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Lideranças Negras lançam “Carta de Vitória”. Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas.

Documento referencial da I Reunião Interestadual de Lideranças Negras realizada no dia 23 de fevereiro de 2019,em Vitória – Espírito Santo. O Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas, com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Fazenda, Federação da Indústria do Estado de Alagoas e mandato do deputado Federal,Paulão.

Por Arísia Barros Do Cada Minuto

Foto Reproduzida do site Cada minuto

“Na perspectiva do povo negro se pronunciar politicamente no cenário nacional diante da Conjuntura Internacional e Nacional algumas entidades e lideranças negras atenderam ao convite do Centro de Estudos da Cultura Negra no Estado do Espírito Santo – CECUN para a realização de uma reunião em Vitória-ES com o objetivo de articular a CAMPANHA NACIONAL PARA IMPLEMENTAÇÃO DAS LEIS 10.639/2003 e 11.645/2008, visando discutir e construir estratégias de combate ao racismo estrutural, elencar demandas negras estruturantes e também, a criação de ferramentas, entre essas, uma Unidade Negra Interestadual para ampliar a luta pela Equidade Racial e Combate ao Racismo.

A Reunião Interestadual de Lideranças Negras foi realizada no dia 23 de fevereiro de 2019, iniciada ás 08h30min, no mini auditório dois do IFES do Bairro Jucutuquara, em Vitória – Espírito Santo. Como coordenador Estadual Luiz Carlos Oliveira e os membros de outros Movimentos a nível interestadual, sendo facilitadores (as): CECUNES: Movimento Quilombo, Raça e Classe – ES; FEJUNES; Comissão Negra de Baixo Guandu – ES; APNs RJ; Neab – UERJ – Zona Oeste – RJ, representando lideranças do Sudeste; Instituto Raízes – AL e Instituto Búzios – BA, representando lideranças do Nordeste; e demais representantes de instituições, entidades Negras e lideranças presentes. Realidade histórica Não adentrando nas lutas pela libertação até 1888, e na abolição inacabada, o Brasil República não foi generoso nem inclusivo para com o Povo Negro.

Deixando para os herdeiros dos quase 400 anos de trabalho escravo, 131 anos de racismo institucional, estrutural e social, e ainda em torno de 100 milhões de aprisionados mentais e tutelados secularmente.”

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