segunda-feira, julho 6, 2020

    Tag: jornalismo

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    “A alma do jornal reside em sua simpatia pelos oprimidos”: como a máxima de Pulitzer pôde ser tão subvertida pela imprensa brasileira? Por Paulo Nogueira

    Por Paulo Nogueira Do Diário do Centro do Mundo “Acima do conhecimento, acima das notícias, acima da inteligência, o coração e a alma do jornal residem em sua coragem, em sua integridade, sua humanidade, sua simpatia pelos oprimidos, sua independência, sua devoção ao bem estar público, sua ansiedade em servir à sociedade.” Estou lendo um perfil de Joseph Pulitzer e me detenho na frase acima. É uma reflexão que tem 150 anos de existência — e que, como tudo que é sábio, guarda uma atualidade completa, fresca, revigorante e inspiradora. É uma receita perene de bom jornalismo. E então me ocorre a fatal comparação. Os jornais brasileiros são a completa negação de Pulitzer. Simpatia pelos oprimidos? Esqueça. Devoção à causa pública? Esqueça. Ansiedade em servir à sociedade? Esqueça. Você inverte o enunciado pulitzeriano e encontra a mais perfeita definição do jornalismo nacional. As corporações jornalísticas servem apenas a si próprias e ...

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    “O jornal será comandado por mulheres”, afirma Aline Midlej sobre estreia na Globo News

    Desde pequena, o sonho de Aline Midlej era ser jornalista. Com o passar dos anos a profissional foi se aprimorando em um segmento que hoje a torna especialista no assunto: O público feminino.  Graças a uma série especial focada no Dia Internacional da Mulher, Midlej conquistou o prêmio Vladimir Herrzog, um dos mais importantes da categoria. Por Leandro Lel Lima Do Observatorio da Televisao Aline já viajou pelo continente africando pela TV Brasil, onde apresentou o programa “Revista Nova África”, e conseguiu entrevistar com exclusividade a primeira mulher africana a conquistar o Prêmio Nobel da Paz, Wangari Maathai. Na Record, foi produtora e repórter. Depois, migrou para a Band, onde se tornou âncora do Café com Jornal. Com as reformulações no noticiário, voltou a ser repórter especial do Jornal da Band. Agora, Aline estreia à frente do Edição das 10h, direto de São Paulo, pela Globo News. O jornal, antes apresentado por Raquel Novaes e Luciano ...

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    Tráfico de drogas sob as lentes do jornalismo

    As histórias do tráfico nem sempre são contadas. Jornalistas de peso, o brasileiro Caco Barcellos e o britânico Misha Glenny se reuniram na Tenda dos Autores e reviveram o processo de reportagem para livros seus que trataram do assunto. Respectivamente, Abusado: o dono do Morro Santa Marta e O Dono do Morro, biografia do traficante carioca Nem lançada na Flip. Sob o título “Os olhos da rua”, a mesa atravessou temas cruciais como política de combate às drogas, desigualdade social e desafios da prática jornalística nos dias de hoje. Do Flip “Eu estava no Rio quando o Nem foi preso, foi curioso. Eu vi como a metade da cidade o considerava um demônio e outra metade o considerava um herói, um Robin Hood”, lembrou Misha. Caco, por sua vez, contou das críticas que recebeu ao publicar a obra, entre elas a de dar voz a um bandido. “E eu perguntava: 'então, ...

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    A cor da opinião: Negros não são nem 10% entre os colunistas dos principais jornais do país

    Levantamento feito pelo Gemaa mostra que a Folha de S. Paulo, por exemplo, não possui nenhuma mulher negra como colunista. Em todos, homens e brancos são a maioria Por Beatriz Sanz, da Revista Fórum O Brasil é o país com a maior população negra fora da África. Essa diversidade, porém, não é representada em diversos segmentos da nossa sociedade. Nas universidades, os negros continuam lutando para ter acesso à educação através das cotas. O jornalismo da mídia tradicional também não tem se mostrado um lugar amigável para negros. É o que mostra um levantamento feito pelo Gemaa (Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ações Afirmativas) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A pesquisa traça o perfil dos colunistas dos três maiores jornais impressos do Brasil: O Globo, Folha de S. Pauloe Estadão. Nos três jornais existem mais colunistas homens que mulheres, sendo no O Globo, na Folha e e ...

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    O racismo nosso de cada dia

    Em 2012, ela ganhou o Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias Nascimento, pelo programa “Caminhos da Reportagem – Negros no Brasil: brilho e invisibilidade”. Mas isso foi só o começo, pois para Luciana Barreto a luta está longe de terminar. Por Carmen e Thaís Do Vem Divante “Todo reconhecimento é bem-vindo no sentido de dar visibilidade à nossa luta, por isso esse prêmio teve um sabor especial. Mas é evidente que temos que avançar. A preocupação com as denúncias contra o preconceito ainda está restrita aos meios de comunicação especializados e às redes sociais. A grande mídia precisa reconhecer o Brasil racista, precisa aceitar sua existência. Nada vai adiante sem esse processo de aceitação”, diz ela. Âncora do Repórter Brasil Tarde, que vai ao ar de segunda a sexta, ao meio-dia, na TV Brasil, Luciana conta como o jornalismo pode ajudar na luta contra a agressão aos negros. “O jornalismo pode muito. Nos últimos ...

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    8 jornalistas negras que você precisa conhecer

    Neste dia de luta da população negra brasileira, lembramos oito jornalistas, seis delas brasileiras e duas afro-americanas, que fizeram ou fazem história no Jornalismo, e que precisam ser conhecidas e acompanhadas. A representatividade da mulher negra no Jornalismo brasileiro ainda é pequena – 23% dos jornalistas são negros e negras, embora não haja um recorte de quantas negras atuam como profissionais de imprensa (Fonte: Federação Nacional dos Jornalistas/Universidade Federal de Santa Catarina, 2013). No que se refere às pautas, ainda falta um viés racial aprofundado, principalmente quando se tratam de mulheres negras, como já escrevemos aqui: http://on.fb.me/1l9Q1Xo Do Coletivo de Jornalistas Feministas Nísia Floresta Confira: LUCIANA BARRETO – Repórter e âncora do Repórter Brasil, na TV Brasil. Formada pela PUC-Rio, trabalhou em veículos como GNT, Futura, Band News e TV Bandeirantes. Ganhou o Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias do Nascimento em 2012 pelo programa “Caminhos da Reportagem – Negros no Brasil: ...

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    New York Times diz que a Globo é a TV que ilude o Brasil

    Um artigo publicado no jornal New York Times, e reproduzido por aqui no site UOL, é de causar constrangimento a todo brasileiro mais crítico. Nele, Vanessa Bárbara revela com contundente precisão o quanto a TV Globo historicamente interfere no cotidiano de um país que figura entre os de mais baixa qualificação de ensino do planeta. Lembrar que William Bonner comparou o telespectador médio de TV do país com Homer Simpson chega a ser obrigatório. Gigante da mídia cativa os telespectadores com novelas vazias e comentários ineptos no noticiário. Vanessa Barbara, no International New York Times, via Conexão Jornalismo No ano passado, a revista "The Economist" publicou um artigo sobre a Rede Globo, a maior emissora do Brasil. Ela relatou que "91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, a assistem todo dia: o tipo de audiência que, nos Estados Unidos, só se tem uma vez por ano, e ...

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    Crônica de um jornalismo que regrediu ao Facebook

    Incapaz de examinar e debater grandes temas nacionais, velha mídia compartilha comentário de rede social como furo de reportagem e busca curtidas ao invés de leitores Por Viegas Fernandes da Costa, no Outras Palavras Nestas últimas semanas venho tentando me afastar das redes sociais e, principalmente, do jornalismo mainstream brasileiro. Não se trata de uma tentativa de alienação, ou de proteção contra o mundo caótico que diuturnamente nos apresentam (afinal, este mundo sempre foi caótico), mas de tentar manter um mínimo de sobriedade reflexiva. Tenho comigo que o jornalismo mainstream brasileiro, em sua desesperada busca por consumidores, abdicou completamente da sua função de informar e promover o debate público para se submeter às vontades e crenças do consumidor. Ao invés de propor pautas e ousar abordagens diferentes para velhas questões, satisfaz-se em reproduzir o palatável, o questionável, reforçando mitos e preconceitos e instigando o ódio na sociedade. Sei, obviamente, que o ...

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    Militante de rede… ô coisa chata

    O paradoxo está aí. “Nunca antes na história desse país” tivemos e temos tantos canais de comunicação, plataformas de socialização e tecnologias para fomento de conhecimento. Ao mesmo tempo, é tão difícil o exercício do diálogo. Intriga e cansa cada vez mais o esforço para essa prática. Ou a tentativa de exercê-la. Por Leonardo Rodrigues Do Observatorio da Imprensa A composição, em que as vozes se alternam ou respondem, é cada vez mais deixada de lado. Predomina o modelo de imposição do que é tido como absoluto para os comunicadores de redes sociais, em detrimento do que possa ser contraditório. Aliás, o que se percebe nas redes é a relativização de qualquer coisa contrária a um post autoral. Há certa abstinência do ponderar e do uso do bom senso para discussões que não levam a conclusões. Quase sempre desembocam em depreciação do outro, e não necessariamente se restringindo aos argumentos divergentes. ...

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    11 frases sobre o jornalismo brasileiro por Paulo Nogueira

    11 frases sobre o jornalismo brasileiro Por Paulo Nogueira Do DCM 1) O pior analfabeto é o que lê a Veja. 2) A Globo não resolve nem o problema da novela das 9 e acha que tem a fórmula para resolver o problema do país. 3) O surdo irremediável é o que ouve a Jovem Pan. 4) Não dá para confiar mais nem na exatidão do dia que aparece na Folha. 5) Fé obtusa é acreditar não nos pastores evangélicos, mas nos editores do Jornal Nacional. 6) Os barões da imprensa merecerão respeito no dia em que aprenderem a fazer uma legenda. 7) Numa redação, você tem inteira liberdade para dizer sim, sim ou mesmo sim. 8) Jornais e revistas exigem toda sorte de corte de gastos do governo, excetuada a publicidade que é colocada neles. 9) O mundo fica subitamente melhor quando você não abre um jornal. 10) Não há ...

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    Repórter que chutou refugiados sírios diz que não vai pedir desculpas

    Repórter húngara da "N1", rede de televisão de extrema-direita, chocou o mundo esta semana ao ser flagrada chutando refugiados sírios (incluindo crianças). Demitida da emissora, ela reconheceu os seus atos, mas não pediu desculpas Do Pragmatismo Politico A repórter húngara que chutou refugiados sírios e fez outros tropeçarem quando chegavam ao país desde a Sérvia reconheceu sua ação, mas não quis dar explicações e não pediu desculpas, informou nesta quarta-feira (9) a emissora em que trabalhava. Petra László, repórter da rede de televisão “N1”, de viés de extrema-direita, pôs o pé na frente de um homem que corria com seu filho nos braços fugindo de um controle policial em Röszke, após passar a noite ali em condições precárias. Em outras imagens ela é vista chutando vários refugiados, incluída uma menina. O canal privado húngaro “N1” demitiu a jornalista e afirmou que ela “reconheceu sua ação, embora não tenha ...

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    Pessoas más não são bons jornalistas

    Caso da jornalista que chutou e deu rasteira em refugiados é exemplo de que é impossível fazer bom jornalismo sem motivações éticas. Por  Paulo Goethe Do Diario de Pernambuco Vandeck Santiago (texto) O repórter que testemunhou 27 golpes e revoluções, que cobriu guerras, epidemias e crises de fome na África e América do Sul, que viu o despertar do islamismo e a derrocada da União Soviética, que era considerado por Gabriel García Márquez “um verdadeiro mestre” e que foi o mais célebre correspondente internacional do século 20, o que dizia ele sobre que tipo de gente deveria exercer o jornalismo? “Pessoas más não podem ser bons jornalistas”, afirmava Ryszard Kapuscinski, o repórter de quem estamos falando. “Só uma boa pessoa se esforça para compreender os outros, suas intenções, sua fé, seus interesses, suas dificuldades, suas tragédias”. Agora, peguemos este raciocínio de Kapuscinski, um polonês falecido em 2007, aos 75 anos, ...

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    A corajosa bordoada de uma jornalista da TV alemã no discurso de ódio da direita. Por Kiko Nogueira

    A âncora Anja Reschke brilhou, como se falava antigamente numa firma onde meu amigo Sérgio Rabino trabalhou durante 45 anos. Do DCM Num comentário no telejornal no qual trabalha, ela usou alguns minutos para criticar de maneira veemente a guerra verbal contra os refugiados na Alemanha. Sem levantar uma sobrancelha, sem erguer a voz — e me vem à mente o histrionismo ventríloquo de Marco Antonio Villa —, ela detona a xenofobia e a reação tímida a ela. Para além da questão dramática da imigração, porém, Anja enquadra os covardes que disseminam o discurso de ódio, bem como o argumento falacioso de que tudo é permitido porque são apenas palavras. Expressa sua preocupação com a maneira banal com que os xingamentos mais brutais são postados nas redes sociais. Segundo ela, esse tipo de pregação tem contribuído para o “aumento dos atos da extrema direita”, incluindo incêndios criminosos. “Até recentemente, esses comentaristas estavam escondidos atrás ...

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    Arte: Romulo Arruda

    Professores e intelectuais promovem boicote à revista Veja

    Em petição online, os profissionais pedem à comunidade acadêmica que evite dar entrevistas e não utilize o veículo como fonte de seus trabalhos. Segundo o documento, a ideia é não “conferir credibilidade intelectual a uma publicação que abandonou as práticas jornalísticas do contraditório e da investigação profunda e imparcial” Da Revista Fórum Arte: Romulo Arruda Professores e intelectuais divulgaram ontem (11) uma petição online para pedir à comunidade acadêmica que não dê entrevistas à revista Veja, assim como evite utilizar o veículo como fonte de seus trabalhos. Segundo o documento, a intenção é não “conferir credibilidade intelectual a uma publicação que abandonou as práticas jornalísticas do contraditório e da investigação profunda e imparcial”. Os profissionais que assinam o texto se comprometem a boicotar a revista, com base na baixa qualidade do conteúdo apresentado e nas formas questionáveis utilizadas pelos jornalistas para obter informações. Confira o manifesto abaixo. Para ...

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    É preciso dar um basta na corrupção no jornalismo

    A categoria de jornalista devia se mobilizar num movimento pela ética no jornalismo. Isso porque a corrupção no jornalismo ganhou proporções inimagináveis. É chegada a hora de dar um basta nisso! Por Laurez Cerqueira, no Limpinho e Cheiroso Grosseiramente, convencionou-se que corrupção é roubar dinheiro público. Estão restringindo o significado da palavra a isso. Mas é muito mais que isso. A denúncia falsa, a mentira, a deturpação, a adulteração, a manipulação, da informação, é um ato de corrupção, tão pernicioso quanto afanar dinheiro do povo. Se for uma imposição dos patrões das corporações de comunicação, que exploram as concessões de serviço público, aos profissionais, que sejam denunciados nas instâncias devidas, que o Estado dê respaldo aos profissionais para o exercício digno de suas funções. O que não pode continuar é a formação de impérios empresariais como as Organizações Globo, Grupo Abril, Folha, Estado, e outros, por exemplo, que fazem o que querem, ...

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    divulgação

    “De 555 colunistas da velha mídia, seis são negros. Por isso o racismo não interessa”, afirma escritora

    Não dá pra ter indignação seletiva, revoltar-se com o que aconteceu com a jornalista, mas calar-se quando é com o porteiro, com o menino da periferia da escritora Ana Maria Gonçalves, na Folha no DCM De 555 colunistas e blogueiros de 8 veículos de imprensa (Folha, “O Estado de S. Paulo”, “O Globo”, “Época”, “Veja”, G1, UOL, e R7), 6 são negros. Também por isso o debate sobre racismo ocorre longe da maioria da população a quem, no dia a dia, ele não afeta ou interessa. Quando um caso é destaque, como a suspensão da peça “A Mulher do Trem”, produzida pelo grupo os Fofos Encenam e acusada de reproduzir estereótipos racistas usando “blackface” –técnica de pintar o rosto de preto–, colunistas e comentaristas usam o pouco conhecimento e o muito espaço que possuem para chamar de ignorantes os militantes antirracismo. O “blackface” é discutido nos movimentos negros desde 1944, quando Abdias do ...

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    Gustavo de Lacerda (Foto: Imagem retirada do site ABI)

    Gustavo de Lacerda: o criador da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

    “o jornalismo, entre nós, não é uma profissão: ou é eito, ou é escada para galgar posições”.  (Gustavo de Lacerda) As transformações tecnológicas, que foram surgindo nas primeiras décadas do século 20, marcaram a transição de uma imprensa artesanal para uma imprensa de cunho empresarial.  Dentro da ótica capitalista, o jornalismo passou a ser visto como importante fonte de investimento. A valorização dos periódicos (jornais e revistas) está ligada à nova temporalidade de uma sociedade que adentrou o novo século, no qual o binômio, composto pelas palavras modernidade e progresso, era a tônica. O telégrafo, aliado a novas técnicas de impressão, possibilitou uma maior tiragem do jornal, mantendo a qualidade na produção. Havia uma demanda no mercado por informação, cada vez mais rápida, acerca dos fatos que ocorriam no Brasil e no mundo.  Tempos modernos... É neste contexto de transformações socioeconômicas, que despontará um jornalista mulato e pobre: Gustavo de Lacerda ...

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    As meninas do Piauí: a tragédia de um jornalismo justiceiro

    Uma cobertura sensacionalista para casos que envolvem adolescentes como agentes de violência funciona a favor da audiência sem limites e contra a compreensão da situação Por Maria Carolina Trevisan*, do Brasileiros A violência sofrida pelas meninas de Castelo do Piauí, a 199 quilômetros de Teresina, é uma atrocidade – e deve ser punida. Dar tratamento jornalístico para uma história como essa é delicado, especialmente porque as quatro vítimas e os quatro agentes das agressões são adolescentes (e um homem de 40 anos foi preso). Entra, nesse momento, uma particularidade que precisa ser considerada: a Constituição Brasileira prevê que os direitos fundamentais da criança e do adolescente têm prioridade absoluta. Esse direito tem que ser respeitado por todas as instâncias,  incluindo os meios de comunicação. Nesse sentido, o jornalismo é instituição central das democracias e tem responsabilidade sobre a promoção, proteção e garantia dos direitos humanos. “Art. 227 – É dever da ...

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    O Crioulo e a língua do Crioulo. Lorenzo Dow Turner no Brasil.

    Lorenzo Dow Turner, brilhante etnolinguísta é, tardiamente ‘descoberto” pela academia (e pela imprensa) do Brasil. Por Antonio José Do Espirito Santo, do Blog do  Spirito Santo  Parece coisa de crioulo doido, só que não. Passei boa parte do dia e a noite desta última sexta feira devorando informações sobreLorenzo Dow Turner, etnolinguísta norte americano, praticamente desconhecido no Brasil até recentemente, descoberto entre outros pelo acadêmico francês Xavier Vatin, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Li – lemos – uma matéria esclarecedora sobre isto dia desses, cuja fonte, o instituto de linguística IPOL, foi reproduzida por alguns blogs, entre os quais o Geledés, especializado em ativismo e cultura negra. Já havia tocado de leve na figura de Lorenzo Dow Turner , citando-o num post como um dos personagens do boom de estudos sobre os africanos no Brasil ocorrido em Salvador, Bahia no início da década de 1940, por injunção do Congresso Afro ...

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    Dos fatos incomentáveis à lista de Janot

    Não precisa ser analista político para perceber que político – e ponderado nas decisões tomadas – foi o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. Estava em suas mãos uma bomba relógio que poderia desarticular o cenário político estabelecido pelo próprio judiciário e pela imprensa brasileira. Sobre este cenário, não preciso reafirmar minha posição; os fatos são a pura representação das forças existentes que se repelem, do antagonismo, das ideologias contrárias e da guerra midiática que deflagra um mal aqui e acoberta outro ali. A presença de Antônio Anastasia (PSDB-MG) nesta lista e o rechaço das investigações sobre Aécio Neves e a famosa lista de Furnas é um rastilho tênue do envolvimento dos partidos de oposição nos escândalos de corrupção. Como eu disse, um rastilho tênue, apagado quase sempre pela mídia e, sobretudo pela própria justiça. por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés A justiça brasileira poderia se interessar sobre este esquema ...

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