quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: Copa

    Mais um gol contra de Marcelo, agora fora de campo

    Mais um gol contra de Marcelo, agora fora de campo

    Marcelo que atuou como titular na lateral esquerda durante a copa do mundo de 2014 continua causando mal estar, só que agora fora das quatro linhas. Com temperamento forte Marcelo sempre gostou de uma “pelea” dentro das quatro linhas , as vezes muito impetuoso foi expulso de jogos importantes e tinha atitudes agressivas e contestadas por colegas e amantes do futebol. Após o vexame da copa do mundo de 2014 no Brasil  Marcelo voltou a surpreender negativamente os fãs do futebol com uma atitude infeliz e que merece mais um cartão vermelho em sua carreira e toda nossa indignação. O jogador foi visitar a sede do batalhão de operações policiais especiais (Bope) uma corporação medieval que atua no contemporâneo conhecida pela caveira que simboliza para os policiais do bope o destino de quem resiste ao poder militar nas comunidades. Mais um gol contra de Marcelo, agora fora de campo Em  fotos ...

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    Uma grata surpresa vinda da imprensa alemã.

    por Rogério Maestri Ao procurar a reação da imprensa internacional ao caso da FIFA deparei-me com um excelente texto de autoria de Astrid Prange, uma correspondente da DW (Deutsche Welle) no Brasil. Depois de pesquisar na imprensa inglesa, norte-americana, brasileira, espanhola e norte-americana a grata surpresa veio da reportagem intitulada em português: “A roupa nova do rei Fifa”, que transcreverei a seguir. Curioso com a excelência da reportagem que não ficou restrita a simplesmente replicar notícias que percorrem as agências internacionais, a opinião de Astrid contextualizou o evento dentro de uma realidade bem maior, a FIFA e as relações internacionais entre os países emergentes e os países da OECD. Seguindo na minha curiosidade pesquisei no nome da correspondente reportagens anteriores e vi que a mesma com um olhar crítico a realidade brasileira mesmo quando a critica procura entender o que ocorre no nosso país, ela não cai nem no oba-oba ...

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    Argentinos acusam alemães de racismo em comemoração pós Copa

    Recebidos por uma multidão em Berlim, jogadores ironizaram a conquista do Mundial sobre a Argentina A comemoração do tetracampeonato mundial pelos jogadores da Alemanha não pegou bem entre os argentinos. Recebidos por uma multidão nesta terça -feira (15), em Berlim, os atletas alemães apareceram com camisas comemorativas com o número um na frente, e ao subir em uma espécie de palco, montado para a comemoração, cantaram uma música ironizando o resultado de 1 a 0 sobre a Seleção Argentina na decisão.  Durante o canto, os jogadores andaram agachados e utilizaram o termo "gaúchos", que designa pessoas nascidas em países como Argentina e Uruguai. "Somos gaúchos, e gaúchos andam assim. Somos alemães, e alemães andam assim", entoaram os campeões se levantando. Nas redes sociais, muitos argentinos classificaram a atitude como desrespeitosa e pediram para que a Associação de Futebol da Argentina (AFA) repudie a atitude considerada como racista.    Fonte: iBahia

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    A Copa do Apartheid: No futuro ficaremos também fora dos campos nos estádios

    por marcos romão Alguém já se perguntou qual a chance de um garoto pobre virar craque de clube no Brasil de hoje em dia? Como nas cidades não tem mais campinhos, e quando tem, as escovas dos esquadrões da morte limpam não só os gramados, a barreira para a entrada de talentos não protegidos pelos gatos no mundo de futebol ficou enorme. Na Alemanha tem associação futebolísticas em tudo quanto é esquina, recebem incentivo do Ministério de Educação, e condicionam a participação da garotada à frequência escolar. É lá que os clubes vão buscar os talentos nacionais, muitos filhos de migrantes de África, polacos, brasileiros, turcos, russos e etc. Observem os nomes dos jogadores das últimas seleções da Alemanha e terão confirmado o que observei nos últimos 20 anos. Garotos dos confins brasileiros já descobriram isto e embarcaram nos últimos anos para a Alemanha e outros países que seguem este ...

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    Copa 2014: a diferença entre dizer não ao racismo e fazer alguma coisa contra ele

    por kimparanoid Dentro de campo a Copa do Mundo é um sucesso. Elevada média de gols, partidas emocionantes, resultados inesperados. Não vale a pena cair no ufanismo da “Copa das Copas”, mas é forçoso reconhecer que o torneio tem nos brindado com um futebol de alto nível. Muito diferente daquele que nos acostumamos a assistir no Campeonato Brasileiro e nos outros torneios regionais, em que triunfa quem é menos medíocre. Não bastasse o bom nível técnico, o clima de festa que envolve a competição é outro fator que explica a empolgação com o mundial de futebol. Pessoas de todo o mundo vêm ao Brasil ou, ao menos, voltam suas atenções para o país. Com todo esse clima favorável, talvez não houvesse momento mais oportuno para fazer uma campanha contra o racismo e outras formas de discriminação. Assim, a FIFA aproveitou o momento para promover sua campanha “Diga não ao racismo”. ...

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    Oportunista, Globo agora aposta na #copadascopas

    Com o Brasil nas semifinais depois de uma atuação épica de David Luiz e uma agressão covarde a Neymar, o time dos que acreditam no sucesso da Copa e da seleção brasileira passa a ter neoconvertidos; agora, é a vez das Organizações Globo, que vinham retratando um quadro bem diferente antes do Mundial; em maio de 2013, a revista Época perguntava "por que tudo atrasa no Brasil"; em janeiro deste ano, a bola era uma bomba-relógio com previsões sobre protestos e obras inacabadas; depois, na estreia da seleção um sorumbático "Não vai ser fácil" e previsão de uso político do Mundial, caso as coisas dessem certo; agora, diante do sucesso do torneio, Globo tenta sentar na janelinha da festa com uma capa dourada, seis estrelas na camisa e o slogan "Eu acredito!"; melhor bater na madeira... A revista Época, deste fim de semana, produziu uma capa que é um primor ...

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    As 13 previsões mais catastróficas, e furadas, sobre a Copa no Brasil

    É hora de relembrar, com algumas boas gargalhadas, as previsões mais pessimistas e catastróficas feitas por cartomantes de plantão que previram o caos. Por:Najla Passos A Copa do Mundo não resolveu e não irá resolver todos os problemas do país. Aliás, nem é esta a função de um evento esportivo privado. Mas que o mundial atrai turismo e investimentos externos, não há mais dúvidas. Como também não há nenhuma de que ele mexe com autoestima de um país incentivado durante séculos a cultivar um inapropriado “complexo de vira-latas”! Por isso, agora que o sucesso do evento já é reconhecido em todo o mundo, que o país já provou que pode ser organizar uma bela copa e que os turistas e os investimentos estrangeiros continuam chegando, é hora de dar boas gargalhadas com previsões mais pessimistas  feitas pelas cartomantes de plantão que tanto torceram contra a realização do mundial.Das adivinhações às avessas ...

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    A ausência completa de negros na torcida do Brasil

    A ausência completa de negros na torcida do Brasil

    POR FELIPE ARAÚJO Lembra-se dos livros da série “Onde Está Wally”? Elas consistem em uma série de ilustrações detalhadas de página dupla retratando centenas de pessoas fazendo uma variedade de coisas divertidas. Os leitores eram então desafiados a encontrar um personagem chamado Wally escondido na multidão. Cobrindo a Copa do Mundo no Brasil como jornalista, eu me encontro num jogo semelhante sempre que eu entro em um estádio lotado, só que, desta vez, a questão é um pouco mais séria. Onde estão todos os negros? Estive em cinco cidades-sedes até agora e cada vez mais difícil de encontrar – Eu mesmo perdi gols olhando para a multidão. Salvador é a cidade mais afrocêntrica no Brasil. No jogo Alemanha e Portugal, no entanto, se eu não soubesse disso eu acharia que estava no Kansas. Em São Paulo, Fortaleza, Rio de Janeiro, Recife, a mesma coisa. Para onde foram todos os negros? ...

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    Quartas de final terá combate ao racismo

    Capitães lerão mensagens da Fifa contra a discriminação antes do início das partidas Por:Marcos Paulo Lima A campanha foi apresentada nesta quinta-feira, no Maracanã, pelo chefe da força-tarefa contra o racismo, Jeffrey Webb Rio de Janeiro – Pela quarta Copa do Mundo consecutiva, as quartas de final serão usadas pela Fifa para uma campanha contra a discriminação. Antes das partidas, os capitães de cada uma das oito seleções lerão ao microfone textos da ação "Say no to racism" (Diga não ao racismo). A campanha foi apresentada nesta quinta-feira, no Maracanã, pelo chefe da força-tarefa contra o racismo, Jeffrey Webb, e o pelo presidente do Comitê Disciplinar da Fifa, Claudio Sulcer. "A propósito, eu quero aqui elogiar o Daniel Alves pela atitude tomada no Campeonato Espanhol quando uma banana foi atirada em direção a ele. A reação dele foi uma das mais incríveis e inteligentes que eu já vi", disse Sulcer. ...

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    Ações buscam combater o racismo durante a Copa

    COPA DAS COPAS - 20.06.14: O governo federal está promovendo diversas ações com o objetivo de realizar uma Copa Sem Racismo. Como trabalhos com as entidades ligadas ao futebol, aos árbitros e às torcidas organizadas para prevenir e conscientizar sobre a discriminação racial. Além disso, foi anunciada a criação do Disque Igualdade Racial ou Disque Racismo, um serviço que vai receber denúncias do crime por meio do número 138. Para ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, a mensagem contra o racismo deve se propagar durante e após o Mundial.     Fonte: YouTube 

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    Yaya: “Ninguém quer saber da Costa do Marfim porque somos africanos”

    Yaya Touré está furioso por ninguém querer saber da maneira controversa como a Costa do Marfim foi afastada do Mundial e afirmou que isso só acontece porque são africanos. A seleção costa marfinense esteve a 90 segundos de passar aos oitavos-de-final do Campeonato do Mundo, mas um penálti sobre Georgio Samaras, que o próprio converteu, deu a vitória à Grécia e a respetiva qualificação para a fase seguinte. O médio do Manchester City disse que o árbitro decidiu erradamente, mas ninguém se importou com isso. “Queria deseperadamente que o árbitro detetasse a simulação de Samaras. Mais uma vez a arbitragem não esteve do nosso lado. No jogo contra o Japão ficaram dois penalties por marcar a nosso favor, e agora, inventaram um para a Grécia. Claro que ninguém se importou com a situação porque era uma equipa africana. Quem é que se preocupa com uma injustiça feita contra os africanos? Este erro ...

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    O AMOR PELA SELEÇÃO

    Choro dos craques vem do abismo entre os craques e o país, aberto pelo anti-Copa e pelo VTNC. É preciso fechá-lo A conversa do dia é o choro dos meninos da seleção. Nossa seleção chora de medo, um pavor profundo, um abismo, um buraco escuro na terra. Felipão, o verdadeiro, perdeu a energia e ficou desorientado. O capitão Tiago Silva sentiu medo de cobrar pênalti. Não conseguia nem olhar o chute dos outros. Chorou tanto que ninguém entendeu. Julio Cesar também chorou e todo mundo entendeu. Neymar seria o primeiro a bater o pênalti.  Preferiu ficar por último. Vencemos, apesar de tudo. Mas não sabemos até onde vamos caminhar. Que importância tem isso? Nada, quem sabe. Hoje, tudo. Eu tinha 5 anos quando o Brasil ganhou a primeira Copa. Estava no terraço – na época não se dizia varanda – do apartamento onde morava, ali na rua Cincinato Braga, no ...

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    Texto do The Guardian fala sobre racismo na Copa 2014 com análise da torcida brasileira nos estádios

    Por: Cauê Marques Mas e se alguém te dissesse que o Brasil está longe de ser um país realmente multiétnico? – e que a Copa do Mundo evidencia isto de uma maneira muito simples? Em um texto publicado na última terça-feira no jornal inglês The Guardian o repórter Felipe Araújo faz uma reflexão sobre a torcida brasileira na Copa do Mundo: "Cobrindo a Copa do Mundo como jornalista me encontrei participando de um jogo similar ao 'Onde Está Wally?', o problema é que a pergunta agora era mais séria: onde estão todos os negros? Passei por cinco cidades-sede até o momento e em todas elas a pergunta para a resposta estava distante de ser respondida – eu até perdi lances de gol enquanto procurava por negros nas torcidas". No texto, Felipe chega a algumas conclusões que são, infelizmente, ao mesmo tempo óbvias e estarrecedoras: "a resposta para este questionamento é óbvia ...

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    As lições do espanto

    As lições do espanto

    Por Sylvia Debossan Moretzsohn O tamanho do estrago ainda está para ser dimensionado, mas o episódio em que o veterano jornalista Mario Sergio Conti comete um erro primário ao confundir um sósia com o técnico da seleção brasileira de futebol e pensa estar diante de um furo de reportagem representa, indiscutivelmente, um forte abalo no valor mais precioso que qualquer jornal pode ter: a credibilidade, ainda mais necessária na fluidez do mundo virtual em que passamos a viver. Amplamente ridicularizado nas mídias sociais, o caso expôs pelo menos dois problemas fundamentais para o jornalismo: o tratamento privilegiado concedido aos medalhões, que não passam pelo crivo imposto aos demais repórteres, e a inabilidade da cúpula das redações em lidar com o erro, que em tempos de internet se espalha e se desdobra com uma velocidade assustadora. A sucessão de equívocos, associada a um contexto desfavorável, leva a aplicar a este caso ...

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    América Latina, por Maurício Pestana

    enviado para o Portal Geledes Várias são as representações e signos construídos em torno dos latinoamericanos que em dezenas de países comungam. Além da maciça fé cristã, o espirito libertário indígena e o toque do tambor afrodescendente estão na alma de seu povo. Este pedaço do mundo carrega ainda o estigma no imaginário social do planeta como um local de escasso desenvolvimento social, econômico e político e zero contribuição para a formação social da humanidade. Isso é evidenciado na forma como somos representados na literatura ou nas manifestações midiáticas, oriundas do hemisfério norte – as produções de Hollywood são provas incontestes desta visão. Esta deformação da nossa realidade encontra na elite econômica latina, com seus complexos de inferioridade, um forte aliado no culto à baixa autoestima. Isso contribui para que nos interessemos muito mais pelo que acontece na Europa, nos Estados Unidos  até no Japão do que aqui nos nossos vizinhos. Isso é ...

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    Nassif: Copa, Brasil ganhou, mídia perdeu, factóides viraram pó

    Copa: o Brasil ganhou, a mídia perdeu Cobertura pré-Copa revelou a incapacidade de separar a disputa política da noção de interesse nacional Luis Nassif, no Jornal GGN  Já se tem o resultado parcial da Copa: reconhecimento geral – da imprensa nacional e internacional – que é uma Copa bem organizada, com estádios de futebol excepcionais, aeroportos eficientes, sistemas de segurança adequados, logística bem estruturada e a inigualável hospitalidade do povo brasileiro. Vários jornais (internacionais) já a reconhecem como a maior Copa da história. *** Agora, voltem algumas semanas atrás, pouco antes do início da Copa. A imagem disseminada pela imprensa nacional – era a de um fracasso retumbante. Por uma mera questão política, lançou-se ao mundo a pior imagem possível do Brasil. O maior evento da história do país, aquele que colocou os olhos do mundo sobre o Brasil, que atraiu para cá o turismo do mundo,  foi manchado por ...

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    Iniciativas combatem racismo durante a Copa do Mundo

    Por:Ádamo Araujo Sepir vai às ruas para sensibilizar a população local e os turistas na luta contra a discriminação racial BRASÍLIA (23/6/14) – Dois casos de discriminação foram registrados no FIFA Fan Fest nos primeiros dias de Copa do Mundo. O número é considerado elevado pela Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Sepir-DF). Preocupada em intensificar as ações do combate ao racismo, principalmente neste período do Mundial, a pasta preparou uma série de ações para sensibilizar brasileiros e turistas. Além do trabalho de sensibilização de combate ao preconceito racial, o Projeto DF por uma Copa sem Racismo pretende fazer um levantamento seguido de avaliação para identificar áreas de risco de possíveis casos de discriminação. "Nós iniciamos agora na Copa do Mundo, mas planejamos voltar a agir intensamente também durante a época das Olimpíadas e na disputa de outras competições que o DF tiver participação direta ou indireta", explicou o ...

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    Os 10 maiores micos da Copa do Mundo do Brasil

    Os 10 maiores micos da Copa do Mundo do Brasil

    Najla Passos Na Copa do Mundo do Brasil, foram embora pro chuveiro mais cedo aqueles que torceram pelo fracasso do país. Confira alguns micos da elite e da mídia. A Copa do Mundo do Brasil ainda não passou da primeira fase, mas já são fartas as gafes, foras e barrigadas do mundial, especialmente fora do campo.  E, curiosamente, elas nada têm a ver com as previsões das “cartomantes do apocalipse” que alardeavam que o país não seria capaz de organizar o evento e receber bem os turistas estrangeiros. Muito pelo contrário.  Os estádios ficaram prontos, os aeroportos estão funcionando, as manifestações perderam força, os gringos estão encantados com a receptividade brasileira e a imprensa estrangeira já fala em “Copa das Copas”.  Confira, então, os principais micos do mundial... pelo menos até agora! 1 - O fracasso do #NãoVaiTerCopa Mesmo com o apoio da direita conservadora, da esquerda radicalizada, da mídia monopolista e dos black blocs, ...

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    “Previsões furadas: deu caos na mídia”

    Site "Muda Mais" questiona reportagens da grande mídia que previam problemas diversos durante a realização da Copa do Mundo; "a Copa está rolando, as pessoas estão felizes, os turistas estão se divertindo e os jogadores e jornalistas estrangeiros estão se encantando. Os estádios ficaram prontos, o caos aéreo não rolou, nem mesmo todos os apagões previstos: de energia elétrica, de mão de obra, telefonia e internet. Sim, se você não se lembra, tudo isso foi previsto pela mídia tradicional no Brasil nos meses que antecederam a Copa do Mundo", diz o texto Muda Mais - A Copa está rolando, as pessoas estão felizes, os turistas estão se divertindo e os jogadores e jornalistas estrangeiros estão se encantando. Os estádios ficaram prontos, o caos aéreo não rolou, nem mesmo todos os apagões previstos: de energia elétrica, de mão de obra, telefonia e internet. Sim, se você não se lembra, tudo isso ...

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    “Nem gosto do Brasil. Prefiro Miaimi”

    Por Marcelo Zero Após comer uma coxinha estragada ontem à noite, acordei com os neurônios paralisados e dando razão ao pessoal anti-Copa. Mesmo sendo um grande sucesso, essa Copa não deveria ter acontecido. O Brasil ainda não tem Saúde e Educação de Primeiro Mundo. Portanto, não podia ter Copa. Tudo bem que os investimentos nos estádios foram 212 vezes inferiores ao que foi gasto com Saúde e Educação nos últimos 4 anos. Tudo bem que não tem dinheiro do orçamento federal nessas obras. Tudo bem que são empréstimos que terão de ser pagos por quem assumiu os estádios. Mas mesmo assim, não deveria ter havido Copa. Não sei explicar bem o porquê. Não estou conseguindo enxergar direito qual a relação entre uma coisa e outra. Mas acordei revoltado, com vontade de xingar, como o pessoal vip do Itaquerão, e acho porque acho, e pronto! E digo mais, tem muita coisa ...

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