terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: Cientistas Negros

    Pesquisadora química Thainara Alves

    Pesquisadora química cria produto que remove agrotóxicos dos alimentos e chama atenção no mercado

    De acordo com uma pesquisa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), apesar de o Brasil não ser o maior produtor de agrotóxicos, ficando atrás de países como Japão, União Europeia e Estados Unidos, o brasileiro ainda é o maior consumidor de agrotóxicos por números absolutos. Por Karol Gomes, do Hypeness Pesquisadora química Thainara Alves (Imagem retirada do site Hypeness) E não é à toa: de acordo com o último relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), apenas onze substâncias foram tóxicas usadas no agronegócio foram proibidas no Brasil, apesar de dezenas delas terem sido banidas na UE, nos EUA e em outros países à medida que surgiram novas evidências científicas de danos a saúde. Ou seja, os agrotóxicos são ingredientes definitivos na alimentação diária do brasileiro e é bem difícil se livrar disso. Difícil, mas não impossível. Para ...

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    II ENCONTRO DE JOVENS CIENTISTAS NEGRAS E NEGROS

    O II Encontro de Jovens Cientistas Negros da Associação Nacional de Pós-graduandos já tem data marcada: nos dias 19, 20 e 21 de abril de 2019 na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). O Evento será realizado em conjunto com o 6º Encontro de Negros e Negras da UNE. Do ANPG Foto: Imagem retirada do site ANPG Os eventos têm como objetivo principal debater o papel do negro na ciência, as realidades dos cientistas negros, desde a graduação, e as formas de estímulo e democratização, tanto do acesso quanto dos objetos científicos, para a presença de negros cientistas na comunidade científica brasileira. O I Encontro aconteceu durante a entre os dias 30 e 31 de janeiro de 2016, na cidade de Fortaleza, e culminou na atualização das pautas da ANPG para o movimento e na posterior conquista da Portaria do Ministério da Educação para Ações ...

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    Foto: Brett Eloff/Royal Academy of Engineering

    Ele criou luvas que convertem a linguagem de sinais em áudio. Agora todos nós podemos entender

    "Tentei imaginar como seria a vida da minha sobrinha se tivesse as mesmas oportunidades que todos os outros na educação, no emprego, em todos os aspectos da vida", disse Roy Allela, proprietário das luvas da Sign-IO. Do  A Soma de Todos Afetos Roy Allela  (Foto: Brett Eloff/Royal Academy of Engineering) A sobrinha de seis anos de Roy Allela nasceu surda. Era difícil se comunicar com sua família, ninguém sabia linguagem de sinais. Então, Roy, de 25 anos, que trabalha para professores da Intel e da ciência da informação na Universidade de Oxford, inventou luvas inteligentes que transformam os movimentos da linguagem de sinais em áudio. As luvas, chamadas Sign-IO, possuem sensores flexíveis costurados em cada dedo. Os sensores quantificam a curva dos dedos e processam os sinais. As luvas são conectadas via Bluetooth a um aplicativo de celular que a Allela também desenvolveu, que então vocaliza as ...

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    Líderes brasileiros negros que atuaram ou estudaram em universidades americanas

    No Black Achievement Month, conheça alguns dos  líderes brasileiros negros que já  atuaram ou estudaram em universidade americanas e que são referências em suas áreas. por Alumni Advising – EducationUSA 1. Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Fonte: Roosevelt Cássio, El País Foto retirada do site Alumni Advising – EducationUSA Eleito em 2013 como uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela Revista Times, Joaquim Barbosa é jurista ex-magistradobrasileiro. Foi ministro do Supremo Tribunal Federal de 2003 até 2014, tendo sido presidente do tribunal de 2012 a 2014. Além disso, Joaquim Barbosa atuou como Visiting scholar no Human Rights Institute da faculdade de direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003). 2. Joana D’Arc de Souza, Professora de Química Foto retirada do site Alumni Advising – EducationUSA Formada em química pela Universidade Estadual de Campinas em 1983, Joana soma 56 prêmios ...

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    A pesquisadora Joana Felix é PhD em Química por Harvard e dá aulas numa escola técnica de Franca (SP) Foto: Guito Moreto

    PhD em Química por Harvard, brasileira faz pesquisa de ponta com alunos no ensino médio

    A fala doce, baixinha e de sotaque carregado já dá a pista. Aquela mulher de aparência frágil, de não muito mais do que um metro e meio, tem o dom de contornar obstáculos. De família pobre de Franca, no interior de São Paulo, a professora de Química Joana D’Arc Felix de Souza, de 53 anos, estudou em apostilas emprestadas e, muitas vezes, dormiu com fome quando morava em Campinas, onde fez graduação, doutorado e mestrado na Unicamp. De lá, bateu asas para os Estados Unidos, onde concluiu seu pós-doutorado na Universidade de Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo. A vida lhe pregou uma peça, e ela precisou voltar ao Brasil, onde, desde 2004, faz pesquisa de ponta com alunos do ensino médio na Escola Agrícola de sua cidade natal. Acha que ela se lamentou? Tratou de inovar e já tem, em parceria com os estudantes, 15 patentes nacionais e ...

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    Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, geógrafo: “A geografia da escola não reflete a realidade”

    Baiano Rafael Sanzio Araújo dos Santos participou de roda de conversa no Museu do Amanhã, no Rio, sobre territorialidade e resistência afro-brasileira POR LUÍS GUILHERME JULIÃO, do O Globo "O pensamento de que os quilombos são parte apenas do Brasil imperial ou colonial tem que ser desmistificado. O quilombo é passado, mas sobretudo presente", diz o geógrafo Rafael Sanzio Araújo dos Anjos. - Fernando Lemos / Agência O Globo “Tenho 56 anos e nasci em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, onde cresci em contato com referências africanas. Na faculdade, comecei a questionar a geografia que me era ensinada . Hoje sou professor titular da Universidade de Brasília e responsável pelo projeto Geografia Afro-brasileira” Conte algo que não sei. Nossa cultura de espaço é parca e num país continental como o Brasil isso merece atenção especial. Há uma distância entre a geografia francesa e outras importadas que aprendemos na escola ...

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    Estudante da Faculdade concorre a prêmio da Unesco

    Projeto, que está em fase de votação popular, visa reduzir o número de mortes de crianças por malária, na cidade de Gungu, na  República Democrática do Congo Por Jayne Ribeiro* Do UFMG O aluno de medicina do 5° período da Faculdade de Medicina da UFMG, Louison Mbombo, inscreveu projeto no Programa Global da Unesco, 2017 Youth Citizen Entrepreneurship Competition. A competição é parte da estratégia de mobilização para os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas, estabelecidos em acordo entre países em 2015. Os candidatos, além do reconhecimento internacional, podem receber o financiamento necessário para colocar o seu projeto em prática. O projeto, Preventing Childhood Malaria Death in Rural Gungu, Democratic Republic of Congo, foi desenvolvido por ele e pelos integrantes da ONG Solidariedade na Mokili, fundada pelo estudante em 2016. A ação visa reduzir o número de mortes de crianças por malária, na cidade de Gungu , ...

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    Alberto Guerreiro Ramos (Foto: Imagem retirada do site Irradiando)

    Guerreiro Ramos: o personalismo negro

    A recuperação do pensamento e da trajetória do sociólogo Alberto Guerrei-ro Ramos tem sido alvo de uma série de trabalhos recentes, sobretudo de-pois da republicação de seus livros mais conhecidos: Introdução crítica à sociologia brasileira (* 1995a) e A redução sociológica ( 1995b). Neste artigo, tratar-se-á de retomar essa preocupação geral desde um enfoque específico: a compreensão da práxis negra humanista de Guerreiro Ramos. É uma interpretação que busca compreender a originalidade de seu pensamento, a partir de duas tradições filosóficas marcantes de sua trajetória: a) a negritude francófona, em especial sartriana, conforme caracterizada em Orpheu negro (1948), que Guerreiro conheceu por intermédio de Ironides Rodrigues – intelectual do Teatro Experimental do Negro (TEN), do qual Guerreiro foi integrante entre 1948-1950 (cf. Barbosa, 2004); e b) sua heran- ça filosófica personalista e existencialista. Uma formação intelectual marcante de sua juventude, na década de 1930, que se manteve enraizada em sua ...

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    Por uma outra globalização (Parte I), de Milton Santos

    Por Milton Santos  Do GGN Seleção de Doney Editora: Record ISBN: 978-85-0105-878-2 Opinião: excelente Páginas: 174 “A máquina ideológica que sustenta as ações preponderantes da atualidade é feita de peças que se alimentam mutuamente e põem em movimento os elementos essenciais à continuidade do sistema. Damos aqui alguns exemplos. Fala-se, por exemplo, em aldeia global para fazer crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. A partir desse mito e do encurtamento das distâncias – para aqueles que realmente podem viajar – também se difunde a noção de tempo e espaço contraídos. É como se o mundo se houvesse tornado, para todos, ao alcance da mão. Um mercado avassalador dito global é apresentado como capaz de homogeneizar o planeta quando, na verdade, as diferenças locais são aprofundadas. Há uma busca de uniformidade, ao serviço dos atores hegemônicos, mas o mundo se torna menos unido, tornando mais distante ...

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    Engenheira Nadia Ayad, brasileira, vence concurso mundial por sua pesquisa com carbono

    Ainda na graduação no IME, a (agora) engenheira Nadia Ayad ganhou competição mundial e quer aperfeiçoar o uso de biomateriais na área da saúde. Por Priscila Bellini no Estudar Fora A vida de Nadia Ayad, recém-formada em engenharia de materiais pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), mudou bastante em 2016. Além de se formar pela instituição, localizada no Rio de Janeiro, Nadia levou o primeiro lugar no desafio mundial da Sandvik sobre a utilização do grafeno, um material à base de carbono. Era uma oportunidade de ouro. Com a chamada para o desafio, Nadia se debruçou sobre os estudos que existiam sobre a substância, encarada com entusiasmo pelos cientistas. Derivado do grafite, trata-se de um composto 200 vezes mais resistente que o aço e que ganhou título de melhor condutor térmico e elétrico do mundo. Coube à brasileira, que já possuía experiência em pesquisa, elaborar um projeto para utilizar o material em ...

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    Milton Santos em entrevista para o Jornal do Brasil, em 1977 (Foto: Imagem retirada do site Milton Santos)

    Entrevista explosiva com Milton Santos

    Em agosto de 1998, a revista Caros Amigos publicou uma grande entrevista com o geógrafo Milton Santos. Na época, tinha 72 anos, lecionava no Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) e preparava o último livro de sua carreira: Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. E mesmo há quase vinte anos, o pensamento e opiniões do Milton Santos são tão atuais. O geógrafo e filósofo, não oficial como ele ressalta, fala sobre formação em universidades, poderes políticos, consumismo, religião… E ao ser perguntado sobre o que mudaria com uma possível vitória do PT no ano de 1998 (quando FHC ganhou com 53% dos votos validos de Lula e Ciro Gomes), o geógrafo responde: “Não sei, porque quando a gente lê um economista do PT, é quase a mesma coisa (…) E o nosso trabalho (intelectuais) realmente vai começar depois das eleições, seja quem ...

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    A história das mulheres negras fundamentais para a viagem à Lua

    Há quem diga que o homem nunca pisou na Lua. Mas, mesmo que você seja um dos adeptos da teoria da conspiração espacial, fato é que, para Neil Armstrong conseguir dar um grande salto para a humanidade (seja no satélite natural da Terra ou no set de gravações da farsa comandado por Stanley Kubrick), temos muito a que agradecer aos "computadores". E não falamos aqui de supermáquinas - mas, sim, de super mulheres. de Jessica Soares no HuffPost Brasil Esse era o nome oficial do cargo de um grupo de matemáticas negras responsáveis pelos cálculos complexos e determinantes para a viagem comandada pela NASA. Hidden Figures, filme que conta a história pouco conhecida desse time, tem estreia prevista para fevereiro de 2017 no Brasil. Hidden Figures A escritora Margot Lee Shetterly começou a investigar a fundo essa história em 2010. Como seu pai trabalhou como pesquisador no Centro de Pesquisas da NASA, ...

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    Expoentes da Nossa Ciência: um afro-brasileiro no mundo dos polímeros – Guimes Rodrigues Filho

    Guimes Rodrigues Filho graduou-se em Química pela Universidade de São Paulo (1982), e defendeu seu mestrado em Química pela Universidade Federal de São Carlos (1988) onde também concluiu o doutorado em 1997. Por Kleber Del Claro Do Cienciaqnf Atualmente é professor associado da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde atua na área de Físico-Química, com ênfase principalmente na reciclagem de Polímeros: sintetizar e caracterizar polímeros sulfonados a partir de materiais reciclados como o PVC, PET e PS e derivados acetilados e metilados da celulose a partir do bagaço de cana-de-açúcar e jornal. Um estudo altamente ecológico e de grande aplicabilidade sócio-ambiental. Na extensão desenvolve uma série de projetos de inclusão sócio-cultural-racial, através da cultura afro-brasileira, de crianças, adolescentes e adultos com financiamento do Ministério da Cultura/PETROBRAS, Prefeitura de Uberlândia e PROEX-UFU. Desde 2006 é coordenador doNúcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFU (NEAB-UFU). No NEAB coordena o grupo de estudos em cultura afro-brasileira com ênfase ...

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    Entrevista com JB Stuart Hall

    Entrevista feita por Heloisa Buarque de Hollanda (professora da UFRJ e diretora da Aeroplano Editora e Consultoria) e Liv Sovik (professora da UFRJ e organizadora do livro de Stuart Hall,  Da Diáspora: identidades e mediações culturais, Editora UFMG, 2003) . Por Heloisa Buarque de Hollanda, do Heloisa Buarque de Hollanda Stuart Hall é hoje, no Brasil, um reconhecidíssimo nome da cultura acadêmica. Um dos fundadores da polêmica “pós-disciplina”, os Estudos Culturais, Hall dirigiu o histórico Centro de Birmingham em seu período mais quente e produtivo.  Jamaicano, vive na Inglaterra desde 1951  onde é conhecido como um intelectual engajado nos debates sobre as dimensões político –culturais da globalização, a política nacional e os movimentos anti-racistas. Tem dois livros publicados no Brasil:Identidades culturais na Pós-Modernidade e Da diáspora: identidades e mediações culturais. Nesta entrevista, Hall fala sobre  o impacto de sua condição de imigrante jamaicano  em sua produção intelectual, como nasceram os Estudos Culturais, ...

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    Concurso de dotação de bolsas financia pesquisas sobre negras e negros nas ciências

    A Fundação Carlos Chagas, com apoio da Fundação Ford, anuncia um concurso de pesquisa sobre as desigualdades raciais nas áreas das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnológicas. A seleção oferece bolsas de pesquisa de até R$ 30 mil para a realização de estudos que permitam identificar a participação ou não de negras e negros no campo das ciências. Tem como objetivo contribuir para a compreensão de mecanismos geradores das desigualdades raciais e étnicas na pós-graduação, bem como dimensionar a contribuição de negras e negros para o desenvolvimento do campo das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnológicas. Inscrições entre 01 e 30 de março, pelo site da Fundação Carlos Chagas, http://www.fcc.org.br/fcc/negras-e-negros-nas-ciencias/apresentacao. Por Tânia Portella via Guest Post para o Portal Geledés Por que um edital sobre essas questões? Dados do relatório Desigualdades de cor/raça e sexo entre pessoas que frequentam e titulados na pós-graduação brasileira: 2000 e 2010 (Fundação Carlos Chagas), ...

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    carlos-eduardo-machado

    ​”A Ciência, a Tecnologia e a Inovação não são exclusivamente Branca e Amarela”

    Pequeno teste: pergunte a um universitário brasileiro quantos professores negros ele ou ela tem. Guarde a resposta um pouquinho. Antes, responda outro desafio: discorra, de cabeça, nomes de grandes inventores, cientistas, empreendedores e mestres do conhecimento vistos na sua educação. Einstein, Tesla, Santos Dumont, da Vinci, Turing... Notou a semelhança entre os dois grupos? por Letícia Naísa Há muitos anos os negros são minoria no conhecimento científico. O senso comum nos diz que a área é dominada exclusivamente por brancos e asiáticos desde que o mundo é mundo. Mas a História, se analisada com as lentes certas, é bem diferente. Foi o que constatou o historiador paulistano Carlos Eduardo Machado, de 44 anos, mestre pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da rede municipal e da Universidade São Judas Tadeu. Inconformado com as estatísticas e a exclusão da raça negra na ciência, ele tomou para si a missão de encontrar cientistas ...

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    Neil Degrasse Tyson (Foto: Matt Sayles/Invision/AP/Arquivo)

    7 Cientistas Negros que você deveria conhecer

    1. George Washington Carver (Foto: Imagem retirada do site Wikipédia) Filho de escravos, George Washington Carver nasceu numa fazenda no Missouri ao fim da Guerra Civil Americana. Uma semana após seu nascimento, foi sequestrado por saqueadores ao mesmo tempo em que tornou-se órfão. Seus antigos proprietários, Moses e Susan Carver, conseguiram localizá-lo e retorná-lo ao lugar onde nasceu. Nos anos seguintes, Susan Carver o ensinou a ler e escrever pois as escolas locais não aceitavam estudantes negros. Carver tomou gosto pelo aprendizado: estudou por conta própria e ainda criança conduzia experimentos biológicos do seu próprio feitio. Mais tarde, conseguiu um diploma de mestre no Iowa State Agricultural College, e construiu uma reputação como um brilhante professor e cientista, com talento extraordinário para explorar e inovar o campo da agricultura. Os maiores feitos de George Washington Carver foram na área da botânica. No período após a Guerra ...

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