terça-feira, maio 11, 2021

Tag: Discriminação Racial

Professora de PG é acusada de racismo por mãe de aluno

Professora de PG é acusada de racismo por mãe de aluno

Mãe realiza Boletim de Ocorrência após descobrir que o filho, de 12 anos, foi chamado de ‘Zé Preto’, pela professora dentro da sala de aula. Chocada. Este foi o termo utilizado por Carla Viviane de Santos para explicar como ficou após saber que o filho, de 12 anos, foi, supostamente, vítima de injúria racial, da própria professora, dentro do Colégio Estadual Senador Correia, em Ponta Grossa. Ela revela que a professora de Ciências, Liliane Margraf, teria chamado o menino de ‘Zé Preto’ durante uma aula, na última segunda-feira. “Ela tem implicância com ele desde o ano passado e, até então, acreditávamos que era pelo fato de ele ter déficit de atenção. Mas, agora, já sabemos que o motivo é racial”, desabafa. Depois de, supostamente, ter sido xingado pela professora, o garoto não quis mais ir para o colégio. “Eu estava decidida a tirar ele da escola, porque acreditava que as ...

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Selo Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça Premia Empresas com Iniciativas pela Eliminação da Discriminação no Trabalho

As funcionárias da Caixa Econômica Federal anualmente fazem exames de mamografia pagos pelo banco, que também instituiu um programa de equivalência de gênero em cargos de gestão e uma ouvidoria para casos de discriminação contra as mulheres no ambiente de trabalho. A empresa foi uma das cerca de 60 instituições públicas e privadas que receberam da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) o selo do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça de reconhecimento por implementarem ações voltadas para a promoção da equidade de gênero e raça no ambiente de trabalho. A iniciativa, destinada a empresas de médio e grande porte, reúne experiências voltadas para deixar o trabalho mais igualitário ou diminuir a dupla jornada de trabalho enfrentada pelas mulheres. Durante a premiação, nesta quinta-feira (25), a ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), Eleonora Menicucci, fez um balanço das ações implementadas pelas empresas que coíbem discriminações e citou ...

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Não vou dar senha porque não gosto de mulheres negras

Alunas de escola pública sofrem injúria e discriminação racial na XV Bienal do Livro – RJ por Jorge Zulu, terça, 6 de setembro de 2011 às 22:38 no Facebook “Não vou dar senha porque não gosto de mulheres negras”, “Você é favelada e preta de cabelo duro”. Uma das piores formas de discriminação é a feita em função da origem étnica, atingindo a dignidade e integridade do outro. Isso aconteceu ontem, 05/09, na XV Bienal do Livro – RJ, no Riocentro, quando durante a visitação de alunos o Colégio Estadual Guilherme Briggs, de Niterói, no stand da Editora Abril/Veja – assinaturas, duas alunas se dirigiram ao atendente da Editora citada para pegarem a senha de acesso para autógrafo com artista e sofreram a prática de injúria e discriminação racial. Depois de ficarem na fila aguardando a vez, o funcionário além de se negar a fornecer a senha de autógrafo para as ...

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Manifesto da Articulação Brasileira de Gays pela eliminaçao da discriminaçao racial

  Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Constituição Federal do Brasil. A Articulação Brasileira de Gays - ArtGay e suas 54 Ongs de Gays , nas 27 Unidades da Federação do País , manifestam neste 21 de março de 2011, dia mundial para eliminaçao da discriminaçao racial o desejo que todas as medidas para reparar as injustiças históricas contra Negras, Negros, Índias, Índios sejam priorizadas pelo legislativo, executivo e judiciário do Brasil. Dia 21 de março é celebrado o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. No ano de 1960 cerca de 20 mil negros sul africanos, protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de ...

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Geledés e a Questão Racial

No tema questão racial, Geledés soma-se às lutas dos movimentos negros pela criminalização efetiva do racismo e da discriminação racial em suas múltiplas manifestações na sociedade brasileira e defende políticas de ação afirmativa nos diferentes campos das políticas públicas como forma de eliminação das desigualdades raciais e promoção e valorização social da população negra. Essa seção do Portal disponibiliza estudos e pesquisas sobre o tema; ecoa notícias e os posicionamentos políticos dos movimentos negros organizados sobre os diferentes aspectos da questão racial e presta homenagem às lideranças negras do presente e do passado responsáveis pelo avanço da consciência negra no Brasil.   Fonte Imagem: NPR

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A discriminação racial presente em livros didáticos e sua influência na formação da identidade dos alunos

Resumo Produzida e veiculada por vários meios que rodeiam a nossa vida, incluindo, principalmente, o ambiente escolar, a discriminação afeta a vida dos alunos ainda em processo de formação identitária. Assim, percebendo que os livros didáticos possuem forte influência na educação, esse trabalho teve como objetivo apresentar resultados parciais de uma pesquisa realizada como trabalho de conclusão de curso, na qual realizou-se um estudo com imagens e expressões de racismo, presentes em livros didáticos, percebendo se estes trabalham com a questão da discriminação e verificando de que forma a pessoa negra é representada socialmente nestes. Assim, apresenta-se como se constatou que, para a formação de alunos que saibam respeitar as diferenças, há a necessidade de um trabalho com essa questão em sala de aula, bem como uma maior preocupação com a formação de professores. Fonte: Monografias.com   Palavras-chave: Discriminação racial, livros didáticos, formação da identidade.   Racial discrimination in didactical ...

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Alunos negros são vítimas de discriminação racial nas escolas

Nova Iguaçu - Xingamentos, brincadeiras e apelidos. É assim que se revela a discriminação racial entre alunos de escolas públicas, segundo a pesquisa Cotidiano das Escolas: Entre Violências, divulgada neste sábado (25) no Fórum Mundial de Educação, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Fonte: Diversidade Cultural Os dados demonstram que 5% dos 9.744 alunos pesquisados nas escolas públicas urbanas estaduais e municipais de Salvador, Belém, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal afirmaram ter sido vítimas de rejeição e discriminação por causa da cor da pele.   Esse percentual cresce para 13% quando os alunos se identificam como negros. Isso indica, segunda a pesquisa, que os negros são os que mais se destacam ao assumir que sofrem preconceito por causa da cor. Dos que se disseram pardos, cerca de 4% afirmaram ter sofrido discriminação racial.   Para a socióloga Miriam Abromavay, esse dado pode indicar gradações na ...

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The Answer — Meryl Treatner

Os Mecanismos de Discriminação Racial nas Escolas Brasileiras

Sumário do Documento anexo.     SUMÁRIO   INTRODUÇÃO Sergei Soares, Kaizô Iwakami Beltrão, Maria Ligia de Oliveira Barbosa e Maria Eugénia Ferrão   CAPÍTULO 1 AS RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO E RAÇA NO BRASIL: UM OBJETO EM CONSTRUÇÃO Maria Ligia de Oliveira Barbosa   CAPÍTULO 2 A GERAÇÃO 80: UM DOCUMENTÁRIO ESTATÍSTICO SOBRE A PRODUÇÃO DAS DIFERENÇAS EDUCACIONAIS ENTRE NEGROS E BRANCOS Rafael Guerreiro Osorio e Sergei Soares COMENTÁRIO DE JACQUES D'ADESKY   CAPÍTULO 3 RAÇA E FRONTEIRAS SOCIAIS: LENDO NAS ENTRELINHAS DO CENTENÁRIO HIATO DE RAÇAS NO BRASIL Kaizô Iwakami Beltrão COMENTÁRIO DE MARCELO PAIXÃO   CAPÍTULO 4 A QUALIDADE DA ESCOLA E AS DESIGUALDADES RACIAIS NO BRASIL Maria Ligia de Oliveira Barbosa COMENTÁRIO DE ROSANA HERINGER   CAPÍTULO 5 COMPETÊNCIA PERCEBIDA E DESEMPENHO ESCOLAR EM MATEMÁTICA Maria Eugénia Ferrão e Maria de Fátima Simões COMENTÁRIO DE CRESO FRANCO   CAPÍTULO 6 COR E GÊNERO NA SELETIVIDADE DAS CARREIRAS ...

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Declaração de Durban

Declaração e Programa de Ação adotados na III Conferência Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata 31 de agosto a 8 de setembro de 2001, Durban - África do Sul. DECLARAÇÃO Tendo se reunido em Durban, África do Sul, de 31 de agosto a 8 de setembro de 2001; Expressando nosso profundo agradecimento ao Governo da África do Sul por haver sediado e atuado como anfitrião desta Conferência Mundial; Inspirando-nos na luta heróica do povo da África do Sul contra o sistema institucionalizado do Apartheid, bem como na luta por igualdade e justiça em um clima de democracia, desenvolvimento, Estado de direito e respeito aos direitos humanos, relembrando, neste contexto a  importante contribuição da comunidade internacional para aquela luta e, em particular, o papel-chave dos povos e Governos da África, e observando o importante papel que diferentes atores da sociedade civil, incluindo as organizações não-governamentais, tiveram ...

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O que é o Geledés Instituto da Mulher Negra

Geledés - Instituto da Mulher Negra foi criado em 30 de abril de 1988. É uma organização política de mulheres negras que tem por missão institucional a luta contra o racismo e o sexismo, a valorização e promoção das mulheres negras, em particular, e da comunidade negra em geral. Geledé é originalmente uma forma de sociedade secreta feminina de caráter religioso existente nas sociedades tradicionais yorubás. Expressa o poder feminino sobre a fertilidade da terra, a procriação e o bem estar da comunidade. Na perspectiva de atualizar essa tradição à luz das necessidades contemporâneas das mulheres negras, o Geledés vem, nestes 21 anos, consolidando as discussões sobre a problemática da mulher negra como aspecto fundamental da temática de gênero na sociedade brasileira e impulsionando o debate sobre a necessidade de adoção de políticas públicas inclusivas para a realização do princípio de igualdade de oportunidades para todos. Em sua história, a ...

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Sonia Maria/ Foto: Natália Carneiro

Sônia Nascimento – Vice Presidenta

[email protected] Sônia Nascimento é advogada, fundadora, de Geledés- Instituto da Mulher Negra sendo sua presidenta, por duas gestões, no período de 30 de abril de 1994 a 30 de abril de 2000. No Programa de Direitos Humanos de Geledés coordenou os seguintes Projetos: SOS - Racismo de Assessoria Jurídica às Vítimas de Discriminação Racial de 1994 a 1998 e o projeto Atendimento Psicossocial às Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Sexual. É a atual vice-presidenta de Geledés e coordena também o projeto PLP - Promotoras Legais Populares. - Foi integrante da Comissão do Negro e Assuntos Antidiscriminatórios – CONAD da OAB/SP; - da Coordenação Região Sudeste do Movimento Nacional de Direitos Humanos; - da Executiva da Comissão da Mulher Advogada da OAB/SP, na gestão 2000 a 2003; - da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, na Sub-Comissão do Negro da OAB/SP - da Comissão de Defesa do Consumidor da ...

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Programa SOS Racismo

SOS Racismo de Geledés – Memória Institucional

O SOS-Racismo - Assessoria Jurídica em Casos de Discriminação Racial originou-se como a Seção Brasileira do SOS Racisme da França integrando o Programa de Direitos Humanos do Geledés - Instituto da Mulher Negra com os seguintes objetivos. Receber denúncias de discriminação racial sofridas por qualquer pessoa. O SOS-Racismo representa a vítima de discriminação racial junto ao Poder Judiciário. Orientar   a   vítima   para   obtenção   de   provas   e testemunhas que possam caracterizar a ocorrência do crime. Contribuir para a formulação de legislação específica, que proteja os direitos humanos e civis dos grupos discriminados sexual e racialmente. Introduzir no processo judicial a discussão polítíco-jurídica da questão racial no Brasil, porque a imagem social do negro identificada à marginalidade interfere negativamente no julgamento e na fixação da pena. Encaminhar para outros serviços ou instituições os casos que estejam fora de sua competência. Estimular a criação de serviços SOS-Racismo em todo- o país.

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Ódio racial por Sueli Carneiro

O ódio racial emerge como tema de maneira insólita por intermédio dos saudosistas do mito da democracia racial. É o que manifesta o editorial do jornal O Globo de 30/12, intitulado ‘‘Risco racial'', no qual é combatida a proposta do governo de adoção de políticas de cotas para negros nas universidades brasileiras. Assumindo a posição de um dos últimos baluarte da velha democracia racial, o jornal insiste em negar as evidências de discriminação racial brilhantemente descritas, em diversos momentos, por uma de suas mais respeitadas e competentes colunistas, que é Míriam Leitão. Por Sueli Carneiro Diz o editorial: ‘‘O governo federal deverá, em breve, criar um sistema de cotas para negros nas universidades públicas. Com isso, o assunto voltará com força ao debate. Esse tipo de ação afirmativa já vem sendo discutido, motivado por legislação semelhante aprovada no Rio de Janeiro para disciplinar a entrada de negros na universidade estadual. ...

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