé e umbanda não se tratam de religiões e sim de cultos. A mudança de postura foi anunciada no início da noite desta terça-feira (20) em nota divulgada pela assessoria de imprensa da Justiça Federal do Rio de Janeiro. No texto em que admite o erro e modifica parte do conteúdo da sentença, ele afirma que “o forte apoio dado pela mídia e pela sociedade civil, demonstra, por si só, e de forma inquestionável, a crença no culto de tais religiões”. Eugênio Rosa, que havia sido alvo de pesadas críticas pela declaração inicial, reforça que está promovendo uma “adequação argumentativa para registrar a percepção deste Juízo ...

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    Nei Lopes

    Religiões afro-brasileiras, uma questão filosófica – por Nei Lopes

    O juiz Eugenio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio de Janeiro, rejeitou a retirada da internet de 15 vídeos contra o candomblé e a umbanda, alegando que os cultos afro-brasileiros “não constituem religião”, pois não se baseiam em apenas um livro nem têm apenas um deus. Os vídeos foram postados por representantes de igrejas evangélicas. No artigo abaixo, o escritor Nei Lopes explica os fundamentos dos cultos de origem africana e seu caráter religioso. Em junho de 1993, a Suprema Corte dos Estados Unidos garantiu aos praticantes de cultos de origem africana o direito de sacrificar animais em suas cerimônias religiosas. Esse relevante fato histórico deveu-se, certamente, à articulação das casas de culto de origem cubana estabelecidas no país a partir da década de 1950, as quais na década de 1970 já tinham, entre si, a Church of The Lukumi Babalu Ayé, a qual se propunha, quando ...

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    Há ofensa e fundamentalismo na decisão contrária à umbanda e ao candomblé

    Para Justiça Federal do Rio, candomblé e umbanda deveriam ter um texto sagrado como fundamento e venerar a uma só divindade suprema por Jean Wyllys A intolerância religiosa e os preconceitos em relações ao candomblé e à umbanda sempre infiltraram os poderes da República e as instituições do Estado que se pretende laico. E talvez pelo fato de essa infiltração ter sido sempre negligenciada, apesar dos seus efeitos nocivos, ela tenha feito desabar um cômodo do Judiciário: a Justiça Federal do Rio de Janeiro definiu que umbanda e candomblé "não são religiões". Tal definição - que mais se parece com uma confissão pública de ignorância - se deu em resposta a uma decisão em primeira instância do  Ministério Público Federal que solicitou a retirada, do Youtube, de vídeos de cultos evangélicos neopentecostais que promovem a discriminação e intolerância contra as religiões de matriz africana e seus adeptos, já que o Código ...

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    Eugenio Rosa de Araújo

    MPF recorre de decisão da Justiça que não reconhece umbanda e candomblé como religiões

    o juiz Eugenio Rosa de Araújo RIO - O Ministério Público Federal (MPF) do Rio recorreu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) contra uma decisão em primeira instância da Justiça Federal que não reconhece crenças afro-brasileiras como religiões. No começo deste ano, o MPF entrou com uma ação pedindo que fossem retirados do YouTube, pela Google Brasil, vídeos considerados ofensivos a umbanda e candomblé. Um dos vídeos mostra a entrevista de um "ex-macumbeiro, hoje liberto pelo poder de Deus". Ao negar o pedido, porém, o juiz Eugenio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, argumentou que“manifestações religiosas afro-brasileiros não se constituem religião”. A decisão diz ainda que essas práticas não contêm traços necessários de uma religião. O Ministério Público já reapresentou a ação, criticando as afirmações do magistrado. O juiz responsável afirmou na sentença que umbanda e candomblé "não contêm os traços necessários de uma religião a ...

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    Justiça Federal define que cultos afro-brasileiros, como a umbanda e candomblé, não são religião

    A Justiça Federal no Rio de Janeiro emitiu uma sentença na qual considera que os cultos afro-brasileiros não constituem religião e que “manifestações religiosas não contêm traços necessários de uma religião”.   por Tiago Chagas   A definição aconteceu em resposta a uma ação do Ministério Público Federal (MPF) que pedia a retirada de vídeos de cultos evangélicos que foram considerados intolerantes e discriminatórios contra as práticas religiosas de matriz africana do YouTube. Leia Também: Juiz revê decisão e diz que candomblé e umbanda são religiões O juiz responsável entendeu que, para uma crença ser considerada religião, é preciso seguir um texto base – como a Bíblia Sagrada, Torá, ou o Alcorão, por exemplo – e ter uma estrutura hierárquica, além de um deus a ser venerado. A ação do MPF visava a retirada dos vídeos por considerar que o material continha apologia, incitação, disseminação de discursos de ódio, preconceito, intolerância ...

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    Candomblé, Umbanda e evangélicos unidos

    Interlocutor da CCIR, babalawo Ivanir dos Santos, avalia que fiéis de religiões diferentes se tornaram mais tolerantes Pela primeira vez nos últimos 14 anos, líderes do Candomblé, da Umbanda e da Igreja Evangélica Neopentecostal se reúnem em um mesmo evento. Organizado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), o show Cantando a Gente se Entende trará bandas de várias religiões para celebrar a convivência entre os credos e a liberdade religiosa. O evento marca as comemorações do Dia Nacional da Liberdade Religiosa, celebrado ontem e criado em homenagem à sacerdotisa do Candomblé Gildásia dos Santos. Ela foi vítima de perseguição por uma Igreja Neopentecostal e enfartou, em 2000, ao ser acusada de charlatanismo. Nos últimos anos, o interlocutor da CCIR, babalawo Ivanir dos Santos, avalia que fiéis de religiões diferentes se tornaram mais tolerantes, mas que, institucionalmente, igrejas ainda são hostis a segmentos religiosos de matriz africana, principalmente. "Satanizam ...

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