quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Tag: documentário

Divulgação

‘Sementes: Mulheres Pretas no Poder’ abre estreia do primeiro cine coletivona no Museu da Maré

Construído na Maré há dois anos, a ação Coletivona lança dia 31 de janeiro às 17h o Cine Coletivona, seu novo braço artístico e social.  Como abertura da primeira fase do novo projeto, que tem como tema "Origens e Novos Caminhos", acontece a exibição do documentário “Sementes: Mulheres pretas no poder”, de Éthel Oliveira e Júlia Mariano. O filme acompanha o levante de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone, mulheres negras da política, após o assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018. O longa-metragem será exibido gratuitamente através do canal de  YouTube do Museu da Maré - e seguido de debate com a curadora do evento, a jornalista e diretora Andrea Cals. “O evento propõe uma reflexão a partir de cineastas que já vem resgatando esse precioso olhar para nossa ancestralidade, a fim de construir novas trilhas. Por isso, estamos com o objetivo de realizar um festival que coloque o cinema feito por mulheres negras em ...

Leia mais
A historiadora e militante negra Beatriz Nascimento (1942-1995), cuja vida e pensamento conduzem a narrativa do documentário 'Ôrí' (Foto: REPRODUÇÃO/ORI)

Antes de ‘AmarElo’ de Emicida, estes documentários já contavam a trajetória do negro no Brasil

"Tem um velho ditado iorubá que diz: 'Exu matou um pássaro ontem com uma pedra que só jogou hoje'. Esse ditado é a melhor forma de resumir o que eu tento fazer. Eu não sinto que eu vim, eu sinto que eu voltei. E que, de alguma forma, meus sonhos e minhas lutas começaram muito tempo antes da minha chegada." Assim o rapper Emicida, como é mais conhecido o paulistano Leandro Roque de Oliveira, abre o documentário AmarElo. Lançado em dezembro de 2020 na plataforma de streaming Netflix, o longa metragem celebra o legado da cultura negra brasileira, em meio aos bastidores do show de lançamento do álbum de mesmo nome do cantor, no Theatro Municipal de São Paulo. No filme, Emicida resgata a memória de ícones da história afro-brasileira, como o arquiteto escravizado Tebas da São Paulo do século 18; a Frente Negra Brasileira, primeira organização de ativismo negro ...

Leia mais
(Foto: Divulgação/ Netflix)

AmarElo – É tudo pra ontem: um olhar reflexivo sobre o Brasil

Desde o lançamento do álbum AmarElo, o rapper Emicida realiza um projeto que é simultaneamente artístico e intelectual de leitura e criação de projetos do Brasil. O documentário “AmarElo – É tudo para ontem”, lançado pela plataforma de streaming Netflix no dia 8 de dezembro, é mais uma realização dessa face do trabalho do artista. A mescla da narrativa pessoal da construção do álbum com a memória de marcos históricos e culturais do Brasil incita um exercício cada vez mais necessário: a conciliação entre o conhecimento, a política e o afeto. Esse movimento é o que permite que o disco seja um encontro entre passado, presente e futuro, revisitando a história brasileira, os conflitos e possibilidades apresentados pelo presente e os futuros que o reconhecimento da coletividade e da interdependência permitem. “Tudo, tudo, tudo que nóiz têm é noiz.”. Emicida propõe uma expressão da brasilidade que parte das cosmopolitas margens ...

Leia mais
Gabi Matos (Foto: Rodrigo Machado)

Documentário ‘Viva Nossa Voz’ traz discussão sobre papel das redes para amplificar as vozes e a potência da comunidade negra no Brasil

O Instagram e o Canal Brasil lançam hoje (18) o documentário Viva Nossa Voz, que traz reflexões sobre como as redes sociais e o poder da imagem estão criando novas percepções positivas e inspiradoras sobre ser negro no Brasil. O documentário ficará disponível a partir de hoje no IGTV do @canalbrasil em formato de série em 3 episódios, e também contará com exibição na íntegra no Canal Brasil, dia 23 de dezembro, às 23h30. Ancorado por Rosane Borges o documentário aborda, através dos relatos de Mc Carol de Niterói, Ana Carolina Oliveira, coletivo Afrobapho, Carla Akotirene, Gabriela de Matos, Gabriela Loran, Isaac Silva e Matheus Pasquarelli, as principais discussões raciais atuais de forma profunda, permeando como as redes sociais estão promovendo novas formas de representatividade e sensação de pertencimento, além de ampliar o conhecimento sobre raízes culturais e fortalecer a conexão da comunidade negra. "Estamos celebrando esta parceria entre o Canal Brasil, ...

Leia mais
Emicida canta AmarElo no Theatro Municipal de São Paulo em 2019 (Foto: Jef Delgado)

Em AmarElo – É Tudo Para Ontem, Emicida e Fióti dão aula de ficar para história – de fazer preto se orgulhar e branco pensar

"O que tentamos expandir é o grande direito de existir, mano. Não resistir. Resistir já é uma resposta, então a resistência já te coloca num lugar secundário, porque você precisa responder a uma estrutura. AmarElo é um grande manifesto pelos direitos de poder existir sem precisar responder à opressão" - Emicida. Emicida no Theatro Municipal de São Paulo em 2019 (Foto: Jef Delgado) Emicida chegará em 2021 subindo em um novo patamar da música brasileira. O rapper lança, em 8 de dezembro de 2020, o documentário AmarElo - É Tudo Para Ontem pela Netflix (produção de Evandro Fióti e direção de Fred Ouro Preto). À primeira vista, parece uma produção sobre o disco dele, lançado sob o mesmo nome em 2019, e o maravilhoso show de estreia no Theatro Municipal de São Paulo. Mas é muito além disso: é uma verdadeira aula de história digna de ...

Leia mais
(crédito: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

‘Pretendia fazer um filme a que minha mãe pudesse assistir’, diz Edileuza Penha

Foi na base da simplicidade que a diretora de cinema Edileuza Penha de Souza, 58 anos, arrebatou o júri do Festival É Tudo Verdade, com a conquista do título de melhor curta-metragem para Filhas de lavadeiras. “Pretendia fazer um filme a que minha mãe pudesse, aos 86 anos, assistir comigo. Quero que ela entenda o que está sendo dito. Crio filmes que minhas tias, minhas primas, que não tiveram o mesmo privilégio que eu, de ter uma vida profissional acadêmica, possam sentir”, explica a também professora Edileuza. Na trajetória, a cineasta sempre teve, por suporte, o audiovisual em sala de aula. Em 2006, lançou, pela Editora Mazza, o primeiro volume da coleção Negritude, cinema e educação, num caminho para a implementação de lei que instituiu ensinos de história e cultura africana na educação básica. Hoje em dia, depois do acúmulo de experiências na UnB, na Universidade Federal do Espírito Santo ...

Leia mais
Divulgação

Como um branco faz um filme antirracista? 

A pergunta reproduzida no título é feita pelo cineasta Toni Venturi nos minutos iniciais do filme Dentro da minha pele, que estreia no domingo (23/8) na Globoplay. . Diretor de Cabra-cega (2004), Estamos juntos (2011) e do documentário O Velho (1997), sobre o líder comunista Luiz Carlos Prestes, Toni Venturi é um homem branco, descendente de imigrantes italianos, privilegiado - e indignado. Seu desconforto diante do racismo estrutural não foi somente a gênese do novo documentário e um pilar na montagem da equipe de produção. Ele fica evidente ao longo da narrativa. E contribui para sensibilizar espectadores brancos, descendentes de imigrantes italianos, privilegiados - e indignados. Como eu. "A miscigenação é, em primeiro lugar, produto do estupro colonial que foi praticado pelo colonizador", alerta a filósofa Sueli Carneiro no filme. Venturi divide a direção com Val Gomes, cientista social e documentarista envolvida com temas tão urgentes quanto violência doméstica, igualdade ...

Leia mais
Divulgação

Documentário: Dentro da minha pele

Documentário humano, narrativo e poético com várias camadas que desvelam o racismo estrutural que está impregnado nas relações familiares, nos ambientes de trabalho e faz parte da subjetividade das pessoas negras e brancas. Herança da escravidão permanece presente até os dias de hoje. O Brasil foi o último país do mundo a abolir o trabalho escravo. A espinha dorsal do documentário são as histórias de 9 pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Temos o médico Estefânio Neto, a modelo-performer Rosa Rosa, os estudantes universitários Wellison Freire e Jennifer Andrade da Faculdade Getúlio Vargas, a mais importante escola de administração da América Latina, a funcionária pública e ativista trans Neon Cunha, a trabalhadora doméstica Neide de Sousa, a corretora de imóveis Marcia Gazza que perdeu o filho assassinado pela Polícia ...

Leia mais
Pôster de Menino 23 - Infâncias Perdidas no Brasil (Divulgação)

Menino 23

Menino 23 é um documentário que retrata a investigação do historiador Sidney Aguilar, após descobrir que em uma fazenda, no interior de São Paulo, havia tijolos com a suástica encravada, os quais não eram muito antigos e, por isso, evidenciavam a existência de um local explícitamente nazista em um período recente da história do Brasil. No desenrolar do filme, descobre-se que, nos anos 1930, o dono dessa fazenda levou 50 órfãos negros para prestar serviços à família Rocha Miranda, sob o falso pretexto de que os jovens seriam levados para um local onde estudariam, brincariam, e aprenderiam sobre a importância do labor. Contudo, o sonho de um lugar que educa e permite o lazer dos jovens não durou mais do que um ano. Depois disso, as crianças foram apenas escravizadas para prestar trabalhos à família nazista. Falar sobre a história do Brasil e o desenvolvimento da sociedade brasileira sem falar ...

Leia mais
João Victor Oliveira

Documentário sobre samba de rua na zona sul de SP aborda tradição, gênero e direito à cidade

Com lançamento no dia 27 de outubro, o filme ‘Na Disciplina: Samba e Cidadania’ fala sobre a importância das rodas de samba como articulação política e cultural na periferia Por Semayat S. Oliveira para o Portal Geledés  O documentário “Na Disciplina: Samba e Cidadania” estreia no dia 27 de outubro (Foto: João Victor Oliveira) No dia 27 de outubro, próximo domingo, estreia o documentário “Na Disciplina: Samba e Cidadania”, sobre a história de uma comunidade de samba que nasceu há quatro anos no Jardim Miriam, bairro da zona sul de São Paulo. Localizado no distrito de Cidade Ademar, região com mais de 436 mil (IBGE/2017) pessoas e a 6ª com maior população negra na capital paulista (São Paulo Diverso), o média-metragem evidencia a função ancestral do samba como reivindicação de direitos políticos e sociais para a população negra e pobre. Mantendo a tradição, a primeira exibição ...

Leia mais
Cena do filme "Uruguai na vanguarda": país foi o primeiro da região a legalizar o aborto Foto: Divulgação

A luz que vem do Uruguai

'Uruguai na Vanguarda' mostra a história por trás dos avanços sociais e políticos que fizeram o país de José ''Pepe'' Mujica ser chamado de ''Suíça das Américas'' Por Carlos Alberto Mattos , do Carta Maior Cena do filme "Uruguai na vanguarda": país foi o primeiro da região a legalizar o aborto Foto: Divulgação Este texto foi escrito a pedido da produção do filme. É uma peça de divulgação, mas não trai a minha impressão a respeito do documentário. Garantia de direitos trabalhistas, lei de cotas, equidade de gêneros, reconhecimento político da diversidade sexual, matrimônio igualitário, interrupção voluntária da gravidez, regulamentação do uso da maconha – todas essas conquistas do povo uruguaio nos últimos 30 anos estão na pauta do documentário Uruguai na Vanguarda. A coprodução Brasil-Uruguai da Urbano Filmes é dirigida e produzida por Marco Antonio Pereira. Com a participação de cientistas políticos e sociais, historiadores, ...

Leia mais

Lançamento doc Não Vão Nos Calar – O Ilú Lava a Mentira

Reprodução/Facebook Denunciando a mentira da suposta abolição da escravatura, através da pena da Princesa Isabel, o coletivo Ilú Obá De Min realiza todos os anos, a lavagem da escadaria da rua 13 de maio, no bairro do Bixiga. Do Facebook  O documentário NÃO VÃO NOS CALAR - O ILÚ LAVA A MENTIRA resgata a cerimônia desse ano e traz depoimentos que abordam o racismo estrutural no Brasil. Exibição seguida de debate e show do Ilú Obá De Min Sexta-feira, 5 de julho, às 19:00 horas Museu da Energia Alameda Cleveland, 601 (esquina com Al. Nothmann) Campos Elíseos NÃO VÃO NOS CALAR - O ILÚ LAVA A MENTIRA Direção: Aline Sasahara Realização: Associação Viacultural Co-patrocínio: Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal de Cultura    

Leia mais

Documentário “As Cores da Serpente” terá estreia nacional em março

As Cores da Serpente, um documentário de Juca Badaró Por Silvana Inácio para o Portal Geledés  O desafiador processo artístico de jovens grafiteiros em Angola, com a preocupação de fazer um registro que traduzisse o significado de colorir os Murais da Leba, uma estrada histórica com cerca de 20 quilômetros, na sinuosa Serra da Leba, no país africano, é a essência do documentário As Cores da Serpente, do diretor brasileiro Juca Badaró, que será lançado em São Paulo, com a presença de diretores e artistas, no dia 21 de março. O filme também entrará em exibição na mesma data em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR). Diretores e artistas também participarão das estreias no Rio de Janeiro (RJ), em 28 de março, e em Salvador (BA), em 4 de abril. Não se trata de um documentário contemplativo, nem expositivo, porque não se propõe a defender uma linha de pensamento ...

Leia mais
A Última Abolição (Divulgação)

Documentário ‘A Última Abolição’ é lançado em circuito nacional

Marcando a estreia de Alice Gomes na direção, o filme rememora os movimentos abolicionistas, seus desdobramentos e a consequente situação do negro na sociedade contemporânea brasileira Do Almanaque da Cultura Fundamental para a análise da trajetória da população afrodescendente e seu espaço na sociedade contemporânea, o fim da escravidão no Brasil é o cerne de “A Última Abolição”, documentário que marca a estreia da roteirista Alice Gomes na direção e chega aos cinemas em 18 de Outubro. Produzido pela Gávea Filmes e Esmeralda Produções, tendo a Buda Filmes como produtora associada e coprodução da Globo Filmes, Globo News e TV Escola, o longa-metragem faz uma pesquisa abrangente e abarca dos primeiros movimentos abolicionistas no século XVIII às recentes políticas de ações afirmativas, passando por revoltas, lutas, greves, quilombos e líderes da própria população negra, chegando ao encarceramento e extermínio de jovens negros no país. Tratando o tema como um todo, o ...

Leia mais

Documentário: A Última Abolição

  Uma retrospetiva detalhada de um momento emblemático da história do Brasil, apresentado de uma outra pesperctiva: a abolição da escravidão. Ao contrário do que é pregado por livros didáticos e outras vertentes da "história oficial", a população escravizada se estruturou para criar uma forte oposição ao regime, criando quilombos, organizando revoltas, escolhendo líderes do movimento e convocando a população negra para a luta armada.  Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind Do Adoro Cinema  Divulgação Direção: Alice Gomes Data de lançamento 18 de outubro de 2018

Leia mais

6 documentários essencias para compreender o Feminismo

Estas produções possuem 100% de protagonismo feminino e falam de machismo, racismo e empoderamento Por Anna Laura Moura Do Claudia Folha de S. Paulo/Reprodução O feminismo é muito além de luta e empoderamento, afinal, é recheado de histórias e ícones femininos extremamente importantes para a emancipação das mulheres. Muitas dessas histórias foram retratadas em documentários, repletos de informação e representatividade. Selecionamos seis documentários para quem estiver procurando aprender mais sobre o movimento feminista e seus ícones. 1 – What Happened, Miss Simone? A cantora Nina Simone conseguiu não só dinheiro e fama, como deixar a sua marca como mulher forte. Durante sua ascensão ela desejava algo a mais: aigualdade racial. Em gravações e imagens inéditas, esse documentário produzido pela Netflix conta sua história de luta e superação. Nina cantou músicas que exaltavam a luta da mulher negra, além de ter decidido não seguir os padrões que foram impostos à ela. 2 – Malala A produção fala sobre Malala Yousafzai, que foi perseguida pelo Taliban e severamente ferida ...

Leia mais

Documentário “Minha avó era palhaço”, que conta a trajetória da primeira palhaça negra no Brasil, será exibido neste domingo (20/5), no Sesc Campo Limpo

A história da primeira palhaça negra no Brasil, Xamego – que era interpretada por Dona Maria Eliza Alves –, resultou no documentário “Minha avó era palhaço”. Com direção de Ana Minehira e Mariana Gabriel, que é neta da artista homenageada, a produção conta a história de um palhaço homem, representado por Maria Eliza, no início da década de 40, no Circo Guarany. Do  Negro Belchior Reprodução/Youtube Desde o lançamento do documentário, em 2016, os organizadores promovem exibições e discussões sobre o conteúdo da produção. A memória do circo brasileiro, o protagonismo negro nas artes, a trajetória dos palhaços e a relação da mulher com a comédia são algumas das pautas abordadas durante o encontro. Além do bate-papo, o público também pode conferir uma performance da palhaça Birota, que é encenada pela diretora e neta de Maria Eliza, Mariana Gabriel. Se você quer conferir de perto o documentário e participar de uma ...

Leia mais
Foto: DocDança

Documentário “Clyde Alafiju Morgan, na Bahia entre a América e a África” + mesa de debate | 28 de fevereiro

Exibição do Documentário “Clyde Alafiju Morgan, na Bahia entre a América e a África” com mesa de debate com Clyde Morgan, João da Costa Pinto, Luiz Monteiro e Gustavo Gelmini Do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro Foto: DocDança Clyde Alafiju Morgan, na Bahia entre a América e a África Quando em 1971 Clyde Morgan chegou à Bahia para conhecer a Dança da Capoeira, nem imaginava que viria a se tornar um elo importante para o intercâmbio entre os Estados Unidos e a Bahia, através da cultura africana. Tampouco imaginava a influência e importância que teria para a afirmação da cultura negra dentro da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Neste portrait sobre Clyde, através de suas experiências e histórias, o documentário registra um período importante para a dança e a cultura na Bahia. Clyde é baiano de corpo e alma, na dança, na ...

Leia mais

Eu, Oxum: documentário narra a experiência de filhas de santo em terreiro

Dirigido pelas sergipanas Héloa e Martha Sales, curta acompanha o cotidiano do Ilê Axé Omin Mafé, em SE Por Norma Odara, do Brasil de Fato Héloa, que assina a direção do curta, também participa narrando sua história com a religião africana, o Candomblé e o amor por Oxum / Reprodução   O curta "Eu, Oxum", lançado de maneira independente em dezembro pelas sergipanas Héloa e Martha Sales, narra de maneira sensível o cotidiano de seis filhas de Oxum, orixá feminino cultuado na umbanda e no candomblé. Acompanhando o terreiro Ilê Axé Omin Mafé, na pequena cidade de Riachuelo (SE), as diretoras contam as histórias de inserção na religião, respeito às hierarquias, fé e os preconceitos sofridos pelas personagens. Héloa, que também participa do filme, falou ao Brasil de Fato sobre esta produção. Confira a entrevista. Brasil de Fato: Como surgiu a vontade de fazer este curta e abordar histórias de mulheres de Oxum? ...

Leia mais
Página 1 de 2 1 2

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist