segunda-feira, julho 6, 2020

    Tag: Stephanie Ribeiro

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    O que o samba pode te ensinar?

    Um texto para o meu avô, que aos domingos colocava um álbum do Martinho da Vila e me tirava pra dançar Por Stephanie Ribeiro, do Alma Preta  Como já disse Nina Simone, é dever do artista mostrar os tempos em que vivemos. Com os cantores de samba não foi diferente. Ao contrário do que muitos imaginam, não foi só quando surgiu o rap que o negro passou a fazer críticas e denúncias ao contexto social que estamos inseridos. São canções feitas a anos atrás, nas décadas de 50 à 80, que se hoje fossem escutadas por nós ainda fariam sentido e seriam facilmente identificadas com nossas atuais vivências. A origem do samba por si só explica o porquê esse ritmo negro fala tanto sobre nós: “Uma das formas mais comuns pelas quais os negros reafirmavam seus laços de amizade e cooperação ocorria durante as festas nas casas das “tias” ou das ...

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    Preconceito linguístico: como isso afeta o empoderamento feminino

    Existe uma regra de ouro da linguística que diz: “só existe língua se houver seres humanos que a falem”. Assim começa o livro de Marcos Bagno: “Preconceito Linguístico – o que é, como se faz”. E esse meu texto também, motivado pela constante chamada de atenção de machistas e até de feministas para os meus erros gramaticais. Por Stephanie Ribeiro, do Lado M Eu comecei a escrever textos feministas em 2013. O primeiro deles foi lido por mais de cinco amigos antes de ser enviado para o site que me tinha pedido. Dos meus textos mais populares daquela época – um sobre “Rolezinhos”, para o portal Blogueiras Negras -,  li e reli tantas e tantas vezes que praticamente decorei. No começo, eu tinha muito medo de escrever e foi só em 2015 que consegui postar um texto sem mandar para alguém ler antes. O motivo de tanta insegurança? Medo dos ...

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    Não naturalize as m… que um homem faz

    Um texto para homens.  Então leiam até o fim. Por Stephanie Ribeiro, do Imprensa Feminina Um dos grandes problemas na hora de se debater machismo, é que comportamentos machistas são vistos como normais e sendo assim atitudes naturais do seres humanos. E não isso não é verdade! No momento que você homem compactua com determinada ação de cunho machista, do seu pai, irmãos, amigos, etc. Está simplesmente dando a está ação o aval de algo normal, ou seja, você está contribuindo para a manutenção dessa opressão e do privilégio masculino na sociedade. Mas como assim? Meu pai abandonou minha mãe grávida da minha irmã, quando eu tinha apenas três anos. Sabe quantas pessoas deixaram de falar com meu pai no ciclo de amigos dele? Nenhuma. Sabe quantas pessoas cobraram que ele fosse uma pessoa presente nas nossas vidas? Nenhuma. Amigos dele inclusive sabiam que eu era filha dele, o que ele tinha feito e ...

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    Será que é racismo?

    As redes sociais hoje são um campo de disputa de narrativas pelas chamadas minorias brasileiras, aqueles grupos que, mesmo sendo a maioria quantitativa, no que diz respeito à qualidade de vida, dignidade e aos direitos garantidos, tornam-se marginalizados socialmente. Por Stephanie Ribeiro, do Confeitaria  Quando nós usamos as redes para dar visibilidade para nossas dores e nossas lutas, queremos chamar atenção para fatos que foram naturalizados por uma sociedade que segue regras opressoras. Primeiro vieram os filtros para fotos de perfis (o mais popular foi o da bandeira LGBT). Depois as hashtags #meuprimeiroassédio, #agoraéquesãoelas, #meuamigosecreto, que foram invadindo a rede e mostrando a força e a importância do protagonismo das mulheres no feminismo. Agora o novo protesto nas redes é a hashtag #seráqueéracismo. A sua criação foi motivada após o assassinato de cinco garotos negros: Roberto, Carlos, Cleiton, Wilton e Wesley levaram exatamente 111 tiros da polícia. Assim como muitos jovens de ...

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    Dilma, estamos cansadas

    Na quarta feira dia dois de dezembro, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, autorizou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Então a nossa presidenta fez um pronunciamento sobre tal tentativa de golpe, e me chamou muita atenção um fato: Dilma está cansada. Por Stephanie Ribeiro, do Imprensa Feminista Abatida e mais magra, em seu discurso garantiu que lutara para manutenção do seu mandato. Depois disso inúmeras opinião foram dadas em inúmeros veículos midiáticos, inclusive nas redes sociais. Uma que se destacou dada por um homem de esquerda na minha timeline foi: O PT não pode se vitimizar pelo que está acontecendo. Independente das críticas que possam ser feitas ao PT, é surreal pressupor como o Brasil está agindo com essa mulher desde que ela começou a governar. Por isso acredito que o partido não possa se vitimizar, mas Dilma tem sim todos os motivos para isso. Nem seria ...

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    Nem pós-moderno ou governista. Apenas Prounista

    O PROUNI (Programa Universidade para Todos) foi criado pelo Ministério da Educação (MEC), no governo de Luis Inácio Lula da Silva em 2004. Exatamente 10 anos depois, o projeto registrou um total de 635.992 inscritos segundo o MEC, número que representa um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Esses dados demonstram que a população mais pobre brasileira vem se interessando cada vez mais pelo acesso à universidade. Outra prova disso é que em 2014 a maioria das inscritas eram mulheres e negras. Por Stephanie Ribeiro Do Alma Preta Dada esta breve introdução, quero evidenciar que esse texto é conseqüência do constrangimento que alunos prounistas passam em determinados encontros com alunos de universidades públicas. Mal-estar causado pelas criticas ao programa e pelas acusações de que somos “governistas e pós modernos”. Essa fala, muito comum em uma determinada vertente da esquerda brasileira, faz critica ao PROUNI, programa que funciona basicamente por ...

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    Blogueira fala sobre ativismo negro dentro do movimento feminista

    "Impera o silenciamento sobre nossa capacidade enquanto intelectuais e geradoras de opinião", diz Stephanie Ribeiro Por Stephanie Ribeiro Do Revista Marie Claire O feminismo negro vem ganhando visibilidade nas redes sociais e espaços midiáticos. O poder das mulheres negras em uma sociedade onde somos maioria fica evidente quando 50 mil de nós saem às ruas de Brasília, durante a “Marcha das Mulheres Negras”, na última quarta-feira (18). Entretanto, ainda recai sobre nós oestereótipo de raivosa, o chamado “Angry Black Woman”. Impera o silenciamento sobre nossa capacidade enquanto intelectuais e geradoras de opinião. Estamos falando da distinção entre um “lugar” pré-estabelecido socialmente para ser ocupado pelas negras, o da marginalização e do comportamento visto como hostil; e o do “não-lugar”, o da intelectualidade e do pensamento crítico. Impera o estigma da mulher branca “histérica”, quando responde de forma inesperada; e o da mulher negra “revoltada, agressiva, barraqueira”, não só pelo machismo, mas ...

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    Parem de personificar o racismo

    Taís Araújo foi vítima de ataques racistas em sua página no facebook. Se isso me choca? Não mais, acho quase impossível ser negro e viver num país como o Brasil, que é altamente RACISTA, e não ser alvo desses ataques. Obvio que não desejo isso para ninguém, nem naturalizo esse fato. Apenas me irrita a forma imatura como as pessoas em geral tratam essas situações quando elas acometem figuras públicas. Novamente temos um caso de racismo sendo rebatido com hashtag #SomosTodos(coloque um nome aqui).  Por Stéphanie Ribeiro, do Imprensa Feminista Queria muito saber quando as pessoas em geral vão parar de PERSONIFICAR racismo. Vejo isso em vários movimentos: a necessidade do apoio pautada na desinformação, somada com a personificação, acabam só agravando a situação.  Não estou dizendo que, nesse caso, Taís não mereça apoio. Estou dizendo que racismo é uma questão estrutural de uma sociedade que não debate esse assunto, e ...

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    stephanie ribeiro, feminista, negra, silenciada

    no facebook, é permitido: ser masculinista, racista, misógino. não é permitido: uma mulher negra falar contra o racismo. Por alex castro, do Outrofobia stephanie ribeiro, 21 anos, aluna de arquitetura na PUC-Campinas, é uma das militantes mais ativas do feminismo negro na internet. mas, segundo o facebook, stephanie não é uma boa menina: ela está um mês de castigo, seu perfil bloqueado. não pode fazer posts: só reproduzir fotos do instagram e usar o bate-papo. seu crime: racismo. isso mesmo: uma das principais vozes do feminismo negro na internet brasileira foi silenciada por acusação de racismo. contra mulheres brancas! por ter escrito sobre a solidão das mulheres negras. por ter escrito sobre o fenômeno da chamada “palmitagem”, ou seja, o fato de homens negros muitas vezes saírem ou namorarem com mulheres mais brancas, e assim sucessivamente, até que, na dança das cadeiras do mercado matrimonial brasileiro, quem acaba sobrando são sempre ...

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    Só vai ter Ubuntu, Emicida, quando você deixar de ser machista

    Emicida virou assunto essa semana por suas falas representativas e positivas no que diz respeito à luta contra o racismo e ao empoderamento da população negra. Entretanto, nada disso – que eu já compreendo e sei que é muito importante ser dito em determinados espaços -, me gerou comoção e vontade de ficar reproduzindo nas minhas redes sociais. Afinal, Emicida ainda não me representa e não me representará enquanto ele não usar esses mesmos espaços onde diz coisas expondo a braquitude para se autocriticar enquanto homem machista que reproduziu discursos misóginos em músicas, postagens e falas, mas que não parece se arrepender disso. pro Stephanie Ribeiro no Frida Diria Vamos lembrar que, dentro do nosso contexto, as mulheres negras sofrem com uma sociedade machista, que limita nossos direitos, porém também racista e elitista. Com isso, temos a maioria da população, mulheres negras, expostas a uma situação de vulnerabilidade extrema. Muitos homens do ...

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    Aviso para cenas de estupro é o mínimo

    “O crime de estupro consiste no fato de o agente “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso” (CP, art. 213, caput).  Por Stephanie Ribeiro, do Imprensa Feminista Estupro é atitude violenta e criminosa cometida para com pessoas em situação ou pertencentes a grupos vulneráveis, como mulheres, idosos, crianças, pessoas em situação de rua, presidiários, etc. Estupros não acontecem apenas em ruas escuras, em becos e durante a noite. Eles podem acontecer dentro da sua casa, no trabalho, no transporte público, e o agressor pode ser um familiar, um amigo, ou um estranho. A única coisa que estupros têm em comum é que a culpa nunca é da vítima. O fato é que essa, como muitas formas de agressão que estão relacionadas à misoginia, não são debatidas na sociedade, mas são frequentemente cometidas e, por ...

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    “Um beijo do negão”: Nem toda representatividade é positiva

    Abel Neto é um dos poucos jornalistas negros da Rede Globo (acho que da inclusive para contar nos dedos de uma mão só quantos são), ele estava apresentando o programa Globo Esportes, nos últimos dias e não sei por qual motivo, talvez numa tentativa de imitar Jô Soares, resolveu mandar no final do programa o seguinte recado: “Um beijo do Negão”. Por Stephanie Ribeiro, no Imprensa Feminina Acredito que Abel assim como muitos negros que conseguem alcançar determinada visibilidade e espaço no seu meio de trabalho, acabam se esquecendo que mesmo que eles não queiram, estão representando a população negra do país, e ele no caso num horário de bastante audiência na rede de tv mais assistida nacionalmente. Eu sei que ninguém é obrigado a ser militante, porém como Maria Julia Coutinho disse após agressões racistas que sofreu por ser a jornalista da Previsão do Tempo do Jornal Nacional, a militância ...

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    Projeto nós, Madalenas – Uma palavra para o feminismo: afronta

    Afronta é uma das minhas palavras preferidas, talvez porque entre seus muitos significados esteja “enfrentar” e eu acho que é a principal definição do que é ser mulher negra na sociedade do racismo e da misógina, assim como ser feminista e negra não é nada mais que um afrontamento, e isso até mesmo dentro do próprio feminismo. Por Stephanie Ribeiro,do Imprensa Feminista Estamos enfrentando tudo e todos, todo dia e sem descanso, e é por isso que estamos tão cansadas. Quando eu tive que pensar sobre uma palavra tinha certeza que era essa que me representava, fiz então uma retrospectiva do porque um dia eu me posicionei como feminista negra essa que foi a mudança mais significativa na minha história até agora. Percebi que ao longo da minha vida eu sempre quis ser “normal” mesmo quando eu não me colocava como uma mulher negra, eu sabia que eu não era igual as outras meninas, e ...

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    A Verdade Secreta é que a família brasileira não liga para abuso

    Faz tempo quero escrever sobre essa nova novela, porque vem me intrigando a falta de críticas a ela. por Stephanie Ribeiro no Imprensa Feminista Tive meu primeiro choque antes dela começar, quando li uma notícia que dizia “Globo procura nova ninfeta” (acho o termo ninfeta super problemático e quem já leu Lolita ou sabe do contexto, imagino que também ache), para o que seria o enredo dessa estória. Por sinal a matéria trazia também uma breve descrição sobre a trama: mãe e filha disputarão mesmo homem. Acho já super complicado essas disputas entre mulheres em telenovelas e filmes por um homem, imagina então quando são mãe e filha. Essa matéria e a frase bizarra eram sobre Verdades Secretas, a novela das 23 da Rede Globo que estreou faz mais de um mês e vem com esse enredo: jovem que quer ser modelo e parte para a prostituição, então acaba se envolvendo com um homem bem mais ...

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    Nina Simone inspira luta anti-racismo no Brasil

    O combate ao racismo é o exercício diário do caráter, da cidadania e da persistência. E também é o único caminho viável para construir uma sociedade justa e igualitária. Em todo mundo, brancos e negros estão juntos nessa luta. Nem sempre é fácil, mas está avançando principalmente por conta da garra de jovens ativistas que dedicam seu tempo e sua energia. Por Juca Guimarães Do Diário de São Paulo Um ótimo exemplo é a estudante de arquitetura e ativista Stephanie Ribeiro, de 22 anos, que enfrentou diversos ataques racista na PUC Campinas, onde estuda. Hoje a jovem Stephanie é uma referência nas discussões sobre racismo e questões de gênero. Libertária e feminista, a ativista esbanja inteligência, humor, charme e argumentos ácidos para debater tanto a discriminação racial quanto as iniciativas de combate ao racismo. Para ela não existem tabus. Sem ligar muito para a fila de desafetos que fica pelo caminho, ...

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    A solidão da mulher negra

    Sou uma mulher que não pode ser amada. Por Stephanie Ribeiro, no Confeitaria Uma mulher que aprendeu desde pequena que o amor não poderia ser para mim. Entendam que isso não é culpa minha, no sentido de que não tenho controle sobre quem criou essa situação. Mas, sim, este é mais um texto sobre a solidão da mulher negra. Tudo começou quando eu tinha 3 anos. Meu pai abandonou a minha mãe e a mim. No auge do seu privilégio enquanto homem, ele partiu, me ensinando desde pequena a dor da solidão. Tive que viver com a suposta culpa por ter causado aquele abandono e, ao transitar entre momentos de muita dor e muita raiva, tive também que conviver com uma ferida que nunca vai se fechar. São inúmeros os casos de mulheres negras como eu que crescem em lares “incompletos”: nunca me faltou amor da minha mãe, avós e tias, mas ...

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    Redes e coletivos ganham força na luta contra o racismo

    A semana que passou do 13 de maio externou uma situação que o movimento social vem experimentando já há algum tempo: o fortalecimento e a expansão dos coletivos e redes de ativistas que passam a ter um poder de mobilização maior que, inclusive, as organizações tradicionais. Esta nova forma de ação política já abordei em um texto publicado na revista Aracê, intitulado “Movimentos sociais e uma nova cultura política em tempos de ação direta do capital” (clique aqui para ler). A ação direta do capital e a redução da disputa da política institucional à dimensão da pequena política levou parcela considerável da juventude a constituir outros mecanismos de militância, baseado principalmente nas redes e nos fluxos de informação. É um fenômeno que não pode ser ignorado. Por Dennis de Oliveira, do Quilombo No dia 12 de maio, o Itau Cultural realizou um debate sobre “Arte e sociedade – a representação do ...

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    Entrevista com Stephanie Ribeiro

    O The Black Cupcake tem o orgulho de apresentar uma entrevista feita no dia 17 de dezembro com a estudante de arquitetura, da PUC-Campinas, feminista e ativista negra, Stephanie Ribeiro. Atualmente ela escreve para o site Confeitaria e para o Blogueiras Negras Por: Naomi do The Black Cupcake O cabelo da mulher negra ainda é marginalizado pelos padrões de beleza, entretanto, nos últimos anos presenciamos  um certo declínio da “ditadura da chapinha”. Nessa nova ascensão do cabelo natural da mulher negra, o cabelo crespo sem cacho, está abaixo do cabelo cacheado? Stephanie: A mídia impôs um padrão, aonde todos acham que ser negra, é ser a Taís Araujo. Existe esse cobrança  todos querem que tenhamos o cabelo igual, o nariz igual. Então, sim, o cabelo crespo ainda apresenta uma dificuldade a ser aceito, que, as vezes, não acontece com o cabelo cacheado. O cabelo negro aceitável, é aquele mais próximo ao cabelo liso. A branquitude criou  um padrão de belo, e ...

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    Universidade opressora, não passará e nem calará – Por Stephanie Ribeiro

    Única mulher, negra e bolsista da PUC-Campinas no curso de Arquitetura e Urbanismo entre 200 alunos narra sina de perseguições e ofensas racistas dentro da universidade Por Stephanie Ribeiro enviado para Portal Geledés Não é de hoje que discutimos o papel do negro nas universidades, erram os que pensam que o assunto é cotas, mas sim a forma como as universidades se preparam pra receber alunos negros, porque independente da que estamos falando, quando o assunto são as grandes universidades brasileiras, públicas ou particulares o acesso de negros é restrito, umas nem aderir a cotas raciais tiveram coragem de fazer, porém não assumem também que são um ambiente branco e elitizado. Por trás de toda uma película acadêmica de local "universal" se esconde o racismo da Casa de Engenho, e parece que ninguém tem muita vontade de quebrar essas barreiras. Mas se engana quem pensa que não vamos resistir, invadir ...

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