quinta-feira, maio 28, 2020

    Tag: Arísia Barros

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    Suicídio de jovens e adolescentes [email protected] é 45% maior do que de [email protected] Em Alagoas, o percentual de casos dessa população é de 37,2%.

    As desigualdades  econômicas, politicas, embrulhadas pelo grave estigma do racismo, atinge em disparidade a população preta,  deixando-a exposta a uma série de vulnerabilidades sociais. Vejamos: Por Arísia Barros, da Carta Maior    Geledés A taxa de desemprego no país atinge mais a população negra 28% ([email protected] e [email protected]); O rendimento mensal médio da população negra (pardos de R$ 2.467 e [email protected] é de R$ 1.746) bem inferior ao de pessoas brancas , que é de R$ 5.416. A taxa de analfabetismo ( segundo o IBGE) entre [email protected] e [email protected] em 2017  foi 9,9%, enquanto a de brancos foi menos que a metade (4,2). 76,2%  das pessoas assassinadas pela polícia no Brasil são [email protected] Somando a essa contextualização de desigualdades raciais, o  Ministério da Saúde (MS) afirma que a  cada dez jovens de 10 a 29 anos que cometem suicídio, seis são [email protected] Os dados estão na cartilha ...

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    Obrigada, querida, Perolina Lyra, pelo presente que se transformou em um grande quilombo de ideias.

    Recebi de presente um livro preto:  As Mulheres Abayomis , do soteropolitano, Adilson Passos, que conta e ressignifica histórias para o povo preto e mais gentes. Por Arísia Barros, do Cada Minuto  Imagem retirada do site Cada Minuto A obra literária me chegou como tesouro raro,com dedicatória feito celebração de lutas:- Arísia Barros, estive em Salvador,  e ao me deparar com essa publicação só lembrei de você. O livro, que ela me deu de presente, fala sobre mulheres pretas, ativismo e  sobre as bonecas abayomi, símbolo da sobrevivência negreira. A moça  foi a Salvador, na Bahia de Todos os Santos e me trouxe um livro de presente. Preciso dizer, que, verdadeiramente receber livro preto oxigena os caminhos do ativismo, fortalecendo passos e deixa o coração em festa. Obrigada, querida, Perolina Lira, Superintendência de Identidade e Diversidade Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. Li e reli o  livro de um ...

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    arisia barros

    “Aquele encontro afro causou uma revolução em minha vida”- afirma Alisson, caixa de supermercado.

    Manhã de segunda-feira, após  me examinar, minuciosamente,o  caixa do supermercado lança a pergunta:- Seu nome é Arísia Barros? Por Arísia Barros, do Cada Minuto  Imagem retirada do site Cada Minuto Assevero que  sim,e o rapaz ávido pra contar sua história, diz:- Nunca esqueci seu nome, nem seu rosto (sou bom de fisionomia),e lembro  da senhora, porque participei de um encontro sobre negros, no Teatro Deodoro. Na época estudava na Escola Eunice Campos. Pega de surpresa pela situação inusitada,busco saber em qual ano aconteceu o fato. O rapaz ri no dizer:- Vixe faz bem uns 15 anos.- respondeu mexendo nas recordações Não perguntei-lhe  a idade, mas, calculei que está na casa dos 25/27  anos E as palavras do rapaz saem espalhando perspectivas:-"Aquele encontro afro causou uma revolução em minha vida, me revelou o que é racismo. Foi importantissimo.  Ainda hoje lembro da música que cantavam lá." E , entusiasmado cantarola  um ...

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    Lideranças Negras lançam “Carta de Vitória”. Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas.

    Documento referencial da I Reunião Interestadual de Lideranças Negras realizada no dia 23 de fevereiro de 2019,em Vitória – Espírito Santo. O Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas, com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Fazenda, Federação da Indústria do Estado de Alagoas e mandato do deputado Federal,Paulão. Por Arísia Barros Do Cada Minuto Foto Reproduzida do site Cada minuto "Na perspectiva do povo negro se pronunciar politicamente no cenário nacional diante da Conjuntura Internacional e Nacional algumas entidades e lideranças negras atenderam ao convite do Centro de Estudos da Cultura Negra no Estado do Espírito Santo – CECUN para a realização de uma reunião em Vitória-ES com o objetivo de articular a CAMPANHA NACIONAL PARA IMPLEMENTAÇÃO DAS LEIS 10.639/2003 e 11.645/2008, visando discutir e construir estratégias de combate ao racismo estrutural, elencar demandas negras estruturantes e também, a criação de ...

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    THACHKORN_TJ/Thinkstock/Getty Images

    Para uma menina trans, com uma flor.

    Essa coisa de nascer diferente em uma sociedade, hegemonicamente, pré- programada, não é fácil. Às vezes é um permanente risco.  Viver nem sempre  é fácil, nem a vida é todo dia, cheia de sorrisos e abraços calorosos, como as postagens nas redes sociais . Por  Arísia Barros, da Carta Maior  Foto: THACHKORN_TJ/Thinkstock/Getty Images Nascer diferente desperta nos gestos  e em alguns tipos humanos  uma aspereza latente, a intolerância que não respeita, que agride e magoa auto-estima. São tantas as travessias nesse tempo de construir a auto estima aliada a identidade social. Sim, é preciso um gigantismo de forças para continuar caminhando, mas, perceba, se tem alguém que guarda um estoque de coragem é você. Você chegou até aqui e já venceu muitas batalhas. Agüente firme, a vida, quando em vez,  apresenta-nos as travessias bruscas, que às vezes assustam, mas, por outro lado é um convite a fartura ...

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    arisia barros

    A Roda de Diálogos: “Leituras Contemporâneas sobre Imaginário, Sociedade, Racismo e Empreendedorismo” apresenta sua programação.

    Dia 21 de fevereiro, das 9 às 13 horas, o Instituto Raízes de Áfricas, com apoio do governo do estado de Alagoas promove a Roda de Diálogos: "Leituras Contemporâneas sobre Imaginário, Sociedade, Racismo e Empreendedorismo", das 9 às 13h, na Sala dos Conselhos do Palácio República dos Palmares, em Maceió, AL. Por Arísia Barros, do Raízes da África   Com uma programação diversificada a Roda tem como objetivo propiciar a escuta e troca de experiências, redefinindo e redimensionando a questão racial na sociedade, dando-lhe uma dimensão e interpretação políticas, consubstanciando o debate racial com foco na  abordagem da  sustentabilidade social, econômica, cultural e espacial. Na abertura da atividade teremos a militante jovem negra, Mirian Soares realizando uma performance afro-poética-artística, como também a exibição de depoimentos do Documentário Abayomi, idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas e produzido pela TVE Alagoas, que serão comentados por Arísia Barros, Fernanda Monteiro e Mirian Soares. O convidado que vem ...

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    [email protected] pobre não é suspeito padrão da policia.

    [email protected], mesmo perifé[email protected] está [email protected] de privilégios, um deles é não levar tapa na cara de policial bandido. Por Arisia Barros Do Cada Minuto É  ter 89 x mais chances de conseguir um bom emprego com bom salário, devido a exigência empregativa da tal "boa aparência" = ser [email protected] [email protected] pobre não é [email protected] nas lojas,e nem é considerado o ladrão do próprio carro que dirige. [email protected] pobre não precisa raspar ou alisar os cabelos para manter o emprego. [email protected] pobre entra em agencia bancaria sem ser constrangido na porta automática. [email protected] pobre não é [email protected] padrão da policia, enfim [email protected] pobre NAO SOFRE RACISMO. [email protected] pobre é tão racista quanto [email protected] rico, ambos são [email protected]!

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    Carta à Desembargadora Luislinda Valois, secretária da SEPPIR.

    Joselita de Souza, a mãe do Roberto Penha, o Betinho morreu, abruptamente, na  manhã de quinta-feira, 07/07.  É a sexta vitima dos 111 tiros deflagrados, no final de 2015,  na chacina em Costa Barros,  um bairro pobre na Zona Norte do Rio de Janeiro e  o penúltimo no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Por Arísia Barros, no Raízes da África A mãe do Betinho, Joselita de Souza infartou de tanta dor, pela ausência física do filho. Betinho, aos 16 anos, foi covardemente assassinado  pelo estado, junto com os amigos: Carlos Eduardo da Silva de Souza, com a mesma idade, Cleiton Correa de Souza, 18 anos, Wilton Esteves Domingos Junior, 20 anos e Wesley Castro Rodrigues, 25 anos. Roberto de Souza Penha fazia o Curso de auxiliar de  Administração. O curso era pago pelo supermercado em que ele havia começado a trabalhar há um mês. Ao receber o primeiro salário de R$ 400, fez ...

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    arisia

    Ser feminista negra é uma coisa.Ser feminista branca é outra coisa.

    Pra quem não sabe, Eliane é esposa do Mano Brown e produtora dos Racionais MCs. Esse é um trecho da entrevista a repórter  Marie Declercq. Por  Arísia Barros, Do Cada Minuto  Ser feminista negra é uma coisa. Ser feminista branca é outra coisa. Os problemas que uma mulher branca tem não chega aos pés dos problemas que uma mulher negra tem. A branca tem o problema de ser mulher, a negra tem o problema de ser os dois: mulher e negra. Se nós tivéssemos a mesma idade hoje, com certeza você teria 80% talvez mais de chances de ter um bom trabalho e de ser respeitada. Uma mulher branca não é sozinha, ela tem um homem branco. E o homem negro quer a mulher branca também. A mulher negra da periferia sempre foi feminista. Por que? Porque a gente faz tudo, mas só não temos consciência disso. Minha mãe criou ...

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    Eu me levanto!

    É  assim que [email protected] de nós, do povo preto, caminhamos, diariamente, cotidianamente, apesar dos tropeços diários provocados pelo racismo. Por Arísia Barros Do Cada Minuto A americana Maya Angelou  poeta, cantora, dançarina, atriz, dramaturga ,compositora e ativista pela igualdade racial, trabalhou com Martin Luther King e Malcom X, nos fala muito com o poema abaixo:   Por Arísia Barros   Da favela, da humilhação imposta pela cor Eu me levanto De um passado enraizado na dor Eu me levanto Sou um oceano negro, profundo na fé, Crescendo e expandindo-se como a maré. Deixando para trás noites de terror e atrocidade Eu me levanto Em direção a um novo dia de intensa claridade Eu me levanto Trazendo comigo o dom de meus antepassados, Eu carrego o sonho e a esperança do homem escravizado. E assim, eu me levanto!  

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    Para derrubar o racismo é indispensável que o homem negro e a mulher negra tenham essa conversa.

    Conhecido internacionalmente pela luta contra o racismo, pelo panafricanismo e por ter escrito a biografia autorizada do cantor, saxofonista e ativista nigeriano Fela Kuti:"Fela, Esta vida Puta", Carlos Moore, é cubano, escritor, pesquisador e cientista social dedicado ao registro da história e da cultura negra, e nos fala: Por Arísia Barros no Cada Minuto  "Há uma situação de profunda solidão da mulher negra. A mulher negra é rejeitada universalmente, é pisoteada. Para ser um negro consciente, um ser humano consciente, um homem negro tem que olhar para esse aspecto. Não pode seguir como cúmplice desse esmagamento histórico da mulher negra. A mulher negra é o ser humano mais esmagado de todas as categorias de pessoas marginalizadas no mundo. E não se pode ignorar isso. É por isso que Obama fez algo extraordinário, ao levar essa mulher negra, de pele negra, à Casa Branca, como sua esposa, como mãe das suas ...

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    Sou Mãe de Filho Morto, Dona!

    Ela senta do meu lado, no banco do ponto de ônibus, e pergunta: por Arísia Barros No Mama Terra – Não é a senhora aquela dona que apareceu no jornal da televisão falando sobre  a morte de negros? Sim- respondi- sou eu. E fico matutando sobre o poder massificador da mídia. Ela vai falando sem reticências:- Eu sei do que a senhora fala, mataram meu filho e quase ninguém chorou pela morte dele. Eu que sou a mãe, sei a falta que ele vai fazer na minha vida. Era o meu único filho homem, dona. A polícia diz que ele era traficante, mas, eu disse e continuo dizendo que isso é mentira. Meu menino era trabalhador, me ajudava com os irmãos e estudava a noite e quando aescola não estava em greve, não perdia uma aula. Precisava ver que letra bonita ele tinha. Era cheio de sonhos, o meu menino, queria ...

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    dilma-rousseff 25 de julho mulher negra

    Presidenta do Brasil visita Alagoas no Dia Nacional da Mulher Negra

    No início do século XIX, a Rainha Tereza de Benguela comandava o Quilombo do Quariterê, em Cuiabá. No Quilombo de Quaritê, um dos redutos mais famosos de escravos fugidos, Tereza de Benguela, além de rainha era presidenta. por Arísia Barros Com mão de ferro a rainha-presidenta Tereza estabeleceu barreiras estruturais para que a geografia do racismo não soterrasse a condição "sine qua no" da população negra e indígena: o direito à liberdade. Por quase duas décadas, a mulher negra, quilombola comandou um exército de homens como elemento simbólico de resistência a massificação do poder do homem, branco católico, dito heterossexual. A rainha Tereza foi morta após o ataque de bandeirantes e como resultado deste processo histórico, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 23/09, de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), consagrou o 25 de julho como o o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, alertando ...

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    arisia_barros

    Como resguardar as meninas da violência sexual dentro de casa?

    Familiares que deveriam cuidar da integridade física e moral violentam meninas entre as quatro paredes da segurança do lar. Como lidar com essa situação? Quais são as alternativas de enfrentamento? Como resguardar meninas da violência sexual dentro de casa? Por: Arísia Barros Como lidar com o racismo social que invade a auto-estima das meninas? Essas e outras questões serão debatidas na palestra "O impacto do racismo e da violência sexual na construção identitária das meninas", parte integrante do Ìgbà- III Seminário Afro-alagoano, uma ação conjunta envolvendo vários segmentos da sociedade, será realizado no 25 de maio , Dia da Libertação da África,no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas. O seminário, conta com a presença da entidade das Nações Unidas e tem por objetivo potencializar espaços de discussão e construção do conhecimento acerca dos objetivos de igualdade para atender as necessidades e demandas das mulheres e meninas do ...

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