Tag: teatro

Raoni Garcia, Lucas Wickhaus, Mirella Façanha e Ivy Souza em Isto É um Negro?: peça impacta FIT Rio Preto e se consagra como uma das melhores do teatro brasileiro em 2018 – Foto: Rodrigo de Oliveira/Divulgação – Blog do Arcanjo – UOL

Isto É um Negro? impacta FIT Rio Preto e é a peça do ano

O que é ser negro na sociedade brasileira? Esta pergunta é premissa fundamental do espetáculo “Isto É um Negro?''. A obra impactou o FIT Rio Preto 2018, o Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, no interior paulista, onde teve sessões lotadas na sexta (6) e sábado (7). Por Miguel Arcanjo Prado no Blog do Arcanjo Bem resolvido em termos de forma, conteúdo e, sobretudo, discurso, “Isto É um Negro?'' é um dos melhores espetáculos do ano. Na verdade, é a peça do ano. Um de seus principais trunfos é o grupo coeso e talentoso de quatro atores em cena: os ótimos Ivy Souza, Lucas Wickhaus, Mirella Façanha e Raoni Garcia. A atriz Ivy Souza em cena da peça Isto É Um Negro?, grande destaque do FIT Rio Preto – Foto: Rodrigo de Oliveira – Divulgação – Blog do Arcanjo – UOL Cada ...

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Brasília: Espetáculo sobre o primeiro travesti do Brasil ‘Madame Satã’ chega a cidade

A partir da biografia de um dos personagens brasileiros mais peculiares, Madame Satã, o Grupo dos Dez, de Minas Gerais, criou um premiado espetáculo musical que estabelece importante diálogo com o público. Homofobia, racismo e homoafetividade ganham protagonismo em cena a partir da dramaturgia original com direção de Rodrigo Jerônimo e João das Neves. A trilha sonora autoral colabora com o desenvolvimento do ritmo ideal para a narrativa, que é intercalada por textos poéticos e combativos. Por Isabella de Andrade , do Correio Braziliense  Cena da peça Madame Satã, do Grupo dos Dez, de Minas Gerais: espetáculo premiado(foto: Guto Muniz/Divulgacao) O espetáculo é inspirado em Madame Satã, que carregou a alcunha de primeiro travesti do Brasil. Através dela, o grupo aborda temas de universos extremos, entre eles: a prostituição, a pobreza, o racismo, a homofobia e a intolerância. O diretor Rodrigo Jerônimo conta que a ideia para a montagem surgiu no ...

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‘O Pequeno Príncipe Preto’ e a busca por representatividade

O ator Junior Dantas (RN) sentiu ainda na infância o peso da falta de diversidade nas obras culturais. Por isso, sempre teve o desejo de desenvolver um trabalho que fosse valorizasse as diferenças e celebrasse a beleza da cultura afro-brasileira. O resultado desse empenho é o solo O Pequeno Príncipe Preto, que ganha pré-estreia dia , às 16h, no Teatro Marco Camarotti, como parte do Trema! Festival. por Márcio Bastos, do JC O Pequeno Príncipe Preto, com Junior Dantas. Foto: Clayton Leite/Divulgação “Eu não me enxergava nos produtos que consumia. Se você olhasse para os personagens infantis, por exemplo, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, as referências eram o Saci Pererê, que é uma criança com um cachimbo na boca e que faz muitas ações ruins, e tia Anastácia, que era descrita com racismo por Monteiro Lobato. Todos os super-heróis eram brancos, os príncipes loiros”, lembra o intérprete. Ao lado do diretor e dramaturgo ...

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Itaú Cultural sedia programação da MITsp 2018 com master class, debates sobre censura e processos, além da peça sobre tráfico negreiro

Parceiro da Mostra Internacional de Teatro desde a primeira edição, o instituto recebe, além da peça sal., com a britânica Selina Thompson, conversa com a escritora Ana Maria Gonçalves, lançamentos de livros, debates sobre arte, com participações como a do artista Wagner  Schwartz e da atriz transexual Renata Carvalho, e encontro sobre processos criativos, a exemplo do que reúne o artista visual brasileiro Nuno Ramos e o encenador francês Joris Lacoste, diretor de Suíte nº 2, que abre a MIT 2018, no Auditório Ibirapuera Enviado para o Portal Geledés    Foto: Emma Beverley De 2 a 10 de março, o Itaú Cultural participa da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo com programação variada realizada no instituto, com foco em questões raciais, censura e senso comum sobre as artes no Brasil e internacionalização do teatro brasileiro. Dos dias 7 a 10 (quinta-feira a domingo) apresenta o ...

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‘Mato Cheio’ narra fuga de povos negros no passado e presente

Peça da Carcaça de Poéticas Negras faz duas apresentações, neste final de semana, no Galpão Humbalada, Zona Sul de São Paulo Do Catraca Livre  Um olhar que aproxima o período de escravidão no Brasil e atual situação de deslocamentos e migração de pessoas negras é base do espetáculo Mato Cheio – Fuga Degenerada, do grupo Carcaça de Poéticas Negras, em cartaz no Galpão Cultural Humbalada, Parque Brasil, Zona Sul de São Paulo. A peça é apresentada nos próximos sábado, 3, às 21h30; e domingo, 4, às 18h. A entrada é Catraca Livre. Créditos: Noelia Nájera/Divulgação Peça da Carcaça de Poéticas Negras faz duas apresentações, neste final de semana, no Galpão Humbalada, Zona Sul de São Paulo (Créditos: Noelia Nájera) A montagem é inspirada no mito de escravizados que fugiam por uma linha férrea no bairro Jabaquara até chegarem aos quilombos da cidade de Santos. Na trama, a fuga de uma personagem ...

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Ainda numa terra estranha - Fragmentos de James Baldwin (Foto ANA PAULA LEONC)

Os Crespos lançam “Em Legítima Defesa”, projeto que traz espetáculos e palestra sobre homoafetividade e negritute

Peças "Ainda... Numa Terra Estranha - Fragmentos a James Baldwin", "Cartas á Madame Satã ou Me Desespero Sem Notícias Suas" e palestra com o Advogado e ativista Ozzy Cerqueira integram a programação Por  Lau Francisco, para o Portal Geledés  Discutir como nossa sociedade encara as questões da homoafetividade entre homens negros. Desconstruir estereótipos e criar um espaço imaginário de liberdade para o amor. Tematizar e viabilizar um debate poético levando em consideração a sociabilidade e os direitos de homossexuais negros. Estes são alguns objetivos do projeto “Em Legítima Defesa”, da Cia. Os Crespos, que comemora em 2015 seus 10 anos de existência. O grupo montou uma programação especial que inclui quatro apresentações do espetáculo "Ainda... Numa Terra Estranha - Fragmentos a James Baldwin" (dias 17, 24, 31 de maio e dia 7 de junho de 2015, sempre às 20h, no Largo do Arouche,República), uma exibição de "Cartas á Madame Satã ou Me ...

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Espetáculo Xabisa, que une a cultura afro-brasileira à linguagem do palhaço (FOTO: Aristeo Serra Negra)

Espetáculo Xabisa une cultura afro-brasileira e à arte do palhaço

Espetáculo Xabisa, que une a cultura afro-brasileira à linguagem do palhaço (FOTO: Aristeo Serra Negra)   Inspirados no trabalho de cômicos brasileiros e internacionais e na cultura afro-brasileira, os atores Alexandre de Sena e Michelle Sá apresentam XABISA. O espetáculo propõe um encontro entre o humor dos jogos de palhaço e os elementos ancestrais da cultura afro-brasileira. Xabisa é uma palavra da língua Xhosa, de origem bantu (África Subsaariana) que, em português, significa Valorize. Por Jussara Vieira enviado para o Portal Geledés  Na peça de mesmo nome, duas pessoas que estão em uma caverna onde, separadas, buscam por riquezas. Nessa procura, entre obstáculos físicos e socioculturais, os personagens encontram a si mesmos. Durante o percurso vão saudar seus ancestrais por meio da fala, da música e da dança. Na pesquisa das técnicas de jogos de palhaço, a dupla contou com a colaboração de Esio Magalhães, integrante do ...

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A Companhia Resenha Teatral foi selecionada para participar do 27º Festival de Teatro de Curitiba

A Companhia Resenha Teatral, de Nova Cidade, São Gonçalo, foi selecionada para participar do 27º Festival de Teatro de Curitiba (Fringe), que acontece entre os dias 28 de março e 8 de abril. O grupo apresentará o espetáculo “Meu Passado Não Se Apaga - Ubuntu: Sou O Que Sou Pelo Que Somos”. Entretanto, os artistas precisam arrecadar um valor de R$10 mil, até 2 de março, para cobrir, entre outros custos, as passagens. Para conseguir esse dinheiro, eles criaram uma ‘vaquinha online’. no O São Gonçalo O espetáculo, segundo a diretora da companhia, Carol Araújo, aborda o universo do antigo reino africano de Benin e o período da escravidão no Brasil. Na peça, um grupo de africanos é traficado e trazido ao Brasil Imperial, e para enfrentarem essa situação se apegam a filosofia africana Ubuntu (somos todos um só). “Os objetivos são despertar a curiosidade do público em conhecer mais ...

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‘A Receita’ debate a violência contra mulheres negras

O espetáculo fica em cartaz até 26 de agosto no Espaço O Poste Por Elaine Guimarães, do Leia Já  A peça ‘A Receita’, do grupo O Poste Soluções Luminosas, está em cartaz, aos sábados, até o dia 26 de agosto no Espaço O Poste, localizado no bairro da Boa Vista, sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 e são vendidos na bilheteria do espaço. O espetáculo promove uma reflexão sobre a violência doméstica sofrida pelas mulheres negras. Em cena, a atriz Naná Sodré traz a cultura de matriz africana, através das expressões corporais e vocais, para denunciar a condição de uma mulher negra, casada, mãe e que vive uma relação de submissão ao marido. “Eu queria trazer à tona temas caros a esse universo, discutir o papel da mulher na sociedade e a violência que tantas de nós sofremos. Em Pernambuco, onde a cada dia cresce o ...

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Fim de Semana em Família apresenta oficina de música sobre ritmos africanos e espetáculo com capoeira

As atividades são ministradas pelo Coletivo Quizumba e trazem a história de Zumbi dos Palmares na peça teatral; como já é tradição, também ficam à disposição do público a Feirinha de Troca e o Cantinho da Leitura Enviado par o Portal Geledés  Capoeira, ritmos africanos e espetáculo de teatro dão o tom na programação do Fim de Semana em Família dos dias 19 e 20 de agosto (sábado e domingo), com o Coletivo Quizumba. Às 14h, acontece a oficina sobre música, que aborda aspectos da musicalidade afro-brasileira e suas possibilidades expressivas na arte teatral. Mais tarde, às 16h, o público pode se divertir e aprender com o espetáculo Quizumba!, que traz uma história de resistência e luta, encenado em uma roda de capoeira, misturando jogo, dança e teatro. As atividades têm interpretação em Libras. Como forma de incentivo à leitura, a partir das 11h30 pais e crianças podem conferir a Feirinha de Troca e o Cantinho da Leitura. Na oficina Musicalidade em ...

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Espetáculo Sobretudo Amor reflete sobre amor na perspectiva de mulheres negras

Afetividade, memória, subjetividade. São os motes do espetáculo teatral Sobretudo Amor, solo autoral da atriz e dramaturga Mônica Santana, que faz temporada de estreia no Teatro Gregório de Mattos, de 20 de julho a 05 de agosto, de quinta a sábado, às 19h. Com a realização da Giro Planejamento Cultural, a montagem é parte integrante do projeto Cartografando Afetos: mulheres negras e afetividades, que desenvolve ações artísticas a partir do diálogo com mulheres negras sobre temas como amor, espiritualidade, ancestralidade, solidão, política entre outros. Enviado para o Portal Geledés Créditos: Priscila Fulô O espetáculo une a voz e vivências da autora com as vozes e perspectivas trazidas pelas mulheres entrevistadas, revelando reflexões, intimidade e questionamentos, numa perspectiva que procura aproximar e dialogar com o público, para que ele traga e agregue também suas vivências e experiências, construindo juntos suas cartas, memórias e ritual. Sobretudo Amor evoca também o processo dos ...

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Peça “Contos Negreiros do Brasil” denuncia racismo no país

Texto de Marcelino Freire chega ao teatro, embasado por dados contundentes Da EBC Baseado no livro homônimo de Marcelino Freire, a peça "Contos Negreiros no Brasil" lança um olhar sobre a condição real e atual dos negros e negras no Brasil. Personagens do livro, como o jovem estudante, o gay negro, a negra hipersexualizada pela sociedade, o menor infrator, a prostituta e a idosa ilustram as estatísticas apresentadas pelo sociólogo e filósofo Rodrigo França. Em entrevista ao Arte Clube, Rodrigo contou que a plateia - diversa - tem se emocionado com o espetáculo. Falou, ainda, sobre a importância do reconhecimento do Cais do Valongo como Patrimônio da Humanidade e destacou a trilha sonora de Maíra Freitas e músicas interpretadas ao vivo em línguas africanas. A peça conta, ainda com Li Borges e Milton Filho, sob direção de Fernando Philbert.   SERVIÇO: Contos Negreiros do Brasil Terças e quartas, 20h. Preço: R$ 20. Duração: 70 min. Classificação: 14 anos. Até 26 ...

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Andrevruas [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

Lima Barreto, Hilton Cobra e as muitas vidas que vão além da morte

A matéria-prima da literatura, sem muita possibilidade de fuga, é a vida, seja a vivida diretamente por quem escreve, as que se dão a observar ou ainda as cabíveis na imaginação. Como, então, o registro das vivências com as quais um/a escritor/a trabalha literariamente pode ser prejudicial ao bom resultado de seus escritos? O problema estaria no que vem fraturado na origem ou no que é fraturado pelo contato, pela recepção? Em que termos e quando se estabelece o desencontro entre o/a autor/a, sua obra e o mundo no qual ambos buscaram e buscam existir? Por Ana Flávia Do Conversa de Historiadoras Afonso Henriques de Lima Barreto, nasceu negro, livre, filho de pais também negros e livres, no Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1881. Ao longo de quatro décadas, fez-se homem numa cidade que se expandia de modo intenso e desigual, e ousou acreditar que ele e o ...

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Foto: João Cotta

Lázaro Ramos fala sobre a família, racismo, carreira, tv, lançar livro e dirigir um filme

Prepare-se para ver Lázaro Ramos, 38, de volta à TV — e em dose dupla. O ator retorna com a nova temporada de Espelho (Canal Brasil), talk-show que apresenta há 12 anos e para o qual já realizou mais de 300 entrevistas, de Seu Jorge a Marília Gabriela, só para citar duas de suas preferidas. Nessa nova leva de episódios, recebe do ex-secretário de segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, ao comediante Marcius Melhem. No dia 18 de abril, ele volta a encarnar o cantor emergente de Mister Brau (Globo), ao lado da mulher Taís Araújo, com quem também divide o palco na peça O Topo da Montanha. Calma que ainda tem mais: em junho, ele lança seu primeiro livro adulto, Na Minha Pele (Objetiva), que “fala sobre construção de identidade por meio de crônicas poéticas, biográficas e ficcionais”. Até o início do ano que vem, Lázaro começa ...

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Traga-me a cabeça de Lima Barreto – Vídeo

O monólogo “Traga-me a cabeça de Lima Barreto” é um projeto teatral da Cia dos Comuns, interpretado pelo ator Hilton Cobra, que celebra os 135 anos do nascimento de Lima Barreto, os 15 anos da Cia e os 40 anos de carreira artística de Cobra – ator e fundador da Comuns. No texto, Logo após a morte de Lima Barreto, os eugenistas exigem a exumação do seu cadáver para uma autopsia e esclarecer: “como um cérebro inferior poderia ter produzido tantas obras literárias - romances, crônicas, contos, ensaios e outros alfarrábios - se o privilégio da arte nobre e da boa escrita é das raças superiores?” “Traga-me a cabeça de Lima Barreto” tem direção de Fernanda Júlia (do NATA - Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas) e dramaturgia de Luiz Marfuz - diretor teatral, dramaturgo, Jornalista e Professor da Escola de Teatro da UFBA.

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Teatro negro em perspectiva

Ainda em 2009, quando o ator e pesquisador Marcos Antônio Alexandre realizava sua pesquisa de pós-doutoramento, ele foi buscar, em Salvador e em Cuba, aproximações e peculiaridades da cultura negra e suas manifestações artísticas, em especial do teatro negro, temática que ele vem estudando nos últimos anos. O processo e o resultado da pesquisa estão organizados no livro “O Teatro Negro em Perspectiva: Dramaturgia e Cena Negra no Brasil e em Cuba” que o professor da Faculdade de Letras da UFMG lança nesta sexta-feira (3), às 19h30, no Teatro 171. Por JOYCE ATHIÊ, do O Tempo  Musical. A peça “Madame Satã”, do Grupo dos Dez, é abordada no livro O interesse de Marcos Alexandre pelo tema foi sendo construído “identitariamente”, como ele afirma na introdução do livro. Ele é filho de uma família de negros que, como inúmeras outras, não se via como negra e que carregava preconceitos arraigados à nossa ...

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Blackface não é homenagem: Espetáculo “Trem de Minas” tem ator branco caracterizado de personagem negra de forma estereotipada

No espetáculo “Trem de Minas”, ator faz uso de blackface para representar babá negra Blackface, técnica de caracterização de atores brancos como personagens negros a partir do uso de tinta preta na pele e uso de outros elementos estereotipados, é uma ferramenta racista que se iniciou no século XIX, nos Estados Unidos, em populares shows de menestréis que ridicularizavam os sujeitos negros. por Joyce Athiê no O Tempo Foto: Reprodução O Tempo Com o uso da mesma ferramenta, a peça “Trem de Minas” gerou polêmica, antes mesmo de sua estreia na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, prevista para ontem à noite, quando o jornalista mineiro Miguel Arcanjo Prado chamou atenção para a técnica em seu blog, o que repercutiu nas redes sociais. “Trem de Minas” é uma comédia dos atores e irmãos gêmeos Leosino e Leonildo Miranda Araújo, ou Leo e Leo, como ...

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‘Arte é uma alternativa a um mundo repleto de violência’, diz diretor de teatro alemão Thomas Ostermeier

À frente do Teatro Schaubühne, encenador dá palestra no Rio nesta segunda RIO - Palco de nomes como Brecht, Frank Castorf e outros ícones teatrais, a Alemanha assistiu, duas décadas atrás, à chegada de um novo gigante, Thomas Ostermeier. Com seus mais de 1,90m, aos 28 anos ele começou a transformar o espaço Baracke, em Berlim, em um bunker de resistência e experimentação estética. Pouco tempo depois, em 1999, tornou-se o diretor artístico do importante Schaubühne, dando continuidade acima de qualquer expectativa ao trabalho do encenador Peter Stein, que consagrou aquele teatro nos anos 1970. Conhecido pela capacidade de transformar clássicos em radicais encenações contemporâneas, ele vê o teatro como um campo de observação e crítica social, e diz que busca se contrapor ao temor e ao terror que pesam o ar da capital alemã e os corpos de seus atores. Por Luiz Felipe Reis, para O GLOBO É no Schaubühne ...

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Unidos na pluralidade, coletivos teatrais celebram a cena de artistas negros no Rio Grande do Sul

Grupo Caixa-Preta e os mais recentes Pretagô e Montigente reivindicam o protagonismo de suas próprias histórias POR Fábio Prikladnicki, do ZH "Qual a diferença entre o charme e o funk?", do grupo Pretagô, tem sessões nesta sexta e sábado no Teatro do Sesc CentroFoto: André Olmos / Divulgação Um dos nomes mais experientes em atividade na cena teatral integrada por artistas negros no Rio Grande do Sul, o diretor Jessé Oliveira lembra de ter se interrogado, no início dos anos 2000, se conseguiria o número suficiente de atores afro-brasileiros para participar do espetáculo Transegun (2003), dado que conhecia poucos profissionais com esse perfil. Para sua surpresa, começou a ser procurado por diversas pessoas interessadas no projeto. – Foi aí que me dei conta de que o problema não era a ausência de atores negros, mas sim a inexistência de um mercado de trabalho que lhes desse visibilidade artística – conta Oliveira. ...

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