quinta-feira, outubro 29, 2020

    Tag: racismo na escola

    Jéssica estava em uma fila quando foi ofendida (Foto- Reprodução)

    Justiça condena universitária que chamou colega da Faculdade Dois de Julho de macaca

    Mulher foi condenada a 1 ano e quatro meses de reclusão e terá que pagar multa de R$ 2 mil no Correio 24h Jéssica estava em uma fila quando foi ofendida (Foto- Reprodução) A Justiça condenou a estudante de Direito Vera Lúcia Santos Barbosa por ter chamado a colega de “macaca” dentro da Faculdade Dois de Julho, no Garcia. A vítima da agressão, Jéssica Pimentel da Silva, 25 anos, registrou a queixa de injúria racial em junho de 2016 e a sentença saiu na semana passada. A acusada foi condenada ao pagamento de uma multa no valor de R$ 2 mil e a reclusão de 1 ano e quatro meses convertidos em serviços prestados à comunidade. “Esperava condenação. Foi um caso que aconteceu publicamente, repercutiu muito na mídia. Não tinha dúvida quanto à condenação. O julgamento foi até rápido”, declarou a vítima. A agressão ocorreu quando Jéssica esperava em ...

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    8 projetos de meninas que estão combatendo o racismo na escola

    Meninas negras de várias regiões do país mostram como fortaleceram a identidade negras em suas escolas e comunidades Do Criativos da Escola  Criativos da Escola/Divulgação Embora seja a maioria no país (54%), como mostra o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  a população negra ainda luta para eliminar desigualdades e discriminações até hoje. No próximo dia 25 de julho, quinta-feira, é celebrado o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A data foi criada em 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e é considerada um marco na luta das mulheres negras em todo o mundo. No Brasil, o dia foi oficialmente reconhecido em 2014, por meio da Lei nº 12.987/2014 e, desde então, o país celebra o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza foi líder do Quilombo de Quariterê, no Mato Grosso, no século 18. Diante da importância da data, o programa Criativos da ...

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    Sobre racismo e educação: uma carta para Renata

    Atualmente, dou aulas em cursos de licenciatura. Peço aos meus alunos que não sejam coniventes com o racismo que se faz presente nas escolas Por Luana Tolentino, Do Carta Capital Querida Renata! Há tempos quero lhe escrever. O correr dos dias impediu que eu fizesse isso antes. Espero que ainda esteja em tempo de abraçá-la, de prestar solidariedade a você e a sua filha. Acompanhei com muita tristeza e indignação o episódio em que você se viu obrigada a tirar sua filha da Edem, escola da Zona Sul do Rio de Janeiro, em razão da violência racista que ela vinha sofrendo. Escrevo para que vocês saibam que não estão sós. Escrevo por saber exatamente o que sua filha passou. Em 1993, eu tinha praticamente a mesma idade que sua filha tem hoje. Estava na antiga 3ª série. Vivia amedrontada pela Cristiane, que era mais velha e bem mais alta do ...

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    “O desenho está feio como você”- disse a “tia” da creche para menina negra, de 4 anos.

    Quando me solicitaram que escrevesse sobre as ocasiões em que tive contato com situações de racismo, quando ocorreram e de que modo, várias lembranças se passaram em minha mente. Memórias vívidas desses meus trinta e dois anos de vida. no Elas Existem O primeiro contato ocorreu ainda na tenra infância. Para uma criança negra, afrodescendente, o racismo causa um impacto de tal magnitude que pode deixar sequelas pro resto da vida. Certa vez, quando tinha por volta de quatro anos, após mudar de creche, estava na sala junto com coleguinhas e duas professoras. Ambas conversavam, enquanto nós, crianças, fazíamos vários desenhos. Sempre senti um olhar diferente da professora para mim, mas, como era criança, não tinha condições de decifrar aquele olhar. Foi então que uma coleguinha branca mostrou seu desenho para a professora em questão, que a elogiou. Eu, então, na minha ingenuidade de criança, também quis receber um elogio, ...

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    imagem Adobe Fotos

    Infâncias, Intersecção e Educação Infantil: Quem tem direito ao afeto?

    por Flávio Santiago para o Portal Geledés imagem Adobe Fotos O debate acerca das intersecções tem suscitado importantes debates no campo do feminismo e das relações raciais, dentro dessa debate trago um pouco do contexto da educação infantil, para pensar essas relações: As crianças pequenininhas estavam chegando à creche. Eu estava perto da estante de brinquedos enquanto as observava entrar na sala e começar a se organizar nos grupos de brincadeiras. Carolina se aproxima de mim com uma boneca negra nos braços e me entrega. Sem hesitar, pergunto para ela: – É a nenê? Vamos fazer ela dormir? Ela olha pra minha cara e diz: – Não é nenê, ela é preta, se vira sozinha! Um pouco atônico com as palavras que a menina negra pequenininha havia me falado, peguei uma boneca branca com formatos semelhantes àquela que Carolina havia me oferecido e ...

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    Foto: Dernevaldo do Carmo

    “Há um racismo velado, naturalizado, e por muitas vezes explícito na escola”, diz Elenir Fagundes Freitas

    Assim como milhares de crianças negras, Elenir Fagundes Freitas, enfrentou situações de racismo no ambiente escolar. Logo na primeira série, na hora da fila, um menino se recusava a dar a mão para entrar na sala de aula. O motivo? Dizia que era por ela ser preta. Em uma família em que as mulheres alisavam o cabelo, ela ia de lenço na escola para evitar ser motivo de preconceito entre os coleguinhas. Como professora e educadora, Elenir passou a refletir sobre as possíveis maneiras de combater as práticas racistas no ambiente escolar. Com mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e há 35 anos na área, Elenir tornou-se uma grande especialista no assunto. Ativista do movimento negro e representante da pasta da educação na entidade Educação e Cidadania para Afrodescendente (Educafro), Elenir fará a palestra “Racismo e Educação: como ajudar nossas crianças negras a enfrentá-lo” no dia 25 de ...

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    Professora da universidade é demitida após falas racistas contra aluno: ‘Fedor danado’

    “Vai trabalhar. Tira aquele chinelo e vai ralar. E ainda corta o cabelo e vê se lava, um fedor danado” Do Amazonas 1 Coletivo Juntos! MG/Reprodução Uma professora da PUC de Minas Gerais, que proferiu falas racistas contra um estudante, no mês passado, foi demitida da universidade. A informação foi confirmada na tarde de quarta-feira (3). Josiane Tavares de Abreu ministrava aulas para o curso de Medicina Veterinária, e não faz mais parte do quadro de funcionários da unidade de ensino Na última quarta-feira (27), no campus da Praça da Liberdade, a docente falou para um jovem negro com black power cortar e lavar o cabelo, e ainda disparou: “um fedor danado”. Alunos realizaram um protesto, em repúdio ao racismo, em frente à unidade. A PUC Minas se limitou a informou que “as medidas administrativas em relação à professora citada foram tomadas”. A universidade decidiu não ...

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    racism é crime denuncie

    Promotoria denuncia estudante de Direito por ‘negraiada vai morrer’

    Ministério Público Estadual do Paraná acusa Pedro Baleotti, desligado da Universidade Prebisteriana Mackenzie, pelo crime de racismo; ele gravou vídeo em que fazia a ameaça por Luiz Vassallo no Estadão Pedro Baleotti. Foto- Reprodução O promotor de Justiça de Londrina Paulo César Vieira Tavares denunciou Pedro Baleotti, estudante expulso do Mackenzie, pelo crime de racismo. Ele gravou vídeos em que dizia que estava indo votar ‘armado com faca, pistola’ e que a ‘negraiada ia morrer’. As cenas foram divulgadas em redes sociais em outubro do ano passado, durante as eleições. As imagens foram gravadas nas ruas de Londrina, cidade de origem de Baleotti e sua família. Segundo o promotor, ‘Pedro Bellintani Baleotti, ao referir-se à cor das pessoas que estavam nas ruas do município, e insinuando seu descontentamento em relação aos negros em geral, desconsiderou a importância do negro para a formação do Brasil, associando, assim, ...

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    Foto do professor sentado em um sofá e justificando porque ele acha que negros não são capazes de serem médicos. imagem tirada de video

    Professor da Ufes acusado de racismo durante aula é demitido

    Dias depois da denúncia, em entrevista, Malaguti reforçou que "se tivesse que escolher entre dois médicos, um branco e um negro, escolheria um branco". por Lais Magesky no Gazeta Online Professor teria feito declarações de caráter racista - Imagem Gazeta Online O reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) assinou nesta sexta-feira (15) a demissão do professor Manoel Luiz Malaguti Barcellos Pancinha, denunciado por alunos do curso de Ciências Sociais por ter dito frases de caráter racista e preconceituoso durante aula no dia 3 de novembro de 2014. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério da Educação. A reportagem do Gazeta Online entrou em contato com o professor, que se recusou a conceder entrevista. De acordo com a Lei 8.112/90 citada na decisão, Malaguti foi demitido por "incontinência pública e conduta escandalosa na repartição". De acordo com relato de estudantes na época, ...

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    Alunos de escolas públicas fizeram passeata contra racismo até a PMU

    Estudantes desenvolveram trabalhos durante o ano com vistas à desconstrução do racismo, preconceito e discriminação Por Geórgia Santos Do JM Online Estudantes saíram da Escola Estadual Professora Corina de Oliveira e seguiram até o Centro Administrativo, onde várias apresentações aconteceram Foto: Reprodução/JM Online Alunos da rede pública realizaram caminhada para reafirmar o papel da escola na desconstrução do racismo, preconceito e discriminação. A ação aconteceu ontem e contou com o envolvimento de centenas de crianças e jovens, que saíram em passeata da Escola Estadual Professora Corina de Oliveira rumo ao Centro Administrativo. Além dos alunos do turno matutino da Escola Estadual Professora Corina de Oliveira, também participaram da caminhada os alunos da Escola Estadual Dom Eduardo e das escolas municipais Norma Sueli e Terezinha Hueb Menezes. O grupo seguiu acompanhado por banda de música e terno de congada, que veio de Veríssimo, apresentando os trabalhos que desenvolveu nos ...

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    Janine conta como "furou a bolha" do mercado ao transformar suas obras literárias em "projetos brincantes". Foto: projetodraft.com

    Piraporiando – ou como Janine Rodrigues transforma livros sobre racismo e bullying em projetos educativo

    Nuang era uma menina inteligente que vivia na distante terra do povo Uthando, conhecido por sua sabedoria, pela honra de suas palavras e pela beleza preta de sua pele. “As mulheres eram detentoras de conhecimentos milenares e tinham grandes cabelos crespos, tão belos que eram, na verdade, coroas.” Quem conta essa história é a carioca Janine Rodrigues, de 37 anos. “A criança vive em sociedade e não precisamos criar um mundo que não existe para ela”, diz a escritora de voz doce e acolhedora. por Flávia Martinelli no Projeto Draft Janine conta como "furou a bolha" do mercado ao transformar suas obras literárias em "projetos brincantes". Foto: projetodraft.com Gestora ambiental por 12 anos, há três Janine montou a própria editora e produtora cultural, a Piraporiando, para espalhar suas obras que tratam de valorização da diversidade, preservação dos direitos da criança e do brincar, combate a preconceitos, racismo e ...

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    Manifestação de estudantes após caso de pichações racistas na Unicamp Imagem- Everaldo Luís Silva

    Racismo na Unicamp: alunos negros relatam apologia ao nazismo e à violência

    Um papel branco, com uma suástica desenhada, foi deslizado porta abaixo na casa da moradia estudantil em que a maioria dos moradores são negros. O caso parece um episódio de "Dear White People", série da Netflix que retrata os problemas vividos por um grupo de negros em uma faculdade americana, mas aconteceu de verdade na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), no dia 27 de agosto. No dia 14 do mesmo mês, uma pichação escrita "poder branco" foi feita em uma parede da biblioteca da universidade. No ano passado, um boneco da Ku Klux Klan, movimento americano que prega a supremacia branca, foi colado em um mural do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. por Camila Brandalise no Universa Manifestação de estudantes após caso de pichações racistas na Unicamp Imagem- Everaldo Luís Silva Desde 2015, quando foi criada a frente pró cotas étnico-raciais na universidade, considerada a melhor da América Latina pelo ranking britânico ...

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    Arquivo Pessoal

    Adolescente chamada de “macaca” ganha bolsa em escola particular

    Diretora de colégio no Boqueirão procurou a mãe e convidou a menina a ter aulas, sem custo, até se formar no Ensino Médio no A Tribuna Arquivo Pessoal O caso de racismo contra uma estudante de 12 anos em uma escola municipal de Praia Grande resultou em algo positivo para a jovem, que ganhou uma bolsa de estudos e vai finalizar os ensinos Fundamental e Médio em uma instituição particular no Boqueirão. A Tribuna On-line conversou com a mãe da pré-adolescente, a vendedora Adelaide Alves, de 31 anos. Segundo ela, a estudante - que cursa o 6º ano - aguarda ansiosa para o início das aulas no novo colégio. "Ela está empolgada com tudo isso, já recebeu até o uniforme e o material. Ela não esqueceu o que aconteceu na escola antiga, mas ações como essa ajudam na recuperação do que ela sofreu". Antes do convite ...

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    Aluno de mestrado encontra novo bilhete racista em mural da Universidade Federal do Ceará

    Este é o segundo caso do tipo em menos de uma semana; aluno afirma que encontrou o bilhete na última terça-feira e não divulgou, inicialmente, por medo de represálias no O Povo Leitor via WhatsApp Um novo bilhete com conteúdo preconceituoso foi encontrado no campus da Universidade Federal do Ceará (UFC). Um aluno de mestrado em Avaliação em Políticas Públicas, que preferiu não se identificar, denunciou ao O POVO Online que na última terça-feira, 15, no intervalo de uma aula noturna, encontrou um bilhete com mensagem racista em um mural do Núcleo de Pesquisa e Estudos Regionais – Nuper. Num primeiro momento, o aluno preferiu não denunciar o caso e apenas retirar o folheto do local. Porém, após a repercussão de um bilhete racista em um dos banheiros do Centro de Humanidades 2 (CH2) da UFC, o aluno resolver fazer a denúncia. "Fiquei completamente chocado. A caligrafia ...

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    Estudantes denunciam racismo e homofobia na Faculdade de Direito de São Bernardo

    Mais uma vez, a Faculdade de Direito de São Bernardo vira destaque nas mídias sociais. E mais uma vez (esta é a terceira) por insultos racistas e homofóbicos. O fato ocorreu na noite de quarta-feira (21), quando na porta do banheiro feminino foram escritas frases como “Fora Preta Sapatão”, “Odeio Preto” e “Fim das Cotas”. Este tipo manifestão, covarde e preconceituosa, foi um recado direto aos estudantes negros da instituição. no ABCD Maior Após tomar conhecimento das ofensas, que são consideradas crimes inafiançáveis, alguns alunos as fotografaram e levaram à direção da faculdade, que abriu sindicância para apurar o ocorrido. A estudante Layla Coelho Cassimiro, do 4º ano, procurou à direção da faculdade e exigiu que fossem tomadas medidas e a apuração do caso. Ela também ressaltou que este insulto foi a d’água, uma vez que outras atitudes semelhantes de racismo já ocorreram na instituição. Segundo ela, os outros casos ...

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    Um dos projetos premiados pelo Ceert foi realizado por mais de 20 professores do Centro de Ensino Fundamental 602 do Recanto das Emas (DF); a escola mapeou discriminações por meio de um questionário e depois promoveu palestras, oficinas de capoeira, grafite, maculelê e penteado afro, e realizou um desfile de beleza negra (Foto: Divulgação/Ceert)

    Um quarto das escolas públicas não aborda o racismo em atividades extras na sala de aula

    Nesta quarta-feira (21), Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, ONG que capacita e premia professores por projetos de igualdade racial vai debater os 15 anos da obrigatoriedade do ensino de história da África e cultura afro-brasileira nas escolas. por Ana Carolina Moreno no G1 Discutir o racismo não faz parte de projetos temáticos em 24% das escolas públicas do Brasil. Dados do questionário do Censo Escolar de 2015, aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com 52 mil diretores de escolas, mostram que em 12 mil delas não existem projetos com a temática do racismo. Esse número, extraído do levantamento mais recente disponível, aumenta quando o assunto é a desigualdade social, tema que 40% das escolas não abordam em suas atividades pedagógicas, e diversidade religiosa. Nesse caso, as escolas que não incluem o tema em seus projetos sobe para 52%. Para Cida Bento, fundadora do Centro ...

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    “DENÚNCIA: Agora estamos na era da caça às publicações que tratam da cultura afro-brasileira

    Meu livro Omo-Oba: Histórias de Princesas (Mazza Edições, 2009), por sinal, altamente premiado, foi caçado ao ser adotado pelo SESI VOLTA REDONDA (RJ) quando pais fundamentalistas procuraram jornais e setores da educação para denuncia-lo por tratar de princesas africanas. A postura do SESI foi simplesmente trocar por outro livro. Texto retirado do Facebook Kiusam de Oliveira Roger Cipó/Facebook Omo-Oba é um livro que privilegia o recontar de mitos africanos pouco conhecidos pelo público brasileiro em geral. O livro apresenta seis histórias de rainhas, na figura de princesas, com o objetivo de fortalecer a personalidade de meninas, independente de raça/cor, etnia, condições socioeconômicas. Tais rainhas são nossas ancestrais, uma vez que há comprovações científicas de que África é o Berço da Humanidade. A forma com que eu as apresento neste livro é sem nenhuma conotação religiosa, mergulhadas que estão na história e nos aspectos da cultura afro-brasileira, através ...

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    Reprodução/Facebook

    Manifestação no IFSP pede demissão do professor que proferiu declarações racistas

    Alunos e docentes do Instituto Federal de São Paulo organizaram um protesto dentro do campus em repúdio às declarações do professor José Guilherme de Almeida, que havia dito que "odeia pretos e pardos falando alto"; comunidade acadêmica em geral pede sua saída no Revista Fórum Reprodução/Facebook Dezenas de estudantes e docentes do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) realizaram, por volta das 12h desta segunda-feira (12), uma manifestação dentro do campus, em frente à diretoria, contra as declarações racistas do professor José Guilherme de Almeida. Conforme noticiado pela Fórum no sábado (10), o docente, que é professor e pesquisador na Diretoria de Humanidades do IFSP, fez uma postagem de cunho racista em que afirma que “odeia pretos e pardos”. “Horror de turismo. Odeio pretos e pardos falando muito e comendo de tudo por muito tempo, em bandos, nos hotéis três estrelas de orla de praia! Um ...

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    O que pode ensinar um professor que odeia pretos e pardos?

    O Brasil vive tempos sinistros. Mesmo no mundo acadêmico, onde deveria reinar a diversidade e o pensamento plural, existem pessoas dispostas ao expor o seu racismo de forma deliberada. Um espanto, mas antes um mal social. por Mailson Ramos enviado para o Portal Geledés O que pode ensinar um professor que odeia pretos e pardos? Nada. Ainda que ele detenha todo o conhecimento do mundo, está fadado a não transmitir nada. O professor José Guilherme de Almeida, docente na área Geografia do Instituto Federal de São Paulo, disse que odiava pretos e pardos “falando muito e comendo de tudo por muito tempo”. Estudei numa universidade negra, militante. Os meus professores eram, em sua maioria, brancos. Mas todos eles tinham uma percepção incrível das relações sociais numa cidade como Salvador, da vida dos seus alunos, negros e pobres. Cotista, tive o melhor dos aprendizados que foi a sensibilidade política e a noção ...

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    A Hortolandense Caroline F. Jango escreve livro sobre racismo

    A hortolandense Caroline F. Jango escreveu um livro “Aqui tem racismo”, concebido a partir de uma pesquisa de mestrado em educação, desenvolvida em 2012 na Universidade Estadual de Campinas, este trabalho objetiva ampliar a discussão do racismo na educação levando em conta o olhar da criança sobre essa construção. no Portal Hortolandia Trata-se de um livro que visa aproximar o leitor das representações sociais que a criança negra constrói acerca da escola e de si em função do seu pertencimento racial. o trabalho pretendeu dar voz às crianças negras para entender como o racismo, ao qual elas são submetidas cotidianamente, afeta a construção da identidade delas e o modo pelo qual a mesma vivência a instituição de ensino que muitas vezes é conivente com as práticas racistas. O livro é destinado não só aos profissionais da educação que têm o grande dever de construir uma escola sem racismo, mas também ...

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