sexta-feira, setembro 18, 2020

    Tag: Racismo Institucional

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    Sobre racismo e suas múltiplas manifestações

    O propósito desta publicação é apresentar um tipo de "tutorial" sobre o Racismo e as diversas formas em que esse fenômeno se manifesta. Para tanto, dividi a apresentação em seis partes: Por Prof. Jomo em seu blog O que é Racismo? O que é Racismo Institucional? O que é Racismo Estrutural? O que é Branquitude? O que é Negritude? O que é o Black Power?   O que é racismo? É um conjunto de práticas de uma determinada raça/etnia que, estando em situação de favorecimento social, coloca outra(s) raça(s) em situação desfavorável, enquanto exaltam, direta ou indiretamente, a sua própria. Essas práticas podem ser conscientes ou não, propositais ou não. O racismo se manifesta de diversas formas: no plano individual, das relações interpessoais; no plano institucional; no plano  estrutural - que é onde se revela de forma ainda mais complexa. O que é racismo institucional? É quando a prática racista se manifesta institucionalmente, seja ...

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    Na preta dói mais. Desigualdade no acesso à saúde e racismo institucional devem ser enfrentados

    Desigualdade no acesso à saúde e racismo institucional devem ser enfrentados por Raquel Júnia no EPSJV/Fiocruz Uma adolescente grávida, moradora de rua, sentindo que chegava a hora de parir se dirigiu a uma maternidade pública no centro da cidade, o atendimento demorou e ela deu à luz ali mesmo, na porta. A jovem em questão é negra e um profissional de saúde disse que ela poderia sentir dor e aguardar um pouco mais. O caso foi um dos atendidos no ano passado pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Infelizmente nós, mulheres negras, já ouvimos muito que temos um quadril largo e que podemos sentir um pouco mais de dor, que não necessitamos de analgesia. A mulher negra está mais vulnerável à violência obstétrica”, descreveu Marielle Franco, coordenadora da Comissão na Alerj e vereadora recém-eleita pelo Psol.  “O meu parto foi ...

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    Ilê não fará cortejo de aniversário: ‘racismo institucional’, diz Vovô

    Presidente da Liga dos Blocos Afro, Alberto Pitta acusa descaso: "O Ilê, com 42 anos de história, não comemorar o aniversário por falta de verba é o maior exemplo disso" Do Bahia Em 42 anos de história, pela primeira vez o bloco Ilê Aiyé não celebrará o seu tradicional cortejo de aniversário no dia 1º de novembro. O motivo? Falta de recursos. Em entrevista ao bahia.ba, Antonio Carlos dos Santos, o “Vovô do Ilê”, lamentou a situação. “A situação dos blocos afro está difícil. O Ilê é um dos poucos que conseguePm vender fantasia no carnaval”, comentou. Este ano, o grupo fará apenas um ensaio, na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, com ingressos que variam entre R$ 30 e R$ 100. Com nomes como Carlinhos Brown, João Bosco e Leci Brandão nas edições anteriores, desta vez, os tradicionais artistas convidados estão fora de cogitação. “Estamos sem parceiros. Convidados de fora? Sem condições. ...

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    Políticas de igualdade racial fracassaram no Brasil, afirma ONU

    Espécie de raio X da situação da população afro-brasileira será apresentado nesta segunda no Conselho de Direitos Humanos Do Ultimo Segundo Apesar de 20 anos de iniciativas para reduzir a disparidade vivida pelos negros na sociedade brasileira, a Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que o País "fracassou" em mudar a realidade de discriminação e da pobreza que afeta essa parcela da população. Num raio X da situação da população afro-brasileira que será apresentado nesta segunda-feira (14) no Conselho de Direitos Humanos, a ONU aponta que houve "um fracasso em lidar com a discriminação enraizada, exclusão e pobreza enfrentadas por essas comunidades" e denuncia a "criminalização" da população negra no Brasil". O documento obtido pela reportagem foi preparado pela relatora sobre Direito de Minorias da ONU, Rita Izak, que participou de uma missão no Brasil em setembro do ano passado. Suas conclusões indicam que o mito da democracia racial continua ...

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    Movimento Negro denuncia racismo da justiça catarinense contra mãe quilombola

    Ação do Ministério Público de Santa Catarina fez com que Maria das Graças perdesse a guarda de duas filhas, ambas com menos de 6 anos Reportagem: Luara Loth, Priscila dos Anjos e Nícolas David (Colaboração do Coletivo Estopim) Fotos: Priscila dos Anjos No Medium “Eu sou Natalina Felipe, moro na Comunidade Quilombola Toca Santa Cruz”. Com nove autoafirmações como esta foi iniciada a coletiva de imprensa organizada pelo Movimento Negro Unificado (MNU) para denunciar aos grupos de mídia independentes de Florianópolis, o racismo do Poder Judiciário e do Ministério Público de Santa Catarina contra Maria das Graças de Jesus, mãe e quilombola, mas que, agora, vive há quase um ano com saudades das duas filhas caçulas. O evento foi realizado na sede do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina. Gracinha, como é chamada por todos que acompanharam sua trajetória, é analfabeta e conta com a ajuda do MNU para se ...

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    Meus Olhos Coloridos e o Racismo Estrutural

    “Só por hoje Vou deixar meus cabelos em paz Durante 24 horas serei capaz De tirar Os óculos escuros modelo europeu que uso Enfrentar a claridade Só por hoje”( SOBRAL, 2014:16) por Juliana Costa enviado via Guest Post para o Portal Geledés “Deixe o diferente participar da sua vida” é a única frase que pode ser salva na mensagem de ano novo da UFJF, pois permite uma série de reflexões, dentre elas, qual significado de diferente? Sabemos conviver com o diferente dos padrões que a sociedade nos oferece? Que o cabelo “bom”, “ideal”, é o liso, por exemplo. Sabemos que são sutis as ideologias racistas em nossa sociedade que se manifestam por discursos verbais ou não. A imagem da mensagem primeiro permite compreender a ideia do “a parte de”, “de fora do lugar”, a mulher negra assujeitada às mãos brancas e masculinas que esticam uma mecha de seu cabelo... E o ...

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    Foto: @zalikaproducoes

    CPI reconhece racismo institucional contra jovens negros do país

    Investigar as causas e consequências da violência contra a juventude negra no Brasil. Esse foi o principal objetivo da CPI do Jovem Negro, na Câmara dos Deputados, que concluiu que o racismo institucional é o principal causador do genocídio desses adolescentes no país. Por Sayonara Moreno, do EBC A criação de um plano nacional de enfrentamento ao homicídio de jovens negros e a destinação de dinheiro de impostos para políticas públicas foram as principais propostas que podem, para os parlamentares, mudar o quadro da violência contra esses jovens. Para o presidente da Uneafro, a União de Núcleos de Educação Popular para Negros e Classe Trabalhadora, Douglas Belchior, o relatório reconhece o racismo no Brasil e a dívida histórica com os negros, desde o descobrimento do país até os dias atuais. Mas ele ressalta que as conclusões e propostas devem servir para mudar, na prática, essa realidade.

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    O haitiano assassinado no Sul e o besteirol da ‘imigração africana’, por Cidinha Silva

    Impressionante a forma como o racismo institucional desdenha da inteligência de quem conhece os modos de operação do racismo em profundidade. É o que se observa na campanha recente do Ministério da Justiça contra a xenofobia e em apoio aos novos imigrantes do século XXI. No primeiro momento lançaram um cartaz com um garoto negro muito bonito, Matheus Gomes, com os seguintes dizeres: “meu avô é angolano, meu bisavô é ganês. Brasil, a imigração está no nosso sangue”. Matheus tem 18 anos, o cartaz nos informa também. Se fizéssemos um cálculo rápido e bastante superficial, poderíamos pensar que seu pai teria 40 anos; seu avô 60 e seu bisavô 80. O avô teria nascido em 1955 e o bisa em 1935. O bisa fora criança então em pleno período de vigência do Decreto-lei 3010 de 1938 que exigia a presença do estrangeiro solicitante de visto (o pai do bisa se ...

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    A guerra às drogas: sucesso de crítica e público. (Parte I)

    Entre nós, não são as drogas que matam. E sim, o racismo: estruturante das relações políticas, econômicas, culturais, religiosas, sociais. Olhando sob esse aspecto, e as audiências sobre nossos corpos tombados todos os dias, a guerra às drogas está de parabéns: é um enorme sucesso de crítica e público Enviado por  Dudu Ribeiro via Guest Post para o Portal Geledés Quais os maiores problemas no Brasil relacionados à atual política de repressão à produção, comércio e uso de algumas substâncias tornadas ilícitas? Tal política, orientada a partir de tratados internacionais assinados pela imensa maioria dos países e que mantém o foco na repressão dessa cadeia, pode ser considerada um fracasso se resgatarmos os reais motivos da proibição e os seus efeitos ao longo das últimas décadas? O consumo de substâncias capazes de alterar o estado de consciência sempre esteve presente na humanidade. O termo drogas teria variado do holandês antigo droghe ...

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    Foto: @zalikaproducoes

    Pesquisa confirma: negros são desfavorecidos no setor metalúrgico

    Uma pesquisa encomendada pela  Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) ao DIEESE mapeou o salário do metalúrgico negro no Brasil. Infelizmente o resultado foi que o trabalhador negro ganha menos que o não negro. Quando os números das mulheres negras são comparados com os dos não negros, aí a situação fica pior ainda. Veja as principais discrepâncias e o comentário de Douglas Belchior sobre o assunto.

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    Negros são representados em manual de segurança da PM como criminosos

    Um material de divulgação distribuído pela Polícia Militar paulista em Diadema (região do Grande ABC) causou indignação de juristas e movimentos sociais. O que era para ser um informativo com dicas de segurança pública virou alvo de críticas, por reforçar preconceito e racismo. Nas ilustrações, personagens que simbolizam criminosos e despreparados são negros. Por Justificando O material foi elaborado e distribuído pelo Centro de Comunicação Social da Polícia Militar de São Paulo. Thaís Rosa, que integra o coletivo Dia de Nega, mostrou sua indignação ao receber o panfleto, que a filha de sete anos havia recebido na escola, e cobrou providências. Notícia originalmente publicada em Rede Brasil Atual "Meu sentimento foi de buscar uma mudança, um diálogo, e um meio de fazer com que esse material seja tirado e criado um outro, respeitoso, que respeite a história dos negros nesse país", disse a militante. "Nós temos que levantar nossa bandeira ...

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    Sente o drama: a reflexão de uma historiadora no Complexo do Alemão

    Decidi publicar a reflexão da historiadora e pesquisadora da Fiocruz Marize Cunha, sobre a audiência realizada na última segunda-feira, dia 4 de maio, no Complexo do Alemão. no Jornal do Brasil por Mônica Francisco Sua reflexão demonstra a fragilidade que ainda nos assola, principalmente a nós, negros e negras das periferias das grandes cidades, que necessitamos cada vez mais de nos apropriarmos de instrumentos e mecanismos institucionais e formais, para darmos visibilidade e força à luta contra o racismo institucional e o racismo de fato, mesmo tendo se passado 127 anos da assinatura da Lei e as favelas serem o maior ambiente onde a exclusão, o descaso e violência deliberada, marcam e apresentam ao mundo esse processo. Mas é fato que, apesar de tudo, mobilização por melhorias e mudanças, ou seja , a resistência e a resiliência, continuam. Segue o texto: Sente o drama Sobre testemunhos e diálogos, novas formas de participação: dando visibilidade ao que ...

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    ONU: racismo no Brasil é estrutural e institucionalizado

    Peritos da entidade concluíram o relatório afirmando que o “mito da democracia racial” ainda está presente na sociedade brasileira e que boa parte dela ainda “nega a existência de racismo” no Brasil de Fato O racismo no Brasil é "estrutural e institucionalizado" e "permeia todas as áreas da vida". A conclusão é da Organização das Nações Unidas (ONU), que publicou nesta sexta-feira (12) seu informe sobre a situação da discriminação racial no país. Os peritos da entidade concluíram o relatório afirmando que o “mito da democracia racial” ainda está presente na sociedade brasileira e que boa parte dela ainda “nega a existência de racismo”. "O Brasil não pode mais ser chamado de uma democracia racial e alguns órgãos do Estado são caracterizados por um racismo institucional, nos quais as hierarquias raciais são culturalmente aceitas como normais", destacou a ONU. Os técnicos da entidade estiveram no país entre os dias 4 ...

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    6 mitos sobre o negro no mercado de trabalho

    por Patricia Santos de Jesus via Guest Post para o Portal Geledés Nesses anos todos entrando nas empresas para falar de contratação de profissionais negros, já vi e ouvi muitas coisas que vocês nem imaginam, entre tantas, listo aqui, seis mitos para iniciarmos uma reflexão, um debate, sobre isso: 1* não encontramos negros capacitados Esse é o número 1. É incrível! Muitas empresas dizem que não estamos qualificados, que não temos todos os requisitos das vagas sendo que, discriminam o profissional negro no recrutamento. Excluem currículos pelo bairro que moram, pelo tipo de faculdade que cursam, quem não fez faculdade… 2* nunca nem percebi que não tinham negros aqui É “comum” ver a maioria dos funcionários brancos enquanto a maioria da população é negra? Se nós somos mais de 50% da população brasileira deveríamos ter números compatíveis no mercado de trabalho não? Como é que não percebem que faltam negros nas empresas? Nas 500 ...

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    Teorias e práticas científicas legitimam produção de iniquidades, alertam pesquisadores reunidos no Recife

    O Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz Pernambuco) promoveu, em novembro de 2014, o 1º Seminário Nacional sobre os impactos do Racismo na Ciência e na Saúde, reunindo gestores, pesquisadores e ativistas de variadas áreas de conhecimento. Na palestra de abertura, Mônica Oliveira, assessora da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade racial da Presidência da República (Seppir), abordou as questões relacionadas ao racismo institucional, observando que é inegável que a população negra brasileira vive em piores condições de vida, fato que repercute em sua saúde. Adriano De Lavor, do Combate Racismo Ambiental  “Vivemos em uma sociedade racializada”, contextualizou, chamando atenção para uma pesquisa realizada em 2003, pela Fundação Perseu Abramo, que indicou que 90% dos entrevistados reconheceram haver racismo no país, sem no entanto se identificarem como racistas. “Isto é uma esquizofrenia”, classificou. Mônica lembrou que quase 10% do plano traçado na Conferência de Durban, em 2000, trata do ...

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    Rui Costa e as mãos sujas de sangue

    A questão não é se os mortos eram ou não eram delinquentes, a questão é que os policias agiram ao arrepio da lei Por: LELÊ TELES, do Brasil 247 "Estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol..." O goleiro angustiado eram doze jovens negros. Na cal, na marca do pênalti, o Estado, representado por 30 homens fardados. O estádio, a cidade do Salvador, na Bahia. Foi Gol. O técnico do time, o governador Rui Costa, vai mandar colocar uma placa no estádio, pra ele foi golaço. Tanto é que foi entusiasmado aos microfones e elogiou o seu plantel por “ter a frieza e a calma necessárias para tomar a decisão certa.” Estamos a falar de mais uma de tantas chacinas ocorridas em Salvador, essa foi na madrugada de 06 de fevereiro. A polícia alegou troca de tiro, mas só um lado foi alvejado, a maior parte dos tiros atingiram ...

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    A fala lamentável de Rui Costa e o genocídio negro institucionalizado

    Revolta e causa indignação um governador eleito pelo PT endossar sem investigação a ação da polícia, historicamente autoritária e não raro agindo fora da lei. Por Maria Frô  No Correio Nago O uso de metáfora futebolística de modo tão inapropriado só aumenta a gravidade de como está sendo conduzida a ação do governo baiano diante da chacina de 12 jovens negros no Cabula: Segundo Rui Costa é preciso, em poucos segundos, “ter a frieza e a calma necessárias para tomar a decisão certa”. “É como um artilheiro em frente ao gol que tenta decidir, em alguns segundos, como é que ele vai botar a bola dentro do gol, pra fazer o gol”, comparou. “Depois que a jogada termina, se foi um golaço, todos os torcedores da arquibancada irão bater palmas e a cena vai ser repetida várias vezes na televisão. Se o gol for perdido, o artilheiro vai ser condenado, porque ...

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    Reunião define que Maceió terá plano de erradicação de preconceitos

    Ações de combate à violência contra a população negra ganharão mais força na capital alagoana Do Tribuna Hoje As ações de combate à violência contra a população negra ganharão mais força na capital alagoana. Já nos próximos meses, a Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Executiva do Gabinete do Prefeito (SEGP), vai iniciar o 1º Ciclo de Formação Técnica em Legislação Antirracismo, Garantia de Direitos e Liberdade Religiosa. A ação, que será voltada para agentes públicos e sociedade civil, faz parte das articulações do Comitê Municipal Juventude Viva. O projeto foi apresentado nesta quinta-feira (5), em Brasília, durante audiência com a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino Gomes. De acordo com o prefeito Rui Palmeira, o Ciclo prevê, entre outras ações, a constituição de uma Rede Municipal de enfrentamento da violência, assim como a contínua formação de representantes e gestores públicos. “O ...

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    Entrevista: Marise Nogueira Guebel aposta em números contra o racismo

    Marise fala em obrigar o estudo de história da África nas escolas do DF Por: Luiz Calcagno Do Chiquinho Dornas Titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos quer pesquisas para fundamentar as políticas da pasta. Ela também pretende criar núcleos para vítimas de preconceito nas delegacias Levantar dados concisos sobre racismo, violência contra a mulher e outras violações dos direitos humanos e unir todos esses temas em uma só pasta. Essa é a principal meta da secretária de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, Marise Nogueira Guebel. Os números vão servir de base às ações do órgão recém-criado. Ela também pretende instalar nas delegacias de polícia núcleos de atendimento às vítimas de racismo e fazer valer leis que introduziam história da África nas escolas públicas e particulares da capital da República. Para Guebel, o governo do DF carece ...

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