quarta-feira, julho 8, 2020

    Tag: Ipea

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    Uso do tempo e as desigualdades de gênero são tema de seminário no Ipea

    Durante toda a próxima quarta-feira, 18, evento reunirá especialistas e estudiosos do tema na sede do Ipea, em Brasília Do Ipea De que forma o modo como as pessoas gastam as horas e os minutos e horas dos seus dias se relaciona com a desigualdade de gênero? Buscando compreender quais as nuances e os aspectos dessa correlação, o Ipea, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) promove, na quarta-feira, 18, a partir das 9h, o seminário Uso do Tempo e Gênero. O evento será na sede do Ipea, em Brasília (SBS, Qd. 1, bloco J, Ed. BNDES/Ipea, auditório Divonzir Gusso), e contará com três mesas de discussão. A primeira mesa debaterá os marcos internacionais de medição e valoração do trabalho não remunerado, a desigualdade na América Latina e o uso do ...

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    Mais armas, mais mortes

    Dois importantes estudos sobre violência letal alertam para a necessidade de desarmamento, mudança no modelo de intervenção policial e implementação de políticas voltadas à preservação da vida, especialmente de jovens negros. Eles continuam sendo 71% das vítimas Por Maria Carolina Trevisan, do Brasileiros Com uma forte indústria de armamento, o Brasil figura entre as potências mundiais na produção e comercialização de armas de fogo. É, também, o quarto maior exportador de armas leves do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, a Itália e a Alemanha, de acordo com a pesquisa Small Arms Survey. A atividade rendeu, em 2012, US$ 374 milhões a esse setor industrial brasileiro, superando a Federação Russa e a China.  Quanto mais armas circulando, mais mortes. O principal foco dessa violência letal continua sendo jovens, negros, com baixa escolaridade e moradores das periferias das grandes cidades – todas essas características sobrepostas. E o Brasil segue ignorando essa ...

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    SAO PAULO 10-02-2014 ECONOMIA NEGOCIOS The clothes and hairstyles are also more contemporary. PHOTO Getty Images

    Mulher trabalha 5,4 anos a mais do que homem, diz estudo do Ipea

    A mulher trabalha 5,4 anos a mais do que o homem ao longo de cerca de 30 anos de vida laboral, segundo simulação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); trabalho extra é resultado dos afazeres domésticos; cálculo foi feito a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, do IBGE; de acordo com o Ipea, nesse período de aproximadamente 30 anos, as mulheres somam, em média, 22,4 anos de contribuição para a Previdência Social; um total de 44,4% das mulheres às quais foram concedidas aposentadorias em 2014 atingiram até 20 anos de contribuição No Brasil 247 A mulher trabalha 5,4 anos a mais do que o homem ao longo de cerca de 30 anos de vida laboral, segundo simulação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O trabalho extra é resultado dos afazeres domésticos. O cálculo foi feito a partir de ...

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    Ipea seleciona, até 27 de abril, bolsista para pesquisa no projeto Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça

    Profissional deverá ter mestrado na área de Ciências Sociais ou Ciências Humanas, experiência com indicadores sociais e com as temáticas de gênero e raça Do ONU Mulheres  O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) está com seleção aberta para concessão de uma bolsa pesquisa no projeto “Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça”. As pessoas interessadas devem ter mestrado na área de Ciências Sociais ou Ciências Humanas, experiência com indicadores sociais e com as temáticas de gênero e raça. As candidaturas poderão ser apresentadas até as 23h59 de 27 de abril de 2015. O Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça tem por objetivo disponibilizar informações sobre a situação de mulheres, homens, negros e brancos no Brasil com base na análise de indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE. O projeto se iniciou em 2004 como resultado da parceria entre Ipea, ONU Mulheres, SPM (Secretaria de Políticas ...

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    Ipea terá guinada progressista com futuro presidente

    Sociólogo Jessé de Souza vê desigualdade social como problema mais grave que corrupção e tem visão ácida sobre classe média por André Barrocal, do Carta Capital  O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada terá um novo presidente. Ligado ao Palácio do Planalto, o Ipea será comandado pelo sociólogo potiguar Jessé de Souza, professor da Universidade Federal Fluminense. À frente de um orçamento de 300 milhões de reais, ele estará em condições de ditar o rumo do principal think tank brasileiro. Terá o poder de influenciar a opinião pública com seus pontos de vista e com os estudos priorizados na instituição. Em tempos de furor anticorrupção e de ajuste fiscal, prenuncia-se uma chacoalhada no noticiário. Acadêmico de inclinação progressista, Souza tem posições polêmicas, como se pode constatar em algumas entrevistas concedidas no ano passado. Por exemplo: ele não acha que o principal mal do País seja a corrupção. “Claro que a corrupção ...

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    População envelhece e não há crescimento demográfico, alerta Ipea

    O envelhecimento da população brasileira segue em ritmo acelerado, mas a preocupação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é que esse envelhecimento ocorre conjuntamente com a redução do crescimento populacional. Esse é um dos principais temas abordados no livro lançado hoje (18) pelo Ipea Novo Regime Demográfico: Uma Nova Relação entre População e Desenvolvimento Econômico, que inclui 21 artigos de 25 pesquisadores do órgão, vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Por: Alana Gandra, no, Agência Brasil “Por um lado, cresce o segmento idoso, que vai demandar Previdência, outros cuidados, gastos de saúde,  e do outro lado, diminui a população trabalhadora, que é a  que contribui para pagar esses custos. Então, você tem uma balança desequilibrada”, avaliou em entrevista à Agência Brasil,  a técnica de Planejamento e Pesquisa  do Ipea, Ana Amélia Camarano. A questão está sendo discutida internamente no instituto. Ana Amélia disse que a sociedade vai ...

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    Servidores do Ipea protestam contra show de mulatas em congresso acadêmico

    Manifesto relaciona imagens ao turismo sexual e à violência contra a mulher por Fernando Rodrigues em seu Blog Sexismo “está no olhar de quem vê”, reage Marcelo Neri, ex-presidente do órgão Imagens de mulatas de uma escola de samba interagindo com professores estrangeiros em um congresso organizado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) provocaram incômodo entre os funcionários do órgão, vinculado ao governo federal. Cinco servidores divulgaram uma carta aberta na última 3ª feira (30.set.2014) em protesto contra a iniciativa de contratar a apresentação das mulatas, considerada por eles “racista” e “sexista”. O fato ocorreu no 6º Fórum Acadêmico dos Brics, organizado pelo Ipea e a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), no Rio de Janeiro, em março deste ano. As fotos começaram a circular há poucos dias. Os servidores Natália de Oliveira Fontoura, Luana Simões Pinheiro, Antonio Teixeira Lima Júnior, Leila Posenato Garcia e Fernanda Lira Góes redigiram a carta e a ...

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    eunãomereço

    Mulheres: de vítimas a algozes, o que a mídia tem a ver com isso? – Por: Mariana Martins

    Integrantes do Intervozes se somam à mobilização #EuNãoMereçoSerEstuprada. Foto: Jacson Segundo/Intervozes Pesquisa do Ipea mostra naturalização da opressão de gênero e traz à tona violências sofridas em nossos cotidianos. Uma situação que tem tudo a ver com a mídia. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgou, no dia 27 de março, a pesquisa "Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS)", que revela o entendimento de brasileiros e brasileiras sobre a violência contra a mulher. De acordo com o estudo, 58% dos quase 4 mil entrevistados responderam que "se as mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros". Já 82% disseram que "em briga de marido e mulher não se mete a colher". A pesquisa comprovou questões latentes do dia a dia dos brasileiros e das brasileiras. Feita no meio do ano passado, não poderia ter sido divulgada em momento tão oportuno. Na semana passada, notícias alertaram para homens presos em ...

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    Comunicado-do-Trabalho-Domestico-2-1

    Comunicado do IPEA sobre trabalho doméstico

    Este texto dedica-se à análise das condições de vida e de trabalho de uma importante parcela das mulheres brasileiras ocupadas: as trabalhadoras domésticas. Apesar de constituir uma realidade para muitas mulheres desde a época colonial, o trabalho doméstico remunerado somente foi reconhecido como profissão em 1972, com a promulgação da Lei 5.859. De acordo com esta legislação, o trabalho doméstico passa a ser definido como aquele “realizado por pessoa maior de 16 anos que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não-lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas” 2. Isso significa, portanto, que até a década de 1970, as trabalhadoras domésticas eram desconsideradas como grupo produtor de um trabalho e objeto de direitos trabalhistas e sociais. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), instituída em 1943, ignorou a existência desta ocupação profissional que, já naquele momento, empregava um grande contingente de brasileiras, responsáveis pelas tarefas de cuidados com casas e famílias de seus/suas patrões/patroas. Este tratamento desigual ...

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    vestibular 2007 181

    Jovens estudam cada vez mais e retardam entrada no trabalho, diz Ipea

    Brasileiros entre 15 e 29 anos representam 26,2% da população. Dados mostram que acesso ao ensino superior ainda é restrito. Fonte: G1     Os jovens têm cada vez mais anos de estudo e retardam a entrada no mercado de trabalho, de acordo com análise feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A análise se baseia na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2008, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Ipea considera como jovens a população entre 15 e 29 grupos - 49,7 milhões de pessoas, ou 26,2% da população total -, sendo que há três subgrupos: jovem adolescente (15 a 17 anos), jovem jovem (18 a 24 anos) e jovem adulto (25 a 29 anos). De acordo com os dados, entre os jovens adultos, a pesquisa mostra que o grupo tem 9,2 anos de estudo, o que representa 3,2 anos a mais do ...

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    mulher_e_trabalho

    SPM, Ipea, IBGE e OIT divulgam estudo sobre os impactos da crise econômica na vida das mulheres

    Segundo a análise, de setembro de 2008 a abril de 2009, o mercado passou por um processo de feminização Foi divulgado, hoje (02/07), o Boletim Mulher e Trabalho: A crise econômica internacional e os (possíveis) impactos sobre a vida das mulheres. O estudo é uma parceria entre a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) - no âmbito do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero. Seu objetivo é identificar e monitorar os impactos da crise econômica sobre homens e mulheres a partir da análise dos indicadores de mercado de trabalho no período de setembro de 2008 a abril de 2009. As principais conclusões apontam para uma interrupção da feminização do mercado de trabalho no Brasil metropolitano. Há redução nos postos ocupados (queda de 3,1% no nível de ...

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