Tag: movimentos sociais

    Foto: Blog Ocupação Cambridge

    Carmen Ferreira é absolvida e abre precedente para defesa de lideranças sem-teto

    Por unanimidade, o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a absolvição da líder do Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), Carmen da Silva Ferreira, que foi acusada pelo MP de São Paulo de extorsão a moradores da ocupação do antigo Hotel Cambridge em razão da cobrança de contribuições coletivas. A decisão abre precedente para a defesa de lideranças do movimento presas Do Brasil 247 Carmen da Silva Ferreira (Foto: Blog Ocupação Cambridge) O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou, por unanimidade, a absolvição da líder do Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), Carmen da Silva Ferreira. Ela foi acusada pelo promotor do Ministério Público de São Paulo, José Reinaldo Guimarães Carneiro, de extorquir os moradores da ocupação do antigo Hotel Cambridge em razão da cobrança de contribuições coletivas. A decisão foi dada pelos desembargadores da 12ª Câmara Criminal que analisou o recurso de apelação ...

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    Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

    Movimentos sociais farão ato em defesa da democracia e de Lula

    Após reunião nesta sexta-feira 14, líderes de movimentos sindical, sociais e partidos decidiram ir às ruas de todo o Brasil na próxima quinta-feira 20 com as bandeiras da defesa da democracia e do ex-presidente Lula, além de 'Fora, Temer', 'Diretas Já' e contra a reforma trabalhista do governo Temer, sancionada nesta semana; "Vivemos período de profundos retrocessos sociais e democráticos", ressaltou Guilherme Boulos, líder do MTST; "Para a Casa Grande, Lula representa o perigo de um governo popular e trabalhista voltar ao poder e restabelecer a democracia", apontou o presidente da CUT, Vagner Freitas Do Brasil 247 Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula Líderes de movimentos sindical, sociais e partidos decidiram em reunião realizada nesta sexta-feira 14 que irão às ruas de todo o Brasil na próxima quinta-feira 20 com as bandeiras da defesa da democracia e do ex-presidente Lula, que foi condenado esta semana pelo juiz Sergio Moro. Os protestos ...

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    Márcia Tiburi: “Acredito nos movimentos que funcionam como partido”

    Professora de filosofia acrescenta: “Precisamos de um projeto lúcido de país, que incorpore todos os povos e culturas e perceba o peso do neoliberalismo entre nós e sobre nós” Por Márcia Tiburi, do Outras Palavras  Outras Palavras está indagando, a pessoas que pensam e lutam por Outro Brasil, que estratégias permitirão resgatar o país da crise (Leia a questão completa aqui e veja todas as respostas dos entrevistados aqui). É uma pergunta desafiadora. Acho que precisamos mudar o congresso em 2018, eleger bancadas de professores, intelectuais, feministas, de ativistas antifascistas e anti-racistas. Ao mesmo tempo precisamos fortalecer os movimentos. E, para isso, precisamos participar mais ativamente deles. Para tudo isso, precisamos enfrentar radicalmente o nosso lugar de classe, gênero e raça e assumir a cidadania. A cidadania precisa sair do armário. O povo precisa sair do armário para recuperar a democracia perdida. Eu confio em um bom encontro entre agentes revolucionários, ...

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    O que os movimentos sociais esperam deste ano

    Ativistas e dirigentes de movimentos sociais avaliaram o ano passado e fizeram projeções para o calendário deste ano Fonte: Correio do Brasil por, Rute Pina “Derrota dos campos progressistas”. “Esgotamento da política de conciliação”. “Perda institucional da esquerda”. O ano de 2016 foi definido de diferentes formas por ativistas e dirigentes de movimentos sociais. Mas há consenso em um aspecto. No ano que passou, pouco se avançou em pautas importantes do movimento social. Ao contrário, o período foi marcado por retiradas de direitos historicamente conquistados. A Frente Brasil Popular realizou uma série de atos públicos ao longo de 2016 e continuará na luta contra o golpe de Estado, em curso no país No entanto, os acontecimentos do ano passado, como a proposta de Reforma da Previdência, podem pavimentar o terreno para um aumento da indignação das pessoas. E alcançar parcelas da população que ainda não saíram às ruas em manifestações contra ...

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    Movimentos sociais mobilizam-se por direitos e pela democracia

    A manifestação a ser promovida, hoje (20/08), pelos movimentos sociais tem como eixo a bandeira "Mais Democracia e Mais Direitos". Envolve o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, a Central Única dos Trabalhadores, a Federação Única dos Petroleiros, entre outros organismos coletivos populares, apresentando a pauta de demandas abaixo destacada: Por Roberto Bitencourt da Silva Do GGN – Defesa da legalidade democrática e do Estado de direito. – Reforma tributária progressiva, com taxação das grandes fortunas e do patrimônio. – Defesa da Petrobras, do sistema de partilha do pré-sal e da soberania nacional. – Defesa dos direitos dos trabalhadores, do emprego e dos salários, contra a terceirização. – Mais democracia e mais direitos. Afirmam os organizadores que o protesto nacional se destina tanto a um posicionamento contra o golpismo reacionário, quanto a questionar as iniciativas e a agenda liberal-conservadora do governo federal. Sem lugar ...

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    O pioneirismo dos movimentos sociais no interior do Ceará

    O Cariri é uma terra marcada pelo imaginário religioso e tradicional, mas também vem se destacando como o berço de muitas revoluções construídas por coletivos que buscam a intersecionalidade dos movimentos sociais Por Jarid Arraes, do Revista Fórum  O Cariri do interior do Ceará é uma terra marcada pelo imaginário religioso e tradicional. Juazeiro do Norte, uma das principais cidades da região, é conhecida por sua forte relação com a figura do Padre Cícero Romão Batista, um santo milagreiro que movimenta o turismo e gigantescas romarias dos fiéis. No entanto, o Cariri também vem se destacando como o berço de muitas revoluções construídas por coletivos e movimentos sociais pioneiros, dispostos a efetivar muitas transformações sociais. Imagem: Reprodução / Facebook O coletivo Queerdel – Transgressão e Memória de Gêneros e Sexualidades da Região do Cariri é um dos grupos que articula o que há de melhor no ...

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    Um paralelo entre as manifestações de 1960 e os movimentos atuais, por Assis Ribeiro

      A procura do "novo" Por Assis Ribeiro, No Ggn As sociedades experimentam padrões de vida em deterioração, crescente insegurança social e pessoal e decadência dos serviços públicos enquanto as minorias abastadas prosperam cada vez mais. As tentativas das populações em exercer influência nas decisões e no destino das suas cidades parecem não serem mais atendidas pela instituição do voto já que  mudanças de governos e parlamentos ocorridas pelo mundo em várias eleições não foram suficientes para que surgisse uma nova política que atendesse de forma mais ampla aos anseios dos governados. A resposta subjetiva a estas condições tem sido as revoltas esporádicas que podem ganhar uma musculatura incontrolável pela fraqueza e lentidão das respostas dadas pelos governos. Em outras palavras, as condições objetivas não têm sido acompanhadas pelo crescimento das forças subjetivas capazes de transformar o Estado ou a sociedade. Daí a procura incessante pelo “novo” sem nos darmos ...

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    A derrocada dos movimentos sociais na África pós-Apartheid. Entrevista especial com Tshepo Madlingozi

    “Em meados da década de 1980, o ápice da nossa revolução contra o Apartheid, os movimentos sociais eram animados pela práxis do poder popular”, diz o pesquisador. Por Por Ricardo Machado e Andriolli Costa / Tradução: Gabriel Ferreira no Ihu Em 2014 celebram-se 20 anos do fim do Apartheid, o regime de segregação racial adotado – oficialmente – de 1948 a 1994 na África do Sul. No entanto, para o sociólogo, advogado e ativista Tshepo Madlingozi, a política que emergiu do novo governo pós-apartheid ainda apresenta uma série de continuidades com o modo de governança do regime pré-1994. “A legislação ‘pós-Apartheid’ não desafia fundamentalmente a natureza colonial do Estado”, alerta. “Consulta é entendida como o Estado dizendo às pessoas o que foi decidido, participação para além das instituições organizadas pelo Estado é vista como um desafio direto contra ele e, por sua vez, a brutalidade do Estado contra as atividades dos movimentos ...

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    Movimentos Sociais debatem ações para fortalecer conquistas populares

    Roberto Parizotti A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), organização composta por representantes do movimento sindical, estudantil, de mulheres, racial, de luta pela terra e moradia, entre outros, estão organizando uma grande Plenária dos Movimentos Sociais. A atividade foi definida em reunião realizada na última terça-feira (4), na capital paulista, que debateu ainda ações pelo fortalecimento e ampliação das conquistas populares. Entre as questões levantadas pelos participantes, a reforma política e a democratização dos meios de comunicação foram classificados como prioridade, após toda a campanha de oposição que a mídia fez à presidenta durante o último processo eleitoral. A deputada estadual reeleita pelo PCdoB, Leci Brandão, fez questão de participar da iniciativa e alertou para o conservadorismo que se instalou no Congresso Nacional com o aumento da chamada “bancada da bala” e a diminuição de representantes dos trabalhadores. Para ela é preciso retomar a luta nas ruas, mesma opinião de Igor Felipe Santos, ...

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    Foto: Flávio Florido

    A pressão por uma guinada de Dilma à esquerda começa agora, por Leonardo Sakamoto

    Foto: Flávio Florido Dilma Rousseff não ganhou o segundo turno por conta de João Santana. A atuação de Lula, que segue sendo o grande eleitor do país, foi fundamental, mas outro elemento se mostrou determinante: a militância. Petistas ou pessoas que não são ligadas ao partido, mas defendem bandeiras de esquerda e enxergavam na continuidade do mandato uma possibilidade maior de diálogo para essas pautas, levaram, junto com organizações e movimentos sociais, a campanha ao espaço público e às redes sociais. Conquistaram votos como o PT fazia antigamente antes do partido se apegar demais ao poder e se apaixonar pelo reflexo no espelho. O governo reeleito sabe disso. Dilma citou isso em seu discurso de vitória. Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, exaltou o papel dessa militância em entrevista a Josias de Sousa, Mario Magalhães e a mim, no UOL, neste domingo ...

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    65 organizações repreendem Marina: “Não aceitamos BC independente”

    65 entidades do movimento popular, sindical, estudantil, ambiental e cultural enviam recado para Marina Silva: “Não à independência do Banco Central” Uma frente de 65 entidades do movimento popular, sindical, estudantil, ambiental e cultural, lançou uma plataforma política aos candidatos à Presidência da República. A plataforma tem 22 pontos, com propostas para o aprofundamento das mudanças em diversas áreas, como reforma do sistema político, mudanças na política econômica e fortalecimento da educação e saúde pública. As organizações signatárias deram um sinal à candidata Marina Silva e registraram na plataforma que não aceitam a independência do Banco Central e querem o fim do superávit primário. Assinam o documento a Associação Brasileira de ONGs (Abong), a Central de Movimentos Populares do Brasil (CMP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Fórum do Movimento Ambientalista, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) e a União ...

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    Movimentos Sociais divulgam abaixo assinado por IDH Justo no Maranhão

    Unindo esforços para reverter o baixo IDH do Estado, os movimentos sociais encampam a luta por um Maranhão com políticas públicas voltadas para a superação das desigualdades sociais do Estado. A luta por um IDH mais Justo para o Maranhão também ganhou as redes sociais na tarde desta quinta-feira (14/08) por meio de um abaixo assinado lançado pelos movimentos sociais, com o mesmo conteúdo da carta que entregaram ao candidato da Coligação Todos pelo Maranhão, Flávio Dino. Unindo esforços para reverter o baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado, os movimentos sociais encampam a luta por um Maranhão com políticas públicas voltadas para a superação das desigualdades sociais do Estado. Assim como na construção do “Pacto por um IDH Justo”, estão unidos nesta campanha do abaixo assinado o movimento negro, o movimento de mulheres, a juventude, as pastorais, os trabalhadores rurais, o movimento de moradia, os professores, os deficientes, ...

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    Prisões de ativistas ferem cláusula pétrea do Estado de Direito, por Marcelo Cerqueira

    “Mais respeito à democracia” Um dos grandes defensores das liberdades políticas durante a ditadura afirma: prisões de ativistas ferem cláusula pétrea do Estado de Direito. Ministério da Justiça continua conivente Por Marcelo Cerqueira Vejo-me como no passado quando certas teorias do mau direito informavam, então, as sucessivas leis de segurança nacional: a posterior mais grave que a anterior. O conceito de conspiração do Código de Mussolini é que animava perseguidores de então. Antigamente, dizia-se que o alemães criavam as leis, os italianos as copiavam, os franceses as comparavam e os espanhóis as traduziam. Assim, os portugueses. Leia-se parte do art. 179 do anoso Código Penal Português: “Aqueles que sem atentarem contra a segurança interior do Estado, se ajuntarem em motim ou tumulto…” O elemento material do tipo descrito é “ajuntar-se naquele motim”, “conjurar para aquele motim”. Marcelo Cerqueira: “juízes decidem por induções e presunções e contaminam suas decisões por premissas ‘morais’ e ...

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    Manifestações nas ruas, as eleições em 2014 e a política do Bem X Mal

    Manifestações nas ruas, as eleições em 2014 e a política do Bem X Mal

    Sérgio Botton Barcellos Os movimentos sociais estão mobilizados e na resistência faz muito tempo, como os Movimentos pelo transporte, Movimento dos atingidos pelos grandes empreendimentos (Vale do Rio Doce, Belo Monte etc.) e Comitês Populares da Copa do Mundo, Movimentos Feministas, Movimento GLBT’s, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Movimento dos Sem Emprego, Comissões Pastorais, Movimento Estudantil e uma grande variedade de outros movimentos. Os dois últimos governos Lula e o governo Dilma representam uma construção histórica e anos de luta de uma significativa parcela da classe trabalhadora no Brasil, protagonistas em algumas mudanças muito bem avaliadas na vida imediata do povo brasileiro, como, por exemplo, as políticas de redistribuição de renda e o ensino superior. Contudo, não é por isso que não podemos questionar se as ações do governo desestabilizam ou mantém os aparatos de Estado que produzem desigualdade e injustiça social no Brasil. E por isso parece importante ...

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