quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: Barack Obama

    Senador republicano adere a Obama

    Folha de São Paulo quarta-feira, 29 de abril de 2009 Depois de 43 anos, Arlen Specter muda de partido e deixa presidente democrata perto de controle absoluto do Congresso Presidente entra no 100º dia menos dependente da oposição para passar leis polêmicas; supermaioria depende de disputa judicial SÉRGIO DÁVILA DE WASHINGTON Na véspera de completar 100 dias no poder, o presidente democrata Barack Obama ganhou um presente que pode lhe dar a "supermaioria" no Senado, ou seja, 60 dos 100 votos -o que impede manobras regimentais da oposição republicana para emperrar as votações de leis mais polêmicas. Na tarde de ontem, Arlen Specter, senador republicano pelo Estado de Pensilvânia, anunciou que concorrerá à reeleição em 2010 pelo partido do presidente. Moderado, o político de 79 anos, 43 dos quais no Partido Republicano, já vinha rompendo a orientação da oposição e havia votado com a situação em pelo menos uma situação, ...

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    Pete Souza/The White House

    Obama iguala Reagan em aprovação

    Pesquisa indica que 68% dos americanos apoiam presidente dos EUA, que hoje completa 100 dias no cargo O presidente dos EUA, Barack Obama, completa cem dias de governo hoje como o presidente mais popular desde Ronald Reagan (1981-1989). Uma pesquisa divulgada por The New York Times/CBS News indicou que 68% dos americanos aprovam o governo de Obama - a mesma porcentagem que Reagan atingiu no período inicial de Casa Branca, há mais de duas décadas. link 100 dias em especial multimídia O mais impressionante, porém, foi a capacidade que Obama teve de manter os altos índices de popularidade, apesar do grande número de medidas polêmicas adotadas no início de seu mandato. Em menos de quatro meses, ele rompeu quase completamente com as políticas defendidas por seu antecessor, George W. Bush, defendendo uma reaproximação dos EUA com o Irã, assumindo uma posição contra as leis antiaborto e liberando financiamento para as ...

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    Alex Wong

    Obama traçou metas do período antes da posse

    Pela primeira vez em vários anos, maioria acredita que pais está na direção certa; 64% apoiam presidente Pete Souza - 13.abr.09/France Presse Fonte: Folha Online "Sob todos os aspectos, é preciso ir até Franklin Delano Roosevelt para comparar os primeiros cem dias de Barack Obama em termos de ações tomadas", disse Allan Lichtman, especialista em Presidência da American University, de Washington, referindo-se ao democrata que tirou o país da Grande Depressão (leia entrevista na página ao lado). Foi FDR (1933-1945) quem começou a usar a data como parâmetro da avaliação inicial da Presidência norte-americana. Fez isso baseado nos Cem Dias de Napoleão Bonaparte, como é chamado o lapso que vai da volta do corso a Paris depois do exílio na ilha de Elba, em 20 de março de 1815, até a segunda restauração de Luís 18, em 8 de julho daquele ano -período que inclui a Batalha de Waterloo e ...

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    Pete Souza/The White House

    Barulho opositor não se traduz em proposta

     - 100 Dias de Obama - Desarticulado, Partido Republicano deixa críticas mais estridentes para mídia e fracassa em oferecer alternativa ao governo democrata Orçamento é alvo maior, mas discurso não conquista independentes e indecisos; supermaioria e apelo pop do presidente dificultam tarefa ANDREA MURTA DE NOVA YORK Fonte: Folha Online A atuação do Partido Republicano nos primeiros cem dias do novo governo mostrou que não será fácil fazer oposição à azeitada máquina do presidente Barack Obama. Não houve discurso forte com alternativas às propostas oficiais: como resultado, ocuparam espaço vozes mais conservadoras que, se fazem barulho na mídia, têm alcance político limitado. Na hora da contrariedade, não faltou energia. Os republicanos bateram pesadamente no Orçamento inchado de cerca de US$ 3,6 trilhões que Obama apresentou; criticaram resgates de bancos (iniciados convenientemente no governo de George W. Bush); acusaram Obama de leniência com bônus de executivos; despedaçaram os planos do secretário ...

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    Pete Souza/The White House

    Ataque à crise subestima bancos e mira efeito lateral

     - 100 Dias de Obama - Próximos meses são vitais para saber se ações do governo farão mais do que mitigar estragos Instituições dos EUA podem ter mais que o dobro do PIB brasileiro em ativos tóxicos, que infestam economia e limitam foco do presidente FERNANDO CANZIAN ENVIADO ESPECIAL A WASHINGTON Fonte: Folha Online Quase cem dias (97 exatamente) se passaram desde a posse do presidente Barack Obama. Foram 176 a partir da sua eleição. Mas já correram 227 desde a quebra do banco americano Lehman Brothers, em setembro. O fato acendeu o rastilho de pólvora que fez explodir a maior crise financeira desde a década de 1930. Os EUA estão no centro da atual turbulência e são a principal causa dela. Mas ainda não conseguiram atacar seu cerne: o entupimento do mercado de crédito a empresas e consumidores que vem autoalimentando a maior recessão global do período pós-Segunda Guerra. ...

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    Quem tem minha aparência: A complexa ideologia de cores por trás da vitória de Barack Obama – Por: Liv Sovik

    Fonte: Revista Pernambuco: Suplemento Cultural do Diário Oficial do Estado. No.36, jan 2009, p.8. Por: Liv Sovik Reprodução/Facebook O que até um ano atrás era inimaginável, aconteceu. Nos Estados Unidos, um negro foi eleito presidente. Mas ele é negro, mesmo? Vive expressando sua gratidão filial à mãe e avó brancas. Herdeu sua aparência negra de um pai ausente, um imigrante queniano que permaneceu muito pouco nos Estados Unidos. Ainda criança, teve a experiência extraordinária de viver na Indonésia, com o padrasto muçulmano. No entanto, afirma ser americano por excelência ("em nenhum outro país no planeta minha história seria sequer possível"), até por causa da diversidade que lhe compõe. Afirma tudo, inclusive a relação nominal com o islã, tabu americano do momento: na posse ele será Barack Hussein Obama. Ele não parece inteiramente negro por isso: pelas múltiplas associações e pelo poder que conquistou e emana. No entanto, nos Estados Unidos pode ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    At Last

    O imaginário racista que povoa as representações sobre o negro comumente propõem imagens estigmatizadoras das famílias negras. Em geral essas representações reiteram a visão de anomia das famílias negras. Ou, como no caso do Brasil soma-se a essa representação, a valorização, quase como uma forma de imposição, da imagem de casais que se prestam a referendar a ideologia da miscigenação como paradigma privilegiado das relações raciais exaustivamente utilizados por nosso mito de democracia racial. Esses clichês não deixam espaço para a visibilidade desses modelos de famílias negras que a era Obama traz à luz. Especialistas norte-americanos das áreas de propaganda e marketing comentam sobre a mudança de paradigma que foi estabelecida com a ascensão de uma família negra à condição de first family e o impacto dessa novidade sobre os parâmetros consagrados de representação familiar; essa inflexão impõe mudanças nos critérios estabelecidos segundo os quais, o modelo de família seria ...

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    Foto: JEWEL SAMAD/AFP/Getty Images

    Discurso de Posse

    Meus caros concidadãos Estou aqui hoje humildemente diante da tarefa que temos pela frente, grato pela confiança que vocês depositaram em mim, ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush pelos serviços que prestou à nação, assim como pela generosidade e a cooperação que ele demonstrou durante esta transição. Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras foram pronunciadas durante marés ascendentes de prosperidade e nas águas plácidas da paz. Mas de vez em quando o juramento é feito entre nuvens carregadas e tempestades violentas. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas por causa da visão ou da habilidade dos que ocupavam os altos cargos, mas porque nós, o povo, permanecemos fiéis aos ideais de nossos antepassados e leais aos nossos documentos fundamentais. Assim foi. Assim deve ser para esta geração de americanos. Que estamos em meio a uma crise hoje é ...

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    festa_da_vitoria3

    O que Obama tem a ver com o Brasil?

    "Obama pode inspirar o verdadeiro desenvolvimento, aquele com sustentabilidade moral, em que os talentos não vazam pelo imenso ralo da falta de oportunidades" O célebre seriado 24 Horas da TV americana trazia como personagem um presidente negro, o que assegurava aos admiradores desse tipo de entretenimento de ficção a certeza de alta qualidade, em face do inusitado. Todos os fatos que contrariam aquilo que se tinha por perfil ideal de um presidente americano, contraditoriamente, parece que somaram a favor de Obama. Com a separação precoce dos pais, ganha um padrasto oriental e vai viver na Indonésia, país asiático distante e remoto, e posteriormente retorna, ainda criança, para ser criado por um casal de idosos brancos - seus avós maternos. Esse legítimo Ph.D. em diversidade humana vai depois estudar em duas universidades de ponta de seu país, Columbia e Harvard, onde conviveu com parte importante da elite branca dos Estados Unidos. ...

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    Foto: EVAN VUCCI / BLOOMBERG

    Obama lá, e aqui?!

    Foto: EVAN VUCCI BLOOMBERG E no Brasil, quando vamos ter um(a) presidente(a) da República negro(a)? A pergunta procede porque se hoje há um consenso nas declarações públicas, de cima a baixo, a começar de Lula, festejando a vitória de Barack Obama lá no norte, quantas gerações ainda o Brasil aguardará para sentir o mesmo orgulho visto mundo afora pelo exemplo dado pela vigorosa democracia estadunidense? Quantas décadas ainda serão necessárias para que se geste aqui um(a) candidato(a) com similares back-ground e antecedentes étnicos, para o(a) qual sejam oportunizadas - como os Estados Unidos agora enfatiza - condições iguaise equitativas de disputa política pelo poder real? É muito gostoso, confortável até, palpitar sobre a vida e a sociedade alheias. Mas, e a nossa? Os Estados Unidos tem uma minoria negra que em sua história em média nunca ultrapassou os 13% no conjunto da população. Óbvio que não ...

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    obama_progress

    O Tom da Cor

    POR MÍRIAM LEITÃO Fonte: O Globo Só há o pós, depois do antes. Só se chega, depois da caminhada. Só se reúne o que esteve separado. Entender a diferença não é querê-la, pode ser o oposto. A imprensa brasileira, tão capaz de ver as desigualdades raciais dos Estados Unidos, tão capaz de comemorar um presidente negro, prefere, em constrangedora maioria, o silêncio sobre a discriminação no Brasil. Lendo certos artigos, editoriais e escolhas de edição sobre a questão racial no Brasil, me sinto marciana. Sobre que país eles estão falando, afinal? Com que constroem argumentos e enfoques tão estranhos? Por que ofender com o espantosamente agressivo termo “racialista” quem quer ver os dados da distância entre negros e brancos no Brasil? Não é possível estudar as desigualdades sem pesquisar as diferenças entre os grupos. Não se estuda sem dados. No Brasil, há quem se ofenda com a criação de critérios para ...

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    Ann Nixon Cooper (Foto: Ivansco/AP)

    Ann Nixon Cooper – Tributo de Obama

    Ann Louise Nixon Cooper nasceu dia 9 de janeiro de 1902 em Shelbyville, Tennessee, onde freqüentou escola. Após a morte de sua mãe, ela e seis irmãos foram separados e uma tia criou Cooper. Em 1922, casou com Albert Berry Nixon Ann Cooper, um jovem dentista, em Nashville, Tennessee. Eles se mudaram para Atlanta, Geórgia, onde começaram uma família enquanto seu marido estabeleceu o seu grande sucesso na prática odontológica. Cooper foi dona de casa a maior parte de sua vida, trabalhou brevemente em 1923 como escritora política no Atlanta Life Insurance Company. Cooper e seu marido tem entre seus amigos ou conhecidos, educadores WEB Du Bois, Lugenia Burns Hope e John Hope Franklin, Benjamin Franklin E. E. Mays e Frazier. Como uma ativista Atlantanta, Cooper trabalhou para melhorar as condições da comunidade dos Afros Americanos na vida adulta. Durante mais de cinquenta anos, ela serviu no conselho de diretores ...

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    Foto: EVAN VUCCI / BLOOMBERG

    Líderes mundiais comentam eleição de Obama nos EUA

    CINGAPURA  - O democrata Barack Obama venceu na terça-feira uma extraordinária luta de dois anos pela Casa Branca, batendo o republicano John McCain para se tornar o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos. A seguir, declarações de líderes mundiais: Luís Inácio Lula da Silva - presidente do Brasil Da mesma maneira que o Brasil elegeu um metalúrgico, a Bolívia um indígena (Evo Morales), a Venezuela (Hugo) Chávez e o Paraguai um ex-bispo (Fernando Lugo), acho que será uma coisa extraordinária se na maior economia do mundo um negro for eleito presidente... no mundo todo existe uma pontada de alegria... nas mentes das pessoas que pensam em como seria bom se um negro fosse eleito presidente dos Estados Unidos... Passamos por um momento extraordinário na América do Sul. Em mais de 500 anos, com mais de 200 anos de independência para muitos países latino-americanos , não tivemos um único ...

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    Barack Obama e Joe Biden, durante evento em 2013 (Foto: MANDEL NGAN / AFP/16-01-2013)

    YES WE CAN – O discurso

    Criado no dia 02 de Fevereiro 2008 sobre o discurso Yes We Can do candidato a presidência Barack Obama nas primárias de New Hampshire e foi vencedor do Prêmio Emm. Realizado por Will I am membro do grupo Black Eyed Peas. Leia o discurso traduzido It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation.Yes we can. Havia um credo inscrito nos documentos fundadores que declararam o destino de uma nação - Sim, nós podemos! It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom . Yes we can. Era sussurrado por escravos e abolicionistas enquanto iluminavam uma trilha em direção à liberdade - Sim, nós podemos! It was sung by immigrants as they struck out from distant shores and pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness. Yes ...

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    Alex Wong

    Barack Hussein Obama II

    Barack Hussein Obama II (Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um político dos Estados Unidos da América, eleito o 44º presidente de seu país, pelo Partido Democrata. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata em 28 de agosto de 2008. É senador pelo estado de Illinois. Obama foi o primeiro afro-americano a ser eleito presidente estadunidense. É também o único senador afro-americano na atual legislatura. Graduou-se em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review. Obama atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local), mandato para o qual foi reeleito em 2000. Entre 1992 e 2004, ensinou direito ...

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    Alex Wong

    Obama, sua época e o sonho

    Contrariando expectativas que já duram mais de cem anos, no Brasil, "país com a maior população afro-descendente fora da África", "negros e pardos vão superar o número de brancos neste ano" de 2008, conforme afirmações textuais do jornalista Ivan Martins, em reportagem publicada na edição do último 9 de junho da revista Época, publicação semanal da Editora Globo. As afirmações, acompanhadas da constatação de que o país "não tem um único político negro de projeção nacional", vem a propósito da candidatura do senador Barack Obama à presidência dos Estados Unidos.   Foto: Alex Wong No momento em que o Congresso Nacional prepara a votação do Estatuto da Igualdade Racial e um grupo de intelectuais e artistas lidera a corrente contrária à aprovação do texto, colocando-se contra a "grave ameaça" de secessão da sociedade brasileira em "negros" (pretos e pardos) e "brancos" (louros e "morenos"), como se ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Obama para todos os gostos

    A onda de mudanças políticas que parecia fenômeno latino-americano atinge as eleições presidenciais dos EUA. Em cada lugar ela se manifesta de diferentes maneiras guardando respeito às características culturais e políticas de cada país ou região, mas elas têm em comum os ventos de mudança. Nada mais emblemático do que a polarização das candidaturas do senador negro Barack Obama e a senadora Hillary Clinton pela indicação do Partido Democrata para a sucessão do presidente George Bush na Casa Branca. Gênero e raça são temas importantes na sociedade norte-americana porque representam um desafio para a realização da igualdade. E a possibilidade de um homem negro ou uma mulher branca se tornarem presidente dos EUA renovam a confiança na vitalidade da democracia americana, na sua capacidade de se renovar e se reinventar. Os que simbolizam grupos historicamente excluídos ou discriminados são chamados a ofertar originalidade, renovação, mudança e esperança na (des)ordem do ...

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