quarta-feira, agosto 5, 2020

    Tag: criança negra

    Edifício Pier Maurício de Nassau em Recife, de onde o menino Miguel caiu do 9º andar (Reprodução / TV Globo)

    Entre o direito a infância e negação de direitos as meninas e meninos pretos: racismo estrutural desde a estirpe da existência humana

    O Estatuto da Criança e do Adolescente, preconiza em seu terceiro artigo, que: "A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade. “ Apesar da pandemia causada pela COVID 19, apesar das mais de 31 mil vidas ceifadas nos últimos meses, apesar da necessidade de isolamento social, Miguel, menino negro, de olhos vívidos e cheio de sonhos, traços peculiares de quem vive a primeira infância, estava em companhia de sua mãe, uma mulher negra, assalariada que servia a uma família branca de Recife.  Miguel de 5 anos estava lá em cima acompanhado por adultos, enquanto sua mãe passeava na rua com ...

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    Luís e a mãe dele (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Família entra na Justiça após escola no DF proibir aluno de ter cabelos longos

    Mãe tinha feito promessa e só vai poder cortar madeixas dele daqui a dois anos. Escola diz que regra está no regimento. Do G1  Um menino de 11 anos precisou mudar de escola no Distrito Federal porque o estabelecimento não aceitava que ele continuasse com os cabelos longos. Segundo a mãe, a família fez uma promessa e só vai poder cortar as madeixas de Luís Phelipe Oliveira daqui a dois anos. Agora, o caso foi parar na Justiça. A pressão para cortar o cabelo teria começado antes das férias de julho. A direção do Colégio Adventista de Planaltina chegou a mandar uma notificação para os pais, alertando que o aluno não poderia frequentar as aulas se continuasse com o cabelo comprido. Em nota, a escola diz que é contra qualquer tipo de preconceito ou discriminação. No entanto, afirma que o código disciplinar tem regras gerais de conduta válida para todos ...

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    Pixabay

    Hoje na História, 16 de Junho, celebra-se dia da Criança Africana

    O dia da criança Africana é celebrado todos os anos a 16 Junho, que assinala-se em memória das crianças negras que foram mortas nesse dia, em 1976, no Soweto -África do sul, quando ergueram as suas vozes para recusarem que o ensino da língua affrikaans se tornasse obrigatório nos currículos escolares, reivindicavam o direito a aprender a sua língua materna (não apenas o Inglês) e melhoria da qualidade de Ensino. no CNC Angola Pixabay A manifestação durou 14 dias e pretendia ter carácter pacífico, mas acabou em extrema violência, tendo morrido mais de cem pessoas e ficando feridas cerca de mil crianças e jovens que estavam em pleno exercício de um direito fundamental, reconhecido pela Declaração Universal de Direitos Humanos. Hector Pieterson, Soweto, 1976 - Foto: Sam Nzima Em 1991, a OUA-Organização de Unidade Africana escolheu o dia 16 de Junho para ...

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    O isolamento de crianças negras

    reprodução/Instagram Texto reproduzido do perfil de Ana Paula Xongani No Midia Ninja  “Em lágrimas escrevo: Tem muita coisa linda na maternidade, mas tem muitas dores também. Ser mãe de uma menina preta me trouxe muitos medos, muitos desafios e muita força. É muito triste ver a sua filha sendo rejeitada! Mesmo antes de dizer “Olá!” ela chega perto e todas correm, ela se aproxima, e todas as outras se agrupam, ela chama e ninguém responde. Isolam-a, excluem-a, a machucam. Ela não entende, mas sente. Não reclama, mas entristece. Meu coração parte! Dessa vez eu tava aqui espiando, chorando e pensando em formas de acolher a minha filha. Dessa vez eu chamei ela pro meu colo, abracei, disse que ela era linda e inteligente, falei que a amava. Mas e quando eu não estiver? A gente sempre fala da solidão da mulher negra, muitas vezes relacionada a afetividade adulta. Mas essa solidão ...

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    Quilombinho – lounge infantil (pintura de rosto, oficinas, brinquedos, cineminha, contação de histórias), no Festival Latinidades (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

    Mais de 60% das crianças que trabalham no Brasil são negras

    A infância é associada à brincadeira, ao belo e ao inocente. Entre adultos, uma criança sempre arranca sorrisos. Ou quase sempre. Quando são pobres e negras, em situação de trabalho, pedindo entre mesas de restaurantes, no metrô e pelas ruas, a reação pode ser de rejeição ou descaso. Vale a reflexão: por que estamos tratando nossas crianças com tanta indiferença? POR BRUNA RIBEIRO, do Rede Peteca De acordo com o estudo Trabalho Infantil e o Trabalho Infantil Doméstico no Brasil, do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), em 2013, das 3,187 milhões de crianças em situação de trabalho infantil, 1,99 milhão (62,5%) são negras. O estado de Roraima concentra o maior percentual de crianças negras trabalhando, o equivalente a 92,3%. Os tristes números refletem na vida adulta. Segundo informações do projeto Jovem Negro Vivo, da Anistia Internacional, o Brasil é o país onde se mais mata no ...

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    Criança que tenta estudar enquanto vende legumes na feira ganha ajuda graças ao poder da internet

    A internet pode mostrar facetas assustadoras da pessoas de vez em quando, mas é sempre bom lembrar do poder que ela tem de ajudar a transformar vidas. É o que pode acontecer com um garotinho nigeriano que foi fotografado estudando enquanto vendia legumes na feira. Do Hypeness A imagem foi publicada por Blissfield Ayo no dia 16 de outubro e chamou a atenção de bastante gente, inclusive de alguém que se dispôs a pagar pela educação do menino “até ele se tornar um PhD ou mais”. A questão então se tornou localizar o garoto. Quase um mês depois, Blissfield Ayo finalmente encontrou o menino. Ele foi até a feira onde a primeira foto foi tirada e diz ter mostrado a imagem para as pessoas até conseguir encontrar a mãe do garoto, que ficou receosa de que ele tivesse feito algo errado e se negou a identifica-lo até que a proposta fosse explicada. ...

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    Erê pode tudo: crianças conversam sobre representatividade negra

    O Imagina Coletivo, iniciativa especialista em comunicação e em inspirar pessoas para ações transformadoras, lança hoje a campanha "Erê Pode Tudo". O coletivo convida pessoas a trilharem uma jornada que incentiva a aplicar uma educação (de casa às instituições) inclusiva e para além do mês de novembro. Do Catraquinha  A primeira etapa da campanha é uma convocação das crianças para um mundo melhor. "Eu mudaria o racismo, que tem muito", disse Zion Oliveira. "Quem tem o cabelo como o meu, crespo, não alisem, por que ter o cabelo assim é muito legal", foi o conselho da Maria Júlia Silva". Assista ao vídeo Para preparar a campanha, cerca de 30 pessoas foram ouvidas para pesquisa e execução. A necessidade de compreender que, no Brasil, o racismo é estrutural e institucionalizado foi um dos aspectos mais reforçados. “A construção da identidade na infância se dá nas comunidades - escola, casa, espaços de lazer - e ...

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    Dia das Crianças: Taís Araújo relembra bullying na infância

    Taís Araújo já sofreu com o preconceito em ataques virtuais e comentários racistas em suas redes sociais. Do Brasil Post Na semana em que se comemora o Dia da Criança, a atriz postou uma foto dela mais jovem e aproveitou para tratar de um tema muito recorrente entre os pequenos: o bullying. Na legenda, ela compartilhou que apesar da violência verbal que já sofreu, ela se fortaleceu e conseguiu trabalhar sua autoestima. "Tá vendo essa menina com cara de brava na foto? Ela sofreu muito bullying na escola, mas aprendeu a se defender. Com apoio da família, trabalhando a autoestima e o amor próprio das crianças, não há espaço pra bullying. ? #SemanaDaCriança"   Hoje, bem-sucedida profissionalmente, Taís utiliza seu poder de influência com campanhas contra todos os tipos de preconceitos, repletas de mensagens empoderadoras.

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    Leitora voraz de 11 anos lança campanha para ajudar mais garotinhas negras a se sentirem representadas em livros

    Nada como tomar uma atitude para mudar algo que você acha errado. Ainda mais quando o assunto é representatividade. Por. Caio Delcolli, do HuffPost Brasil A leitora voraz Marley Dias, estudante de 11 anos em Nova Jersey, EUA, ficou frustada com a quantidade de livros sobre "garotos brancos e seus cachorros" no currículo escolar. Durante um jantar com a mãe, Janice, a garotinha fez a reclamação. A mãe respondeu perguntando o que ela faria para mudar isso. Marley pensou em uma solução e a colocou na prática: ela decidiu ajudar a expandir o alcance de livros protagonizados por meninas negras. O nome do projeto, que busca coletar mil livros, é #1000BlackGirlBooks ("mil livros com garotas negras", em português), e faz parte da iniciativa anual do acampamento para meninas negras GrassROOTS Community Foundation, na Filadélfia, para ajudar crianças que vivem na pobreza. Janice é cofundadora da organização. E Marley realmente tem obtido resultado. ...

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    Gradyreese via Getty Images

    Por uma pedagogia anti-racista desde a creche: descolonizando as armadilhas da educação básica

    Este artigo parte da intersecção entre os estudos das relações raciais brasileiras e a sociologia da infância, procurando responder ao questionamento: as crianças pequenininhas2 percebem os processos de discriminação racistas presentes nas pedagogias desenvolvidas nas creches? Para respondermos a esta pergunta fazemos um convite ao/a leitor/a para olhar conosco o mundo de ponta-cabeça e abrindo-se à possibilidade de ouvir outros sons, desvencilhando-se das amarras do adultocentrismo3 que cerca a infância e a vida das crianças, presentes dentro e fora da educação infantil. Enviado por Flávio Santiago via Guest Post para o Portal Geledés  A disposição de escuta da infância e das crianças exige que nos arrisquemos a ouvir os gestos, as paredes, as brincadeiras, os movimentos, abrindo os ouvidos até mesmo para aquilo de que não ecoa nenhum som. Como destaca Faria (2007), é necessário que deem oportunidade para as crianças serem ouvidas, pois voz elas têm, e como já dito anteriormente, aproveitam-se dela. Portanto, precisamos ouvi-las mesmo quando elas ainda não ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    O que o descaso de uma escola com uma criança nos ensina sobre a criminalização do homem negro

    Uma escola não é o Show de Truman. O futuro de uma criança não pode ser vinculado à deturpação de sua imagem como um hipotético criminoso em miniatura Por Cidinha da Silva Do Revista Fórum Algumas pessoas ficaram estarrecidas com a atitude da criança negra de sete anos, aluna do primeiro ano fundamental na Escola Paulo Freire, em Macaé, Rio de Janeiro, fartamente divulgada na internet. O menino desarrumou estantes, quebrou objetos, lançou-os à parede e sobre professoras que, de maneira passiva o observavam. Umas tantas chegaram mesmo a encaminhar a filmagem, feita por professores, tratando-a como caso de possessão pelo demônio. “Esse menino está com o diabo no corpo”, diziam. Outras pessoas, entretanto, chocaram-se com o despreparo de três professoras e um professor para lidar com uma criança de sete anos, de rosto aparentemente tranqüilo, mas desafiador, irônico em certos momentos, que, num surto de fúria desarrumou prateleiras, quebrou objetos ...

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    Existe princesa negra? Fábula de Vó Ita, um curta sobre racismo e representatividade na infância

    Quando Gisele chegou do colégio, sua avó Ita percebeu que havia algo errado. Um desenho feito pela menina revelou o que estava acontecendo: Gisele era vítima de racismo. A ilustração mostrava colegas zombando de seu cabelo crespo. Para ajudar a neta a superar o problema, Ita cria uma história fantástica. Nasce assim Fábula de Vó Ita, curta-metragem que precisa arrecadar R$ 10 mil até dia 10 de agosto para ser finalizado (colabore!). Por CAIO COSTA, no Catarse Na história criada por Ita, Gisa, uma menina negra, sente-se isolada em um reino onde ninguém se parece com ela. Cansada de sofrer discriminação, ela procura uma bruxa para modificar seu visual, mas é justamente por causa de seus cabelos – que se alteram conforme suas emoções – que ela é reconhecida por sua mãe, a rainha Andrea, que há anos procurava a filha perdida. Apesar de ficcional, o enredo do filme de Joyce Prado e Thallita ...

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    O racismo que nos tira a autoestima já na infância

    Lembro que, ano passado, ao conversar com a professora de artes do colégio no qual eu fazia estágio, ela me disse que, quando pedia pra turma fazer um autorretrato, as crianças negras (principalmente as meninas) se desenhavam como brancas, com cabelos lisos. E ao serem questionadas por ela, respondiam, com toda a sinceridade do mundo, que daquele jeito "era mais bonito". Quando eu ouvi aquilo, fiquei meio perplexo. Por mais que eu soubesse que se amar e ver beleza em si mesmo fosse difícil pra nós negros, eu não imaginava que começasse tão cedo. O relato era sobre alunos entre 9 e 11 anos. Enviado Caio Cesar dos Santos via Guest Post para o Portal Geledés Mas pensando aqui e relembrando a minha vida, vejo que eu era igualzinho. Quem joga vídeo game vai saber que, nos jogos de futebol, é possível criar bonecos, dar nome, características etc., e eu sempre fazia os meus. ...

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    As coisas que uma criança negra é ensinada a NÃO fazer e seus amigos brancos PODEM fazer. É triste!

    O Brasil se diferencia dos Estados Unidos de diversas formas, mas tem algumas semelhanças. Infelizmente, o passado (e o presente?) racista é algo cravado na história dos dois países. Por Willian Binder,  Do Awebic Por isso o discurso emocionado do americano Clint Smith cabe muito bem para a realidade brasileira. Escritor, poeta e professor, Clint soube expressar com desenvoltura como é ser criado como uma criança negra. Quando criança, todo mundo recebe conselhos que não entende muito bem… Foto: Ted Clint começa seu discurso de 5 minutos contando que, certa noite, ele recebeu um conselho estranho de seu pai quando brincava com armas de água em um estacionamento escuro com seus amigos brancos. Numa obra sincera, o poeta retrata a cena da reação furiosa e terrível de seu pai. Clique no play e assista. Se por algum motivo você não estiver convencido, aqui vai alguns números… Um estudo da Universidade de Chicago ...

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    Abandono

    Deitado na calçada, um menino. Uma CRIANÇA. Profundamente adormecido. Apagado. Podia ser consequência da fome, da cola ou, simplesmente, tristeza. Estava VIVO. Respirava. Notei. Uma criança NEGRA, largado no tempo, desamparado. Sozinho. O sentimento de impotência foi devastador. Ainda tentei, timidamente, falar com ele, acordá-lo. Torci para que abrisse os olhos e ao menos soubesse que alguém tinha parado e visto que ele estava ali. Imaginei oferecer algum dinheiro para que fosse comer algo e beber uma água, um suco, um refrigerante. O sol estava forte, a calçada devia estar quente, ele devia estar com fome e sede depois de um sono, um ABANDONO, tão profundo. Mas ele não acordou. Contemplei o menino por mais alguns instantes e segui meu caminho. “Estou atrasado”, pensei, tentando acalmar minha consciência, “não posso perder o voo”. Mas o menino não saiu da minha cabeça, ficou ali martelando. A profundidade de seu sono se ...

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    Fotógrafo consegue captar a pureza da infância em série adorável

    Ser criança é viver em um universo à parte, em que bolhas de sabão podem ser naves espaciais, dinossauros existem e tudo, absolutamente tudo, é possível. A pureza e a alegria dos pequenos é contagiante e revigorante – praticamente terapêutico! Há alguns meses, quando o fotógrafo Adrian McDonald estava fotografando plantas e animais em seu quintal e observou um grupo de crianças brincando na casa ao lado, não resistiu e, desde então, tem trabalhado em uma série incrível, em que retrata de forma sensível e encantadora a pureza da infância. Do Hypeness O fotógrafo mora em Westmoreland, na Jamaica, e teve duas grandes vantagens ao fotografar os pequenos. A primeira delas é que, por estarem acostumados a vê-lo fotografando no jardim e nos arredores, as crianças nem se importaram com a presença da câmera e por vezes nem se deram conta serem elas o objeto da foto. A segunda vantagem é ...

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    trabalho_infantil

    Crianças negras são principais vítimas do trabalho infantil

    Meninos negros são as principais vítimas do trabalho infantil: 5,8% dessa população, de 5 a 15 anos, desenvolve algum tipo de  no Brasil, de acordo com a primeira publicação do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos (SNIDH) divulgada hoje (11) pela Secretaria de Direitos Humanos da Presiência da República (SDH/PR). Entre meninos brancos, a taxa de ocupação da mesma faixa etária é 3,7%. Entre as mulheres, a taxa é 2,9% entre as negras e 2% entre as brancas. Do: jb Pela Constituição Federal, é proibido o trabalho de crianças e adolescentes. O trabalho, em geral, é admitido a partir dos 16 anos, exceto nos casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima se dá aos 18 anos. A partir dos 14 anos é permitido trabalhar somente na condição de aprendiz. Esta é a primeira vez que o trabalho infantil é mapeado conforme parâmetros da 19ª ...

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    professora

    Menina de 5 anos chora por ter sido chamada de “macaca” por professora

    Com dificuldade de identificar quem fez isso com a filha e sem conseguir contato com a diretoria, a mãe foi à escola oito vezes Uma criança de 5 anos chorou bastante ao contar à mãe que havia sido chamado de macaca por sua professora. Em um vídeo mostrado à polícia, a menina explica como tudo aconteceu. O caso aconteceu na Escola Municipal de Educação Infantil Marechal Osvaldo Cordeiro Faria, no Jardim Eliana, em São Paulo, na última quarta  (24). “As crianças estavam desenhando assim e depois a tia (me chamou de) ‘macaca’, depois todo mundo ria de mim. Não gosto que ria de mim, porque eu fico chorando. Isso não é coisa de Deus. Os amiguinhos brincam comigo e a tia chama de macaca”, contou ela. A mãe da criança, Raylaine Martins de Oliveira, de 30 anos, disse que no dia da ofensa, foi buscar a menina na escola. Diferente ...

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