terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: diversidade

    Pelo direito de transgredir

    Diversidade do povo brasileiro não está representada no cotidiano

    Por: Mônica Francisco* A negação de um fato pode ter diversas causas ou motivos. Podemos negar pela simples negação ou podemos negar algo por conta da dor que isso nos causa, ou ainda pelo fato de não querermos reparar algo que sabemos ter uma ou ainda total parcela de culpa. Negamos por orgulho, talvez, mas uma coisa é certa: ao negarmos, aquilo se torna mais e mais presente, e incomoda a ponto de gerar reações das mais adversas. No caso do racismo brasileiro, cultivado com todo o requinte de crueldade e cinismo, nos desfere golpes a cada dia mais certeiros e nos dificulta a ação. Primeiro, porque para sanarmos um problema é necessário que se encare este problema de frente e se envide esforços para que ele não volte a ocorrer. Em nosso caso, ele é muito mais difícil, pois se embrenha nas teias das burocracias institucionais e se faz ...

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    Imagem: Alamy

    A Diversidade Linguística Africana

    Quantos tipos de língua você fala? Quantas você conhece? Quantas você acha que existe no mundo? E se eu te disser que muito mais do que você pensa? Será possível em um único país existir mais de duas, ou três ou cem idiomas? Você ira se surpreender!!!! Imagem: Alamy A África é riquíssima de línguas culturais. Falam-se no continente mais de mil idiomas. Mas de dois mil, segundo alguns estudiosos. Algumas dessas línguas, como o hauçá e o suaíli, são faladas por dezenas de milhões de pessoas e numa área geográfica bem extensa. Outra por uns poucos milhares. Numa área onde predomina determinado idioma, pode haver pequenos bolsões de outro. Ou de outros. Muitas vezes dois grupos vizinhos se expressam em línguas inteiramente diferentes. E podem ter valores e maneiras de viver também distintos. Ou, ao mesmo tempo, semelhantes e diferentes. Geralmente as línguas africanas são ...

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    Diversidade do povo brasileiro não está representada no cotidiano

    Por: Mônica Francisco A negação de um fato pode ter diversas causas ou motivos. Podemos negar pela simples negação ou podemos negar algo por conta da dor que isso nos causa, ou ainda pelo fato de não querermos reparar algo que sabemos ter uma ou ainda total parcela de culpa. Negamos por orgulho, talvez, mas uma coisa é certa: ao negarmos, aquilo se torna mais e mais presente, e incomoda a ponto de gerar reações das mais adversas. No caso do racismo brasileiro, cultivado com todo o requinte de crueldade e cinismo, nos desfere golpes a cada dia mais certeiros e nos dificulta a ação. Primeiro, porque para sanarmos um problema é necessário que se encare este problema de frente e se envide esforços para que ele não volte a ocorrer. Em nosso caso, ele é muito mais difícil, pois se embrenha nas teias das burocracias institucionais e se faz ...

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    A mostra ID_BR cara, pele, jeito

    A mostra ID_BR CARA::PELE::JEITO nasceu com o intuito de ampliar a discussão e reflexão sobre a diversidade fenotípica e origem social / histórica da população brasileira. ID é uma abreviação da palavra "identidades". BR de Brasil. Com curadoria de Luana Génot e Ricardo Oiticica, em memória, e fotografia de Leandro Martins, ID_BR reúne 25 fotos e depoimentos em video de jovens e adultos que responderam à pegunta: "quem é você?" e relataram suas características físicas (::CARA::PELE), traços de suas personalidades (::JEITO) além de suas composições familiares. Em parceria com a Mostra PUC, a ID_BR chega até ao aeroporto do Galeão entre os dias 01 e 15 de Julho no 2o andar do terminal 2, próximo ao praça de alimentação, defendendo o respeito à diversidade e as relações mais humanas, tema da Mostra PUC deste ano. No dia 11 de Julho, será feita uma ação de impressão de fotos dos visitantes ...

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    Jean Wyllys: O jogo do adversário!

    Jean Wyllys: O jogo do adversário!

    Quando contei que o fato de eu não ter, hoje em dia, paixão pelo futebol estava ligado à dolorosa experiência com a homofobia que me abateu na única vez em que, ainda menino, entrei em “campo” para jogar (na verdade, o “campo” era um terreno baldio da periferia onde nasci e me criei); muitos duvidaram de sua veracidade. Por Jean Wyllys Pois, numa daquelas surpreendentes coincidências (ou “sincronicidades”, como o quer Jung), no momento em que recebi o convite do Google para aderir à campanha #ProudToPlay (#JogueComOrgulho, no Brasil), que visa enfrentar a homofobia e o racismo nos jogos da Copa do Mundo, neste momento, uma amiga de minha mãe, Regina, deu-me essas fotos que ilustram o texto. Tenho raras fotos de minha infância (fotografia era artigo de luxo naquela época). Jamais imaginei que houvesse registro de minha única experiência com o futebol. Mas há. E ele foi encontrado em hora ...

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    Google: apenas 30% dos funcionários são mulheres; 2% negros

    Nós somos os primeiros a admitir, o Google está a milhas de onde queremos estar, disse Lazlo Bock Um  relatório demográfico do Google apresentado na última quarta-feira mostra que apenas 30% dos seus funcionários são "mulheres". Os dados ainda mostram as minorias com índice menor que o sexo feminino, como os "asiáticos" em 30 %, 3% de origem "hispânica", 2% "negros" e 4% de "duas ou mais raças". A disparidade de homens (70%) e brancos (61%) aumenta quando os dados são separados por áreas da empresa. Em “tecnologia”, 80% são homens e apenas 21% das mulheres ocupam cargos de “liderança” na empresa. Entre os trabalhos “não tecnológicos”, o índice entre homens e mulheres e quase igual, com 52% para homens e 48% para mulheres. Contudo, a diferença entre as etnias ainda é alta com 65% dos funcionários brancos, seguidos por asiáticos (23%), dois ou mais raças (5%), hispânico (4%) e negro (3%). Esta ...

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    Pixabay

    Plano de aula: Viajando pela África através de Brincadeiras Infanto-Juvenis

    Este é um plano de aula vencedor do I Concurso de Planos de Aula do Portal Geledés, aplicando a Lei 10.639/03   Plano de aula: Viajando pela África através de Brincadeiras Infanto-Juvenis Pixabay Professora: Carmem Dolores Alves Escola:  Municipal Educador Paulo Freire Disciplinas: Língua Portuguesa, Geografia e Artes     Turma: 5º ano C Cidade: Recife          Estado: Pernambuco Componente Curricular: A LEI 10.639/2003 OBJETIVO: Promover uma reflexão acerca da África através de intercâmbio literário entre os estudantes da Escola Municipal Educador Paulo Freire (Brasil) e a Escola Tutune, da República Democrática de São Tomé e Príncipe (África). CONTEÚDOS: Continente Africano; Aspectos socioeconômicos e culturais da República Democrática de São Tomé e Príncipe; Leitura do texto narrativo africano NDULE NDULE Noções básicas dos conceitos de Inferência e Intertextualidade; Produção textual a partir da releitura do referido texto narrativo africano. METODOLOGIA:  Aplicação de atividades dentro de uma perspectiva transdisciplinar, que contempla vivências ...

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    iStockphoto

    Violência nas escolas: ela reproduz as loucuras da nossa sociedade

    "A violência nas escolas reproduz a violência na sociedade, não é um fenômeno intramuros isolado", afirma a coordenadora de Ciências Humanas e Sociais da Unesco no Brasil, Marlova Noleto iStockphoto   Por Luis Pellegrini, do Brasil247 A violência entrou de vez no currículo escolar dos brasileiros. Só que agora, infelizmente, em vez de um saudável e democrático conflito no campo das ideias, alunos, professores, diretores e funcionários precisam cada vez mais conviver com agressões, ameaças e abusos. Não é preciso ir longe para se verificar tudo isso. Basta recorrer ao buscador do Google e pedir "violência nas escolas". Aparecem centenas de artigos, análises, denúncias, resumo de encontros e simpósios de especialistas em ciências da educação e do comportamento, além de livros inteiros, disponibilizados gratuitamente, na tentativa de analisar o problema e apresentar possibilidades de solução. Se você for ao Youtube, vai encontrar coisa ainda pior: é imenso ...

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    Mercado de Trabalho – 13 de Maio: data para refletir

    O que as empresas que atuam no Brasil podem aprender com a cultura afro-brasileira a respeito do 13 de Maio e das desigualdades raciais no país? Por Pedro Jaime* Lembro que, quando eu era criança, nos anos 1980, havia na Bahia uma música que era cantada frequentemente nas rodas de capoeira. A letra dizia o seguinte: Salve, salve, salve a princesa Isabel no mundo inteiro! Com a pena e o papel acabou com o cativeiro. Como se pode notar, falava-se da abolição do sistema colonial escravista no Brasil exaltando a figura da princesa Isabel. Neste início de século 21, o movimento negro, acumulando forças das lutas antirracistas anteriores, alcançou uma posição sólida na sociedade brasileira, com resultados concretos, ainda que incompletos, tanto no que diz respeito aos processos de redistribuição de riquezas, visando à eliminação das desigualdades raciais, quanto no que se refere à disputa por reconhecimento da identidade negra, ...

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    Imagem: Aleksandra Pawloff (Courtesy Photo)

    Projeto de teatro aborda a temática do preconceito na sala de aula em Manaus

    Para esta edição, os atores do projeto apresentarão a peça “A Legião dos Cinco”, escrita pela coordenadora do Núcleo, Guta Rodrigues, que aborda o universo jovem. Do Dia 24am Imagem: Aleksandra Pawloff (Courtesy Photo) A Escola Municipal Joana Vieira, localizada no Km 32 da AM-010, estrada que liga Manaus a Itacoatiara, vai receber, nesta sexta-feira (16), o projeto “Teatro nas Escolas”. A atividade será realizada a partir das 9h, com a proposta de educar e conscientizar os jovens por meio da arte teatral. Para esta edição, os atores do projeto apresentarão a peça “A Legião dos Cinco”, escrita pela coordenadora do Núcleo, Guta Rodrigues, que aborda o universo jovem. Temas como bullying, preconceito, sexualidade, relação familiar e relação escolar serão colocados em pauta. A direção é colaborativa do elenco, contando com estagiários estudantes de Teatro da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Dinne Queiroz, Débora Ohana, Emille ...

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    africacampanhafacebookrep

    Estudantes africanos criam Campanha para mostrar diversidade da África: “não somos um país”

    Campanha traz estudantes segurando bandeiras de países do continente africano Um grupo de estudantes africanos que vive nos Estados Unidos lançou uma campanha em fotos em uma tentativa de dissipar equívocos e preconceitos sobre o continente em que nasceram. Chamada de The Real Africa: Fight the Stereotype (A Verdadeira África: Combata o Estereótipo, em tradução livre), a campanha no Facebook busca destruir estereótipos e mostrar que o continente africano não é uma entidade homogênea, mas um território diversificado com mais de 50 países. As informações são da CNN. A campanha mostra imagens dos membros da Associação de Estudantes Africanos de Ithaca College, em Nova York, segurando com orgulho bandeiras de diversos países africanos. Em cada fotografia, os alunos mostram uma mensagem simples para refutar os comentários ignorantes e ofensivos que costumam ouvir. "O que nós queríamos fazer era abraçar as bandeiras individuais dos países da África", afiimou Rita Bunatal, chefe de relações públicas da ...

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    o continente africano tem 61 países ou territórios dependentes

    10 ideias errôneas que temos sobre a África

    Uma jornalista da Namíbia, Christine Vrey, estava revoltada com a ignorância das pessoas com quem já conversou a respeito de seu continente natal, a África. Segundo ela, o mundo ocidental sabe muito menos do que deveria sobre o continente africano, pecando por ignorância e preconceitos. Pensando nisso, Christine elaborou uma lista com dez ideias enganosas sobre o continente. Confira: 10 – A ÁFRICA É UM PAÍS o continente africano tem 61 países ou territórios dependentes Pode parecer inacreditável, mas muitas pessoas, segundo ela, ainda pensam que a África inteira é um país só. Na verdade, o continente africano tem 61 países ou territórios dependentes, e população superior a um bilhão de habitantes (o que faz deles o segundo continente mais populoso, atrás apenas da Ásia). 9 – A ÁFRICA INTEIRA É UM DESERTO a África apresenta um rico ecossistema com florestas, savanas e até montanhas onde há ...

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    contardo

    Contardo Calligaris: Raças e cotas

    por: CONTARDO CALLIGARIS As cotas só afirmam as diferenças com as quais sonham os racistas? Ou podem mudar algo? PERTENCEMOS A uma única espécie: a espécie humana. Quanto a isso não há dúvida, visto que procriamos alegremente sem que as diferenças étnicas ou raciais atrapalhem o bom funcionamento sexual e reprodutivo. Mas só 250 anos atrás, na América do Norte e na França, foi proclamado o princípio de que, por pertencermos à mesma espécie, temos todos os mesmos direitos, independentemente de etnia, cultura, religião, gênero, berço e cor (da pele, do cabelo ou dos olhos). Desde então, tal princípio vem se afirmando, aos trancos e, sobretudo, aos barrancos, por várias razões. 1) Há etnias e culturas que não topam aquela ideia proclamada 250 anos atrás. 2) Não conseguimos decidir se nossa igualdade de direito deve implicar ou não uma igualdade de fato. Depois de algumas tentativas desastradas, parece que concluímos ...

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    Arte: Romulo Arruda

    Pontos de vista – Consciência negra na escola

    O Brasil possui uma das maiores diversidade socioculturais do mundo. Todavia, a valorização de grupos étnicos pela sociedade ainda é baixa. Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra homenageia as raízes africanas e a miscigenação presente em nossa cultura. Com tal realidade, em 2011 a Unesco declarou ser o Ano Internacional dos Afrodescendentes, auxiliando escolas e instituições a reconhecer a importância de trabalhar a cultura negra no cotidiano escolar. Conforme a lei federal nº 11.645, o conteúdo programático das escolas deve apresentar aspectos plurais da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira. Como a história da África e dos africanos pode ser indroduzida na Educação Básica? Como destacar o valor da luta dos negros no processo de formação do Brasil através da transdiciplinaridade? Para debater essas e outras questões, convidamos as especialistas Vanda Lúcia Praxedes e Telma Cezar Martins. [caption id="attachment_135233" align="aligncenter" ...

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    livro_moca_bonita

    Valorizando diversidade Menina bonita do laço de fita

      Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema Ensino Fundamental Inicial Língua Portuguesa Alfabetização Ensino Fundamental Inicial Língua Portuguesa Língua oral: valores, normas e atitudes   Autor Amanda Barros Teixeira - Co-autor(es)Andréa Vassallo Fagundes - JUIZ DE FORA - MG - Universidade Federal de Juiz de Fora - Dados da Aula O que o aluno poderá aprender com esta aula Valorizando a diversidade - Menina bonita do laço de fita Incentivar o gosto pela leitura de histórias narradas. Desenvolver habilidede de escrever frases a paritr de gravuras. Interpretar fatos da história a partir de perguntas sugeridas. Tratar a questão das diferenças, valorizando a diversidade a partir da raça negra. Duração das atividades 3 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno No dia anterior a essa aula, mandar um bilhete pedindo aos alunos para trazer alguma foto de seus familiares (mãe, pai, avô, tia, etc). Estratégias ...

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    Plano de aula - Gênero de diversidade

    Plano de aula – Gênero de diversidade

    Dados da Aula O que o aluno poderá aprender com esta aula Gênero de diversidade, visa conhecer e utilizar ferramentas de pesquisa na internet de maneira objetiva; Pesquisar conteúdos a serem trabalhados em sala, para desenvolver atitudes de aluno investigador; Ampliar conhecimentos a cerca das questões de gênero e favorecer conscientização para equidade; Conhecer a realidade da mulher e suas atribuições na sociedade brasileira e da sua comunidade local; Respeitar às diversidades nas formações familiares, opção sexual e desempenho de papéis sociais. Autor:  Claudia de Medeiros Lima - SALVADOR - BA - ESCOLA LANDULFO ALVES - Duração das atividades 10 aulas Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Diálogo com os alunos sobre a realidade da sua família e comunidade nas questões de gênero e violência contra a mulher. Estratégias e recursos da aula 1ª etapa Diálogo com alunos sobre o que sabem a cerca do gênero masculino e ...

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    Diversidade Cultural da sociedade brasileira

      Dados da Aula DIVERSIDADE CULTURAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA  o que o aluno poderá aprender com esta aula? Diversidade cultural da sociedade brasileira Exprimir, por meio de exemplo, o conceito de cultura como algo dinâmico e plural. Reconhecer o caráter multiétnico e a diversidade cultural da sociedade brasileira, adotando perante tal pluralidade atitudes isentas de preconceitos. Observar mudanças ocorridas em aspectos da cultura no passado e no presente. Identificar traços culturais característicos de diferentes regiões do Brasil Autor Vânia Lúcia Lima Vieira de Mello - Co-autor: Sulamita Nagem Dias Lima - BELO HORIZONTE - MG - ESC FUND DO C PEDAG DA UFMG - Duração das atividades Aproximadamente, 03 aulas Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Habilidades de codificação e decodificação Gênero textual propaganda: forma composicional, linguagem e função. Estratégias e recursos da aula Estratégias e recursos da aula: -Vídeos -Aula dialogada -Áudio -Leitura de Texto -Interpretação de texto ...

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    multiculturalism-freedom-equality

    Plano de aula – Respeitar diferenças

    Para afastar o fantasma do preconceito e formar jovens mais tolerantes devemos respeitar diferenças Muitos professores que trabalham em escolas públicas de periferia comentam que as turmas, com o passar dos anos, vão "clareando". Grosseira, a expressão indica que há menos alunos negros na 7ª e 8ª séries do que na 1ª. A cruel constatação, no entanto, não significa o reconhecimento de que existe preconceito na escola. Pesquisa realizada pela professora Irene Sales de Souza, da Universidade Estadual Paulista, em Franca, mostrou que 83% dos 200 entrevistados negaram já ter presenciado situações de discriminação no ambiente escolar, apesar de todos serem unânimes em afirmar que existe racismo no Brasil! Por isso, está mais do que na hora de abordar essa difícil questão em sala de aula e evitar que mais crianças (sobretudo da raça negra) desistam de estudar. "A discriminação afeta a auto-estima do estudante. Isso se reflete no aprendizado ...

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