Tag: Discriminação Racial

Ministro Dias Toffoli participou da abertura do II Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negros. Foto: Abdias Pinheiro/ AG. CNJ.

Dias Toffoli defende ações afirmativas para combater discriminação racial

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, defendeu que as ações afirmativas fundadas em critério étnico-racial para acesso às universidades públicas e aos cargos efetivos e empregos públicos são passos importantes para a ocupação democrática dos espaços de poder político e social. O presidente do CNJ ressaltou ainda a pequena participação dos negros na magistratura brasileira. Por Luiza Fariello, do CNJ Ministro Dias Toffoli participou da abertura do II Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negros. Foto: Abdias Pinheiro/ AG. CNJ. A fala do ministro Toffoli ocorreu ontem (8/11) na abertura do II Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negros, sediado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e que acontece até o dia 10 de novembro. O evento, promovido pela Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (Amagis-DF) e pela Associação de ...

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Conselho da Europa quer discriminação racial no exercício de cargo público como crime

Mais recente relatório da Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância elogia Portugal, mas diz que ainda há coisas por fazer Do DN Foto: © DR Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância (ERCI) defende que a discriminação racial no exercício de um cargo público ou de uma profissão seja crime, considerando tratar-se de uma lacuna importante na legislação nacional. No seu mais recente relatório sobre Portugal, no âmbito do trabalho de análise e controlo da realidade de cada Estado-membro em matéria de racismo e intolerância, a ERCI elogia o país pelos progressos alcançados desde o último relatório, em 2013, mas salienta igualmente o quanto ainda está por fazer. Nesse sentido, o organismo europeu critica que a discriminação no exercício de um cargo político ou de uma profissão ainda não tenha sido considerada uma infração penal, mas apenas administrativa, defendendo, por isso, que passe a ...

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TVT/REPRODUÇÃO

Para especialistas, Judiciário reflete e mantém perpetuação do racismo na sociedade

Discriminação racial foi tema de painel durante 24º Seminário Internacional de Ciências Criminais realizado pelo IBCCrim Da Rede Brasil Atual  Para juristas que participaram do 24º Seminário Internacional de Ciências Criminais, em São Paulo, o sistema de justiça brasileiro é racista e toma muitas das suas decisões em função da cor da pele. Isso explica, segundo eles, a população negra corresponder a 64% dos encarcerados e representar apenas 15,6% dos magistrados, de acordo com dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) e do Censo do Poder Judiciário.   TVT/REPRODUÇÃO “Só pode existir racismo se houver um sistema de justiça que seja conivente com areprodução de suas condições. Onde tem um Estado, juristas, promotores e advogados são todos compromissados com a manutenção do sistema e não necessariamente com o afastamento das desigualdades”, explica o presidente do Instituto Luiz Gama (ILG), Silvio Luiz de Almeida, ao repórter ...

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O racismo anda por aí, sempre andou, em gestos e em discursos do dia a dia

Um crime na vida, um crime na lei no Esquerda.Net Não, não é apenas uma ‘anormalidade’ que uns quaisquer ‘desvairados’ exibem num momento de irracionalidade. Não, o racismo anda por aí, sempre andou, em gestos e em discursos do dia a dia. Gestos e discursos que são política e que são cultura. O racismo é o que se respira no derrube das casas (?) de gente pobre da Amadora ou o que se ouve no insulto público no estádio de futebol. O racismo é o que continua a marcar o quotidiano de esquadras de polícia ou o que se exprime no não arrendamento de uma casa a alguém por causa da cor da sua pela. O racismo é o que se absorve em representações que não foram banidas de manuais escolares ou o que se mostra no impedimento de acesso a lugares públicos a “gente de cor”. Há, pois, um ...

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Falta de negros no Direito gera discriminação em condenações, diz advogado

Os negros são 54% da população brasileira, mas apenas 15,4% dos magistrados segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça. Essa representação desproporcional no mundo do Direito – que se repete em outras carreiras, como Ministério Público e advocacia – acaba provocando punindo mais os negros. Não à toa que eles são 62% dos presos. por Sérgio Rodas no ConJur Essa é a opinião do criminalista Luís Guilherme Vieira, sócio do Luís Guilherme Vieira Advogados Associados. Em palestra na terça-feira (28/3), no evento Advocacia na Área Racial e Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil, ocorrida na sede da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil, no Centro do Rio, o advogado afirmou que essa visão racial acaba contaminando até os negros. Tanto que mesmo policiais negros acabam direcionando suas abordagens para outros negros. E tal tratamento diferenciado vai se propagando pelas diferentes fases do processo. “Os interrogatórios policiais ...

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Jurema Werneck responde a 5 perguntas sobre discriminação racial

Mulher, negra, carioca, acadêmica, ativista. Estas são apenas algumas das definições usadas para fazer referência a Jurema Werneck. Ela assumiu em fevereiro de 2017 a direção executiva da Anistia Internacional no Brasil com o compromisso de ampliar o trabalho da organização em todo o país. Da Anistia  Foto: Fundo Brasil de Direitos Humanos Nesta entrevista que marca este 21 de março, Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, você vai ter a oportunidade de conhecê-la um pouco mais e entender suas ideias acerca de um dos temas estruturais na luta por direitos humanos no Brasil: o combate ao racismo. …. Você é uma mulher, negra, nasceu em uma favela do Rio de Janeiro. Mas teve acesso à educação, se formou em medicina, fez mestrado, doutorado e hoje é diretora da Anistia Internacional. Como a lógica da discriminação se manifestou ao longo da sua trajetória? O que você fez para subvertê-la? Reconhecer ...

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‘Brasil ainda luta contra preconceito enraizado’, afirma CRESS-SP

Celebrado em 21 de março, o Dia Internacional contra a Discriminação Racial foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um marco no combate ao preconceito. A campanha deste ano traz o tema Aprendendo com tragédias históricas para combater a discriminação racial hoje e procura explorar a importância da educação para o fim da discriminação. Do Pautas O diretor do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo 9ª Região (CRESS-SP) Júlio Cezar de Andrade explica que a questão histórica é indissociável do preconceito racial. Ele conta que a escravidão no Brasil é um exemplo de como fatos do passado são capazes de influenciar a mentalidade do futuro. “Os séculos de escravidão deixaram uma marca profunda em nossa história e seus reflexos são sentidos até hoje não apenas no preconceito enraizado, mas na profunda desigualdade social. Essa diferenciação pode ser vista diariamente no número de mortes de negros, nos salários ...

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21 de Março – Dia Internacional contra a Discriminação Racial

No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular. No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte: "Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou ...

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Dia de Luta contra Discriminação Racial é tema de encontro com bancada feminina do Congresso

A ministra da SEPPIR, Nilma Lino Gomes, e Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados realizam atividade nesta quarta-feira (18) em alusão ao Dia Internacional da Mulher e ao Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial Do Seppir  Com o intuito de abrir o diálogo com a bancada feminina do Congresso Nacional, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR), em parceria com a Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, realiza nesta quarta-feira (18) um café da manhã alusivo ao dia 08 de março – Dia Internacional da Mulher, e ao dia 21 de março – Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. O encontro será no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, a partir das 8h30, e contará com a presença de deputadas e senadoras. A ocasião será um momento da SEPPIR aprofundar a relação com a bancada ...

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Getty Images

Barack e Michelle Obama revelam ter sofrido discriminação racial

Casal contou suas experiências com o racismo em uma entrevista para a revista semanal de celebridades "People" Do: Diario de Pernambuco Barack e Michelle Obama contam suas experiências com o racismo em uma entrevista para a revista semanal de celebridadesPeople, publicada nesta quarta-feira (17). A primeira-dama relembrou um incidente na loja de departamento Target, onde teria sido confundida com uma vendedora. Seu marido Barack contou que passou por situação parecida em um jantar de gala, quando acharam que ele era um dos garçons. Obama contou ainda que já foi confundido com o manobrista. "Não existe um homem negro da minha idade que não tenha esperado do lado de fora de um restaurante pelo seu carro sem que alguém o tenha entregue as próprias chaves", disse o presidente. Michelle Obama acrescentou: "ele estava usando terno em um jantar de gala, quando alguém o pediu que pegasse café". As reflexões do casal ...

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Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A importância da Lei 10.639 para a erradicação do racismo

Ao contrário do que se possa pensar, a implementação da Lei 10.639/2003 não cabe tão somente no currículo oficial da rede de ensino do nosso país. Por se tratar do ensino da História das Civilizações Africanas, um assunto inédito nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, nunca estudado por nenhum brasileiro em sua formação acadêmica, é um lapso que se torna imperativo preencher. Por isso toda e qualquer iniciativa da sociedade civil e do governo que possam incluir em suas programações e informações nessa área, através de seminários, entrevistas, cinema, teatro e outras ações, serão sempre de grande valia para erradicar o nosso desconhecimento nesse assunto de grande importância e ignorado pelas autoridades por razões óbvias. Por: Vanda Maria Ferreira, no, Bancários Rio  Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles A discriminação racial no Brasil é responsável por parte significativa das desigualdades entre negros e brancos, mas, também, das desigualdades sociais em geral. ...

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“Você tem que fazer serviço de branco para ficar bem feito e não de preto”. Empresas do Paraná são condenadas por discriminação racial

Uma distribuidora de bebidas de Curitiba e um hotel de São José dos Pinhais foram condenados na Justiça do Trabalho por não tomarem medidas adequadas contra atos de racismo praticados dentro das empresas. Nos dois casos, mesmo cientes da discriminação racial entre seus funcionários, as empresas nada fizeram para coibir o comportamento. O primeiro fato ocorreu em São José dos Pinhais, onde uma auxiliar de cozinha desenvolveu depressão e síndrome do pânico após ser ofendida repetidas vezes, e em várias ocasiões, pela supervisora. Ela deverá ser indenizada em R$ 100 mil, conforme sentença do juiz Leonardo Vieira Wandelli, da 5ª Vara do Trabalho do município. No outro caso, a 2ª Turma do TRT-PR fixou em R$ 20 mil a indenização a um ajudante de entrega de bebidas chamado de “macaco” por um colega, fato negligenciado pela empresa mesmo após reclamação. Primeiro caso A auxiliar foi contratada em julho de 2012 ...

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Latino tira uma letra do nome no currículo e recebe centenas de respostas

José Zamora, americano de origem latina, seguia uma rotina. Durante os vários meses em que estava procurando emprego, ele diz que abria seu computador toda manhã e varria a internet em busca de oportunidades, se candidatando a tudo aquilo que ele sentia ser qualificado o suficiente para fazer. No vídeo acima, feito pelo Buzzfeed, ele calcula ter enviado entre 50 e 100 currículos por dia -- o que é, em uma palavra, impressionante. Mas Zamora disse que não estava conseguindo nenhuma resposta. Tinha um palpite do porquê. Para verificar, tirou a letra "s" do seu nome.  José Zamora virou Joe Zamora. Uma semana depois, sua caixa de emails estava lotada. Como ele explica no vídeo, "Joe" não mudou nada em seu currículo além daquela única letra. O que Zamora fez, efetivamente, foi "embranquecer" o currículo. Apesar de o envio de currículos online parecer um avanço em relação à discriminação racial na hora de contratar, vários ...

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Cotas, o branqueamento e a discriminação racial

Durante a última semana, houve bastante repercussão sobre a notícia do parlamentar Wilson Batista Duarte – Kanelão (PMDB), vereador de Rio Grande, que durante sessão realizada na sede do legislativo local, ao questionar a criação de cotas raciais para ocupação de cargos públicos, teria afirmado que “os negros querem se favorecer, isso que é racismo, afinal os negros já estão quase brancos, estão saindo com loira, polaca, estão comendo em restaurantes…”. De acordo com a Zero Hora, Kanelão nega a declaração e diz ter sofrido ameaças após a publicação da notícia em diversos sites. O parlamentar está em seu sétimo mandato e completa vinte e seis anos no poder local. Através de seu suposto discurso, o político tentaria inserir o negro em uma categoria além da raça humana. Ele sugere a superioridade do branco a partir do momento que tenta “embranquecer” o negro, utilizando a brancura como sinônimo de humanidade. ...

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“Você faz a Diferença” retrata racismo no ambiente escolar

Dirigido por Miriam Chnaiderman, curta reúne depoimentos de alunos e professores sobre preconceito e a importância de refletir sobre as diferenças Do Catraca Livre iStockphoto Educação é elemento básico para o desenvolvimento de qualquer pessoa e a escola desempenha um papel fundamental nesse processo. Contudo, o ambiente escolar não está livre das muitas “chagas” que assolam o convívio social. Uma delas  - talvez a que mais resista à emancipação do pensamento humano – é discriminação racial. Um documentário produzido em 2005 buscou retratar as muitas facetas do preconceito no âmbito escolar. Intitulado “Você faz a Diferença”, o trabalho dirigido por Miriam Chnaiderman reuniu depoimentos de alunos, professores e pessoas que por conta de sua etnia ou condição social foram coagidas e humilhadas. O doc pode ser assistido na íntegra    

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Mulher negra ainda encontra dificuldades no acesso à saúde

Por Fernando Pivetti - [email protected] Na Faculdade de Direito (FD) da USP, uma pesquisa levantou uma crítica à forma como o sistema de saúde na cidade de São Paulo atende as necessidades da mulher negra. O estudo revela que o exercício do direito à saúde para esse grupo de mulheres, que é garantido pela Constituição do Brasil, sofre discriminações raciais e de gênero. O projeto da professora da Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo) e da Universidade de Suzano (UNISUZ), Simone Henrique, buscou estudar o direito fundamental à saúde da mulher negra no município de São Paulo. Para a pesquisadora, um dos principais problemas reside na dicotomia entre o que a sociedade possui na teoria e o que ela realiza na prática. “Os instrumentos da Lei para garantir a saúde da mulher negra estão todos presentes. A igualdade formal no Brasil é imensa, mas a execução dessa igualdade não acontece”. Durante o estudo, a pesquisadora ...

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Travessias da Cor: O sonho brasileiro

A estabilidade de democracia e uma economia em desenvolvimento atraem todos os anos centenas de africanos em busca de vida melhor por Melquíades Júnior Unidos pelo passado, Brasil e África mantêm afinidades no presente. Para muitos africanos, elas se comprovam nos tons de pele e no sorriso fácil dos brasileiros. As ideias projetadas sobre o Brasil e a recente integração educacional alimentam o sonho, especialmente nos países africanos de língua portuguesa: Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde. Chegando, a história geralmente não é a mesma. Mas quando as carências no país de origem são maiores que as encontradas aqui, real e ideal pouco variam, e as associações criadas pelos imigrantes em Fortaleza têm feito a diferença na realização do que é possível. Na vida e na morte. O aumento nas relações Brasil-África teve uma data: meados de 2003, com a aprovação da Lei Nº 10.639, que ...

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Manifesto de Repúdio ao Racismo na PUC Campinas – por Maria Rita

O racismo é uma violência que mata, adoece, incapacita. É dever de toda instituição educacional não apenas entender mas garantir que o lugar do negro seja dentro da sala de aula como estudantes, professores e pesquisadores. Essa inclusão deve ser quantitativa e prezar pela qualidade, pela promoção de um ambiente seguro onde cada estudante negro possa desenvolver todo seu potencial acadêmico. Negar o racismo é mais uma estratégia de manutenção do racismo. Num país como o nosso, onde o racismo é um elemento estruturante dessa sociedade, não se pode fechar os olhos para quando atitudes assim acontecem. O dever de uma instituição de ensino é promover o debate, fomentar a discussão e, acima de tudo, não ser conivente com tais práticas. Não pode incorrer em violentar duplamente quem está sendo a vítima. Necessário e urgente perceber que a população negra vem sendo há séculos violentada e tendo seu acesso à ...

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Os crimes de discriminação nos hospitais

Os crimes de discriminação nos hospitais

Por Caiubi Miranda - Ei, negão! O remédio do meu pai já tá meia hora atrasado! A interpelação partiu de um jovem parado na porta do quarto 330 onde seu pai estava hospitalizado.  O interpelado era um Técnico de Enfermagem, Joacir, que ignorou o chamado do jovem e continuou caminhando pelo corredor. - Eu não vou mais atender ao paciente do 330, é um desgraçado de um racista. Esse foi o desabafo do Joacir para a Enfermeira Chefe, responsável pela gestão da equipe de trabalho naquele turno. A Enfermeira Chefe buscou acalmar Joacir mas sabia que teria que remanejar seu pessoal de forma que o quarto 330 não fosse mais atendido por um Técnico de Enfermagem que fosse negro, como Joacir. A situação que pareceria banal à maioria das pessoas é sintomática de um mal que, aparentemente, vitima grande parte dos hospitais brasileiros, pequenos ou grandes, públicos ou privados: o ...

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