terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: esquecer jamais

    1967: Miséria da população negra causa conflitos nos EUA

    No dia 13 de julho de 1967, começavam os conflitos raciais em Newark, em Nova Jersey. Os distúrbios foram desencadeados por protestos contra a miséria e desemprego da população negra. Por Michael Kleff, Do Made for Minds O que começou como controle policial de um taxista na pequena cidade de Newark, no estado americano de Nova Jersey, acabou com o trágico saldo de 20 mortos, entre 13 e 17 de julho de 1967. Às portas de Nova York, milhares de negros saíram às ruas para jogar coquetéis molotov contra policiais. Vitrines foram destruídas, lojas saqueadas. Falou-se inclusive em franco-atiradores negros, mas posteriormente ninguém seria acusado formalmente. Revolução previsível A revista norte-americana Life considerou o episódio uma "revolução previsível", pois a precária situação dos 400 mil moradores de Newark era conhecida há muito tempo. Quinze por cento dos negros não tinham trabalho, o que contribuía para um alto índice de criminalidade. A construção de uma ...

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    O Brasil precisa acertar as contas com os escravizados

    Anúncios da época da escravidão mostram por que o Brasil precisa acertar as contas com o passado Por Alexandre Andrada, Do The Intercept Brasil Foto: Domínio público AS ELITES BRASILEIRAS parecem ter um hábito secular de pôr uma pedra sobre o nosso passado. Apesar de sermos o país com a maior população negra fora da África, quase não há museus sobre o tema e mal estudamos o assunto nas escolas. O desconhecimento do brasileiro médio em relação aos horrores e às consequências da escravidão é enorme. O esquecimento não é um acaso, é um projeto.   Leia a matéria completa no The Intercept Brasil    

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    divulgacao: Diário do Rio

    Prefeitura deverá reparar crimes da escravidão e demarcar áreas da Pequena África

    Os vereadores Fernando William (PDT) e Teresa Bergher (PSDB) aprovaram a Lei nº 6.613/2019, que obriga a Prefeitura do Rio a reparar crimes de escravidão e a realizar a demarcação da área urbana como território histórico para a preservação de memória da presença do africano liberto e alforriado, de seu local de trabalho e de moradia na cidade do Rio de Janeiro. O local, situado no Centro da cidade, é conhecido como Pequena África. Por Felipe Lucena no Diário do Rio divulgacao: Diário do Rio “Mais importante que reparar crime histórico é ressarcir um coletivo humano com bens materiais e pecuniários. Por isso a importância da revitalização da Pequena África, para preservarmos a memória da presença do africano escravizado em nossa cidade”, afirmam os autores. O Brasil é signatário da declaração da “Conferência Mundial contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e formas correlatas de intolerância”, ...

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    Lançamento doc Não Vão Nos Calar – O Ilú Lava a Mentira

    Reprodução/Facebook Denunciando a mentira da suposta abolição da escravatura, através da pena da Princesa Isabel, o coletivo Ilú Obá De Min realiza todos os anos, a lavagem da escadaria da rua 13 de maio, no bairro do Bixiga. Do Facebook  O documentário NÃO VÃO NOS CALAR - O ILÚ LAVA A MENTIRA resgata a cerimônia desse ano e traz depoimentos que abordam o racismo estrutural no Brasil. Exibição seguida de debate e show do Ilú Obá De Min Sexta-feira, 5 de julho, às 19:00 horas Museu da Energia Alameda Cleveland, 601 (esquina com Al. Nothmann) Campos Elíseos NÃO VÃO NOS CALAR - O ILÚ LAVA A MENTIRA Direção: Aline Sasahara Realização: Associação Viacultural Co-patrocínio: Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal de Cultura    

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    Comissão do Congresso dos EUA discute reparações históricas por escravidão negra

    Audiência ressalta "desigualdade persistente" e políticas de segregação que estiveram vigentes até os anos 1960 Do Brasil de Fato Ator Danny Glover participou de audiência e pediu "mudanças radicais na estrutura" dos EUA (Foto: American Civil Liberties Union/Reprodução) “É impossível imaginar a América sem a herança da escravidão, que reinou por 250 anos nessa terra. Quando ela acabou, esse país poderia ter estendido os princípios de vida, liberdade e busca da felicidade a todos. Mas isso não aconteceu. Por um século após sua abolição, os negros foram sujeitados a uma incansável campanha de terror”. A fala acima, do escritor Ta-Nehisi Coates, autor do influente texto Em Defesa das Reparações , de 2014, aconteceu durante uma sessão do Subcomitê de Constituição, Direitos e Liberdades Civis, do Congresso dos EUA que, nesta quarta-feira (19), debateu possíveis políticas de reparação histórica por conta do seu papel no tráfico transatlântico de ...

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    Um vendedor de empanadas em seu posto, em Buenos Aires, em 1937 (ARQUIVO GERAL DA REPÚBLICA DA ARGENTINA INV: 13862

    Por que a escravidão foi praticamente apagada da história de Chile e Argentina: ‘Aqui não há negros’

    "Muitas vezes, no meu próprio país, passo por estrangeira por causa da minha cor, do cabelo encaracolado, e tenho que dizer com orgulho que sou chilena, tendo que suportar a descrença de muitos e muitos." Por Jaime Gonzále, da BBC  Estas palavras da ativista Marta Salgado descrevem a realidade que muitos afrodescendentes enfrentam tanto no Chile quanto na vizinha Argentina, países onde a seguinte frase se tornou comum: "Aqui não há negros". (ARQUIVO GERAL DA REPÚBLICA DA ARGENTINA INV: 13862) Embora seja verdade que, historicamente, a porcentagem de população negra nesses dois países tenha sido muito menor do que em outras nações latino-americanas, as coisas eram diferentes na época da colônia. Segundo registros históricos, há 200 anos, em cidades como Buenos Aires e Santiago, os negros chegaram a representar mais de 20% da população, número que pode chegar a 60% em outros locais onde negros escravizados traficados da África eram ...

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    ‘Como descobri que meus antepassados participaram do tráfico de negros escravizados’

    "Às vezes é melhor não mexer no passado." Por Jaime González, da BBC  O tema escravidão ainda desperta calorosos debates em ambos os lados do Atlântico (Foto: Getty Images) Durante semanas, fiquei pensando sobre essa frase que um amigo me disse, em tom sério, quando contei a ele detalhes da pesquisa que estava fazendo. Era um documentário sobre a participação catalã no tráfico de negros escravizados no século 19, a partir da trajetória de dois antepassados meus que, de acordo com documentos históricos, estariam envolvidos com esse tipo de transação. Assim que comecei a pesquisar sobre o tema, me dei conta sobre como é difícil falar hoje em dia sobre escravidão, assunto que desperta calorosos debates dos dois lados do Atlântico e que em certos círculos ainda é um tabu. Por um lado, há aqueles que defendem que a verdade deve vir à tona e que ...

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    Image above: still from Guy Deslauriers’s Passage du milieu.

    Não veio do céu nem das mãos de Isabel a liberdade

    Artigo que fala sobre a falsa abolição e repúdio as homenagens que serão prestadas na Câmara dos Deputados Por Elisiane Santos e Ludmila Reis Brito Lopes* enviado para o Portal Geledés Image: still from Guy Deslauriers’s Passage du milieu. É desrespeitoso com a luta histórica dos movimentos negros e incompatível com os princípios constitucionais de igualdade e não discriminação a celebração da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel no dia 13 de maio. Tal medida aboliu oficialmente a escravidão no Brasil, quando grande parte da população negra não se mantinha mais nos cativeiros, por força da luta e resistência dos movimentos negros nos quilombos, nas irmandades, nas rebeliões como a Revolta dos Malês, bem como em razão das pressões internacionais, tendo sido o Brasil o último país da América a fazê-lo. A Princesa Isabel, assim, somente cumpriu o papel de formalizar a libertação já insustentável ...

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    Como escravos entravam na Justiça e faziam poupança para lutar pela liberdade

    Em 1883, Rita entrou com uma ação na Justiça da Imperial Cidade de São Paulo contra o Tenente Julio Nunes Ramalho. Poderia ser mais um processo qualquer, não fosse um fato notável: Rita não era considerada cidadã pela lei brasileira. Era escrava. Já o Tenente Ramalho era seu proprietário. O objeto do caso era o interesse de Rita de comprar sua liberdade. Por Amanda Rossi, Da BBC Cena urbana no Rio de Janeiro escravocrata do século 19, pintada por Jean-Baptiste Debret | Foto: Acervo Espaço Olavo Setubal/Itaú Cultural De Rita, a Justiça sabia pouco. Não tinha sobrenome, nem idade certa - "38 anos aproximadamente". As informações eram apenas que tinha aptidão para o trabalho e era cozinheira, escravizada por Ramalho. Por não ser livre, Rita não tinha direito a procurar a Justiça diretamente e precisou de um intermediário para representá-la. Tendo obtido uma doação de 200 ...

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    Dia 13 De Maio: A Maior Fake News de Nossa História

      Todo dia 13 de maio é “celebrado”no Brasil o dia da abolição da escravatura. Nesse ano, o marco chega a 131 anos de existência, mas, ao contrário do que parece à primeira vista, não há motivos para comemoração. Em verdade, precisamos aproveitar a data para desmistificar a maior fake news da nossa história. Obviamente, como uma das maiores mentiras já contadas em nosso país, trata-se de uma grande composição de atos estatais que, no decurso do tempo, fizeram-se parecer benéficos, mas que, na realidade, utilizando o ideal de liberdade como cortina de fumaça, realizaram atos de extrema violência cujos efeitos são sentidos até hoje. PARTE I – O NEGRO NO BRAZILIMPÉRIO É nesse intuito que convido você para fazer uma viagem a partir de 1831, com a aprovação da Lei Feijó, de 07 de novembro. Ela é conhecida por ser uma das grandes responsáveis pelo surgimento da expressão “pra ...

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    Logo OABRJ

    OAB/RJ sediará audiência pública sobre reparação da escravidão

    Logo OABRJ A Comissão Estadual da Verdade da Escravidão Negra no Brasil (Cevenb) realizará, no dia 29 de abril, na OAB/RJ, uma audiência pública sobre reparação da escravidão. Da redação da Tribuna do Advogado, na OAB/RJ  A programação do encontro prevê duas mesas temáticas, a partir das 9h, além de um debate sobre o assunto, com início marcado para as 16h. A OAB/RJ fica na Avenida Marechal Câmara, 150, no Centro do Rio. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2730-6525.

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    Bélgica se desculpa pela primeira vez por passado brutal nas antigas colônias da África

    Pela primeira vez, o governo belga declara mea culpa pelo sequestro de milhares de crianças africanas durante regime colonial POR ANDRÉ NOGUEIRA, do Aventuras na História Museu Real da África Central, em Bruxelas(Imagem retirada do site Aventuras na História /Reprodução) No dia de hoje foi lançado um pronunciamento direto de Bruxelas em referência a um pedido de desculpas internacional dirigido ao Congo, Burundi e Ruanda, antigas colônias do pequeno país europeu, por todo o passado colonial no que se refere aos sequestros, estupros, métodos de segregação e deportação de milhares de crianças que passaram pelo processo de adoção coercitiva. A iniciativa provem de uma associação de autores, historiadores e ativistas políticos para a criação de uma resolução parlamentar que incita o Estado Belga a reconhecer e se desculpar pelos erros cometidos na África, assumindo também a responsabilidade da cumplicidade da Igreja Católica. O fenômeno ocorria com ...

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    IMAGENS DA CIDADE DE REDENCAO (Foto: Tiago Stille)

    O pontapé inicial para a correção de um erro

    Há mais de 130 anos o Ceará assumia o pioneirismo no Brasil e libertava seus escravos, mais precisamente em 25 de março de 1884, quatro anos antes da Princesa Isabel assinar a Lei Áurea. Com a iniciativa, tornou-se a Terra da Luz, uma referência simbólica à claridade da liberdade dos negros escravizados, oriundos majoritariamente dos países africanos Congo e Angola. A iniciativa rende até hoje símbolos e homenagens que remetem à época, como o Centro Cultural Dragão do Mar, o Plenário 13 de Maio na Assembleia Legislativa, o Palácio da Abolição, dentre outras referências. Por Fhilipe Augusto, do Governo do Estado do Ceará IMAGENS DA CIDADE DE REDENCAO (Foto: Tiago Stille) Até chegar a esse momento de libertação alguns fatos importantes ocorreram na província Ceará e tiveram extrema ligação com o processo abolicionista. O principal deles foi o Movimento dos Jangadeiros, que teve início em janeiro de 1881, ...

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    racismo-imagem- geledés

    Bahia reforça combate ao racismo também no Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial

    Esta quinta-feira (21) é o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. O racismo é crime e precisa ser denunciado. Desde dezembro de 2013, a população baiana conta com o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), que já registrou 516 casos, sendo 36 somente nos três primeiros meses deste ano. Por Raul Rodrigues, do  Secom racismo-imagem- geledés A secretária da Promoção da Igualdade Racial, Fabya Reis conta que o dia 21 de março é instituído pela Organização de Nações Unidas (ONU) a partir de um massacre ocorrido na África do Sul, quando pessoas negras protestavam contra a Lei do Passe, que demarcava lugares para circulação de pessoas negras e brancas. “Houve nessa data uma ação violenta, portanto esse dia ficou como referência de resistência e de luta contra o racismo em todo ...

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    Cena do Filme 12 anos de Escravidão (Foto: Reprodução/ 12 anos de Escravidão)

    Nenhum negro foi indenizado pela escravidão nas Américas

    Cena do Filme 12 anos de Escravidão DESDE SEXTA-FEIRA, dia 8, uma foto emblemática escancarou o racismo e a supremacia branca no Brasil. Nela, Donata Meirelles, então diretora da Vogue Brasil, uma mulher branca, aparece sentada numa cadeira utilizada pelas mães de santo no Candomblé cercada de figurantes negras vestidas com roupas tradicionais de baianas – saias longas rodadas, batas brancas, panos da costa, turbantes, múltiplos colares dourados e prateados, brincos e pulseiras. A imagem fatídica era clara: negros em posições subjugadas ao lado de uma branca em um cenário onde a cultura negra é apropriada com fins festivos – Donata celebrava seus 50 anos. Oitenta por cento da população de Salvador é negra, mas a indústria de turismo que vive da imagem de homens e mulheres negras é branca. “Sorria, você está na Bahia!” Donata se desculpou e pediu demissão da revista. Por Ana Lucia Araujo, do The Intercept   ...

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    Obras demoraram 8 meses e reviraram o asfalto de toda a extensão da rua Marechal Floriano Peixoto. Foto: Caetano Manenti

    Prefeitura do Rio passa VLT sobre cemitério de escravos

    Quando chovia forte no centro do Rio de Janeiro dos séculos 18 e 19 era comum que corpos mortos e apodrecidos de pessoas escravizadas boiassem na enchente. Quando não era o corpo inteiro, muitas vezes os passantes cruzavam com pernas e braços dilacerados, vagando pelas esquinas. Insetos, bactérias, cães, gatos e urubus aproveitavam-se. A repugnância diante dos corpos destroçados ficou bem registrada em centenas de documentos da Câmara de Vereadores e nos relatos de viajantes. Em 1814, o alemão G. W. Freireyss escreveu: “Havia um monte de terra da qual, aqui e acolá, saíam restos de cadáveres descobertos pela chuva que tinha carregado a terra e ainda havia muitos cadáveres no chão que não tinham sido ainda enterrados”. Obras demoraram 8 meses e reviraram o asfalto de toda a extensão da rua Marechal Floriano Peixoto. (Foto: Caetano Manenti/The Intercept Brasil) Por Caetano Manenti, do The Intercept Brasil Leia ...

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    Escrevi um quadrinho sobre racismo e Rui Barbosa e o mundo caiu na minha cabeça

    HÁ ALGUMAS SEMANAS, eu escrevi o roteiro de um quadrinho desenhado pelo Estevão Ribeiro e o mundo caiu sobre minha cabeça. A personagem do Estevão, a Rê Tinta, conduziu uma conversa sobre a incineração de documentos relativos à escravidão brasileira. Sob as ordens do então ministro da Fazenda, Rui Barbosa, fogueiras foram acesas pelo menos no Rio de Janeiro e na Bahia para queimar e destruir milhares de papéis sobre importação de escravos. E, com eles, nossa história. Por Alê Santos, no Intercept Brasil Foto: Ilustração: Estevão Ribeiro  Leia a matéria Completa aqui 

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    Foto: Marcelo Brandt:G1

    Arqueólogos encontram ossadas da época da escravidão em terreno no Centro de São Paulo

    G1 visitou com exclusividade local onde ao menos sete ossadas que pertenciam ao Cemitério dos Aflitos, o primeiro cemitério público de SP, foram achadas durante obra em terreno na Liberdade. Esqueletos estavam a cerca de um metro abaixo do nível da rua. Por Vivian Reis, do G1 Foto: Marcelo Brandt:G1 Escavação arqueológica traz à tona primeiro cemitério público de SP Um grupo de arqueólogos identificou resquícios do Cemitério dos Aflitos, o primeiro cemitério público da cidade de São Paulo, no bairro da Liberdade, sob os escombros de um edifício. De acordo com os pesquisadores, ao menos sete esqueletos da época da escravidão no Brasil, enterrados no período de 1775 a 1858, foram localizados entre outubro e dezembro de 2018. O G1 teve acesso com exclusividade ao local da descoberta das ossadas na terça-feira (4) (veja no vídeo acima). A área localizada entre as ruas Galvão Bueno ...

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    Por que o Brasil não pediu perdão pela escravidão?

    No Brasil, 54% da população se reconhece como afrodescendente, segundo dados do IBGE de 2015, mas quando se observe a representatividade dos negros na sociedade, ainda se percebe um longo caminho para se alcançar a igualdade racial. Do SP Bancarios Vídeo Reprodução YouTube Para chamar atenção sobre práticas que ainda precisam ser banidas da nossa sociedade como o racismo, a intolerância, o preconceito e a discriminação, o Sindicato dos Bancários destaca uma série de vídeos, na playlist Curta Bancários, como parte das atividades do Novembro da Resistência, que envolvem ações em razão do Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20, e do Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, em 25 de novembro.

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    A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos

    Um próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do Império, dono de imensas fazendas de café, centenas de escravos, empresas, palácios, estradas de ferro, usina hidrelétrica e, para completar a cereja do bolo, de um título de barão concedido pela própria Princesa Isabel. A biografia do empresário mineiro Francisco Paulo de Almeida, o Barão de Guaraciaba, não seria muito diferente de outros nobres da época não fosse um detalhe importante: ele era negro em um país de escravos. Por Marcus Lopes, da BBC  Almeida fazia parte de um pequeno grupo de mestiços de origem africana que conseguiram ascender financeira e socialmente (MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA) No ano em que a Lei Áurea completa 130 anos, vale a pena conhecer a trajetória do primeiro e mais bem-sucedido barão negro do Império, um personagem praticamente desconhecido na História do Brasil. Empreendedor de mão cheia e com ...

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