terça-feira, maio 11, 2021

Tag: Douglas Belchior

Pré-candidato do PSOL diz que partido é racista e não mantém coerência

Historiador Douglas Belchior afirma que crítica tem como objetivo fazer o partido refletir; "PSOL não é nem pior e nem melhor que os outros nesse sentido", afirmou ao UOL por Luis Adorno para a Folha de São Paulo Arquivo Pessoal - UneAfroBrasil "Há um histórico de desrespeito desse partido com a construção do movimento negro em São Paulo". A crítica é do historiador negro Douglas Belchior, 39, ligado ao PSOL desde sua fundação, em 2004, e que, pré-candidato a deputado federal, vai disputar o quarto pleito pela sigla em outubro deste ano. Belchior afirma desejar que o partido melhore, sendo mais acolhedor ao povo negro. Belchior enviou no último dia 12 de julho uma carta ao partido requerendo informações de como a sigla iria repassar seus recursos financeiros aos candidatos nas eleições deste ano. A cobrança foi publicada em seu Facebook. Uma semana depois, o pré-candidato ...

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imagem / Divulgação

Lideranças negras de todo país lançam candidatura para a câmara federal

Douglas Belchior, ativista do movimento antirracista há 20 anos, reúne centenas de ativistas do movimento negro e dos direitos humanos para tentar um cargo como deputado federal. Nomes como Sueli Carneiro, Hélio Santos, Edson Cardoso, Cida Bento, Milton Barbosa, Wagner Moura, Ailton Graça, Áurea Carolina apoiam a candidatura Texto / Pedro Borges Imagem / Divulgação O lançamento da pré-campanha para deputado federal (PSOL-SP) do ativista do movimento negro, Douglas Belchior, ocorre neste sábado, dia 9 de junho, das 17h às 20h, no Teatro Oficina, Rua Jaceguai, número 520. Liderança de longa trajetória, Douglas iniciou a militância na pastoral de juventude e no movimento estudantil secundarista. Depois, passou a atuar na construção de cursinhos populares, como a Educafro e a Uneafro-Brasil. No campo dos direitos humanos, destacou-se pela luta contra o genocídio do povo negro, a violência policial e o encarceramento em massa. O ator Lázaro Ramos apoia a ...

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Você se sentiu representada (o) no casório da família real britânica?

A família real britânica não exerce poder político definidor há tempos. Mas seu simbolismo e tradição são pontos caros aos ingleses e deveriam ser caros ao resto do mundo também. Em especial aos descendentes de africanos e, sobretudo em países vítimas da colonização pelo mundo afora. A família do noivo ruivinho tem uma tradição de cerca de mil anos. Atravessou, portanto, o antes, o durante e o depois dos quase quatro séculos de escravidão mercantil, que devastou a África e assolou o chamado novo mundo. Por Douglas Belchior e, seu blog  (Ben STANSALL- WPA Pool//Getty Images) O tráfico de pessoas escravizadas se estendeu por esse período e vitimou, por baixo, cerca de 12 milhões de seres humanos africanos. A riqueza gerada pela escravidão rendeu à Inglaterra o acúmulo primitivo de capital suficiente ao advento da primeira Revolução Industrial e manteve o este país como a grande potência mundial nos séculos XVIII e ...

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Foto: enviado para o Portal Geledés

Uneafro promove 1ª edição do Prêmio Marielle Franco e grande aula de cidadania neste sábado, 14/4

Neste sábado, 14/4, a partir das 9h30, o auditório de Geografia da Universidade de São Paulo será palco de dois importantes eventos para as questões dos direitos humanos e da comunidade negra. Para homenagear pessoas e organizações essenciais à luta contra o racismo, o machismo e homofobia, a Uneafro realizará a 1ª edição do Prêmio Marielle Franco de Direitos Humanos e Educação Popular. A iniciativa - que passará a ser entregue anualmente pela Uneafro - visa eternizar o nome e o legado de Marielle Franco, vereadora negra assassinada no Rio de Janeiro, que iniciou sua trajetória em um cursinho comunitário pré-vestibular na favela da Maré, trabalho similar ao da Uneafro. Nesta primeira edição, serão homenageados o MNU - Movimento Negro Unificado, o Geledés - Instituto da Mulher Negra e o Núcleo de Consciência Negra na USP. Antes da premiação, a organização oferecerá uma experiência enriquecedora aos alunos de dezenas de ...

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#Geledés30anos – Negros e Mulheres no Processo Constituinte

Resgate do momento político que permitiu a emergência de organizações da sociedade civil como Geledés Instituto da Mulher Negra e outras iniciativas dos movimentos de mulheres e negros no Brasil. Análise ancorada no processo que resultou na Constituição Federal de 1988, consagrando os novos direitos para negros e mulheres. Diálogo com as novas gerações de militantes sobre o legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e negros nas últimas três décadas.   Palestrantes: Edson Cardoso  Coordenador do ÌROHÍN – Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro-brasileira; doutor em educação pela USP; jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade de Brasilia. Helena Theodoro Doutora em filosofia (UFG), Mestre em Educação (UFRJ), Pós-Graduação em Tecnologia Educacional – Fundação Konrad Adenauer (Alemanha); Especialista em Cultura Negra e Carnaval; foi Vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro – CEDINE. Hélio Santos  Mestre em Finanças e doutor em Administração pela FEA-USP. Presidente ...

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“O debate sobre o racismo é a maior pólvora da luta de classes no Brasil”

Enquanto o pacto social faz água no Brasil, manifestações de um conservadorismo tão caricato quanto de passado deplorável assustam o país e roubam tempo da discussão política e econômica. Enquanto isso, o desmonte geral dos marcos protetivos dos trabalhadores brasileiros promete atingir mais em cheio os setores das chamadas minorias. Neste contexto, entrevistamos Douglas Belchior, uma das principais figuras do movimento negro brasileiro, que na semana passada marchou pelas ruas do país. por Gabriel Brito, do Correio da Cidadania “Agora percebemos a volta do Brasil a seu eixo mais cotidiano, habitual, ou seja, a posição ultraconservadora, de radicalmente explicitar a natureza da formação social brasileira, cuja característica é escravocrata. Vivemos avanços e experiências tímidas, e agora vivemos mais uma reversão deste processo. É uma reação ao nosso avanço? Sim, também existe essa dimensão. Mas acima de tudo é uma obediência à natureza do Estado brasileiro e ao perfil das elites ...

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“O cinema e o áudio visual brasileiro é o mais racista do mundo”, afirma ator e diretor

Programa Vozes da Resistência, com Douglas Belchior, recebeu nesta segunda-feira 5 na TV 247 duas personalidades da cena artística de São Paulo: o ator, diretor, pesquisador e co-fundador da Cia Os Crespos, Sidney Santiago Kuanza, e a doutoranda em psicologia e crítica de cinema, Viviane A. Suzy Pistache; o debate teve como gancho o sucesso do filme da Marvel "Pantera Negra", mas também tratou de artivismo, sub representatividade negra no cinema e na produção áudio visual com paralelos EUA e Brasil Do Brasil247 Foto: Reprodução/Brasil247 O programa Vozes da Resistência, com Douglas Belchior, recebeu nesta segunda-feira 5 duas personalidades da cena artística de São Paulo: o ator, diretor, pesquisador e co-fundador da Cia Os Crespos, Sidney Santiago Kuanza, e a doutoranda em psicologia e crítica de cinema Viviane A. Suzy Pistache. O debate, que durou cerca de uma hora e foi transmitido ao vivo pelo Facebook ...

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Camiseta com logo da Febem naturaliza a violência,diz Douglas Belchior

Para o professor da Uneafro, a Febem é uma entidade que significa terror e violência para o jovem. E caso envolvendo a grife A Mulher do Padre revela a "ferocidade de determinadas narrativas" Por Luciano Velleda para RBA Belchior diz que as empresas precisam valorizar os direitos humanos. “Esse produto está na contramão disso" Foto: TALITA KOZAN Uma espécie de “gourmetização da violência brasileira”. Assim Douglas Belchior, formado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e fundador e professor na rede de cursos da Uneafro-Brasil, define o episódio envolvendo a grife A Mulher do Padre, que colocou à venda em suas lojas uma camiseta branca com logotipo da extinta Febem, ao preço de R$ 96. Após péssima repercussão nas redes sociais, a empresa anunciou a retirada do produto de circulação no último domingo (28). “Isso demonstra uma característica própria do racismo brasileiro que é o ...

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Douglas Belchior: debate racial no Brasil é a pólvora da luta de classes

Em entrevista à TV 247, o professor, fundador da Uneafro e uma das mais respeitadas lideranças do movimento negro, Douglas Belchior, defende que "não é possível discutir um projeto para o Brasil que não parta do debate racial"; "Todo problema social no Brasil tem origem no racismo", diz; editor do blog Negro Belchior, ele comenta o caso William Waack e afirma que "a Globo, como maior educadora da nação, é o principal motor de massificação da ideologia racista"; ele fala sobre a importância da representatividade em cargos de poder e na mídia, mas alerta que "não basta ser negro, é preciso carregar a elaboração do movimento"; ele também fala de cotas e cita dados da violência contra a juventude negra no País: "nós vivemos no Brasil não é uma guerra, não, é um massacre, é genocídio"; assista Do Brasil 247  Um dia depois da realização de manifestações organizadas em vários ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

Douglas Belchior retorna ao EUA para denunciar genocídio negro e propor rede continental de luta antirracista

O Brasil vive uma guerra. Um processo permanente e continuado de genocídio de suas populações originárias, a indígena e a dos descendentes de africanos escravizados. Os números de assassinatos de negros no Brasil confirmam. Estamos em meio a um conflito que atinge, desproporcionalmente, seguimentos da população brasileira. Por  Viviane A. Pistache, enviado para o Portal Geledés Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Pobres de maneira geral estão mais expostos. Mas são os negros, o alvo objetivo do massacre. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 61.619 pessoas foram mortas em 2016. Este número equivale às mortes provocadas pela explosão da bomba atômica  em Nagasaki. Entre os anos de 2011 a 2015, 279 mil pessoas foram assassinadas, mais do que matou a guerra da Síria no mesmo período, 256 mil. Em média, metade das pessoas assassinadas a cada ano no Brasil tem idade entre 15 e 29 anos. Destes, 77%  ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

Douglas Belchior: “Exigimos a saída imediata do comandante da Rota”

Em entrevista à Fórum, o ativista do movimento negro, Douglas Belchior, falou sobre a declaração do novo comandante da Rota (SP), que defende que a PM atue de maneira distinta em bairros nobres da maneira como atua nas periferias. “Quando verbaliza essa prática, ele dá ordens para que seus comandados atuem como criminosos”. Leia Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por Ivan Longo no Revista Fórum Coletivos, entidades e movimentos sociais enviaram, nesta sexta-feira (25), uma petição ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em que cobram explicações sobre as declarações dadas pelo novo comandante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), da PM de São Paulo. Em entrevista, o comandante Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo defendeu que PM atue de maneira diferente em um bairro nobre, como os Jardins, da que atua nas periferias, reforçando a distinção de tratamento de acordo com a classe social. Dois ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

Uma Frente Ampla e Nacional por novos rumos para o país, SEM PRETAS e PRETOS. É isso mesmo, produção?

Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Eu havia acabado de postar um vídeo, que só fiz por se tratar do assunto mais grave do país: O escandaloso número de homicídios e do genocídio negro (http://zip.net/bvtKVC). Postei com receio de ter pegado pesado com os primos de esquerda (como eu). Mas em seguida tomei conhecimento da notícia de uma iniciativa que avalio importante: Frente Ampla Nacional Pelas Diretas Já. Li e Desacreditei (http://bit.ly/2rNLIbu). Uma Nota sobre a conjuntura do País e a necessidade de Eleições Diretas (termos com os quais concordo integralmente). 53 assinaturas. 53 organizações. 53 entidades, todas ou quase todas, do chamado “campo progressista brasileiro” ou da “esquerda brasileira”. Dentre elas, nenhuma organização negra. É certo que havia pessoas negras no encontro - vi a foto -, e é certo que cada uma das 53 siglas reunidas, cada uma delas, tem seu cômodo reservado para negros ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

Douglas Belchior: Racismo à brasileira

Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania No Idec O Dia da Consciência Negra está oficialmente no calendário brasileiro, mas não é feriado nacional. Apenas um quinto dos municípios do País celebram o 20 de novembro. Embora sutil, esse fato já sugere a dificuldade que o Brasil tem de lidar com a questão racial e de reconhecer as consequências de quase 400 anos de escravidão, avalia Nesta entrevista, realizada na sede da Uneafro – rede de educação popular do qual é membro e fundador –, em São Paulo (SP), Belchior fala sobre como o racismo estrutura as desigualdades no Brasil, cotas raciais, representatividade na mídia, na política e no mercado de consumo. O Dia da Consciência Negra foi incluído no calendário nacional em 2003 e oficializado em 2011. Porém, até o ano passado, pouco mais de mil municípios comemoravam a data. A que se deve essa baixa adesão? ...

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Movimentos negros realizam protesto no dia 10/11 contra morte de cinco jovens em São Paulo (SP)

O ato acontece nesta quinta-feira (10), a partir das 18h, no Largo São Francisco, na região central da capital Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania por Nadine Nascimento no Brasil de Fato Para denunciar a violência policial e a morte de cinco jovens, que tiveram seus corpos encontrados nesta segunda (7) na Grande São Paulo, movimentos negros se reúnem nesta quinta-feira (10), à partir das 18h, em vigília no Largo São Francisco, região central da capital paulista. O ato quer chamar a atenção do governo estadual e da população para o "genocídio" da juventude negra. "Todos os dias a polícia tem apresentado novos mortos. Isso é uma recorrência, e só aumenta. Com a escalada do conservadorismo, a polícia está à vontade para cometer mais atrocidades, para reprimir, torturar e matar. É um sentimento de que eles estão acima das leis, do bem e do mal", afirma Douglas Belchior, ...

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Finados: Podia ser minha mãe, que loucura!

2 de Novembro era Finados | Eu parei em frente ao São Luiz do outro lado | E durante uma meia hora olhei um por um | E o que todas as Senhoras tinham em comum | A roupa humilde, a pele escura | O rosto abatido pela vida dura | Colocando flores sobre a sepultura | Podia ser a minha mãe, que loucura” Racionais MC’s  Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por Douglas Belchior  no Negro Belchior Pobreza e religião caminham juntas desde sempre, ao menos para os fiéis, para os povos que compõem as igrejas. E a vida, e a morte, e a vida após a morte, encontram novos significados, quase sempre em busca do conforto diante da vida real. Poucos poetas retrataram tão bem a dura realidade das periferias brasileiras, como fizeram Racionais Mc’s. Entre a denúncia da realidade e a valorização da identidade ...

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Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

“A política não é lugar pra preto vagabundo feito você!”

Tenho plena consciência de que represento uma exceção. Ainda que miscigenado (fosse a pele retinta, bem sei que a vida reservaria ainda mais dificuldades), como homem negro, estudei. Alcancei o banco de uma universidade reconhecida, a PUC-SP, onde me formei em História e alcei o desvalorizado, mas nem por isso menos nobre, status de professor. Trabalhador da rede pública estadual de São Paulo, nada convidativo financeiramente, mas ainda assim, digno. por Douglas Belchior no Carta Capital Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Facebook de Douglas Belchior Conciliar profissão a militância política foi uma opção consciente – outro privilégio para poucos. Trabalho, ganho a vida e pago minhas contas fazendo o que amo: educação, logo, política. A vida que escolhi me levou a pessoas incríveis: lideres políticos, intelectuais, atletas e artistas. Me levou a lugares impensáveis: salas acarpetadas de governos, viagens para debates, palestras e atividades políticas das mais diversas ...

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O que as urnas revelam sobre o racismo nosso de cada dia

No Brasil todo mundo já namorou uma negra. Chamou um negro de genro. Adora ouvir as histórias do porteiro (que é negro). Considera a diarista (também negra) uma pessoa da família. Se emociona quando vê aquele gari (negro) que gosta de sambar, ser aplaudido pelos gringos. Tamanha harmonia é a consumação plena da principal regra da nossa democracia racial. Ou seja, a população negra sempre será tratada bem, desde que saiba qual é o seu lugar e dele não queira sair. Curioso como o gari continua sendo gari mesmo depois de tantos anos aparecendo na televisão. Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por *Jorge Américo e **Douglas Belchior, no Negro Belchior  Se não falha a memória, o ex-jogador de futebol Pelé foi o primeiro ministro de Estado negro do período chamado de redemocratização do Brasil. Sua nomeação para a pasta de Esportes se deu no ano de ...

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Manifesto ‘pela dignidade da gente preta e periférica’ é lançado em São Paulo

“A cidade de São Paulo é também território da barbárie negra e periférica, marcada por chacinas cotidianas e ações escandalosamente violentas”, afirma documento assinado por mais de 700 lideranças. Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania no Correio Nagô   “Pela dignidade da gente preta e periférica que constrói e vive a cidade de São Paulo”, esse é o nome do manifesto lançado por mais de 700 pessoas que alçam o educador e militante do movimento negro Douglas Belchior a condição de candidato a vereador pela cidade de São Paulo. Diversos seguimentos da sociedade civil organizada, intelectuais, artistas, advogados, médicos, poetas, professores, jornalistas, lideranças políticas e ativistas independentes, subscrevem o documento. Dentre estes, vale destacar o poeta Sérgio Vaz, a urbanista Ermínia Maricato, a filósofa e feminista negra, Djamila Ribeiro, a fundadora do Geledés, Sueli Carneiro, o presidente do Instituto Luiz Gama, Silvio Almeida, a jornalista e escritora, ...

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