Tag: refugiados

    Imagem retirada do site Com Ciência

    Plataforma colaborativa reúne ações de solidariedade a imigrantes e refugiados durante a pandemia

    O Fórum Internacional Fontié ki Kwaze – Fronteiras Cruzadas da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Cátedra Sérgio Vieira de Mello na Universidade Estadual de Campinas (CSVM-Unicamp), lançaram em 16 de abril a plataforma colaborativa Covid-19 e Solidariedade Migrante, na qual reúnem várias ações de solidariedade a migrantes e refugiados durante a pandemia no Brasil. O objetivo é ampliar a visibilidade e conexões entre as redes engajadas em ajudar essas comunidades. O conteúdo é construído de forma colaborativa, por meio de um documento compartilhado que qualquer pessoa pode acessar e inserir campanhas e serviços voltados a imigrantes e refugiados promovidos por ONGs, sindicatos, igrejas, organizações, universidades, bem como movimentos sociais e coletivos. Essas ações podem ser, por exemplo, doações, medidas emergenciais, serviços públicos, materiais informativos e de comunicação, textos analíticos, leis, entre outros, e pode incluir também ações a nível internacional. Até o início de maio, a ...

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    África: Líderes procuram respostas para tendências migratórias

    Líderes africanos reconheceram a necessidade de procurar respostas abrangentes e inclusivas às principais tendências migratórias e à sua dinâmica e desafios no continente. Por Adelina Inácio e Edna Dala, Do Jornal da Angola  Lideranças africanas procuram respostas abrangentes e inclusivas para as principais tendências migratórias (Foto: Paulo Mulaza| Edições Novembro) Estima-se que, em todo o mundo, 68 milhões de pessoas são deslocadas à força e mais de um terço delas encontra-se em África, incluindo 6,3 milhões de refugiados e requerentes de asilo e 14,5 milhões de pessoas deslocadas. Os dados foram avançados, ontem, no Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, que decorre até amanhã, em Luanda, no painel sobre os Refugiados, Repatriados e Deslocados Internos de África, rumo às soluções sustentáveis para o deslocamento forçado. Angola, Marrocos, RDC e Uganda partilharam as suas ideias sobre as melhores práticas e desafios identificados pela União Africana sobre ...

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    Pesquisa acompanhou a trajetória dos imigrantes desde a saída de seus países de origem até a busca por trabalho no Brasil – Foto: missaonspaz.org

    Legislação brasileira dificulta acolhida de refugiados africanos

    Pesquisa revelou que depois de uma longa espera em situação jurídica precária, a maioria dos pedidos de refúgio é negada Por Paulo Andrade, da USP Pesquisa acompanhou a trajetória dos imigrantes desde a saída de seus países de origem até a busca por trabalho no Brasil – Foto: missaonspaz.org Atrajetória de imigrantes africanos em busca de se legalizarem no Brasil foi tema de doutorado do geógrafo Allan Rodrigo de Campos Silva. Ele acompanhou angolanos, senegaleses e congoleses que não encontram alternativas viáveis para se legalizar, e acabam empurrados ao Estatuto do Refugiado como única forma de estabelecer uma vida por aqui. “Existe um processo social de convencimento desse tipo de imigrante, entendido pela sociedade brasileira como um indesejável, a pleitear essa categoria de refugiado”, explica Allan. O pesquisador fez trabalhos de campo, entrevistas e avaliou bancos de dados. O material revelou que a maioria dos pedidos de ...

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    Refugiados no Brasil sofrem com racismo e falta de políticas públicas

    De acordo com agência da ONU, as solicitações de refúgio no país aumentaram 118% em 2017 Por Lu Sudré, do Brasil de Fato  Dia Mundial do Refugiado é comemorado neste 20 de junho / Marcelo Camargo/Agência Brasil Os pedidos de estrangeiros à procura de proteção no Brasil aumentou de 35.464 em 2016 para 85.746 em 2017, representando um incremento de 118%. Os dados foram apresentados pelo relatório "Tendências Globais - Deslocamentos forçados 2017", elaborado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e divulgado nesta terça-feira (19).Em razão do Dia Mundial do Refugiado, comemorado neste 20 de junho, a agência da ONU divulga anualmente informações internacionais de deslocamentos forçados. Os números brasileiros acompanham um movimento global: Em todo o mundo, o número de refugiados e deslocados internos chegou a 68,5 milhões em 2017, nível recorde pelo quinto ano consecutivo. O Brasil tem atualmente 10.264 refugiados reconhecidos e quase 86 mil solicitantes de refúgio, que, ...

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    Mari Malek refugiada que virou top model nos EUA e ajuda crianças em sua terra natal

    Mari Malek é uma top model, DJ e atriz que vive em Nova York – e também uma refugiada do Sudão do Sul. no BBC FOTO: Mike Mellia's  Ainda criança, ela conseguiu permissão para entrar nos Estados Unidos após 4 anos vivendo em um campo de refugiados no Egito. “Eu era a criança estranha: alta, negra, de onde ela veio? Quem é ela? Eu tinha dificuldade para me expressar porque eu não sabia falar inglês”, disse à BBC. Depois de passar por uma série de dificuldades, tornou-se uma top model de sucesso, mas diz não ter esquecido de seu passado. “Eu queria poder ajudar todos eles, mas não posso. Ver crianças sofrendo assim parte meu coração”, diz. Mari criou uma ONG voltada à educação infantil no Sudão do Sul, a Stand for Education. Seu trabalho voluntário a levou às Nações Unidas e rendeu elogios do ex-presidente americano Barack Obama. “De ...

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    Site permite convidar um refugiado para passar o Natal na casa de brasileiros

    O 'Meu Amigo Refugiado' faz a ponte entre os refugiados e os interessados em recebê-los, promovendo uma troca de culturas e de sabores Por HYNDARA FREITAS, do Estadão 'Meu Amigo Refugiado' permite que pessoas convidem refugiados para passarem um natal em sua casa. Foto: Reprodução/Facebook O número de refugiados aumentou consideravelmente nos últimos anos, inclusive no Brasil. De acordo com dados do Conselho Nacional para os Refugiados (CONARE), são mais de 8 mil refugiados reconhecidos e mais de 28 mil solicitações de refúgio no País. Essas pessoas chegam ao País em busca de uma nova vida, porém, não conhecem a cultura, as pessoas, os hábitos. A iniciativa 'Meu Amigo Refugiado' quer justamente ajudá-los nessa integração no novo país criando uma ponte entre anfitriões e refugiados que moram em São Paulo e no Rio de Janeiro interessados em participar de um natal brasileiro. O projeto foi criado pelo Migraflix, uma ação social sem ...

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    Ex-refugiada de origem somali é eleita deputada estadual em Minnesota

    Ilhan Omar se tornou, na terça-feira (8), a primeira americana muçulmana de origem somali a ser eleita para representar um Estado na Câmara, com uma clara vitória em Minnesota. Do HuffPost Brasil Sua vitória também é vista como uma vitória nas causas progressistas e um impulso para eleger mais mulheres e representantes de minorias para cargos públicos. Omar nasceu na Somália e passou quatro anos em um campo de refugiados no Quênia antes de imigrar para os Estados Unidos, aos 12 anos de idade. Ela contou ter ficado desapontada ao descobrir tamanha desigualdade racial, econômica e intolerância religiosa nos EUA. "É a terra da liberdade e da justiça para todos, mas precisamos trabalhar para isso", contou ela ao Huffington Post no mês passado. "Nossa democracia é incrível, mas é frágil. Ela aconteceu através de muitos progressos, mas precisamos continuar o progresso para torná-la, de fato, 'justiça para todos'". A desigualdade nos ...

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    Campanha #MaisQueImigrante visa desconstruir xenofobia dos brasileiros

    Até o fim do mês, projeto reunirá relatos, fotos e vídeos sobre a ascendência enviados pelas redes sociais Por Júlia Dolce Do Brasil de Fato A pergunta "Qual é a sua mistura?" vem sendo respondida por dezenas de brasileiros que estão aderindo a campanha #MaisQueImigrantes no Facebook. Ela foi idealizada pelas estudantes do primeiro ano de publicidade da Faculdade Cásper Líbero Brenda Louise Monaro e Mariana de Almeida Francisco, em parceria com o coletivo por empoderamento de mulheres imigrantes "Equipe de Base Warmis - Convergência de Culturas", com o objetivo de desconstruir a xenofobia dos brasileiros. A pergunta inicial leva as pessoas a questionarem suas próprias origens e ascendência, uma forma de conscientização sobre a identidade brasileira, resultado de múltiplos processos migratórios. Com o crescente fluxo de imigrantes e refugiados para o Brasil (que, segundo o último relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), aumentou 127% desde 2010), os casos de ataques xenofóbicos e ...

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    O Brasil pelos olhos de nove crianças refugiadas que vivem em São Paulo

    Quando viviam em seus países - Haiti, Síria, Arábia Saudita e Congo -, o cotidiano deles era bem diferente. Mas hoje, esses meninos e meninas que são refugiados em São Paulo têm muito em comum: comem arroz e feijão, gostam da liberdade que têm no Brasil e jogam futebol (ou queimada) na escola. Por Gabriela Di Bella e Gui Christ Do BBC "No Brasil é melhor porque não tem guerra", resume a síria Ritag Youssef, de 8 anos, refugiada há quase três anos. Ela foi uma desses novos brasileiros que conversaram com a reportagem da BBC Brasil em bairros de São Paulo, onde vivem. Eles fazem parte de uma estatística que não para de crescer. Segundo a ONU, em 2015, o número de refugiados no mundo ultrapassou os 60 milhões, um recorde histórico desde a Segunda Guerra Mundial. Desse número, quase metade são crianças - cerca de 28 milhões conforme dados ...

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    São Paulo ganha espaço de comida vegana típica do Congo inaugurado por um refugiado africano

    Uma viagem gastronômica e cultural. Do Vista-se Há algumas semanas o público paulistano tem uma nova opção de estabelecimento vegano para conhecer. Refugiado político, o congolês Pitchou Luambo mora há 6 anos do Brasil, lugar que escolheu para fugir dos conflitos armados que há 20 anos assolam seu país natal. Pitchou é formado em direito, mas não pode exercer sua profissão no Brasil por questões burocráticas. Na República Democrática do Congo (antigo Zaire), terceiro maior país da África em extensão territorial, Pitchou atuava como ativista de causas sociais. Ele denunciava estupros cometidos por integrantes de forças armadas que tentam tomar o seu país e também defendia as vítimas de violência. Em São Paulo, Pitchou fundou o Grist (Grupo de Refugiados e Imigrantes Sem Teto) para promover a integração e organização de refugiados de diversas nacionalidades. Ele também atua como produtor cultural, organizando eventos. Como amante da gastronomia de seu país, ...

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    Garotinho comove o mundo com carta que escreveu a Obama. Texto generoso é tocante

    Alex, um garotinho de apenas 6 anos de idade que vive em Nova Iorque, nos Estados Unidos, decidiu escrever uma carta ao presidente do país. O texto, carregado de bondade e generosidade, comoveu Obama e o mundo todo. A página do presidente compartilhou um vídeo sobre a carta e a história viralizou - foram mais de 300 mil compartilhamentos no Facebook. Por Giovanna Mazzeo Do Vix Menino sírio ferido e a morte do irmão E o motivo foi o que tocou as pessoas: no texto, Alex fala sobre o menino sírio atingido em um ataque. A imagem de Omran Daqneesh, de 5 anos, ferido em Aleppo, na Síria, rodou o mundo há alguns dias. O pequeno estava em casa quando o edifício em que ele morava foi atingido durante confronto entre militares do regime sírio e os rebeldes locais pelo domínio da região. Omran sobreviveu, mas seu irmão mais velho morreu ...

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    Angela Merkel sugere acordos com norte da África para enviar migrantes

    Angela Merkel sugeriu fazer acordos parecidos com o acertado com a Turquia. Para chanceler alemã, esse tipo de pacto também interessa aos refugiados. Por France Presse Do G1 A chanceler alemã, sugeriu nesta terça-feira (23) que a União Europeia chegue a acordos com os países do norte da África parecidos com o acertado com a Turquia para enviar migrantes que chegarem à Europa e assim frear seu fluxo. Segundo o acordo assinado pela UE com a Turquia, Ancara aceita acolher os migrantes sírios vindos da Grécia em troca de enviar para a UE outros refugiados presentes em seus acampamentos, com o objetivo de realizar um programa de redistribuição de migrantes de forma ordenada. O acordo também inclui bilhões de euros da UE em ajudas à Turquia e a emissão de vistos para cidadãos que desejarem viajar a países da UE, assim como aceleração das negociações para a integração da Turquia na União ...

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    Grafites no centro do Rio homenageiam atletas da Equipe Olímpica de Refugiados

    Grafiteiros Cety Soledade (esq.) e Rodrigo Sini, em frente ao muro que homenageia os dez atletas da Equipe Olímpica de Refugiados. Foto: ACNUR/L.F.Godinho A obra foi encomendada pelo projeto GaleRio, ligado à prefeitura municipal. Em um dos principais pontos turísticos da cidade, o grafite eterniza o rosto e o olhar dos dois nadadores sírios, dos dois judocas congoleses, do maratonista etíope e dos cinco corredores sul-sudaneses que compõem a Equipe Olímpica de Refugiados. no ONUBr A histórica participação de refugiados nos Jogos Rio 2016 continuam inspirando o público além das competições olímpicas. Desta vez, dois artistas cariocas grafitaram fotos dos dez integrantes da inédita Equipe Olímpica de Atletas Refugiados em um muro na renovada área do centro da cidade conhecida como “Porto Maravilha”. O trabalho foi encomendado pelo projeto GaleRio, ligado à prefeitura municipal. Em um dos principais pontos turísticos da cidade, a obra eterniza o rosto e o olhar dos dois nadadores ...

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    Samia Yusuf Omar a atleta somali que morreu cruzando o Mediterrâneo por um sonho olímpico

    A corredora somali Samia Yusuf Omar não faz parte do primeiro time de refugiados que estreou nesta Olimpíada no Rio. Em 2012, tentou cruzar o Mediterrâneo em um bote de borracha, que naufragou. Determinada, tinha atravessado o deserto rumo à Líbia e tentava chegar à Itália, em busca de um técnico. Seu sonho era continuar treinando e correndo. no BBC Samia participou da Olimpíada de Pequim em 2008, representando seu país nos 200 metros rasos. Com a escalada dos conflitos e o avanço da pobreza na Somália, porém, manter os treinos e mesmo ter o que comer se tornou impossível. Partiu rumo à perigosa e longa jornada para a Europa. Agora sua história de superação e tragédia virou livro em quadrinhos e ganhou o mundo. "Espero que este livro mostre às pessoas que refugiados não são apenas números", disse à BBC Brasil o ilustrador alemão Reinhard Kleist, autor de Der ...

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    Muito além de uma medalha: conheça os refugiados que irão competir nas Olimpíadas do Rio

    Tradicionalmente, a primeira delegação a desfilar na cerimônia de abertura das Olimpíadas é a anfitriã. Desta vez, nos Jogos do Rio, será um pouco diferente. Antes dos brasileiros receberem os aplausos do estádio e do mundo, 10 atletas carregarão uma bandeira que não representa uma pátria, mas uma luta: a dos refugiados. Do Hypeness O Time Olímpico dos Refugiados servirá como um símbolo do empenho de milhões de pessoas que foram forçadas a deixar seus países de origem. Dados divulgados pela ONU no último mês revelaram que já são mais de 21 milhões de refugiados em terras estrangeiras, um novo recorde. A iniciativa foi anunciada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em março, mas apenas recentemente pudemos conhecer os membros do #TeamRefugees. São cinco atletas do Sudão do Sul, dois judocas da República Democrática do Congo, dois nadadores da Síria e um maratonista Etiópia; totalizando seis homens e quatro mulheres. Cada atleta ...

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    Sem contato do COI, judocas refugiados mantêm esperança em vaga olímpica

    Os judocas refugiados Popole Misenga e Yolande BukasaVinicius Lisboa/Agência Brasil A agenda de entrevistas de Popole Misenga e Yolande Bukasa é concorrida. Os judocas congoleses refugiados no Brasil desde 2013 têm contado sua história a jornalistas do mundo todo, de quem costumam ouvir que "já estão na Olimpíada" do Rio de Janeiro. Conforme se aproximam os jogos, no entanto, a ansiedade só cresce, porque ainda não houve qualquer contato do Comitê Olímpico Internacional (COI) garantindo que eles estão ao menos entre os candidatos a integrar a delegação de refugiados que foi anunciada no último dia 3. no Agência Brasil "Estamos esperando", conta Popole, de 23 anos. "Como muita gente vem fazer entrevista, de muitos países, e fala que já estamos lá, a gente ainda acredita". Acolhidos pelo Instituto Reação, na zona oeste do Rio, os dois treinam desde abril do ano passado com o objetivo de disputar a Olimpíada. O treinamento, no entanto, já deveria ...

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    Imigrantes negros que chegam ao Brasil deparam-se com ‘racismo à brasileira’, diz sociólogo

    Para Alex André Vargem, africanos e haitianos são tratados de forma diferente em relação aos imigrantes de outras nacionalidades que chegam ao Brasil; mito de país acolhedor impede autocrítica, avalia Por Paulo Hebmüller Do Opera Mundi A ideia de que o brasileiro é acolhedor e recebe bem todos os imigrantes não corresponde à realidade no caso de haitianos e africanos, vítimas de racismo em território brasileiro. É o que afirma o sociólogo Alex André Vargem, 35 anos, membro do IDDAB (Instituto do Desenvolvimento da Diáspora Africana no Brasil). Para Vargem, em seus países de origem esses imigrantes enfrentam questões étnicas diferentes das surgidas pelo “racismo à brasileira”, e é aqui que conhecem experiências concretas de discriminação. “Acredito que ainda haja resistência de fazer uma autocrítica, e por isso a sociedade se apega àquela imagem de que acolhemos bem todos”, diz. O sociólogo enumera alguns dos casos de violência que vem coletando ...

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    Meu professor de francês é um refugiado

    Na escola de idiomas Abraço Cultural, os professores são cidadãos de países como Haiti, Síria ou Congo por Ingrid Matuoka no Carta Capital Foto: Ilana Goldsmid O Abraço Cultural é uma escola no bairro de Perdizes, em São Paulo, que ensina inglês, francês, espanhol e árabe. Seria mais um centro de aprendizado de idiomas, não fosse o quadro único de professores: dezesseis refugiados de diversos países, como Síria, Paquistão, Haiti e Espanha. Nas aulas, além da troca técnica sobre a língua, os estudantes têm a oportunidade de conhecer culturas e experiências pessoais. Luiz Henrique Pécora, 26, coordenador do Abraço Cultural, explica que a intenção é inserir os refugiados na sociedade em longo prazo, promover a troca de culturas, minar preconceitos de ambos os lados e ainda gerar renda. “A ideia é tirar o estigma de alguém que está aqui como estorvo e precisa sempre da nossa ajuda”, diz. Há quatro meses no Brasil, a ...

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    “O Brasil não pode repetir com os refugiados o erro da escravidão”

    O advogado Pitchou Luambo, de 34 anos, é um vencedor: conseguiu deixar para trás uma guerra civil sangrenta e a opressão de um governo autoritário em sua terra natal, a República Democrática do Congo, para recomeçar a vida no Brasil, onde vive desde 2010 –sorte contrária a de muitos de seus conterrâneos, que diariamente correm o risco de perder a vida ou a liberdade. É um entre milhares de refugiados que anualmente chegam ao Brasil para escapar das consequências de conflitos armados, do autoritarismo político ou das condições de vida precárias. Do Instituto Lula O que encontram aqui, no entanto, é um novo conjunto de obstáculos que alimentam uma situação também dramática. “Será que já me habituei a viver no Brasil? Não sei”, diz, pensativo. “Todos os dias, é luta, luta, luta. Nós vivemos sempre no presente, resolvendo problemas. É difícil começar a planejar o futuro ou dizer que expectativa ...

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    Premiê finlandês oferece sua casa de campo a refugiados

    O primeiro-ministro da Finlândia, Juha Sipilä, afirmou neste sábado (05/09) que vai oferecer sua casa de campo como abrigo a refugiados. A residência fica localizada em Kempele, no norte do país, a cerca de 500 quilômetros da capital Helsinque. No DCM “Minha casa não tem sido muito utilizada”, disse o político liberal em entrevista a um canal público de televisão finlandês. “Quero fazer a minha parte e mostrar que a Finlândia é um país multicultural.” O premiê vive com a família em Helsinque na residência oficial do governo desde que sua legenda, o Partido do Centro, ganhou as eleições em abril deste ano. Durante a entrevista, Sipilä convocou os finlandeses a seguirem o exemplo e serem solidários. (…)

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