segunda-feira, junho 1, 2020

    Tag: Geledés Instituto da Mulher

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    Roda de conversa com Geledés

    Roda de conversa com Geledés Do Sesc Com integrantes do Geledés - Instituto da Mulher Negra. Duas rodas de conversa propostas e mediadas por Suelaine Carneiro e Maria Sylvia Oliveira. Dia 07/09 - Mulheres que Cuidam e Protegem Mulheres: a atividade trará as ações desenvolvidas no projeto Promotoras Legais Populares-PLPs, que capacita mulheres em direitos humanos das mulheres e em sobre as diversas violências que acometem as mulheres. Destacará o aplicativo Juntas - um app que auxilia mulheres em situação de violência e conecta mulheres à uma rede de confiança e de proteção. A atividade contará com a participação de uma PLP, que trará sua experiência no atendimento à mulheres vítimas de violências, além de orientação para utilização do app. Dia 21/09 - Feminismo Negro: a partir da atuação feminista e antirracista de Geledés Instituto da Mulher Negra, a atividade apresentará as ações realizadas em defesa dos direitos das mulheres e mulheres negras em ...

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    Mandata Quilombo de Erica Malunguinho visita Geledés Instituto da Mulher Negra

    "Nossa humanidade é inegociável". O firmamento da filósofa Sueli Carneiro é a síntese objetiva do projeto político desta Mandata Quilombo. Por Ligia Rosa e Sandra Silva via Instagram  Foto: Natália Carneiro/Geledés Isntituto da Mulher Negras  A história desta mulher é uma referência para nós. No contexto de sua militância absolutamente comprometida com os movimentos negros, Sueli criou, ao lado de mulheres incríveis como Solimar Carneiro e Sônia Nascimento, em 1988, o Instituto Geledés: uma organização de incidência social e política inspirada em Gèlède, tradicional sociedade africana das Nações Yorubá, regida pelo poder feminino. As fundadoras uniram-se a outras potências, como Erica Pereira, Maria Sylvia Aparecida, Nilza Iraci e Suelaine Carneiro, e vêm executando estratégias contra o racismo há mais de três décadas. Generosamente, essas griôs abriram as portas de sua casa para receber a Mandata na tarde da segunda-feira (26). Que honra ouvir Sueli Carneiro, e ...

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    Imagem Retirada do site Ceseep

    Ceseep e Geledés realizam o curso Violência, Gênero e Raça: resistências e caminho de superação

    A edição 2019 do Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero aborda a exclusão e as desigualdades que marcam a vida de muitas mulheres latino-americanas, agravadas pelo racismo, sexismo, preconceitos e intolerâncias.   Participantes do curso (Imagem Retirada do site Ceseep) A formação visa estimular a reflexão sobre as condições históricas que estruturam as desigualdades e hierarquias de gênero e raça, de forma a cada participante contribuir para a superação dos obstáculos para a conquista da igualdade, equidade e liberdade. Coordenado por Nilda Assis Candido do CESEEP e Maria Sylvia Oliveira e Suelaine Carneiro de Geledés, o curso teve início no dia 21 de janeiro e será finalizado em 3 de fevereiro. A acolhida às/aos participantes de várias regiões do Brasil e do Chile, foi realizada pela equipe de coordenação e a integração e comunicação nas línguas portuguesa e espanhola, pela Imã Dirce Pontes. ...

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    Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress

    Justiça racial: sociedade e Estado em prol da igualdade

    Por muito tempo, discriminação foi tema ignorado por Marcia Lima consultora de Geledés no Folha de São Paulo Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress Celebramos nesta terça-feira (20) os 323 anos da morte de Zumbi dos Palmares. Já existe no país uma tradição de promover, ao longo desta semana ou deste mês, reflexões sobre a questão racial. Precisaríamos muito mais do que isso para avançarmos neste debate. Mesmo assim, é importante, neste dia, registrarmos as conquistas, os entraves e, acima de tudo, ficarmos atentos em relação ao futuro. O cenário das desigualdades raciais no Brasil em suas amplas dimensões --acesso à educação, progressão escolar, emprego, rendimentos, violência racial, dentre outros-- tem sido alterado em razão de três aspectos fundamentais: denúncia, pesquisa e ação estatal. No campo da denúncia, as lutas contra a opressão racial ...

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    da esquerda para a direita: Maria Sylvia Aparecida de Oliveira, Suelaine Carneiro, Sueli Carneiro (Geledés – Instituto da Mulher Negra) e Marilia Schüller (KOINONIA)

    Mulheres Afrodescendentes e Protestantismo: uma abordagem brasileira

    Este ensaio Mulheres Afrodescendentes e Protestantismo: uma abordagem brasileira tem como objetivo destacar alguns elementos críticos da história e do contexto brasileiros quanto ao protestantismo de missão, escravidão e pós escravidão, imigração europeia e branqueamento do Brasil, racismo, mito da democracia racial, como base para a compreensão da participação e ação de mulheres Afrodescendentes no protestantismo brasileiro. O ensaio foi apresentado na oficina de mesmo título realizada como parte do programa de imersão 2018 para estudantes do Programa de Doutorado em Ministérios do Centro Teológico Interdenominacional de Atlanta, Geórgia, EUA. A oficina teve lugar na tarde do dia 13 de agosto de 2018, na Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo. This essay was prepared for the workshop entitled Women of African Descent and Protestantism, a Brazilian Approach for the 2018 Immersion Travel to São Paulo, Brazil, for Students of the Interdenominational Theological Centre, Doctor of Ministries ...

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    Organizações lançam campanha pela revogação da PEC do fim do mundo

    Ação é baseada em relatório que investiga consequências da medida, cuja promulgação completa um ano nesta sexta-feira Por Júlia Dolce, do Brasil de Fato Manifestação na Avenida Paulista contra a PEC do Fim do Mundo, atual Emenda Constitucional 95 / Reprodução Entidades da sociedade civil participarão de audiência pública na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira para lançar uma campanha pela revogação da Emenda Constitucional (PEC) 95. A medida é conhecida como "PEC do fim do mundo" por congelar por 20 anos os investimentos em políticas públicas. Sua promulgação pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB) vai completar um ano na sexta-feira (15). De acordo Ismael Cesar, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a central sindical entrará na campanha porque entende que a manutenção da emenda representa um "desastre" para os trabalhadores porque traz "menos recursos para a saúde, educação, seguridade social". Ele complementa que "a classe trabalhadora, que já está em uma situação ...

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    Projetos em andamento no Geledés ano 2014

    Geledés – Instituto da Mulher Negra foi criado em 30 de abril de 1988. O Geledés é uma organização da sociedade civil que se posiciona em defesa de mulheres e negros por entender que esses dois segmentos sociais padecem de desvantagens e discriminações no acesso às oportunidades sociais em função do racismo e do sexismo vigentes na sociedade brasileira. Posiciona-se também contra todas as demais formas de discriminação que limitam a realização da plena cidadania, tais como: a homofobia, a lesbofobia, os preconceitos regionais, de credo, opinião e de classe social. Dessa perspectiva, as áreas de atuação prioritárias da ação política e social de Geledés são a questão racial, as questões de gênero, as implicações desses temas com os direitos humanos, a educação, a saúde, a comunicação, o mercado de trabalho, a pesquisa e as políticas públicas. Apoio institucional: Ford Foundation Ações do Programa de Educação Em processo de finalização a ...

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    Solimar Carneiro atuou durante 16 anos como Secretária Executiva de empresas e órgão municipal em São Paulo Membro fundadora de Geledés – Instituto da Mulher Negra

    Sempre chorei por Michael Jackson

    por: Solimar Carneiro - Chorei quando estava apaixonada por ele: eu tinha 13 e ele 11, talvez... não sei e não importa. Chorei no dia 25 de junho, quando ele se foi. O que importa é que a minha primeira paixão foi Michael Jackson... Como a maioria de seus fãs, não acredito que ele se foi. A nossa diferença é de dois anos... Vou fazer 53... O tempo passa... Chorei pela foto (histórica para mim) que pela primeira vez vi 5 pretinhos numa capa de revista. Não lembro qual era a revista e o que isso representava. Sabia, no meu íntimo que aquele menino me atraía. Não via o conjunto, só via aquele menino, tão próximo de mim, sem ver imagens, apenas fotos e que ele seria importante na minha vida. Jackson 5 Consegui ver vídeos de Michael (desculpe-me a intimidade) muito tempo depois, mas isso não ...

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    hc1

    Hamilton Cardoso

    Hamilton Cardoso (1953-1999) Sensibilidade, inteligência e solidariedade na luta contra o racismo  No dia 25 de Abril de 2004 a"Folha de S. Paulo" publicou uma foto com articuladores das "Diretas Já". Hamilton está lá, no movimento pelas Diretas Já, em 1984. 20 anos depois era um dos ausentes, entre aqueles que voltaram para a foto atualizada, revivendo duas décadas de avanço da democracia. Certamente, se aqui estivesse faria um balanço para dizer que, além das formalidades e de obtermos alguma representação e visibilidade, como coletivo pouco caminhamos. Apoiaria os programas de cotas, mas certamente diria que são insuficientes. Hamilton Bernardes Cardoso nasceu em Catanduva, em 10 de julho de 1953. Filho de Onofre Cardoso, músico, e de Deolinda Bernardes Cardoso, responsável pela estruturação da família e educação dos filhos. Segundo filho de quatro irmãos, cresceu em São Paulo e tinha muito orgulho de ter estudado no Colégio Caetano de Campos. ...

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    amnb

    Parcerias

    As parcerias de Geledés com outras organizações Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) - foi fundada em setembro de 2002, sendo atualmente constituída por 27 entidades de todas as regiões do Brasil. AMNB foi criada com o objetivo inicial de contribuir para o protagonismo das mulheres negras durante o processo de realização da III Conferência Mundial Contra o Racismo, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas (CMR), na África do Sul, em 2002. Na revisão de seus objetivos empreendida no período após a III CMR, as integrantes da AMNB redefiniram seu caminho de atuação, assumindo a tarefa de advocacy no terreno das políticas públicas nacionais, de modo a introduzir a perspectiva da igualdade racial e de gênero nos diferentes programas de ação governamentais, nos diferentes níveis da administração pública. Tem pautado sua atuação na elaboração de novos conceitos de desenvolvimento e de desenvolvimento econômico, na perspectiva de um modelo de desenvolvimento inclusivo, ...

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