quinta-feira, agosto 6, 2020

    Tag: angolanos e suas lutas

    Foto: Pluma

    Escritor e músico angolano Kalaf Epalanga participa de bate-papo em Ermelino Matarazzo

    Para quem julga que o Brasil está culturalmente alinhado a países da América do Norte ou mesmo a nações da União Europeia, é possível dizer, sem exageros, que a nossa terra e o continente africano estão muito mais ligados do que se imagina. Inclusive, essa relação é ainda mais intensa com a África lusófona. Por Amauri Eugênio Jr., da Tide Setubal  Foto: Pluma O escritor e músico angolano Kalaf Epalanga comprova esta lógica. O artista, que fez um tour pelo Brasil na metade deste ano, quando participou da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) e compareceu à abertura do Circuito Literário nas Periferias (CLIPE), quando falou sobre a sua trajetória na Biblioteca Mário de Andrade, está de volta ao país para mostrar que aqui e o seu país natal têm muito mais em comum do que a língua portuguesa. Em 4 de outubro, Epalanga, que vive ...

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    Foto- DW:J.Carlos

    Domingos da Cruz: “Silêncio sobre racismo terá sido uma opção política”

    Em Angola, não se fala muito sobre o problema do racismo. O investigador Domingos da Cruz escreveu um novo livro sobre o tema e espera despoletar o debate. no DW Foto- DW:J.Carlos Ainda é tabu falar sobre racismo em Angola. O tema já foi cantado por músicos como Yanick Afroman, rapper angolano que não foi visto com bons olhos quando lançou a música "Realista", em 2010. "Eu não sou racista, sou realista. Mwangolé precisa de uma lição de moral para se libertar da escravidão mental", canta o rapper. Mas o assunto dificilmente é abordado publicamente. O caso do fotógrafo e ativista Hossi Sonjamba, que diz ter sido expulso de um restaurante na Ilha de Luanda em agosto do ano passado, alegadamente por motivos racistas, foi um dos poucos comentados. "Foram momentos deploráveis, foram momentos injustificáveis, foram momentos difíceis de gerir... A pressão social, todo aquele debate à volta do tema, ...

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    Israel Campos: Imagem Sapo

    Jovem angolano vence competição de escrita na Inglaterra

    Israel Campos sagrou-se vencedor na categoria de “Artes e Humanidades” com o artigo “Nós estamos aqui porque vocês estiveram lá” que faz uma reflexão em torno do colonialismo e os impactos nas sociedades actuais. A iniciativa é promovida pela Independent Schools Association. no  Sapo Israel Campos: Imagem Sapo Com mais de 250 participantes, a competição deste ano viu um trabalho maravilhosamente imaginativo e instigante em todas as categorias, refere a nota de imprensa enviada ao SAPO. Sobre o artigo vencedor, o júri da competição, John Goddard, fez saber: “O colonialismo e suas conseqüências são o tema do artigo vencedor nesta seção. Israel Campos intitula seu artigo "Nós estamos aqui porque vocês estiveram lá". Israel escreve com paixão e discernimento sobre o racismo, um legado duradouro do colonialismo. Israel comenta: "Falar do passado colonial e seus efeitos nas vidas dos colonizados é falar inquestionavelmente sobre o racismo ...

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    Imagem: Voaportugues

    Como é a vida dos africanos que estudam em Itália?

    Em entrevista à Voz da América, Jovani Fernandes, estudante de Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade de Florença, disse que estudar em Itália não é fácil. no Voaportugues “Isso porque é um país onde o nível de racismo é muito alto e, na maioria dos casos, isso dificulta a integração do estudante estrangeiro, nesse caso africano, aqui no território italiano”. Imagem: Voaportugues Segundo Fernandes, o estudante africano não tem acesso a muitas coisas, entre elas o trabalho part-time. Ele explica que não há muitas oportunidades e quando há, não são contratados simplesmente por serem negros, ou como os italianos dizem “di colore”. Fernandes diz que o número de estudantes africanos em Florença está a aumentar, devido à alta qualidade de ensino oferecida pelas universidades italianas. Ele está em Florença há três anos e lembra que antes de sair de Angola pensava que tudo era óptimo em ...

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    Angolanos e brasileiros pintam “resistência negra”

    Artistas de Angola e  do Brasil  participam de 28 deste mês a 2 de Agosto, na criação de no-vas pinturas na Serra da Leba, a iniciativa visa promover o intercâmbio cultural entre os dois povos. Do Jornal de Angola Projecto por objectivo criar espaços de trocas de experiências entre nacionais e estrangeiros Fotografia: Edições Novembro A actividade faz parte do projecto “África e a Diáspora - Novas Conexões”, lançado no Brasil, conta com a presença de grafiteiros do estado da Bahia, Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz, e dos angolanos Thó Simões, Nunes Simões e Manuel Rafa. O projecto “Murais da Leba” visa relançar o turismo cultural na região sul do país, através de artes plásticas, conta com a participação de dois artistas do Namibe e da Huíla. Durante cinco dias, os grafiteiros do Estado da Bahia e os angolanos envolvidos no projecto Murais da Leba ...

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    Jornalista e ativista angolano Rafael Marques vence prémio Herói da Liberdade de Imprensa

    O jornalista Rafael Marques de Morais, que tem “enfrentado décadas de assédio e processos jurídicos por revelar a corrupção e os abusos de direitos humanos” em Angola, foi distinguido com o prémio 70º Herói Mundial da Liberdade de Imprensa do Instituto Internacional da Imprensa (IPI) Do Expresso  Foto: TIAGO MIRANDA O jornalista e ativista angolano Rafael Marques venceu o prémio 70º Herói Mundial da Liberdade de Imprensa (World Press Freedom Hero 2018) , anunciou esta terça-feira o Instituto Internacional da Imprensa (IPI). “Apesar da repressão sistemática dos meios independentes em Angola, Rafael Marques tem conseguido – correndo grande risco pessoal – fazer incidir uma luz no abuso de poder ao nível mais elevado com coragem e persistência”, pode ler-se num comunicado enviado às redações. O IPI sublinha que Rafael Marques tem “enfrentado décadas de assédio e processos jurídicos por revelar a corrupção e os abusos de direitos humanos” em Angola, ...

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    Autoridades consideram violência contra a mulher o direito humano mais violado em Angola

    Angola registou 62.000 casos de violência doméstica contra a mulher em 2016, situação considerada pelas autoridades governamentais angolanas "o direito humano mais violado" no país, ao qual se segue a "alta taxa de mortalidade materno-infantil". Do Angola24Horas A situação foi descrita hoje pela diretora nacional dos Direitos Humanos em Angola, Ana Celeste Januário, que falava na abertura das terceiras Jornadas da Cidadania, organizada para assinalar os 20 anos da organização não-governamental Mosaiko Instituto para a Cidadania. "Se me perguntarem neste momento qual é a situação pior, o direito mais violado em Angola em matéria dos direitos humanos, olhando para esses dados, efetivamente teríamos de olhar e considerar a situação das mulheres, a par da alta taxa de mortalidade materno-infantil", disse Ana Celeste Januário. Para a responsável, a violência contra a criança constitui igualmente preocupação no quadro dos direitos humanos. "As mulheres são o grupo que de alguma forma merece uma ...

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    Angola celebra 56 anos da independência e início da disputa eleitoral

    Angola comemorou no último fim de semana o início da luta pela independência, em 4 de fevereiro de 1961, com o olhar posto na luta contra a pobreza e pelo desenvolvimento. O ataque com machados aos quartéis da polícia política portuguesa, há 56 anos, desencadeou a luta contra o colonialismo, que se viu coroada em 11 de novembro de 1975. Do Vermelho   Os preparativos para recordar a data patriótica colocaram ênfase na formação das novas gerações, as que por lei da vida deverão levar adiante o processo que iniciaram os nacionalistas há quase seis décadas. O Buró Político do Comitê Central do partido que está no governo, Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), pediu que se aproveite a data para impulsionar a construção de um futuro de paz, de harmonia e de progresso econômico e social no país. Angola deve promover o desenvolvimento sustentável, garantindo a inclusão econômica ...

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    Angolano morto a tiro no Brasil, à frente da filha de três anos

    Walter Etna Duvall (na foto), angolano residente no Brasil há cerca de três anos, foi mortalmente baleado à porta de casa, no estado brasileiro do Pará. O crime aconteceu na passada terça-feira, 27, diante da filha de apenas três anos. no Novo Jornal De acordo com a Polícia Civil brasileira, que investiga o crime, Walter Etna Duvall, de 34 anos, poderá ter sido assassinado por causa dos textos que publicava num blogue pessoal, cujo conteúdo era marcadamente crítico em relação à gestão do município de Abel Figueiredo, situado no sudeste do estado do Pará. Conhecido pela veia contestatária, Walter escreveu artigos sobre a falta de pagamento dos trabalhadores municipais de Abel Figueiredo, bem como sobre algumas disfuncionalidades do município, nomeadamente na área da Saúde e Segurança. Casado com uma brasileira e pai de duas meninas, Walter foi alvejado diante da filha mais velha, de apenas três anos, numa momento em que ...

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    Fusão do jazz com kuduro em “The Coréon Experiment”

    Coréon Dú lançou em 2010, o seu CD de estreia “The Coréon Experiment” com as participações de André Mingas, Filipe Mukenga, Filipe Zau, DJ Manya, Matias Damásio, Simmons Massini, Wyza, Heavy C, e Jeff Brown. O CD “The Coréon Experiment” desdobra-se por vários géneros musicais que vão desde a pop music, semba, jazz, pop, funk, bossa-nova, e rock, passando pelo afro-beat, lounge e ritmos latinos. Em 2011, Coréon Dú foi o responsável pela direcção criativa, selecção do repertório e produção executiva do CD “Marcas de Angola, angolan sound experience”. No CD “Marcas de Angola”, Coréon Dú interpretou os temas, “Kibolobolo” e “Felicidade”, a última um clássico do Kuduroda autoria do Sebem, inaugurando de forma revolucionária, um processo de introdução de harmonias típicas do jazz, num género musical essencialmente rítmico, o kuduro. Em “Kaputo muángolê”, Coréon Dú reviveu a época das canções da guerrilha do tempo do seu pai, José Eduardo ...

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    Lopito Feijóo fala sobre literatura africana na casa de cultura do Campo Limpo dia 22/09

    O escritor Lopito Feijóo encontra-se no estado brasileiro de São Paulo onde vai participar de duas conversas sobre literaturas africanas na festa literária da zona Sul, que decorre naquela cidade desde o passado dia 12 até o próximo sábado. no Jornal da Angola Na casa de cultura do Campo Limpo, o escritor angolano aborda numa primeira mesa, “A actualidade literária nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) e amanhã no mesmo local, às 18 horas, a conversa tem como tema “Os escritos afro brasileiros,  a literatura dos PALOP e o seu enquadramento  no continente africano”. A festa literária da zona Sul de São Paulo, sob o lema “Gente que lê une e transforma”, acontece em todos os meses de Setembro e nesta edição conta com a participação de renomados intelectuais e artistas da América Latina, do Brasil e do continente africano. A iniciativa comporta várias actividades como conversas e ...

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    Livro “Áfricas Ocultas” gera debate em Luanda

    O Centro Cultura Brasil-Angola promoveu um debate em torno dos desafios da nova produção da literatura contemporânea africana, durante o projecto “Café Literário”, com o escritor Gabriel Ambrósio. por Kátia Ramos no Jornal de Angola Durante o debate, no qual o escritor apresentou o livro “Áfricas Ocultas”, Gabriel Ambrósio afirmou ter feito uma investigação profundo sobre as várias realidades africanas no período em que frequentava os estudos, transcrito as conclusões da pesquisa nas 266 páginas do livro.   Para o escritor, a maior ambição do livro é de incentivar os leitores a importarem-se com as tradições africanas, no sentido da mesma servir de estudo e desta forma manter o legado deixado pelos nossos antepassados. Gabriel Ambrósio, manifestou o seu descontentamento pelo facto do Continente africano ser um gigante desconhecido na Europa, Ásia e outras parte do mundo em que já viajou. Para o autor, “Áfricas Ocultas” aborda vários aspectos sócio-religiosos do ...

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    Indira Lourenço, designer angolana, expões coleção artística em Nova Iorque

    Quatro peças de mobiliário artístico, com ênfase para detalhes da cultura africana, da artista angolana de belas artes Indira Lourenço estão expostas desde terça-feira à noite e vão até 2 de Agosto, na conceituada loja de mobiliário BoConcept, em Nova Iorque, Estados Unidos da América. no Angop Esta é a primeira exposição da angolana, que se estreia com a “colecção 45 graus”, com peças únicas. Com ênfase para a arte num contexto social, moda e funcionalidade, o trabalho tenta modernizar as formas e padrões normalmente encontrados em colecções de mobiliário africanos para criar cenário simples, original e funcional. Indira Lourenço, natural de Luanda, é membro da comunidade residente em Nova Iorque, há cinco anos, onde fez a sua licenciatura em Belas Artes na “New School of Interior Design” (Nova Escola de Desenho de Interiores). Fascinada pelos desenhos e padrões africanos que considera únicos, após ter concluído os seus estudos, passou ...

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    Clipe de astros angolanos tem Cris Vianna e Érika Januza em segundo dia de gravação

    Em todo continente africano Adi Cudz e Big Nelo são ídolos de multidões, de grandes espetáculos a estádios lotados os cantores são referência na Angola, em toda África e com a moda musical do Kizomba e Zouck na Europa, Adi Cudz por exemplo está em primeiro lugar na Itália com a música 'Essa Mboa', cantada com Nelson Freitas. Com o título de o africano mais sexy do continente, Adi Cudz vem convidando algumas brasileiras para participar de seus clipes, como foi a exemplo de Bianca Leão no clipe da música 'Vou Te Usar' e, com a ex-panicat Aryane Steinkopf com a música 'Já não quero olhar'. Do Surgiu  Adi Cudz, que é cantor, compositor e também dono da própria produtora, Coisas Doces, decidiu escolher para o seu clipe as atrizes brasileiras Cris Vianna e Érika Januza por dois motivos, não só pela beleza mas o cantor assistiu em seu país as notícias que repercutiram sobre o racismo sofrido no país por ...

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    “Meu olhar para esses senhores não é como antigamente: não tinha provado de tanta maldade”

    Conheça Laurinda, 26 anos, acusada de tramar uma rebelião contra o governo angolano por participar de um grupo de estudos de um livro. Com seus amigos rappers, ela vai a julgamento a partir de hoje por Eliza Capai, Natalia Viana, do A Publica  Laurinda Gouveia é uma impressionante jovem que vive num pequeno quarto e sala em uma das favelas de Luanda, capital de Angola. Tem 26 anos. Está cursando o terceiro ano de Filosofia porque “queria ter um pensamento mais coerente sobre as coisas”. Desde 2011, ela é uma das pouquíssimas mulheres que frequentam as manifestações contra o presidente José Eduardo dos Santos, no poder há 36 anos, e na vibrante cena rap em Luanda, onde jovens inspirados por grupos brasileiros como Racionais MCs discutem os problemas do país, um dos mais desiguais da África. Os protestos chegaram a atrair dezenas de pessoas em 2012, mas minguaram diante da ...

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    UAU- Percepções de um angolano e um belga em Florianópolis (ou poderíamos dizer no Brasil?)

    “Quando penso na ideia do negro brasileiro eu penso assim: Uau! As senhoras que matavam os seus filhos ao nascer no Brasil, tinham razão, porque é muito, muito chato. Ser negro é muito bom, mas eu não desejaria ser negro brasileiro, preferiria que tivessem me matado ao nascer.” por Gabriela Seixas via Guest Post para o Portal Geledés Ás vezes bate uma saudade, de um lugar que de fato nunca estive. Uma dor, um lamento tão forte que não sei o que é, ou melhor sei, mas que na correria dos dias, acabo não expressando com palavras tanto sentimento, mas que após assistir esse vídeo insistiram em vir em forma de desabafo. Há dias atrás, foi comemorado aqui no Rio Grande do Sul, o famoso e doloroso(para os negrxs) 20 de setembro. Data em que o hino rio-grandense afirma quão não só este estado, não somente a região Sul, mas como o Brasil ...

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    Angola usa métodos que “fazem lembrar o apartheid”, diz Rafael Marques

    Rafael Marques, um dos mais relevantes ativistas que lutam pelos direitos humanos, foi este ano condenado a seis meses de prisão com pena suspensa por "difamação e denúncia caluniosa" Por HELENA BENTO, do Expresso Rafael Marques, opositor do Governo angolano, acusou o país de utilizar métodos de repressão que "fazem lembrar os do apartheid" e as "táticas do regime colonial e fascista português", numa entrevista concedida à AFP, em Joanesburgo, África do Sul. "Alguns métodos do regime angolano fazem lembrar aqueles que foram usados durante o apartheid contra a maioria da população aqui na África do Sul e as velhas táticas que o regime colonial e fascista usou contra os povos colonizados", disse o ativista. Rafael Marques, de 43 anos, é considerado um dos mais relevantes ativistas que lutam pelos direitos humanos. Foi este ano condenado a seis meses de prisão com pena suspensa por "difamação e denúncia caluniosa", depois de ...

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    Estudantes estrangeiros da USP são espancados pela polícia militar, após reagirem a provocações racistas

    A pedido dos três estudantes estrangeiros, angolanos, que não querem que seus nomes sejam divulgados por momento, redigimos esta nota com objetivo de externalizar o gravíssimo caso. Por Coletivo Negro USP via Guest Post para o Portal Geledés Três estudantes universitários angolanos foram espancados por policiais militares na madrugada de domingo, 29/3, na região do Brás, em São Paulo, após uma briga com outros três jovens brancos, que segundo os angolanos, teriam feito provocações racistas. Os universitários A.B. (PUC-RS), H.B. e E.G. (USP), todos de 24 anos, relataram que tinham acabado de sair de um bar nas proximidades da estação de metrô do Brás, onde muitos africanos costumam confratenizar nos finais de semana, e stavam caminhando pela calçada no sentido da estação, quando três jovens brancos, que passavam pelo local de taxi, começaram a insultá-los de dentro do carro. “Hei preto, macaco, disseram-nos”, relatou H.B., que estava caminhando mais a frente dos outros ...

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    Imagem: Aleksandra Pawloff (Courtesy Photo)

    Angolanos preocupados com falta de qualidade do processo educativo

    Aumentar a escolaridade e o número de alunos nas escolas Por Agostinho Gayeta no Voa Portugues Imagem: Aleksandra Pawloff (Courtesy Photo) A falta de qualidade do processo educativo em Angola é uma preocupação muito generalizada e o esforço para aumentar a escolaridade e o número de alunos nas escolas não corresponde a uma oportunidade efectiva para que estes possam adquirir as competências necessárias para se inserirem no mundo do trabalho e para a vida. As disfuncionalidades no sistema educativo angolano comprometem grandemente o presente e o futuro do país. Esta é uma das conclusões saídas da V Semana Social Nacional realizada pelo Mosaiko Instituto para Cidadania e pela Ceast, que terminou a 31 de Janeiro. “Igualdade de oportunidades” foi o tema central do encontro; Covidado a reflectir sobre a importância da educação para a igualdde de oportunidades, o Coordenador da Rede de Educação para Todos até 2015 defendeu uma ...

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    As memórias da guerra no documentário “Angola nos Trilhos da Independência”

    O projecto Angola nos Trilhos da Independência tem atiçado a curiosidade de muita gente. Foram 57 meses, 900 horas de material audiovisual recolhido em território angolano e internacional, cerca de 700 depoimentos de protagonistas da luta anticolonial. Tudo isto destinado a preservar a memória de um período na História que diz respeito a Angola e à luta de todos os povos sob ocupação colonial cujas memórias padecem ainda de ser registadas e pensadas. por Marta Lança no jornal Rede Angola Uma epopeia de grande fôlego que implicou um sem fim de viagens, adversidades, muita poeira e entusiasmo. Nela, a equipa (e, futuramente, nós) ficou a conhecer um país sob todas as suas diversas camadas: campo, cidade, interior, litoral, etnias, línguas, idades e modos de vida. Muitas personagens cujos testemunhos foram gravados, já morreram entretanto, o que demonstra a urgência deste projecto cujo resultado sai este ano na senda das comemorações dos 40 anos da Dipanda. O general Paulo Lara foi, com a associação Tchiweka, o ...

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