sexta-feira, outubro 16, 2020

    Tag: drogas

    É de Lei acolhe: organizações participam de ação global da campanha “Acolha. Não Puna” 2019

    No dia 26 de junho, organizações do mundo todo realizam ações pela campanha "Support. Don't Punish", traduzida para o português como "Acolha. Não Puna". Com o objetivo de discutir a reforma da política de drogas e apoiar a redução de danos, o Centro de Convivência É de Lei fará parte da campanha global ao lado da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas - INNPD, da Plataforma Brasileira de Política de Drogas - PBPD, da qual o É de Lei faz parte, e da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas - RENFA. Do Facebook  Reprodução/Facebook O seminário "É de Lei acolhe" será realizado no próprio dia 26, quarta-feira, a partir das 14h e contará com uma ação de redução de danos na praça da Sé seguida de discussão aberta, na sede da associação - rua do Carmo, 56 - sobre as consequências da chamada guerra às ...

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    ‘Essa guerra não é nossa, mas nós morremos por conta dela’: os jovens de favelas que querem ter voz na política de drogas

    Jovens negros de favelas são as vítimas mais frequentes da guerra às drogas no Rio de Janeiro, segundo estatísticas. Um grupo quer, agora, inverter essa narrativa e assumir protagonismo no debate para buscar um fim a uma política que, na visão deles, mata, prende e viola direitos - sobretudo dos próprios moradores de favelas. no BBC Com o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, espraiando-se ao fundo, Sabrina Martina, de 19 anos, a MC Martina, olha para a câmera para transmitir o recado do Movimentos, no que apresenta o coletivo. "A guerra contra as drogas significa escolas fechadas, mudança de rotina, preocupação com a nossa família. Em nome dessa guerra, o Estado justifica uma série de violações de direitos contra nós, jovens moradores de favelas. Essa guerra não é nossa", diz a moradora do Alemão. "Mas somos nós que morremos por conta dela." O Movimentos é um grupo ...

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    Dos traficados com drogas aos traficantes de drogas: Racismo e Proibicionismo no Brasil

    Segundo o historiador Henrique Carneiro no artigo “As drogas: Objeto da Nova História”, a nova história se caracterizou por trabalhar com novas fontes e objetos em pesquisa histórica, como também por ter uma nova leitura de velhas fontes. Por Henrique Oliveira  para o Portal Geledés As fontes médico – farmacêuticas do período colonial puderam demonstrar além de uma prática terapêutica, uma moral reguladora do uso de drogas. As obras dos meados do século XVI representaram o ressurgimento de uma farmacologia que incorporava ao conhecimento ocidental diversas plantas orientais e americanas, afrontando as concepções medievais sobre o uso de analgésicos e alucinógenos, como Ópio e Cannabis. As navegações comerciais transatlânticas resultaram na inserção da bebida alcoólica na vida dos povos da América, África e Ásia, juntamente com a expansão do tabaco, do cacau americano, café africano, chá asiático e das especiarias indianas. Na passagem do século XV para o século XVI o ...

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    Marcha da Maconha: o ato de desobediência civil mais periférico do país

    Esse texto está um pouco atrasado. por Juliana Paula, integrante da Craco Resiste e do Coletivo DAR Peço perdão pelo vacilo, mas é que muitas vezes é tão difícil escrever sobre o que realmente acreditamos e amamos que é preciso esperar. Ano passado, nessa mesma época, escrevi um texto sobre a Marcha da Maconha de São Paulo pra dizer que eu tinha certeza que essa marcha poderia ser mais preta e mais periférica do que tava sendo. E que ela tinha muito potencial pra isso. Disseram que tinha gente preta pra caramba, rolou uma pesquisa que deu uns 35% desse público na marcha de 2016, que teve pelo menos 30 mil pessoas marchando (prefiro os 42 mil, por motivos óbvios). Achei um número expressivo sim, principalmente se tratando de um ato político que foi historicamente organizado pela esquerda de maioria branca e de classe média, esses roles que a perifa não cola fácil, não fica ...

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    Curso apresenta formação sobre política de drogas

    Encontro ocorre em meio aos ataques na região da Cracolândia, em São Paulo. Temas abordados discutem a guerra às drogas como a principal justificativa política para o genocídio negro Por Pedro Borges para o Portal Geledés O seminário “Política de Drogas e Racismo” acontece entre os dias 26 de junho e 1 de julho, na Aparelha Luzia, Rua Apa 78, Centro. Organizado pela Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas (INNPD), o encontro visa discutir os múltiplos impactos da chamada guerra às drogas para as comunidades pobres e negras no Brasil. O evento é o primeiro no país a articular a temática da política de drogas, sistema de justiça, saúde, segurança pública, comunicação, com a centralidade no racismo. Para os diálogos, são convidados profissionais da mídia, pesquisadores, ativistas e pessoas com a trajetória atravessada pela guerra às drogas. Essa política foi adotada primeiro pelos EUA em 1971, pelo seu presidente, ...

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    Tratamento obrigatório para viciados em crack é ação ‘ridícula’, diz neurocientista americano

    Internar usuários de drogas à força, como a gestão João Doria (PSDB) solicitou à Justiça, é uma ação "ridícula" que não resolverá o problema da cracolândia em São Paulo, avalia o neurocientista Carl Hart, professor titular da Universidade de Columbia, em Nova York (EUA). Por Thiago Guimarães, da BBC Área da cracolândia paulistana durante e após megaoperação nesta semana; governo municipal e estadual dizem que ação será acompanhada por medidas em saúde e assistência Para Hart, que estuda drogas há mais de 20 anos, é preciso descobrir quem de fato é viciado entre frequentadores desses espaços e, depois, desenvolver tratamentos individuais para os dependentes químicos. "Embora usem crack, muitas pessoas não são viciadas e têm outros problemas: psiquiátricos, relacionados à pobreza. Precisamos descobrir exatamente o problema de cada pessoa, e isso demandaria grande comprometimento e mais inteligência na abordagem", afirmou Hart à BBC Brasil. Procurada pela reportagem, a Prefeitura de São ...

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    Nova Política de Drogas com Nathália Oliveira

    “Justificando Entrevista” começa neste 2017 com o debate mais importante na política criminal atual: o encarceramento em massa de negros e negras e a dita “guerra às drogas”. Do Justificando  Para falar sobre o tema, o programa recebeu Nathália Oliveira, socióloga e coordenadora da Iniciativa Negra por Uma Nova Política sobre Drogas (INNPD). Nathália tem sido muito representativa no debate sobre uma mudança na política de drogas atual, justamente por priorizar alguns pontos necessários dado o processo histórico de racismo. Na entrevista, Nathália aborda como é necessária uma visão racial na questão para além da pobreza, bem como analisa a narrativa geral da mídia que retrata um corpo negro ou preso como desfecho bom para um caso envolvendo drogas. Além disso, fala sobre como a descriminalização do porte de drogas para consumo será insuficiente para se mostrar uma efetiva mudança no quadro atual.

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    Exigência de abstinência não soluciona problemas de “cracolândias”, diz relatório

    Documento da OSF recomenda políticas públicas que fortaleçam a interseção de áreas e apostem, por exemplo, em moradia Por Rute Pina, do Brasil de Fato  Apresentação do relatório da Open Society Foundations (OSF), lançado nesta terça-feira (31), em São Paulo (SP) / Pedro Borges/INNPD Abordagens repressivas e a indução à abstinência como um pré-requisito de participação são os principais erros cometidos na elaboração de políticas públicas para usuários de drogas em situação de rua. A conclusão é do relatório Crack: Reduzir Danos produzido pela Open Society Foundations (OSF), lançado nesta terça-feira (31), em São Paulo (SP). A organização sem fins-lucrativos listou três importantes iniciativas brasileiras para tratamento dos usuários, que tiveram foco em uma agenda positiva, em diferentes períodos de 2015. O relatório apresenta as ações do programa Aproximação, realizado pela ONG Redes da Maré, no Rio de Janeiro, Programa de Braços Abertos, da Prefeitura de São Paulo, e do ATITUDE, do ...

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    Quem são os policiais que querem a legalização das drogas e o fim da violência na corporação

    Três adolescentes apanham de uma fila de policiais militares. É Carnaval em João Pessoa, e os jovens invadiram um orfanato para roubar uma televisão e uma bicicleta. "Onde está a arma?", perguntam os policiais. Entre uma pancada e outra, dois cadetes que acompanhavam a operação saem da sala. Por Ingrid Fagundez, da BBC A cena, que teria acontecido em 2006, foi descrita à BBC Brasil por um dos cadetes que reprovaram a abordagem - a Secretaria de Segurança da Paraíba não se pronunciou até a publicação desta reportagem. Dez anos depois e agora capitão da PM, Fábio França diz que ainda rejeita a violência na instituição. Ele faz parte de um grupo de policiais civis e militares que se autodeclaram antifascistas e criticam a política de segurança pública adotada no Brasil. Espalhados pelo país, seus integrantes - grande parte deles acadêmicos ou com pós-graduação - querem o fim da militarização e ...

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    Dez anos da Lei de Drogas: narrativas brancas, mortes negras

    De onde vem a atual Lei de Drogas por Nathália Oliveira via Guest Post para o Portal Geledés Publicado originalmente no Ibccrim Hoje, no Brasil, a Lei de Drogas em vigor, de n.º 11.343/2006,(1) surge a partir de dois Projetos de Lei: o Projeto de Lei do Senado 115/2002(2) e o Projeto de Lei 6.108/2002,(3) tramitando como PL 7.134/2002.(4) Foi este PL que recebeu uma série de modificações de seu relator, Paulo Pimenta, deputado federal do PT-RS: Pimenta substituiu a proposta de um “Sistema Nacional Antidrogas” pelo “Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas”, assim como retirou a previsão de internação compulsória para pessoas usuárias de drogas. O deputado incluiu, ainda, a extinção da pena de prisão por uso de drogas, marcando uma diferenciação na lei sobre a inclusão na Justiça Criminal de “usuários” e “traficantes”. Essa diferenciação resultou na despenalização do uso de drogas no Brasil. Mais do que uma mudança ...

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    “A guerra às drogas é um mecanismo de manutenção da hierarquia racial”

    Em visita ao Brasil, ativista norte-americana formada em Harvard diz que a política proibicionista teve sucesso ao criminalizar negros e pobres   por Débora Melo, do Carta Capital  A guerra às drogas é uma ferramenta da qual a sociedade contemporânea depende para manter negros e pobres oprimidos e marginalizados. Esta é a opinião da ativista do movimento negro norte-americano Deborah Small, formada em Direito e Políticas Públicas pela Universidade de Harvard. Em viagem pelo Brasil para uma série de palestras sobre política de drogas, racismo e encarceramento, Small desembarca nesta quarta-feira 27 em São Paulo, depois de passar por Rio de Janeiro, Salvador e Cachoeira, no Recôncavo Baiano. Em entrevista a CartaCapital, a ativista fez um paralelo entre as polícias do Brasil e dos EUA – onde tem crescido a tensão com a comunidade negra – e defendeu que o Brasil assuma uma posição de liderança no debate regional. “A única ...

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    Deborah Small: “A guerra às drogas facilita a criminalização de pobres e negros”

    Uma das mais importantes ativistas no movimento negro americano, Deborah Small é formada em Direito e Políticas Públicas pela Universidade Harvard e atua em defesa dos direitos dos pobres e de presos. POR JULITA LEMGRUBER, do O Globo  Há cerca de dez anos, ela criou a organização Break the Chains, com a missão de conscientizar sobre os efeitos negativos da guerra às drogas sobre essa parcela da população. Deborah está no Brasil para uma série de palestras no Rio, São Paulo e Salvador. Nesta entrevista para O Globo, Deborah fala sobre política de drogas e avalia o trabalho do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam, em tradução livre) nos Estados Unidos, um país estremecido pela crescente violência entre policiais e cidadãos afro-descendentes. Ela diz que a guerra às drogas deve ser vista como um sucesso daqueles que a promovem, porque “facilita a criminalização de múltiplas gerações de pessoas pobres ...

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    A guerra às drogas: sucesso de crítica e público. (Parte I)

    Entre nós, não são as drogas que matam. E sim, o racismo: estruturante das relações políticas, econômicas, culturais, religiosas, sociais. Olhando sob esse aspecto, e as audiências sobre nossos corpos tombados todos os dias, a guerra às drogas está de parabéns: é um enorme sucesso de crítica e público Enviado por  Dudu Ribeiro via Guest Post para o Portal Geledés Quais os maiores problemas no Brasil relacionados à atual política de repressão à produção, comércio e uso de algumas substâncias tornadas ilícitas? Tal política, orientada a partir de tratados internacionais assinados pela imensa maioria dos países e que mantém o foco na repressão dessa cadeia, pode ser considerada um fracasso se resgatarmos os reais motivos da proibição e os seus efeitos ao longo das últimas décadas? O consumo de substâncias capazes de alterar o estado de consciência sempre esteve presente na humanidade. O termo drogas teria variado do holandês antigo droghe ...

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    Em Salvador, “negros parecem estar nas mãos de pessoas brancas”, diz Carl Hart

    Neurocientista esteve em Salvador nesta semana em evento da Iniciativa Negra por Nova Polícia Sobre Drogas Por Diogo Costa e Thiago Freire, do Correio 24 Horas  Pesquisador das drogas há mais de 23 anos, o neurocientista Carl Hart, 48, esteve em Salvador na última semana para uma série de debates com a Iniciativa Negra por uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD). Nascido em Miami, cidade localizada no estado americano da Flórida, tornou-se professor da universidade de Colúmbia, em Nova York (EUA), onde desenvolveu grande parte das suas pesquisas sobre o tema. Longe do pensamento binário que relaciona a questão das drogas a saúde e segurança pública, Hart acredita existir um outro viés, que ele conta em entrevista concedida ao CORREIO durante a sua passagem por Salvador. Sobre a cidade, seu sentimento é ambíguo. Você estuda as drogas há mais de 23 anos. Como surgiu o interesse por estudá-las? O interesse era ...

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    “Brasil vive apartheid e culpam as drogas”, diz Carl Hart

    Primeiro neurocientista negro a se tornar professor titular da universidade de Columbia, em Nova York (EUA), autor do livro Um Preço Muito Alto: a jornada de um neurocientista que desafia nossa visão sobre as drogas, o pesquisador norte-americano Carl Hart, 48, deixa, nesta quinta-feira, 3, Salvador, após cumprir três dias de uma agenda de compromissos com a Iniciativa Negra por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) e o governo  estadual, por meio das secretarias da Justiça e Direitos Humanos e da Segurança Pública. Nessa entrevista exclusiva ao A TARDE, na segunda passagem pela capital baiana, Hart fala  sobre o trabalho que vem desenvolvendo em relação à política mundial antidrogas (na visão dele "uma política enganadora"). Por Franco Adailton, do A Tarde  Quais são suas principais ideias sobre a política de drogas  no mundo? É uma pergunta ampla. Escrevi um livro inteiro sobre isso. As políticas de drogas são diferentes a depender ...

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    O STF e a chacina de São Paulo

    O Supremo Tribunal Federal dá início, hoje, ao julgamento da descriminalização do porte de drogas para uso próprio. Organizações contra e a favor da descriminalização - e sobre essa questão não há unanimidade sequer entre os próprios policiais - devem se manifestar. Por Mauro Santayana, do Jornal do Brasil  Será debatido o princípio de que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), não deveria ser configurado crime, por não gerar conduta lesiva a terceiros, e o de que a tipificação ofende princípios constitucionais, como o da intimidade e o da liberdade individual. Uma Nação - e um Judiciário - conivente com os grandes fabricantes de bebidas alcoólicas, que permite a veiculação de sua publicidade na televisão,  com apelos claramente voltados  para a juventude, não tem o direito moral de reprimir, de forma hipócrita e intransigente, usuários de drogas que frequentemente começam a se ...

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    “A política de drogas criou esse pesadelo em que hoje vivemos”

    Gilberta Acselrad diz ser preciso relembrar antigos costumes para quebrar tabus. “No passado, conviver com drogas não foi tão problemático. Elas são parte da experiência humana.” Por Sonia Racy Do Estadao Perguntas não faltaram. Entre 1990 e 2012, em escolas públicas e particulares do Rio de Janeiro, jovens de 14 a 17 anos não tiveram medo de falar sobre drogas. Foi neste período que Gilberta Acselrad, mestre em Educação e coordenadora de Saúde Pública e Direitos Humanos da Flacso-Brasil (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), reuniu 156 questões ouvidas de estudantes do ensino fundamental e médio para o livro Quem tem medo de falar sobre drogas? Saber mais para se proteger, recém-lançado pela Editora FGV. Convidada, a toda hora, a discutir o tema nas escolas, decidiu “subverter a prática usual da palestra centrada nas drogas proibidas por lei”, optando, segundo contou em entrevista por e-mail, “por acolher as perguntas dos adolescentes, estabelecendo ...

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    “O cidadão que consome drogas é um portador de direitos como todos os outros”

    Em entrevista aos Jornalistas Livres, o antropólogo Mauricio Fiore, coordenador científico da Plataforma Brasileira de Drogas defende que a atuação do Estado deixe de ser uma questão de segurança pública e passe a ser observada sob o ponto de vista da saúde e dos direitos humanos. Por Maria Carolina Trevisan para #JornalistasLivres A guerra às drogas é um modelo falido. A política de repressão ao uso e comércio fracassou: não houve redução na oferta e demanda de drogas ilícitas. Ao contrário, o que aconteceu foi o aumento da violência, o superencarceramento e mais corrupção, mistura que amplia a vulnerabilidade social de quem já se encontra em situação delicada. O Brasil é um dos países mais ativos na construção do "proibicionismo", políticas que criminalizam o consumidor, que têm viés punitivo, ligado à segurança pública e não aos direitos humanos. "Há uma tendência cada vez mais forte de questionamento, em nível global, ...

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    Escritor quer que Famosos Admitam uso de Drogas

    O escritor João Paulo Cuenca escreveu artigo sugerindo que nossa sociedade assuma seu consumo de drogas: "Quanto mais usuários saírem do armário, mais a sociedade terá que encarar o uso de drogas recreativas com normalidade – ou ao menos como um problema cuja solução passa longe do fuzil e da prisão". Para o autor: "a política de repressão falhou no mundo inteiro. (...) o custo social do combate armado às drogas é infinitamente superior ao custo de lidar com o uso regulamentado e legalizado dessas substâncias" Do Brasil247 O escritor João Paulo Cuenca, em sua coluna na Folha de S. Paulo, sugere que nossa sociedade deva abrir as portas do armário do consumo de drogas: "Imagine uma campanha que revele às senhorinhas eleitoras de Telhada ou Bolsonaro que seus ídolos, galãs e mocinhas das novelas, são maconheiros –e que tudo bem, levam suas vidas e decoram os textos normalmente. Ou o ...

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    Foto/Reprodução: Odemur Marangoni

    Alcoolismo Anônimo

    por Isabella Melo Lima via Guest Post para o Portal Geledés Há aqueles que estão presos e sabem disso; Mas também existem os que não tem consciência do vicio; Há aqueles que perdem tudo e aqueles que não tem o que perder; Tem os que se perdem por aqueles que estão perdidos... Há também os que sorriem com a própria desgraça; e existem os que lamentam por terem sido bem sucedidos... Há lágrimas de seus filhos e súbitos surtos de atenção; como ha desprezo e despreocupação por parte de todos; Mas também existem aqueles que desejam mudar, ou simplesmente voltar ao passado; Há de fato um passado que jamais retornará... Existe a expectativa de uns e a falta de entendimento dos outros sobre o porque ou pra que se prender ao vicio? Mas também existem aqueles que se sentem viciados aos mesmos hábitos; Existe a mágoa por trás de tudo isso; o desespero e ...

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