segunda-feira, agosto 10, 2020

    Tag: macaco

    Foto:Maksim Bogodvid / RIA Nóvosti

    Naturalizado russo, goleiro brasileiro é alvo de ofensas racistas em Moscou

    O goleiro Guilherme Marinato, 31, foi alvo de ofensas racistas em jogo da Supercopa da Rússia, em Moscou, na última sexta-feira (14). Nascido no Brasil e naturalizado russo, o jogador defende atualmente o Lokomotiv,que perdeu por 2 a 1 para o Spartak Moscou na prorrogação, e ouviu os xingamentos da torcida rival. Foto:Maksim Bogodvid / RIA Nóvosti   Do Uol "Banana, banana. Por que diabos a seleção russa precisa de um macaco?", questionaram os torcedores do Spartak Guilherme vem sendo convocado regularmente para a equipe nacional do país e esteve na Copa das Confederações de 2017, que foi realizada na Rússia.   Os torcedores do Spartak não falaram o nome de Guilherme, mas o jogador é o único entre os que foram titulares do Lokomotiv que não nasceu na Rússia e defende a seleção do país. Guilherme começou a carreira no Atlético-PR, time que defendeu entre 2005 e 2007. ...

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    BaianaSystem é vítima de racismo na internet durante show: ‘Macacos’

    A banda BaianaSystem se apresentou nesta quinta, na programação do Réveillon de Salvador Fonte: Correio 24horas A BaianaSystem foi alvo de comentários racistas na internet na noite desta quinta-feira, 29, na programação do Réveillon de Salvador. Durante a transmissão do show da banda no canal da FitDance, no YouTube, vários usuários fizeram postagens preconceituosas ao grupo liderado por Russo Passapusso. "Macacos devem ser exterminados", escreveu o perfil White Power SP SP. Também pipocaram na transmissão insultos pelo fato de a banda ser nordestina e baiana. Durante transmissão de show na internet, a BaianaSystem foi vítima de comentários racistas: macacos Com os insultos, muitos usuários saíram em defesa do grupo e se manifestaram contra os comentários. Até usaram hashtags como #serbaianoélegal e #racistasnaopassarao. O CORREIO procurou a assessoria de imprensa do BaianaSystem, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria. Gilberto Gil, Preta Gil, Taís Araújo e o casal Bruno Gagliasso e Geovana ...

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    Racismo: youtuber é chamado de “macaco” e “escravo” após postar vídeo em canal de rede social

    Luan Custódio faz comentários sobre universo adolescente há cerca de um ano Do Patrocinio Online Um jovem foi alvo de racismo na internet após criar um canal em uma rede social. Luan Marcos Custódio, de 20 anos, criou o canal Flopou há cerca de um ano e começou a gravar vídeos sobre assuntos do universo adolescente, como música, relacionamentos e internet. Em uma das gravações em que o youtuber falava sobre puberdade, um internauta com perfil anônimo xinga o jovem. Entre as ofensas, o usuário chama Luan de “macaco” e “preto escravo”. — No começo, eu me senti muito mal, me senti meio que um lixo. Chorei bastante, mas depois eu parei e respondi a ele também. Minha primeira intenção era xingar ele de tudo quanto era nome, mas eu decidi não ser igual a ele, não fazer o que ele fez comigo, mostrar que eu sou uma pessoa diferente ...

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    Rafaela Silva: O macaco que tinha que estar na jaula hoje é campeão

    Após conquistar a primeira medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a judoca Rafaela Silva fez um desabafo ao sair do tatame ao lembrar os ataques racistas que sofreu no Twitter após ser desclassificada na olimpíada de Londres em 2012, por aplicar um golpe proibido contra uma adversária; "Já passou, tem quatro anos. Eu só posso falar: o macaco que tinha que estar na jaula em Londres hoje é campeão olímpico em casa. Hoje eu não sou a vergonha para a minha família", afirmou Rafaela Do Brasil247 Após conquistar a primeira medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016, nesta segunda-feira (8), a judoca Rafaela Silva fez um desabafo ao sair do tatame. "Treinei muito depois de Londres porque não queria repetir o sofrimento. Depois da minha derrota, muita gente me criticou, disse que eu era uma vergonha para minha família, para meu ...

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    Gabriel Jesus, do Palmeiras, fala sobre racismo sofrido no Uruguai: ‘Macaco é mais esperto que ele’

    O jovem atacante Gabriel Jesus, do Palmeiras, se manifestou neste domingo sobre o episódio de racismo vivido por ele na partida contra o Nacional, do Uruguai, em Montevidéu. Por Rafael Nardini, do HuffPost Brasil Na partida disputada na noite de quinta-feira, um torcedor uruguaio fez gestos de macaco quando o palmeirense passava próximo à arquibancada. Com aparente tranquilidade, Gabriel agradeceu a educação que recebeu da mãe e disse não ter visto nem ficado sabendo da imitação quando estava no gramado pela partida da Copa Libertadores. "Aquela cena eu não vi. Se tivesse visto, poderia me abalar. Ou não. Como não abalou quando chamaram de macaco. Graças a ela, sou quem eu sou, tenho minha personalidade. Sempre respeito todos e procuro dar o melhor no que faço". E completou: "Lógico que ninguém quer ser perseguido assim. Ninguém quer que as pessoas te julguem com racismo. Só acho que macaco é mais esperto do ...

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    Pai pede desculpas após fantasiar filho negro de macaco e imagem viralizar nas redes

    A foto foi registrada durante um bloco de carnaval em Belo Horizonte. Fernando Bustamante afirmou que a intenção era caracterizar Abu, o melhor amigo do personagem Aladdin, e rebateu as críticas de internautas ao ser chamado de racista Da Revista Fórum  Poucas fantasias geraram tanta repercussão este ano quanto a escolhida pelo ator Fernando Bustamante para festejar o Carnaval com a família. O casal aparece vestido como os personagens Aladdin e Jasmine, com o filho nos ombros caracterizado como Abu, o macaco de estimação. Ao viralizar nas redes sociais, a cena foi logo criticada por expor o menino, que é negro, a uma situação constrangedora. A imagem foi registrada durante um bloco em Belo Horizonte. Após o fato, Bustamante pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos. “Muitos podem ver um macaco na fantasia de ontem. Eu vejo o melhor amigo do Aladdin, que vai conhecer o Mundo Ideal com ele e ...

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    Faxineira chamada de “macaca” gera protestos em universidade

    A funcionária e duas colegas de trabalho sofreram agressões verbais de três alunas de administração da UEMG no DM Na Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), em Passos, três alunas do curso de administração estão sendo investigadas sob suspeita de terem chamado uma faxineira de “macaca” nesta segunda-feira (5). O ato de racismo gerou revolta entre os outros estudantes que promoveram um protesto em defesa dos direitos da funcionária. Segundo informações do Boletim de Ocorrência (BO), as três mulheres teriam se irritado com a faxineira e outras duas funcionárias por estarem limpando o corredor. Segundo testemunhas, as alunas teriam dito “isso não é hora de lavar corredor. Agora é hora do intervalo… vacas”, dispararam. Na sequência, uma das alunas foi em direção à faxineira negra e disferido frases com teor racista. “Para de limpar, sua macaca. Por que ainda está limpando? Já falamos para parar”, desferiu a estudante. Sob apoio ...

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    Funcionário é detido por racismo ao não trocar passagem para ‘macaquinho’

    Funcionário de guichê da rodoviária  de Três Lagoas foi detido na noite deste domingo (4) por racismo, após dizer a cliente que não ia trocar passagem para “macaquinho”. As informações são do site local Rádio Caçula. Do Aquidauana News A vítima, um jovem baiano de 21 anos, relatou que tinha passagem para ver seus familiares na Bahia e foi até o guichê tentar trocar a data da sua viagem. “O atendente simplesmente disse que não iria trocar passagem nenhuma para macaquinho. Nunca passei por esta humilhação na minha vida”, declarou. A Polícia Militar foi chamada e deteve o atendente, que foi encaminhado juntamente com a vítima para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) local, onde está sendo elaborado registro de ocorrência de racismo. O crime de racismo é inafiançável e tem pena de um a três anos de prisão.

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    Mulher chama funcionários de “macacos” em shopping, é seguida e se esconde em loja

    Polícia foi chamada; situação indignou clientes e funcionários Por Gil Santos e Carol Neves, do Correio 24 Horas Uma mulher acusada de ofender dois funcionários com injúrias racistas se escondeu dentro de uma loja do Shopping Barra na noite desta terça-feira (29) e só saiu de lá escoltada pela Polícia Militar. Segundo relatos de testemunhas, a mulher xingou um vendedor da Fast Shop e, depois, também ofendeu de maneira racista um segurança do shopping. A situação indignou funcionários e clientes, que cercaram a mulher. A situação aconteceu por volta das 19h30 de hoje. A confusão foi parar na loja de roupas Gregory, onde a mulher entrou logo depois. Segundo uma funcionária do local, a loja precisou fechar as portas para garantir a segurança de todos. "Estava uma confusão, as pessoas tumultuando", afirmou. Ela disse não saber o que aconteceu. "Ela entrou olhando as araras normalmente, como uma cliente que entra ...

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    Mulher chama cobrador de macaco em briga por causa de janela aberta

     Discussão aconteceu no trajeto entre Samambaia e centro de Brasília. Passageira pagou fiança de R$ 800; homem diz esperar arrependimento Por Raquel Morais Do G1 A Polícia Civil do Distrito Federal investiga a conduta de uma passageira de transporte público que, irritada por causa de uma janela aberta, teria cometido injúria racial contra um cobrador negro: "o Brasil é esta merda por causa disso. Essa empresa está assim pois agora só contrata macaco para trabalhar”. O incidente aconteceu na manhã da última quinta-feira (10), no trajeto entre Samambaia e a Rodoviária do Plano Piloto – distantes 25 quilômetros. A mulher foi liberada da delegacia após pagar fiança de R$ 800. Eu queria que ela chegasse em mim e me dissesse ‘desculpa, cobrador, fui errada mesmo’. Queria que ela tivesse sentimento por mim. Ela é morena, não é branca, nem nada, e, mesmo se fosse, somos seres humanos, tem de respeitar as ...

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    Descoberta de ossada na África do Sul reacende debate sobre racismo no país

    A recente descoberta de uma nova espécie humana na África do Sul tem suscitado uma polêmica em torno da teoria de um "sub-homem", alimentando o racismo em um país que ainda possui resquícios do apartheid (regime de segregação racial oficial sul-africano). Do Hoje em Dia "Ninguém vai desenterrar os velhos mitos dos macacos para apoiar a teoria de que sou descendente de babuínos", indignou-se Zwelinzima Vavi, secretária-geral da poderosa confederação sindical sul-africana Cosatu, aliada fiel do Congresso Nacional Africano (ANC) - partido atualmente no poder. "Fui tratada como um babuíno toda a minha vida, tal como os meus pais e avós. Não sou filha de um orangotango, de um macaco ou de um babuíno. Ponto final", escreveu Vavi na sua conta no Twitter, seguida por mais de 300 mil pessoas, e citada hoje pela  agência France Presse. Apesar de o regime de segregação racial ter sido abolido oficialmente em 1994, ...

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    Nota de Repúdio ao Musical Racista “Single Singers Bar”

    Fiquei sabendo desse peça musical pelo catraca livre (que é apoiador desse musical), que divulgou uma promoção onde você baixava um aplicativo no celular (compre ingressos, outro apoiador) e ganhava um ingresso. O musical está em cartaz até dia 29 de Outubro de 2015 no Teatro Jaraguá (que fica dentro do novotel hotels) em São Paulo. Não procurei muitas informações sobre o musical, apenas li que era uma peça com músicas da Broadway e uma ambientação inspirada nos cabarés. por : Laura Lemos do blog Eu, Preta. Quando começou a peça, eu e meu namorado já nos incomodamos com 2 fatores: o elenco é 100% branco e cisgênero; Três dos cinco homens que estão na peça se caracterizam de mulheres (como sempre). Mais um desses cinco homens usa apenas alguns acessórios considerados femininos (como cinta-liga e meia 7/8) misturados com vestuário considerado masculino. Mas até aí, tudo bem, a gente já esperava ...

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    Duas pessoas são condenadas por racismo e injúria racial no DF

    Ex-policial e irmã dele cumprirão a pena em regime aberto. Cada vez mais, as vítimas estão denunciando esses crimes no Brasil. no G1 Na semana passada, um ex-policial civil e a irmã dele receberam as maiores penas já aplicadas em crimes de racismo. A discriminação é uma prática antiga no Brasil. A novidade agora é que as vítimas denunciam o crime. A advogada Josefina Santos, ex-secretária de igualdade racial do Distrito Federal, estava caminhando quando viu quatro jovens sendo abordados por policiais militares. Após a revista, ela foi conversar com um dos garotos que era negro e aí ouviu xingamentos de uma policial branca. “Quando eu falei que era advogada ela falou: ‘essas neguinhas quando aprendem alguma coisa acham que é gente’”, fala a advogada Josefina Serra dos Santos. Já para produtora de eventos, Claudenilde Chagas, o racismo aconteceu dentro de uma boate. As duas entraram na justiça contra os ...

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    professora

    Menina de 5 anos chora por ter sido chamada de “macaca” por professora

    Com dificuldade de identificar quem fez isso com a filha e sem conseguir contato com a diretoria, a mãe foi à escola oito vezes Uma criança de 5 anos chorou bastante ao contar à mãe que havia sido chamado de macaca por sua professora. Em um vídeo mostrado à polícia, a menina explica como tudo aconteceu. O caso aconteceu na Escola Municipal de Educação Infantil Marechal Osvaldo Cordeiro Faria, no Jardim Eliana, em São Paulo, na última quarta  (24). “As crianças estavam desenhando assim e depois a tia (me chamou de) ‘macaca’, depois todo mundo ria de mim. Não gosto que ria de mim, porque eu fico chorando. Isso não é coisa de Deus. Os amiguinhos brincam comigo e a tia chama de macaca”, contou ela. A mãe da criança, Raylaine Martins de Oliveira, de 30 anos, disse que no dia da ofensa, foi buscar a menina na escola. Diferente ...

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    “Quando você chama a pessoa de macaco, você está jogando toda a humanidade dela no lixo.”

    Por: Maria Carolina Trevisan Emicida explica de forma direta e simples o que é racismo no Brasil e como ele se expressa no futebol, no dia a dia, na escola, na favela, na delegacia e no sistema de Justiça. E revela que foi o rap que o ensinou a ter consciência racial. “A luta contra o racismo na mão dos pretos é pela sobrevivência, pelo mínimo de dignidade para viver, construir uma vida honesta e criar seus filhos”, Emicida Fonte: Ponte    

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    Por que chamar negro de macaco é racismo?

    Por que chamar negro de macaco é racismo?

    Por: Leandro Beguoci Venha passear comigo por São Paulo durante alguns minutos – e sem trânsito. É uma viagem no tempo com direito a carroça e alguns esbarrões em um amontoado de gente falando um monte de línguas ao mesmo tempo: italiano, árabe, espanhol, uma porção de dialetos. Há muitos e muitos anos, o bairro de Higienópolis foi construído em uma encosta entre a avenida Paulista e o centro da cidade. Ele ficava entre os casarões de quem era muito rico e morava no alto do morro (a Paulista) e entre o coração paulistano no qual trabalhavam milhares de pessoas (o centro). Era um bairro de classe média por definição social e geográfica. Mas você já pensou por que ele se chama Higienópolis? O nome não deixa dúvida. Ele era um bairro higiênico, limpo, em contraposição a outros lugares da cidade. São Paulo era uma cidade muito menor naquela época. ...

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    A ira justa do goleiro Aranha e de um anônimo negro contra o racismo cotidiano. O que Danilo Gentili, um juiz e Luciano Huck tem a ver com isso

    Por: Laura Capriglione Quando parte da torcida do Grêmio encheu a boca, em Porto Alegre na quinta-feira (28/08), para chamar o negro goleiro do Santos de “macaco”, apareceu um herói, o próprio alvo dos xingamentos, para vingar os tantos humilhados pelo racismo. Com a ira santa dos justos, Mário Lúcio Duarte Costa, de 33 anos, o Aranha, gesticulou e gritou furioso contra a turba infame, e deixou bem claro o orgulho da pele colorida, a mesma de seus ancestrais africanos. Ao menos uma criminosa, Patricia Moreira, moradora em Porto Alegre, já foi identificada, filmada enquanto insultava o goleiro: “Ma-ca-coooo!”. A meliante já perdeu o emprego como auxiliar de saúde bucal no Centro Médico Odontológico da Brigada Militar. Deverá responder a processo criminal por injúria racial, crime sujeito a pena de um a três anos de reclusão, com multa. A defesa de Patrícia certamente dirá que tudo não passou de uma ...

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    Há um hiato na legislação desportiva para tratar de práticas racistas no esporte, por Rodnei Jericó

    Em jogo disputado pela Copa do Brasil nesta ultima quinta feira entre Grêmio e Santos em Porto Alegre, o resultado de vitória do time da baixada santista foi o que menos chamou a atenção ao final da partida. Rodnei Jericó –  Advogado e articulista esportivo do Portal Geledés Segundo o goleiro da equipe santista, “Aranha” por volta dos 42 minutos da etapa final, foi alvo de agressões verbais por parte de torcedores gremistas que se encontravam atrás de seu gol. Nas afirmações de “Aranha” alguns torcedores o agrediram com xingamentos utilizando-se dos seguintes termos... “Eu estava no gol, a torcida xinga, pega no pé, é normal. Mas começaram com palavras racistas, chamando de preto fedido. Fizeram corinho de macaco… Fico nervoso mesmo quando essas coisas acontecem, é algo que dói. Quando me chamaram de macaco, de preto, bati no braço e disse que sou preto sim”, O Racismo no Futebol ...

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    Prendam esta mulher, por Juca Kfouri

    Esta figura, com a mão na boca,  xingou o goleiro Aranha de macaco duas vezes, clara, inequivocamente. Além dela, outros três elementos guincharam com conhecimento de causa para o santista. Ela já está identificada. Chama-se Patrícia Moreira. Eles também precisam ser identificados e pagar pela estupidez. As imagens são da ESPN Brasil e você pode vê-las, em movimento, na página do canal.           Fonte: Blog do Juca

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    Loja de roupas é acusada de racismo após colocar rosto de criança negra em camisa com estampa de macaco; veja foto

    Uma loja de roupas de San Diego, nos Estados Unidos, foi acusada de racismo por internautas, nesta quarta-feira, após uma imagem da nova campanha de vestuário infantil deles parar no Twitter. A fotografia, feita dentro do estabelecimento, mostra, em uma arara, um cabide estilizado - com a impressão do rosto de um menino negro - sendo usado para sustentar uma camisa cuja estampa é o corpo de um macaco. A empresa responsável pela loja classificou o caso como um mal-entendido. As informações são do "Daily Mail". A enxurrada de críticas contra a loja de roupas “Just Add A Kid” começou depois que um internauta, indignado, usou o Twitter para compartilhar a foto polêmica do modelo e sua camisa estampada. “Senhor e Senhora Obama, como podemos tolerar isso?”, escreveu ele na legenda da imagem. Rapidamente, muitos participantes da rede social criticaram a companhia, acusando-a de racismo. Com a má repercussão, a ...

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