Tag: livros

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Lançamentos “Escritos das Liberdades” e “Escritos das Escravidões”

Lançamentos dos livros: "Escritos das Liberdades" "Escritos das Escravidões" Autora: Inaldete Pinheiro de Andrade, 2021 Coordenação executiva: Odailta Alves Coordenação editorial, projeto gráfico e diagramação: Fred Caju Revisão, copidesque e tratamento de imagens: Raíza Hanna Capa: Iris Regina Ilustrações: Acervo pessoal de Inaldete Pinheiro de Andrade Fotografias: Mayara Barbosa A publicação destes dois livros foi incentivada pela Lei Aldir Blanc Pernambuco, FUNDARPE, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco e, no âmbito federal, por intermédio da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. A distribuição destes materiais é livre desde que se cite a autoria e mantenha o conteúdo creditado e sem alterações. Por serem dois livros contemplados por Lei de Incentivo, é possível adquirir essas grandes obras, em formato kindle, por um preço simbólico de R$ 9,90 (cada), através dos links: "Escritos das Liberdades" https://abre.ai/ipa-edl "Escritos das Escravidões" https://abre.ai/ipa-ede LINK PARA ASSISTIR AO LANÇAMENTO: https://www.youtube.com/watch?v=Oz-5AgEJhgg ** ESTE ...

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Por que devemos ler livros infantojuvenis que contemplam as Leis federais 10.639/2003 e 11.645/2008 para as nossas crianças?

Certa vez, ouvi um conhecido de militância negra dizer que não fazia questão de ler para os filhos apenas livros infanto-juvenil com temáticas negras. De acordo com este colega, para os filhos dele seria lido todo tipo de livro. Ao ouvir este comentário fiquei reflexiva, o meu colega não é docente em escola pública, atualmente é professor universitário na área de Ciência Política em uma universidade federal. Ele não pesquisa educação e creio que não tenha dimensão de como funcionam muitas escolas públicas. Eu, na época respondi em pensamento: ué dentro da escola será difícil ter acesso a livros com personagens negros ou em que a legislação federal de história e cultura africana e afro-brasileira (Lei 10.639/2003) esteja contemplada. Os anos passarão, este fato ocorreu em 2008 e já estamos em 2021. Eu me formei em 2010 no bacharelado e licenciatura em Ciências Sociais pela UERJ e no ano de ...

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Estatuto da Igualdade Racial: Uma Década Depois – Apontamentos e Reflexões

A obra "Estatuto da Igualdade Racial: uma década depois - apontamentos e reflexões" está disponível para aquisição, em formato ebook, no site da Amazon e traz apontamentos e reflexões sobre os avanços, conquistas e dificuldades enfrentados nos 10 anos de vigência da lei n⁰ 12.288/2010. Curta, compartilhe essa informação e adquira seu exemplar em: https://www.amazon.com.br/Estatuto-Igualdade-Racial-Apontamentos-Reflex%C3%B5es-ebook/dp/B08QZWKHWM/ TODO O VALOR ARRECADO SERA REVERTIDO PARA A CAMPANHA "TEM GENTE COM FOME DÁ DE COMER", da COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS. ** ESTE ARTIGO É DE AUTORIA DE COLABORADORES OU ARTICULISTAS DO PORTAL GELEDÉS E NÃO REPRESENTA IDEIAS OU OPINIÕES DO VEÍCULO. PORTAL GELEDÉS OFERECE ESPAÇO PARA VOZES DIVERSAS DA ESFERA PÚBLICA, GARANTINDO ASSIM A PLURALIDADE DO DEBATE NA SOCIEDADE. 

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Ambrosina, aqui retratada pela artista Renata Felinto, era ama-de-leite em Taubaté (SP) no final do século 19; foi acusada de assassinar Benedito, filho dos patrões, tendo preferido amamentar seu próprio filho (Arte: Renata Felinto)

Negras e históricas: por que elas foram apagadas dos livros da escola

Francisca Luiz e Isabel Antônia foram perseguidas pela Visitação do Santo Ofício no século 17 por serem "sodomitas". Aos tribunais da Inquisição declararam ter uma "amizade" de treze anos e que se "agasalharam" uma na casa da outra. Benedicta Maria Albina da Ilha era uma escravizada que vivia na corte do Rio de Janeiro, mas fugia sempre. E a toda vez que se evadia, tentava mudar de nome para viver longos períodos em liberdade, se passando por forra e liberta. Por vezes se apresentava como Benedicta, por vezes como Olívia. Nunca saberemos seu verdadeiro nome. Gertrudes Maria: lutou por cerca de 30 anos em João Pessoa, na Paraíba, por sua liberdade e a de sua família. Nós a conhecemos por causa do longo que processo que abriu contra seus proprietários. Ficou livre apenas com 60 anos. Martinha era uma escravizada que tinha visões e comandava procissões, intitulando-se Santa Maria Mártir. ...

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Foto: Imagem retirada do site HQ's com Café

Livro: Negritude, Poderes e Heroísmos

Qual seria a necessidade de discutir sobre “Negritudes, Poderes e Heroísmos”, no século XXI? Nosso livro propõe uma cartografia acerca de políticas de representação e configuração de imaginários, observando práticas de significação e composições estéticas que, ainda hoje, persistem e enclausuram personagens negros e negras. Para tal, reunimos alguns super-heróis e super-heroínas que, entre suas vivências didáticas e perspectivas epistemológicas, entendem a urgência de textualidades que decifrem ou denunciem estereótipos. O Livro é uma produção coletiva do Observatório Carioca de Histórias em Quadrinhos, que se articula entre propostas didáticas e metodológicas, com pesquisadores de diferentes partes do Brasil. Um dos projetos do Observatório é o África em Quadrinhos, que discute identidade e representação nas HQs pensando o continente africano e as relações África-Brasil. Negritude, Poderes e Heroísmos surgem como uma proposta diferenciada, propondo análises sobre personagens negros e negras que já fazem parte do repertório de muitos adolescentes, jovens e ...

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(Foto por: Anna Maria Moura/ Coletivo Quariteré)

Biblioteca comunitária dedicada à cultura africana e afro-brasileira é inaugurada em Cuiabá

Foi inaugurada na manhã desta quarta-feira (03.03), a Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus. A biblioteca fica localizada no Centro Cultural Casa das Pretas, Praça Conde de Azambuja, nº 25 (casarão em frente à Praça da Mandioca), no centro histórico de Cuiabá. O projeto foi contemplado pelo Edital MT Nascentes da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O projeto consiste em compor acervo bibliográfico temático, disponibilizado para a população cuiabana e mato-grossense, de diversas faixas etárias, que poderão realizar consultas no local para obter dados, acessarem pesquisas, conhecer e reconhecer as contribuições africanas e afrodescendentes nas diversas áreas do conhecimento. A biblioteca conta com 450 livros, nos gêneros: infantil, Infantojuvenil, adulto e pesquisa científica. Para Antonieta Luisa Costa, proponente do projeto, a palavra chave é representatividade. “A Afroteca é um lugar de conhecimento histórico e atual, de memórias e lutas do povo negro, onde autores e autoras ...

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Dvulgação/Enviado para o Portal Geledés

Companhia distribui mil livros, que serão entregues gratuitamente

Pelas redes sociais a Companhia Ih, Contei, criada pelos artistas Leandro Pedro e Elton Pinheiro dá vida a contos infantis, através de trabalhos lúdicos, durante os meses de fevereiro e março. Quem quiser, ainda pode receber gratuitamente e em casa, o livro “Maria do Socorro”.  Escrita por Leandro, a história narra a vida de uma velha senhora cega que enxerga o mundo com seus olhos de vidro e por onde ela passa, diz ‘aproveite a vida antes de morrer’. Serão distribuídos 800 livros para escolas e 200 livros para o público em geral. Durante as lives realizadas no Instagram @ih_contei, entre fevereiro e março, o grupo cria ações de contação de histórias, oficinas de escrita criativa e de narrativas, distribuição de livros e intervenções poéticas tudo nas páginas sociais do da Ih, Contei. Oficinas gratuitas para escolas Entre as atividades a serem realizadas, a Ih, Contei irá disponibilizar 12 oficinas para escolas públicas, que abordarão ...

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Michelle Obama autografa Minha História. (Foto: ASSOCIATED PRESS)

Companhia das Letras lança edição juvenil de biografia de Michelle Obama

A biografia da ex-primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, ganha uma versão juvenil pela Seguinte, selo jovem da Companhia das Letras. O material, que traz uma introdução especial da autora, além de três cadernos de fotos coloridos, entra em pré-venda nesta quarta-feira (3/2) e chega às livrarias em 2 de março. A edição juvenil do livro, intitulada Minha história para jovens leitores, é adaptada para leitores a partir de 13 anos. Na publicação, Michelle detalha sua história para o público, com a honestidade, o bom humor e o afeto que são marcas registradas da ex-primeira dama. Ao compartilhar alegrias e triunfos, assim como as dificuldades, as tristezas e os desafios que encontrou pelo caminho, Michelle Obama mostra como buscou viver de forma autêntica, usando sua voz e sua força para lutar por seus ideais, tornando-se um grande exemplo para as futuras gerações. No decorrer da leitura, a autora convida ...

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Prêmio Jabuti promove mudanças para tentar se manter relevante | Foto: Prêmio Jabuti / Divulgação / CP

Jabuti destaca obras sobre racismo e ainda consagra os versos da poeta Cida Pedrosa

Na sua 62ª edição, o prêmio Jabuti seguiu sua tendência recente de destacar obras publicadas por casas independentes. O livro do ano foi "Solo para Vialejo", da pernambucana Cida Pedrosa, publicado pela Cepe Editora, também de Pernambuco. No ano passado, o escolhido foi o ensaio "Uma História da Desigualdade", da editora especializada Hucitec, e dois anos atrás o também poeta Mailson Furtado Viana chamou atenção ao ser premiado por um livro publicado de forma autônoma. “Este é um livro da volta, uma migração ao contrário, do mar para o sertão”, disse a autora em seu agradecimento. “Eu conto onde encontro minha ancestralidade, minha avó índia, meu pai, descendente de portugueses. As palavras e os sons da minha memória não cabiam mais na cabeça e tinham que se espraiar na forma de um livro.” Não é a única vitória da autora este mês, aliás. Pedrosa foi eleita vereadora do Recife no ...

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A historiadora, professora, poeta e ativista Beatriz Nascimento (Foto: Arquivo Nacional)

Oito livros para conhecer e se aprofundar no feminismo decolonial

Um feminismo decolonial Françoise Vergès Organização e tradução Jamille Pinheiro Dias e Raquel Camargo Ubu, 142 páginas A autora, historiadora e cientista política francesa critica o que chama de “feminismo civilizatório” – aquele representado por mulheres brancas, burguesas europeias que desde os anos 1960 reivindicam direitos iguais aos homens de sua classe. Para a autora, o feminismo deve ser necessariamente multidimensional e incluir em suas pautas e reflexões as dimensões de classe, raça e sexualidade. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento Patricia Hill Collins Tradução Jamille Pinheiro Dias Boitempo Editorial, 480 páginas Livro fundamental para o feminismo das mulheres não brancas e antirracistas. Nele a socióloga Patricia Hill Collins desenvolve conceitos importantíssimos, como “imagem de controle”, “estrangeiro dentro” (outsider within) e resistências, que são fundamentais para a construção de teorias e políticas de resistência à colonização do saber e do ser. Eu sou atlântica: sobre a ...

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Bibliotecárias negras brasileira e colombiana produzem livro sobre epistemologias latino-americanas no campo biblioteconômico-informacional

Qual a incidência de estudos de mulheres negras em Biblioteconomia e Ciência da Informação? Quantas epistemólogas negras conhecemos e referenciamos no campo? Quais as reflexões epistêmicas que mulheres negras latino-americanas têm realizado para pensar bibliotecas, ensino e prática em bibliotecas? Natália Duque Cardona, bibliotecária e docente da Universidade de Antioquia, e Franciéle Garcês, bibliotecária e pesquisadora de doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais, acabam de lançar a pré-encomenda do livro “Epistemologias Latino-americanas na Biblioteconomia e Ciência da Informação: contribuições da Colômbia e do Brasil”, publicado pelo Selo Nyota. O propósito da obra é apresentar discussões a respeito do significado da Biblioteconomia e Ciência da Informação na América Latina, a partir de reflexões e questões que incitem ao desenvolvimento epistemológico insurgente no campo, dando origem a uma “’epistemologia do sul’ que dê credibilidade às novas experiências sociais e contra-hegemônicas e aos pressupostos epistemológicos alternativos que estas experiências constroem e marcam. ...

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(Foto: Divulgação/ Jandaíra)

Editora Pólen muda de nome e vira Jandaíra e Bambolê cria selo adulto

A Pólen, fundada em 2001 como um escritório de prestação de serviços para editoras que virou editora em 2014, está mudando. Ela vai deixar este nome de lado e passará a se chamar Jandaíra. Jandaíra é o nome de uma espécie brasileira, nordestina, de abelha sem ferrão. Um nome de origem indígena que significa inseto que produz mel. A motivação foi judicial. A editora recebeu a notificação de uma empresa por causa de seu nome, que é o mesmo de um dos produtos dessa grande empresa. Entre gastar dinheiro com advogado e viver com medo de alguma ação, ela preferiu abandonar o nome e investir numa nova marca, que começa a aparecer nos livros que chegam nas livrarias nas próximas semanas e, em breve, no site, na loja virtual e por aí vai. O logo foi criado pela designer Adriana Campos, que procurou aliar "o acolhimento com as lutas que ...

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Odo,O Livro Preto de Poesia de jovens da periferia será lançado na 9ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas.

Em reunião com o gestor da pasta da Secretaria de Estado da Comunicação , Ênio Lins a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros, fechou os acertos para o lançamento do Odo, O Livro Preto de Poesia. Por Arísia Barros, do Cada Minuto Imagem retirada do site Cada Minuto Odo é uma palavra africana, iorubá que significa jovem. E o livro é isso um ajuntamento poético de jovens [email protected] das periferias que reinventam e enfrentam , a partir da palavra escrita, as vulnerabilidades social, territorial e étnica. O livro é o resultado do Odo-Concurso Preto de Poesia para Jovens da Periferia, sob o tema: Eu, jovem [email protected], resisto e insisto”, idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas, com apoio do Governo do Estado de Alagoas. A proposta é que o livro seja lançado na 9ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas que acontece de 1º a ...

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A historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto, autora do livro: “Na liberdade, o exercício da cidadania era interditado cotidianamente a pessoas negras por conta do racismo”

Livro revela papel de intelectuais negros contra o racismo e pela cidadania no Brasil oitocentista

Contemplada no Prêmio Capes de Tese, pesquisa origina livro que destaca redes criadas por literatos e jornalistas Por PATRÍCIA LAURETTI, do Unicamp O primeiro censo demográfico realizado no Brasil do século 19 apontava para um dado importante: seis em cada dez pessoas pretas e pardas já viviam nas condições de livres e libertas, 16 anos antes do fim da escravidão. Esta maioria de mulheres e homens negros construiu experiências de liberdade na sociedade escravocrata constituindo redes até mesmo transnacionais de escritores, jornalistas e artistas que lutavam pelo abolicionismo e por projetos de cidadania. A história de integrantes dessas redes só não foi completamente negligenciada por força da excepcionalidade. Trajetórias como a de Luiz Gama ou José do Patrocínio, de Machado de Assis ou Chiquinha Gonzaga, são reconhecidas em suspensão, como descreve a historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto, autora do livro Escritos da Liberdade: Literatos negros, racismo e cidadania no Brasil oitocentista (Editora ...

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Explosão feminista: Heloisa Buarque de Hollanda faz mapeamento inédito dos novos feminismos em livro

Aos 79 anos, a socióloga Heloisa Buarque de Hollanda não para. “Sou uma feminista das antigas, da ‘terceira onda’, mas sempre atenta ao presente e, principalmente, ao futuro. E o futuro será feminista”, diz ela, num dia de verão em Búzios (RJ). POR JULIANA SAYURI , da Revista Trip  Socióloga Heloisa Buarque de Hollanda (Foto: Marcelo Correa) Autora de mais de 45 livros e professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a socióloga recentemente lançou Explosão feminista: arte, cultura, política e universidade. Em breve, publicará outros três títulos: Feminismo no Brasil – Textos Fundamentais e Pensamento Feminista – Fundamentos 1975-2015, que pretendem mapear as principais autoras feministas, e 25 Poetas, que apresenta autoras da poesia marginal, uma referência à sua clássica antologia 26 Poetas Hoje, organizada em 1976, durante a ditadura militar, e reeditada em 2007. Heloisa coordena o Programa Avançado de Cultura Contemporânea na Federal do Rio, onde desenvolve os ...

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Mulheres lendo livro (Foto: LEONORA HAMILL VIA GETTY IMAGES)

Como ler mais em 2019? Selecionamos 8 dicas para você

A leitura não precisa ser solitária. Por Ana Beatriz Rosa, do HuffPost Brasil Mulheres lendo livro (Foto: LEONORA HAMILL VIA GETTY IMAGES) A leitura é vista, na maioria das vezes, como uma atividade individual. Mas isso não quer dizer que ela precise ser solitária. Os clubes de leitura têm raízes no século 18 e remontam à ideia dos grandes salões franceses, bem como às reuniões de mulheres que marcaram a história política dos Estados Unidos. Mas, atualmente, eles ganharam uma nova roupagem - e recebem cada vez mais adeptos reunidos com a ajuda das redes sociais. O advogado Pedro Pacífico, por exemplo, coordena o clube de leitura Book.ster no Instagram e já conta com mais de 70 mil seguidores ávidos pelas dicas de leituras e suas experiências com os textos. Ele conta que, antes de iniciar o perfil, usava como referência a lista de livros mais populares das livrarias ...

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Maranhense Maria de Lourdes Siqueira lança livro na Feira do Livro

A professora Doutora e escritora Maria de Lourdes Siqueira lança nesta terça-feira, às 17h30, o seu livro autobiográfico “A FLOR DA PELE”, na Feira do Livro de São Luís, que ocorre no Multicenter Sebrae, na avenida Jerônimo de Albuquerque (Calhau). Por Pedro Sobrinho, em seu blog   Professora e Escritora Maria de Lourdes Siqueira/Imagem retirada do site Pedro Sobrinho lém do lançamento do livro, haverá uma Roda de Conversa abordando o tema: “Consciência Negra, Igualdade Racial e Cultura”. Afinal, quem é Maria de Lourdes Siqueira, natural do município de Codó (MA), a professora Lourdinha como é carinhosamente conhecida entre os amigos mais íntimos ? Formação Educacional: Graduou-se em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal do Maranhão, 1964. Especialização em Comunicação Latino Americanas pelas Nações Unidas e Centro Regional de Educação, 1967; mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1986. Doutorado em Antropologia Social e Etnologia pela Ecole des Hautes ...

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10 livros imperdíveis sobre vivência lésbica (escritos por lésbicas!)

De poesia a romance, passando pelos contos, conheça ótimos títulos que falam sobre mulheres que amam mulheres. Por Júlia Warken Do MDE Mulher (Divulgação/Ile Machado/MdeMulher) A literatura faz a gente aprender mais sobre o que conhecemos pouco e isso não tem preço, mas ela também tem o poder de nos envolver num abraço apertado quando as palavras impressas num livro falam sobre vivências e sentimentos parecidos com os nossos. “Se a gente se emociona e busca até algum consolo pras nossas próprias perdas lendo histórias hétero, imagina o efeito de uma história sapatão na gente”, comenta Cecília Floresta, escritora e pesquisadora na área das Letras, há mais de três anos se dedica a fazer um levantamento da literatura com temática lésbica. Nesse caso, ela fala sobre o romance “Como esquecer: anotações quase inglesas”, de Myriam Campello. Pedimos à Cecília e também à escritora Natalia Borges Polesso para indicarem livros que giram em torno do ...

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Secretaria de Cultura do Pará altera cartaz de Feira do Livro após polêmicas envolvendo racismo

Programação também foi alvo de críticas por não incluir autores regionais, mulheres, negros e indígenas. A abertura do evento da Feira é nesta sexta, 27, em Marabá e faz parte da Feira do Livro Do G1 Cartaz de evento da Feira do Livro é alvo de críticas apontando racismo em representação de mulher negra carregando livros. (Foto: Reprodução / Secult) Um cartaz da XXII Feira Pan-Amazônica do Livro, que tem abertura nesta sexta-feira (27) em Marabá, sofreu alterações após críticas. A peça de divulgação do Salão do Livro Circuito Sul e Sudeste do Pará destacava a imagem de uma mulher negra carregando livros na cabeça e gerou revoltas. A programação da Feira também foi alvo de reclamações pela falta de mulheres escritoras, negros e indígenas entre os convidados e homenageados. O evento ocorre no sudeste do estado, e assim como o Circuito do Baixo Amazonas, faz ...

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Duas faces de uma mesma prática

“A leitura é muito mais do que decifrar palavras. Quem quiser parar pra ver pode até se surpreender: vai ler nas folhas do chão, se é outono ou se é verão; nas ondas soltas do mar, se é hora de navegar; e no jeito da pessoa, se trabalha ou se é à-toa…” Por Raulino Júnior Do O Professor Web O trecho acima, do poema Aula de Leitura, do escritor, ilustrador e pesquisador paulista Ricardo Azevedo, mostra como a leitura é uma prática que nos enche de possibilidades de ver o mundo. Através dela, a gente decifra tudo, até as coisas consideradas mais difíceis. Por mais clichê que pareça, para quem lê, a vida tem outra face e várias facetas. Quem lê, de fato, se torna possível e passível; porque leitura é sentimento. Fig. 1: Família “Leitura e Escrita” (da esquerda para a direita): Rodrigo de La Rocha, Diego Santoro, Elaine Camacã, Alex ...

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