Tag: escritoras negras

Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

‘Nossos governantes são incapazes de interagir com a racionalidade, com o conhecimento construído pela Humanidade’, diz escritora Cidinha da Silva

Exu vive nas palavras. E Cidinha da Silva também. Aos 54 anos de idade e 15 de carreira literária, a escritora mineira já publicou 19 livros e tem mais de 222 mil exemplares de suas obras em circulação pelo Brasil, além de ter sido traduzida para o alemão, catalão, espanhol, francês, inglês e italiano. — Quem escreve vive nas palavras, pelas palavras. A palavra é a nossa matéria-prima. É a nossa água primordial — diz Cidinha, que acaba de lançar a versão em audiolivro do premiado "Um Exu em Nova York", seu primeiro livro de contos publicado em versão física em 2018 pela editora Pallas, vencedor do Prêmio Biblioteca Nacional 2019. Os 19 contos chegam aos fones de ouvido pela Tocalivros Studios e foram narrados pela própria autora, que realizou um desejo antigo de lançar sua obra em formato de áudio. Em “Um Exu em Nova York”, a escritora dá continuidade a sua pesquisa ...

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Divulgação

Vozes diversas e pretas para marcar o Julho das Pretas, escritoras negras do DF realizam encontro aberto ao público

Romancista. Contista. Poeta. Ensaísta. Cronista. Acadêmica. A produção literária de mulheres negras do Distrito Federal é vasta e diversa. Para reunir, saudar e apresentar essas escritas, elas realizam o I Julho das Pretas que Escrevem no DF. O encontro já tem presenças confirmadas de Cínthia Santos, Pietra Souza, Cristiane Sobral, Tatiana Nascimento, Conceição Freitas, Cida Chagas, Marina Andrade, Poeta Kaju, Ramíla Moura, Daniela Luciana, Ismália Afonso, Maíra Brito, Cleudes Pessoa, Debrete, Manuelita Hermes, Zane do Nascimento, Hellen Rodrigues e Waleska Barbosa. O evento ocorre no sábado, 24, na Banca da Conceição, (308 Sul), entre 15h e 18h e marca o 25 de julho, Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha. As jornalistas Jacira Silva e Rosane Garcia, precursoras da presença da mulher negra em redações de jornais brasilienses e a educadora e ativista cultural Lydia Garcia serão homenageadas. A programação vai contar com a presença das autoras e/ou suas obras ...

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Aline Midlej (Foto: Marcelo Brandt/G1)

As dicas de livros, filmes e viagens de Aline Midlej

Aline Midlej nasceu no Maranhão, no seio de uma família baiana de origem libanesa mas viveu a vida toda em São Paulo. Nos últimos anos, trocou a capital paulista pelo Rio, de onde agora apresenta o Jornal das Dez, da Globonews.  Entre os seus gostos musicais, estão o samba e o reggae. O sonho de viagem pós-pandemia é uma incursão nos países do Leste Europeu. A viagem inesquecível? São várias, na verdade, feitas ao longo de dois anos em que arrumava as malas e partia para o continente africano para relatar o cotidiano de países quase nunca retratados pela imprensa nacional para um programa da TV Brasil.  Com ampla experiência na cobertura de Direiros Humanos (um prêmio Esso e um Vladmir Herzog no currículo), Aline se destaca na cobertura diária brasileira pela paixão e pelos comentários incisivos sobre racismo, machismo e outras opressões presentes no noticiário brasileiro.  Essa é uma parte ...

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Djamila Ribeiro (Foto: Caroline Lima)

Djamila Ribeiro é homenageada com prêmio de impacto social

No último domingo (27.06), Djamila Ribeiro foi uma das representantes de peso do Brasil no BET 2021 - um do principais eventos da cultura negra mundial - onde foi homenageada com o importante prêmio de impacto social. A filósofa, feminista, escritora e acadêmica brasileira foi escolhida para receber o BET International Global Good Award 2021, trófeu conferido a figuras públicas que defendem iniciativas que promovam mudanças sociais positivas e de conscientização para a comunidade negra em geral.  Com três livros já lançados que abordam o feminismo e o racismo, além de um novo que está para estreiar, Djamila é uma voz ativa na luta pelos direitos dos negros e das mulheres no país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Djamila Ribeiro (@djamilaribeiro1) No Instagram, a acadêmica comemorou: "FOI INCRÍVEL. Como a primeira pessoa brasileira a receber o Global Good Awards, por mobilizar a produção intelectual pela equidade de gênero e raça e por disseminar conteúdos críticos produzidos por ...

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Primeira escritora negra de descendência afro-americana a receber o Pulitzer, sua voz serena e firme ainda reverbera passados 20 anos de sua morte (Foto: Poetry Foundation)

Gwendolyn é amor

É preciso falar de amor, agora que o Dia dos Namorados passou, e com ele palavras vãs, centenas de reapresentações de ...E O Vento Levou e Casablanca em apenas 48 horas, filas infindáveis nas portas dos restaurantes. Longe dessa praga jeca, a libertação acontece por meio da voz de Gwendolyn Brooks, porque junho é seu mês. Primeira escritora negra de descendência afro-americana a receber o Pulitzer (Annie Allen, Harper, 1949), sua voz serena e firme ainda reverbera passados 20 anos de sua morte, como no trecho que lê de Kitchenette Building (youtu.be/7yQ7hOjX9v0). Para Gwendolyn Brooks, sua definição na lata é coisa simples: poesia é vida destilada. E não se tratava somente do Pulitzer, até porque ao longo da vida teve outros 70 prêmios e láureas em suas estantes, tornando-se uma das poetas mais homenageadas durante sua existência, da referência em poesia negra na Biblioteca do Congresso norte-americano a receber duas vezes seguidas o Guggenheim Fellow ...

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Janira Sodré Miranda (Arquivo pessoal)

Leodegária de Jesus: mulher negra intelectual e poeta em Goiás no pós-abolição

“Sempre o mesmo punhal na mesma chaga.”  “Ainda e Sempre”, poema de Leodegária de Jesus  publicado no livro Orquídeas) A presença das poetas negras é parte da história da literatura brasileira. Em 1906, com 17 anos, Leodegária Brazília de Jesus (1889-1978) publicou o primeiro livro de poesia de autoria feminina em Goiás, intitulado Corôa de Lyrios, pela editora Azul, de Campinas, São Paulo. É uma obra poética com características da literatura romântica que marcou suas leituras aos 15 anos, quando escreveu o livro. Esse feito é parte de uma vida marcada pela história familiar de investimento em educação por gerações sucessivas, desde o efervescente século XIX. É quando se pode identificar mobilidade territorial e social entre a gente negra em Goiás, em especial nas décadas seguintes à Abolição. Seu avô havia sido alfaiate em Minas Gerais. Sua mãe Ana Isolina Furtado Lima era professora, assim como seu pai José Antônio ...

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Musas Negras: raça, gênero e classe na vida de Gilka da Costa Machado

Em 2018 assistimos ao florescer da maior campanha popular para eleição da primeira mulher negra como imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL): Conceição Evaristo. Porém, os imortais desprezaram quase que completamente tal campanha, pois a premiada e consagrada escritora recebeu apenas um voto. Essa suposta indiferença tem explicação histórica: é um comportamento característico da tradição racista, patriarcal e aristocrática dos cânones literários moderno-coloniais. As regras que legitimam a produção de conhecimento são, até hoje, eurocentradas, excluindo os saberes que não se encaixam neste padrão. Isto faz com que um país de maioria negra como o Brasil mantenha esta ausência de escritoras negras na ABL e, com isso, o reconhecimento de seus saberes, de suas escrevivências. Não que nós, escritoras afro-diaspóricas, deixemos nos silenciar. Mulheres negras, ameaçadoramente brilhantes, perturbaram e perturbam a (des)ordem do patriarcado colonizador que institui também as regras de produção do conhecimento considerado legítimo. Este é o ...

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Michelle Obama autografa Minha História. (Foto: ASSOCIATED PRESS)

Companhia das Letras lança edição juvenil de biografia de Michelle Obama

A biografia da ex-primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, ganha uma versão juvenil pela Seguinte, selo jovem da Companhia das Letras. O material, que traz uma introdução especial da autora, além de três cadernos de fotos coloridos, entra em pré-venda nesta quarta-feira (3/2) e chega às livrarias em 2 de março. A edição juvenil do livro, intitulada Minha história para jovens leitores, é adaptada para leitores a partir de 13 anos. Na publicação, Michelle detalha sua história para o público, com a honestidade, o bom humor e o afeto que são marcas registradas da ex-primeira dama. Ao compartilhar alegrias e triunfos, assim como as dificuldades, as tristezas e os desafios que encontrou pelo caminho, Michelle Obama mostra como buscou viver de forma autêntica, usando sua voz e sua força para lutar por seus ideais, tornando-se um grande exemplo para as futuras gerações. No decorrer da leitura, a autora convida ...

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(FOTO: REPRODUÇÃO/RAVI SANTANA - CARTACAPITAL)

Quem são autoras negras referências do Brasil – e porque conhecê-las

Autoras negras contam a história de um Brasil que por vezes, parece entrar em choque com um outro país retratado por poderosos. Por   GIOVANNA GALVANI, no Carta Capital Há quem afirme que a fome não seja um grande problema no Brasil. Elas sabem que é. Carolina Maria de Jesus, catadora pobre e autora de ‘Quarto de Despejo’ (1960), que vendeu mais de 100 mil cópias, sabia tanto que escreveu: “O Brasil precisa ser dirigido por alguém que já passou fome”. Carolina foi uma grande autora, mas não chegou a ser celebrada nos espaços de conhecimento. Na produção de textos, análises e pesquisas que consolidam outros brasileiros que estudam o Brasil, porém, as mulheres negras não figuram entre as grandes referências, mesmo sendo representantes das menos favorecidas na sociedade. Por quê? Bianca Santana, jornalista e autora de “Vozes Insurgentes de Mulheres Negras – do século XVIII  à primeira década do século XXI”, ...

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Clube Negrita no Sesc (Foto: Monomito Filmes)

Clube de leitura destaca obras de escritoras e escritores negros

Geni Guimarães é a autora do livro escolhido para a próxima edição, com participação de Suzane Jardim   Do Livre Opinião  Clube Negrita no Sesc (Foto: Monomito Filmes) Dia 6 de julho, na biblioteca do Sesc Avenida Paulista, acontece mais uma edição do Clube Negrita, dessa vez, com o livro Leite do peito, de Geni Guimarães, escritora brasileira, que venceu o Jabuti e outros prêmios. Os contos presentes na obra são autobiográficos e narram acontecimentos da vida de uma menina negra até o início da sua fase adulta. Para trocar impressões sobre o livro e falar a respeito do contexto histórico, a organizadora e mediadora do clube, Bruna Tamires, terá a companhia da historiadora Suzane Jardim. O Clube Negrita incentiva a leitura de escritoras e escritores negros e o letramento através da leitura em coletivo, proporcionando a troca de ideias e a vivência conjunta em torno da literatura negra. Durante as sessões, cada ...

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30/07/2017- Paraty- Mesa 17 - Amadas 
Ana Maria Gonçalves
Conceição Evaristo
Ao refazer sua trajetória com imagens e leituras, Conceição Evaristo, em conversa com Ana Maria Gonçalves, presta um tributo a outras vozes femininas africanas e da diáspora negra, como Angela Davis, Audre Lorde, Carolina de Jesus, Josefina Herrera, Nina Simone, Noêmia de Sousa, Odete Semedo, Paulina Chiziane e Toni Morrison.
Foto: Walter Craveiro/Flip

Conceição Evaristo entrega carta de apresentação e é oficialmente candidata à ABL

Aos 71 anos, a escritora pode ser a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras no Revista Fórum Foto: Walter Craveiro/Flip A premiada escritora mineira, Conceição Evaristo, entregou a carta de apresentação, o que confirma sua candidatura à Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela pleiteia a cadeira número 7, que está vaga desde a morte do cineasta Nelson Pereira dos Santos. Depois da criação de uma petição online, em apoio à escolha de Conceição, a iniciativa repercutiu na internet e já ultrapassou 20 mil assinaturas. “Assinalo o meu desejo e minha disposição de diálogo e espero por essa oportunidade”, diz um trecho da carta. A escritora já havia dito: “Eu quero entrar porque é um lugar nosso, porque temos direito”. Denise Carrascosa, professora de Literatura da Universidade Federal da Bahia, assinou o texto do abaixo-assinado: “A escritora mineira Conceição Evaristo reescreve ...

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Secretaria de Cultura do Pará altera cartaz de Feira do Livro após polêmicas envolvendo racismo

Programação também foi alvo de críticas por não incluir autores regionais, mulheres, negros e indígenas. A abertura do evento da Feira é nesta sexta, 27, em Marabá e faz parte da Feira do Livro Do G1 Cartaz de evento da Feira do Livro é alvo de críticas apontando racismo em representação de mulher negra carregando livros. (Foto: Reprodução / Secult) Um cartaz da XXII Feira Pan-Amazônica do Livro, que tem abertura nesta sexta-feira (27) em Marabá, sofreu alterações após críticas. A peça de divulgação do Salão do Livro Circuito Sul e Sudeste do Pará destacava a imagem de uma mulher negra carregando livros na cabeça e gerou revoltas. A programação da Feira também foi alvo de reclamações pela falta de mulheres escritoras, negros e indígenas entre os convidados e homenageados. O evento ocorre no sudeste do estado, e assim como o Circuito do Baixo Amazonas, faz ...

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“Uma ferramenta de resistência identitária” chamada Djidiu

Ao longo de um ano, vários afrodescendentes reuniram-se em Lisboa para dizer poesia e partilhar a experiência de ser negro. A associação Afrolis edita agora algumas dessas vozes em formato de livro. O lançamento é esta terça-feira, no Museu do Aljube. Por Joana Gorjão Henriques Do Publico Carla Fernandes fundou a o audioblogue Afrolis e dinamizou as sessões Djidiu que deram origem ao livro agora editado ENRIC VIVES-RUBIO Quando tudo isto começou, em Março de 2016, praticamente nenhum dos intervenientes tinha livros publicados. Chegavam às sessões e diziam poemas escritos de propósito para o evento, poemas que estavam na gaveta, poemas que estavam encravados. Quase dois anos depois, eis que a primeira frase deste texto já não se aplica. O Djidiu – a Herança do Ouvido, uma espécie de clube de poetas negros que tinha como objectivo produzir conhecimento sobre a condição dos afrodescendentes em Lisboa, passou dessas ...

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7 livros de escritoras negras da Flip 2017 que você precisa conhecer

Uma lista de títulos para ler antes e depois da 15ª Festa Literária Internacional de Paraty.   Por Amauri Terto Do Huffpost Brasil Faltam poucos dias para 15ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Entre 26 e 30 de julho, a cidade história do litoral sul do Rio de Janeiro será palco de reflexões e debates sobre as atuais narrativas produzidas no Brasil e no mundo. Com curadoria da jornalista Josélia Aguiar, o evento literário mais importante do país abre neste ano espaço inédito para a diversidade de vozes da literatura negra. E não só isso. Pela primeira vez em sua história, a Flip traz um número de autoras supera o de autores. Serão 22 mesas com 46 autores, dos quais 22 são homens e 24 são mulheres. O escritor homenageado deste ano será Lima Barreto (1881-1922), autor marginal cuja trajetória foi marcada pela crítica contundente ao cotidiano racista e de segregação ...

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Bianca Santana (Foto: Caroline Lima)

Espelho das iabás

  Um dia, agora ela já sabia qual seria a sua ferramenta, a escrita. Um dia, ela haveria de narrar, de fazer soar, de soltar as vozes, os murmúrios, os silêncios, o grito abafado que existia, que era de cada um e de todos. Maria-Nova um dia escreveria a fala de seu povo.Conceição Evaristo, em Becos da Memória “Oiá descobriu sua beleza nos espelhos de Oxum”Reginaldo Prandi, em Mitologia dos Orixás Iabás, na tradição iorubá, são as orixás femininas. As mais conhecidas no Brasil são Iemanjá, Oxum, Oiá-Iansã, Nanã. Cada uma delas representa uma força da natureza; tem poderes, características e instrumentos próprios. Duas possuem espelhos: Oxum, senhora das águas doces, dona da vaidade, da fertilidade e do ouro, e Iemanjá, dos mares e oceanos, mãe dos orixás e dos homens, rege as emoções. O espelho permite contemplação, percepção e reconhecimento. E também proteção, defesa: pode refletir de volta raios ...

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Escritor Benjamin Moser é acusado de racismo por trecho em biografia de Clarice Lispector

Benjamin Moser escreveu que, ao lado de Lispector, ‘Carolina parece tensa e fora de lugar, como se alguém tivesse arrastado a empregada doméstica de Clarice para dentro do quadro’ no Cult O escritor e historiador Benjamin Moser, autor da mais recente biografia de Clarice Lispector, vem sendo acusado de racismo desde que um trecho do livro, publicado no Brasil em 2011, foi resgatado nas redes sociais. A lembrança veio da autora mineira Ana Maria Gonçalves. No último sábado (14), ela republicou uma passagem de Clarice em que Moser descreve uma imagem na qual Lispector aparece conversando com Carolina Maria de Jesus durante o lançamento de um livro. As escritoras Clarice Lispector e Carolina de Jesus durante o lançamento de um livro (Foto: Acervo de divulgação/ Editora Rocco) “Numa foto, ela aparece em pé, ao lado de Carolina Maria de Jesus, negra que escreveu um angustiante livro de memórias ...

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Carta aberta à Festa Literária Internacional de Parati – Cadê as Nossas Escritoras Negras na FLIP 2016?

No dia 23 de junho de 2016, participei de um momento mágico, daqueles que precisaremos de muito tempo para conseguir elaborar seu significado, sua importância. Refiro-me a uma fantástica roda de conversa com diversas Autoras Negras (maiúsculo proposital). Realizada no Terreiro Contemporâneo, no Centro do Rio de Janeiro, a atividade contou com Conceição Evaristo, Cristiane Sobral, Débora Almeida, Elaine Marcelina, Esmeralda Ribeiro, Lia Vieira, Mel Adún, Mirian Alves e muitas outras mulheres negras que com sua vasta produção afirmam, em termos próprios, que o texto escrito pode ser o que quisermos que ele seja. POR GIOVANA XAVIER, do Conversa de Historiadoras Em círculo, aprendi com Esmeralda Ribeiro que para Mulheres Negras, a palavra representa nossa “navalha”. E é de posse desta “palavra-navalha” que registro minha indignação frente à ausência de Autoras Negras na programação oficial da FestaLiterária Internacional de Parati 2016. Em um país de maioria negra e de mulheres, ...

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