segunda-feira, abril 19, 2021

Tag: jornalismo

Webinar debate violência de gênero e segurança de mulheres jornalistas

Resolução aprovada pela ONU para promover a segurança de jornalistas têm gerado algum impacto positivo sobre a integridade das mulheres na profissão Do Portal Comunique-se  Imagem: Divulgação Um webinar sobre segurança de jornalistas mulheres será oferecido em 18 de dezembro de 2017 pelo Global Forum for Media Development (GFMD) em parceria com a International Women’s Media Foundation (IWMF) e a Associação Mundial de Jornais (WAN-INFRA). A atividade acontecerá às 12h do horário de Brasília. O webinar terá um debate sobre temas como assédio, intimidação, ameaças e violência contra jornalistas mulheres, bem como os efeitos que a progressiva descrença nos meios de comunicação tem tido sobre o trabalho das repórteres. A discussão também deve abordar se medidas como a publicação de um relatório da IWMF sobre violência de gênero na imprensa e a resolução aprovada pela ONU em setembro deste ano para promover a segurança de jornalistas têm gerado algum impacto positivo sobre a integridade ...

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Pesquisa traz retrato do machismo no jornalismo brasileiro

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo divulga pesquisa feita pela Gênero e Número e pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). O trabalho consultou mais de 500 mulheres jornalistas - 86,4% afirmaram ter passado por situação de discriminação de gênero e 70,2% presenciaram ou tomaram conhecimento de assédio. Do Vermelho Pesquisa realizada pela Gênero e Número e pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) com mais de 500 jornalistas brasileiras mapeou como o machismo afeta estas profissionais em seu ambiente de trabalho. Os resultados apontam para a presença de atitudes sexistas em redações em todo o país, que vão desde a distribuição de pautas com base em estereótipos de gênero até o assédio sexual perpetrado por colegas e superiores, sem uma resposta adequada das empresas para estes problemas. A pesquisa “Mulheres no Jornalismo Brasileiro” promoveu grupos focais em quatro capitais – Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e São ...

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Fundo Brasil vai doar R$ 680 mil para projetos de Jornalismo Investigativo

Edital para seleção de iniciativas será lançado no dia 29 de junho, no 12º Congresso da Abraji Por  CRISTINA CAMARGO , do Fundo Brasil  O Fundo Brasil lança no próximo dia 29, durante a abertura do 12º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji, o edital “Jornalismo Investigativo e Direitos Humanos”. O objetivo é apoiar organizações da sociedade civil e/ou indivíduos que apresentem propostas cujo foco seja a violência institucional e a discriminação. A iniciativa visa estimular a produção de jornalismo investigativo de alta qualidade, com reportagens que contem histórias relevantes e que contribuam para melhorar a compreensão da sociedade sobre violações de direitos humanos. O edital é realizado por meio de uma parceria com a Fundação Ford, a Fundação Open Society e a Clua (Climate and Land Use Alliance). Para o Fundo Brasil e seus parceiros no edital, o jornalismo investigativo é capaz de estimular mudanças no país e promover os ...

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Oxfam e FNPI lançam bolsa de jornalismo sobre desigualdade

Bolsa de US$ 5 mil está com inscrições abertas até 26 de abril para jornalistas da América Latina e da Espanha Do Oxfam Imagem: Reprodução/ Oxfam A Oxfam e a Fundação Gabriel García Marques para o Novo Jornalismo Iberoamericano (FNPI) uniram esforços para lançar uma bolsa de produção jornalística sobre temas de desigualdade na América Latina e na Espanha. Em sua primeira edição, a Bolsa Oxfam-FNPI terá como foco a desigualdade de gênero. As inscrições estão abertas até 26 de abril para jornalistas da região. A pessoa ganhadora receberá US$ 5 mil para financiar a produção de uma reportagem sobre desigualdade de gênero. O trabalho final será publicado por The New York Times em espanhol e contará com a assessoria do editor do, Eliezer Budasoff, em todo o processo. A pessoa vencedora será anunciada em julho e também será enviada ao Festival Gabriel García Márquez de Jornalismo ...

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As lições diárias de desjornalismo da imprensa brasileira

Na quarta-feira (15) centenas de milhares de brasileiros saíram às ruas no país todo contra a reforma da Previdência. A imprensa falou em greve dos transportes, greve de servidores públicos, distúrbio ao trânsito, caos nas cidades, ato de apoio a Lula, menos no que levou tanta gente a se mobilizar. Deu voz a todos que quiseram atacar o protesto e a ninguém que pudesse simplesmente explicar o seu sentido Por Gabriel Priolli, no Nocaute Estes dias têm sido particularmente pedagógicos sobre o funcionamento da imprensa brasileira, em sua fase de jornalismo de guerra.   Boas lições são oferecidas nos capítulos da seleção de pautas, angulação do noticiário, tratamento das fontes de informação e respeito à verdade dos fatos.   Desde que a direita e a esquerda dividiram as águas nos movimentos de rua, depois de uma breve confluência nas jornadas de 2013, a mídia corporativa cuidou de esclarecer ao país ...

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NEW YORK TIMES /EYEVINE

Filha de nigerianos é a primeira presidente negra do Jornal de Direito de Harvard

ImeIme Umana tem 24 anos e dirige agora o jornal de direito de Harvard com maior circulação no mundo. Da Rede Angola  NEW YORK TIMES /EYEVINE Pela primeira vez em 130 anos de história, o Harvard Law Review, jornal da Escola de Direito de Harvard, elegeu uma mulher negra como presidente. ImeIme Umana, de 24 anos, filha de imigrantes nigerianos, foi eleita a 29 de Janeiro, entre 12 candidatos, pelos 92 editores do Harvard Law Review, publicação integralmente feita por estudantes. O Harvard Law Review é publicado entre Novembro e Junho de cada ano e é, entre os jornais do tipo, o que maior circulação tem em todo o mundo. A presidência da publicação é vista como o topo do curso de Direito de Harvard e garante um passaporte para virtualmente qualquer posição no mercado de trabalho – metade dos juízes do Tribunal Supremos dos EUA ...

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Edital das bolsas de reportagem AzMina 2017

Quer fazer jornalismo feminista investigativo? As inscrições pro concurso vão de 6 a 10 de março! Do AZMINA Olá, amiga. Estamos muito felizes que você esteja interessada no nosso concurso de bolsas de reportagens. Esse é um projeto do qual temos muito orgulho, e aqui vamos te explicar tudo que você precisa saber sobre ele. Por favor, leia com carinho, ok? Talvez você tenha acompanhado a primeira edição do concurso, que rolou no ano passado. Essa seleção é parte de um projeto maior, que viabiliza, via crowdfunding, as grandes matérias investigativas da Revista AzMina – e, bem, o jornalismo investigativo é a nossa menina dos olhos. No ano passado, arrecadamos o suficiente para 9 bolsas, das quais 6 já foram publicadas e duas foram premiadas – uma delas, a vencedora do concurso do ano passado. Para esse ano, a aposta é maior: queremos tirar do papel do papel 12 pautas – ...

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PAUL BRADBURY VIA GETTY IMAGES

Escola de Jornalismo da Énois está com inscrições abertas

Jovens da periferia de São Paulo interessados em jornalismo e causas sociais têm até a sexta-feira, dia 3 de fevereiro, para participar do processo seletivo da Escola de Jornalismo da Énois. Do Catraca Livre  PAUL BRADBURY VIA GETTY IMAGES Divididos nos pilares educação, jornalismo e inteligência, o objetivo da agência escola é selecionar jovens entre 16 e 21 anos, estudantes ou que já tenham passado por escolas públicas, para integrar o time, investigando e produzindo conteúdo de qualidade. Ao final do processo, serão escolhidos os 10 estudantes mais esfomeados pelo jornalismo, que recebem bolsa-auxílio de R$ 500, uma formação de 10 meses com certificado e portfólio com os trabalhos realizados. Para se inscrever, clique aqui. Assista ao vídeo para saber tuuudo sobre o processo seletivo da Énois:

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Por um jornalismo não sexista

A Língua Portuguesa não é sexista. Seu mau uso, sim. Como ato-reflexo da sociedade, a linguagem é um dos espaços mais sutis, constantes e estáveis de legitimação de padrões e práticas de desigualdade e opressão. O sexismo é uma delas, que discrimina com base no sexo e perpetua o Patriarcado, sistema secular que centra no homem o papel de protagonista da ordem social, reduzindo e invisibilizando a identidade feminina e de grupos que sofrem camadas ainda mais cruéis de exclusão, por sua condição de classe e raça. no Think Olga É um processo de retroalimentação: o sujeito masculino domina os espaços da vida cotidiana – escola, religião, artes, política, família, urbanidade, mídia – e essa hegemonia se instala na linguagem que, ao ser usada como se natural fosse, reproduz, mantém e cimenta a desigualdade. Neste sentido, falar é fazer. Especialmente quando a linguagem sexista e discriminatória é usada pelos meios ...

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“Meninas dão de quatro”, diz jornal em manchete sobre vitória da seleção feminina

“Meninas dão de quatro”, esse era o título da matéria publicada pelo jornal amazonense Manaus Hoje, na segunda-feira, 12, que repercutiu de forma negativa nas redes sociais. O gancho usado pelo jornal recebeu críticas de muitos internautas no Twitter e no Facebook, que avaliaram a chamada como machista e desrespeitosa. no Comunique-se Manchete de jornal amazonense gera críticas nas redes sociais (Imagem: Divulgação) O texto que recebeu o título falava sobre a vitória da Seleção Brasileira feminina de futebol sobre a Rússia, durante o jogo na Arena da Amazônia, em Manaus. O time nacional fez quatro gols, garantindo a vaga na final do Torneio Internacional Feminino, que será decidido no domingo, 18, em jogo contra a Itália. Após receber as críticas, o jornal publicou retratação na mesma página, nesta terça-feira, 13. “Ao manchetar na página "Meninas dão de quatro", o MH saiu da linha editorial recomendável e deu uma pisada ...

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“A alma do jornal reside em sua simpatia pelos oprimidos”: como a máxima de Pulitzer pôde ser tão subvertida pela imprensa brasileira? Por Paulo Nogueira

Por Paulo Nogueira Do Diário do Centro do Mundo “Acima do conhecimento, acima das notícias, acima da inteligência, o coração e a alma do jornal residem em sua coragem, em sua integridade, sua humanidade, sua simpatia pelos oprimidos, sua independência, sua devoção ao bem estar público, sua ansiedade em servir à sociedade.” Estou lendo um perfil de Joseph Pulitzer e me detenho na frase acima. É uma reflexão que tem 150 anos de existência — e que, como tudo que é sábio, guarda uma atualidade completa, fresca, revigorante e inspiradora. É uma receita perene de bom jornalismo. E então me ocorre a fatal comparação. Os jornais brasileiros são a completa negação de Pulitzer. Simpatia pelos oprimidos? Esqueça. Devoção à causa pública? Esqueça. Ansiedade em servir à sociedade? Esqueça. Você inverte o enunciado pulitzeriano e encontra a mais perfeita definição do jornalismo nacional. As corporações jornalísticas servem apenas a si próprias e ...

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“O jornal será comandado por mulheres”, afirma Aline Midlej sobre estreia na Globo News

Desde pequena, o sonho de Aline Midlej era ser jornalista. Com o passar dos anos a profissional foi se aprimorando em um segmento que hoje a torna especialista no assunto: O público feminino.  Graças a uma série especial focada no Dia Internacional da Mulher, Midlej conquistou o prêmio Vladimir Herrzog, um dos mais importantes da categoria. Por Leandro Lel Lima Do Observatorio da Televisao Aline já viajou pelo continente africando pela TV Brasil, onde apresentou o programa “Revista Nova África”, e conseguiu entrevistar com exclusividade a primeira mulher africana a conquistar o Prêmio Nobel da Paz, Wangari Maathai. Na Record, foi produtora e repórter. Depois, migrou para a Band, onde se tornou âncora do Café com Jornal. Com as reformulações no noticiário, voltou a ser repórter especial do Jornal da Band. Agora, Aline estreia à frente do Edição das 10h, direto de São Paulo, pela Globo News. O jornal, antes apresentado por Raquel Novaes e Luciano ...

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Tráfico de drogas sob as lentes do jornalismo

As histórias do tráfico nem sempre são contadas. Jornalistas de peso, o brasileiro Caco Barcellos e o britânico Misha Glenny se reuniram na Tenda dos Autores e reviveram o processo de reportagem para livros seus que trataram do assunto. Respectivamente, Abusado: o dono do Morro Santa Marta e O Dono do Morro, biografia do traficante carioca Nem lançada na Flip. Sob o título “Os olhos da rua”, a mesa atravessou temas cruciais como política de combate às drogas, desigualdade social e desafios da prática jornalística nos dias de hoje. Do Flip “Eu estava no Rio quando o Nem foi preso, foi curioso. Eu vi como a metade da cidade o considerava um demônio e outra metade o considerava um herói, um Robin Hood”, lembrou Misha. Caco, por sua vez, contou das críticas que recebeu ao publicar a obra, entre elas a de dar voz a um bandido. “E eu perguntava: 'então, ...

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A cor da opinião: Negros não são nem 10% entre os colunistas dos principais jornais do país

Levantamento feito pelo Gemaa mostra que a Folha de S. Paulo, por exemplo, não possui nenhuma mulher negra como colunista. Em todos, homens e brancos são a maioria Por Beatriz Sanz, da Revista Fórum O Brasil é o país com a maior população negra fora da África. Essa diversidade, porém, não é representada em diversos segmentos da nossa sociedade. Nas universidades, os negros continuam lutando para ter acesso à educação através das cotas. O jornalismo da mídia tradicional também não tem se mostrado um lugar amigável para negros. É o que mostra um levantamento feito pelo Gemaa (Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ações Afirmativas) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A pesquisa traça o perfil dos colunistas dos três maiores jornais impressos do Brasil: O Globo, Folha de S. Pauloe Estadão. Nos três jornais existem mais colunistas homens que mulheres, sendo no O Globo, na Folha e e ...

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O racismo nosso de cada dia

Em 2012, ela ganhou o Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias Nascimento, pelo programa “Caminhos da Reportagem – Negros no Brasil: brilho e invisibilidade”. Mas isso foi só o começo, pois para Luciana Barreto a luta está longe de terminar. Por Carmen e Thaís Do Vem Divante “Todo reconhecimento é bem-vindo no sentido de dar visibilidade à nossa luta, por isso esse prêmio teve um sabor especial. Mas é evidente que temos que avançar. A preocupação com as denúncias contra o preconceito ainda está restrita aos meios de comunicação especializados e às redes sociais. A grande mídia precisa reconhecer o Brasil racista, precisa aceitar sua existência. Nada vai adiante sem esse processo de aceitação”, diz ela. Âncora do Repórter Brasil Tarde, que vai ao ar de segunda a sexta, ao meio-dia, na TV Brasil, Luciana conta como o jornalismo pode ajudar na luta contra a agressão aos negros. “O jornalismo pode muito. Nos últimos ...

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8 jornalistas negras que você precisa conhecer

Neste dia de luta da população negra brasileira, lembramos oito jornalistas, seis delas brasileiras e duas afro-americanas, que fizeram ou fazem história no Jornalismo, e que precisam ser conhecidas e acompanhadas. A representatividade da mulher negra no Jornalismo brasileiro ainda é pequena – 23% dos jornalistas são negros e negras, embora não haja um recorte de quantas negras atuam como profissionais de imprensa (Fonte: Federação Nacional dos Jornalistas/Universidade Federal de Santa Catarina, 2013). No que se refere às pautas, ainda falta um viés racial aprofundado, principalmente quando se tratam de mulheres negras, como já escrevemos aqui: http://on.fb.me/1l9Q1Xo Do Coletivo de Jornalistas Feministas Nísia Floresta Confira: LUCIANA BARRETO – Repórter e âncora do Repórter Brasil, na TV Brasil. Formada pela PUC-Rio, trabalhou em veículos como GNT, Futura, Band News e TV Bandeirantes. Ganhou o Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias do Nascimento em 2012 pelo programa “Caminhos da Reportagem – Negros no Brasil: ...

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New York Times diz que a Globo é a TV que ilude o Brasil

Um artigo publicado no jornal New York Times, e reproduzido por aqui no site UOL, é de causar constrangimento a todo brasileiro mais crítico. Nele, Vanessa Bárbara revela com contundente precisão o quanto a TV Globo historicamente interfere no cotidiano de um país que figura entre os de mais baixa qualificação de ensino do planeta. Lembrar que William Bonner comparou o telespectador médio de TV do país com Homer Simpson chega a ser obrigatório. Gigante da mídia cativa os telespectadores com novelas vazias e comentários ineptos no noticiário. Vanessa Barbara, no International New York Times, via Conexão Jornalismo No ano passado, a revista "The Economist" publicou um artigo sobre a Rede Globo, a maior emissora do Brasil. Ela relatou que "91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, a assistem todo dia: o tipo de audiência que, nos Estados Unidos, só se tem uma vez por ano, e ...

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Crônica de um jornalismo que regrediu ao Facebook

Incapaz de examinar e debater grandes temas nacionais, velha mídia compartilha comentário de rede social como furo de reportagem e busca curtidas ao invés de leitores Por Viegas Fernandes da Costa, no Outras Palavras Nestas últimas semanas venho tentando me afastar das redes sociais e, principalmente, do jornalismo mainstream brasileiro. Não se trata de uma tentativa de alienação, ou de proteção contra o mundo caótico que diuturnamente nos apresentam (afinal, este mundo sempre foi caótico), mas de tentar manter um mínimo de sobriedade reflexiva. Tenho comigo que o jornalismo mainstream brasileiro, em sua desesperada busca por consumidores, abdicou completamente da sua função de informar e promover o debate público para se submeter às vontades e crenças do consumidor. Ao invés de propor pautas e ousar abordagens diferentes para velhas questões, satisfaz-se em reproduzir o palatável, o questionável, reforçando mitos e preconceitos e instigando o ódio na sociedade. Sei, obviamente, que o ...

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Militante de rede… ô coisa chata

O paradoxo está aí. “Nunca antes na história desse país” tivemos e temos tantos canais de comunicação, plataformas de socialização e tecnologias para fomento de conhecimento. Ao mesmo tempo, é tão difícil o exercício do diálogo. Intriga e cansa cada vez mais o esforço para essa prática. Ou a tentativa de exercê-la. Por Leonardo Rodrigues Do Observatorio da Imprensa A composição, em que as vozes se alternam ou respondem, é cada vez mais deixada de lado. Predomina o modelo de imposição do que é tido como absoluto para os comunicadores de redes sociais, em detrimento do que possa ser contraditório. Aliás, o que se percebe nas redes é a relativização de qualquer coisa contrária a um post autoral. Há certa abstinência do ponderar e do uso do bom senso para discussões que não levam a conclusões. Quase sempre desembocam em depreciação do outro, e não necessariamente se restringindo aos argumentos divergentes. ...

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