Tag: Sueli Carneiro

    Dr. Martin Luther King Jr. (Foto: Stephen F. Somerstein/Getty Images)

    “Defrontamo-nos com a feroz urgência do agora” – Luther King é bom para a Humanidade

    Na última terça-feira, 4 de abril, celebrou-se e problematizou-se o 50º aniversário do discurso Beyond Vietnam: a time to break silence , que o reverendo Martin Luther King Jr. proferiu na Riverside Church, próxima ao coração do Harlem, em Nova York, em 1967. Menos lembrado que o I have a dream, proferido durante a Marcha de Washington de 1963, esse discurso, escrito em parceria com o historiador Dr. Vincent Harding, marca o momento em que Luther King se posiciona enfaticamente contra a guerra e se afasta de uma fidelidade nacionalista ingênua. Ainda que marcando um distanciamento do comunismo, Luther King acusava a guerra de ser “inimiga dos pobres” e defendia uma ação revolucionária pautada na solidariedade entre os povos, suas agendas de luta e o respeito pela Humanidade numa escala global. Conectava, portanto, a luta pelos direitos civis dos negros estadunidenses com ...

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    A Marcha das Mulheres Negras acontece a cada dez anos afirma as bandeiras de luta para o próximo período

    Plenas de Coragem por Maria Carolina Trevisan

    As mulheres negras ainda lideram as piores estatísticas do País. São maioria entre os mais pobres, se mantêm como as maiores vítimas de violência de gênero e vivem o descaso do Estado. Mas nem pensam em perder a luta por Maria Carolina Trevisan no Brasileiros A Marcha das Mulheres Negras acontece a cada dez anos afirma as bandeiras de luta para o próximo período. Foto: Reprodução/Brasileiros Ser mulher no Brasil é perigoso. A cada dia morrem 13 mulheres por violência letal. Elas são 4,8 vítimas de homicídio a cada 100 mil habitantes. A maioria dos assassinatos é cometida por familiares (50,3%) e parceiros (33,2%). Os dados são do Mapa da Violência 2015 – Homicídio de Mulheres no Brasil. Esses números alarmantes caracterizam o Brasil como um dos mais letais em relação a gênero no mundo. As Nações Unidas denunciam que somos o quinto país em homicídios contra ...

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    Foto: Adriana Medeiros

    Dados alarmantes sobre a situação da mulher

    Na última sexta-feira (4), em um encontro promovido pela Fundação Baobá, que apoia projetos sociais, um grupo de intelectuais e gestores de projetos que de alguma forma tentam desenvolver ações que promovam a inclusão e fortalecimento da identidade local em diversas localidades no Brasil discutiram a atual conjuntura do país e suas consequências. Por Mônica Francisco , do Jornal do Brasil Consequências imediatas e futuras. Um dado alarmante, é o número cada vez crescente, no que se refere à violência de gênero. A situação da mulher negra foi o tema central da conversa. No percentual de violência contra mulheres negras, dados impressionantes: cresceu 54% a incidência sobre elas enquanto diminui em relação às mulheres brancas. Segundo a médica Jurema Werneck, do total das mulheres encarceradas, 86% é negra. Com as possíveis mudanças propostas na PEC 241, o temor é que o contingente da população que vem há séculos sofrendo com a ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Movimento Negro no Brasil: novos e velhos desafios, por Sueli Carneiro

    Ao longo dos últimos 25 anos, são muitas e ricas as ações de combate ao racismo que vimos desenvolvendo. Construímos excelência em alguns campos que tem resultado em avanços reais da questão racial. Como nos alerta Maria Aparecida da Silva, a educação é uma das áreas em que figura o maior número de experiências concretas e produção teórica no escopo de trabalhos implementados pelo Movimento Negro contemporâneo. Desde os primeiros anos da década de 80, dois aspectos vêm sendo abordados com ênfase, o livro didático e o currículo escolar. No que tange ao livro didático, denunciou-se a sedimentação de papéis sociais subalternos protagonizados por personagens negros e a reificação de estereótipos racistas. Apontou-se em que medida essas práticas afetam a formação de crianças e adolescentes negros e brancos, destruindo a auto-estima do primeiro grupo e, no segundo, cristalizando imagens negativas e inferiorizadas da pessoa negra, em ambos, empobrecendo o relacionamento humano e limitando as possibilidades exploratórias da diversidade racial, étnica e cultural. No ...

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    Exposição “Mãe Preta” integra Circuito Cultural Rio

    As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século XIX ao início do século XX, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a exposição “Mãe Preta”, com a curadoria de Marco Antonio Teobaldo, na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea, do Instituto de Pesquisa e Memória dos Pretos Novos (IPN), na Gamboa. Do Sopa Cultural  A exposição integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paraolímpico, que vai de maio a setembro de 2016. A mostra, que também faz parte da programação oficial do FotoRio 2016, busca traçar os elos e ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. A mostra reúne obras em fotografia, gravuras, vídeo e instalações criadas especialmente para o IPN, onde está ...

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    Interseccionalidade Gênero-Raça e Etnia e a Lei Maria da Penha

    INTERSECCIONALIDADE GÊNERO/RAÇA E ETNIA E A LEI MARIA DA PENHA: DISCURSOS JURÍDICOS BRASILEIROS E ESPANHÓIS E A PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE A violência de gênero contra as mulheres é um fenômeno mundial que tem sido abordado exaustivamente. A maioria dos estudos aponta que se trata de um problema universal, sem distinção de qualquer marcador social. O objetivo geral desta pesquisa foi evidenciar a forma como a interseccionalidade gênero, raça e etnia emerge no discurso jurídico sobre as mulheres que acessam a justiça e como esta articulação caracteriza as relações de poder nas quais estão imersas. O referencial teórico-metodológico foi composto pela análise das práticas discursivas e não discursivas de Michel Foucault; pelo conceito de interseccionalidade; pelo conceito de gênero e pelos marcadores sociais de raça e etnia. Buscou-se realizar uma comparação entre a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) com a legislação espanhola de Proteção Integral à Violência de Gênero (LO ...

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    Convite – Tributo à Lelia Gonzalez no Centro Cultural Banco do Brasil/São Paulo – 15 de julho de 2015

    O Geledés - Instituto da Mulher Negra e a Rede de Desenvolvimento Humano (REDEH) em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Comitê Impulsor de SP da Marcha de Mulheres Negras convidam para o lançamento do  Projeto Memória Lélia Gonzalez – o feminismo negro no palco da História. O evento será no dia 15 de julho de 2015, das 17H30 às 21H30, no Centro Cultural Banco do Brasil/São Paulo, Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. Neste dia exibiremos o vídeo documentário e a exposição Lelia Gonzalez – o feminismo negro no palco da História, e o evento contará com a presença de Rubens Rufino, filho de Lélia Gonzalez; Schuma Schumaher, coordenadora do Projeto; Sueli Carneiro, autora do texto e de representantes da Fundação Banco do Brasil. Durante o evento faremos um Tributo à Lélia Gonzalez (com pequenos depoimentos de amiga/os sobre Lélia Gonzalez), que já tem as presenças confirmadas de Hélio Santos, Dulce Pereira, Albertina ...

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    Qual é o seu feminismo? Conheça as principais vertentes do movimento

    O que é feminismo? Essa é uma daquelas perguntas que não têm resposta definitiva. por Ione Aguiar no Brasil Post "Hoje vivemos os 'feminismos'. Sempre temos que falar no plural, pois este é um movimento marcado por uma dinâmica horizontal", disse a pesquisadora Carolina Branco de Castro Ferreira, em entrevista ao Brasil Post. O feminismo ganhou força no Brasil a partir dos anos 60, de braços dados com a luta pela redemocratização. "São mulheres letradas, de classe alta, que foram entrando em contato com feministas de fora do País", comentou Carolina, que é pós-doutoranda do núcleo de estudos de gênero Pagu, da Unicamp. Hoje, meio século depois, ele se amplificou e se dividiu em vários movimentos. Seu sujeito já não se resume à mulher branca, de classe média, que luta por direitos civis: é também a mulher negra, a mulher mãe, a mulher da periferia, a mulher jovem, a mulher lésbica... Fundadora do site ...

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    Sueli Carneiro (Foto: Caroline Lima)

    Intelectuais negros estão fora da bibliografia, criticam especialistas

    Abdias Nascimento, Clóvis Moura, Lélia Gonzalez, Beatriz Nascimento, Jurema Werneck e Sueli Carneiro são apenas alguns nomes da extensa lista de intelectuais negros brasileiros. Não é incomum, entretanto, que um estudante deixe o ensino superior sem conhecer e sem ter lido nada desses pensadores. Para pesquisadores, falta à academia e à educação de forma geral um conhecimento maior sobre a intelectualidade negra, não apenas brasileira. É preciso também ter acesso a obras de pensadores negros traduzidas. A busca pelo protagonismo negro foi o que motivou a pesquisa do professor de história Carlos Machado. No livro Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente, ele compilou algumas histórias e legados de pesquisadores negros para a humanidade. Ele explica que essas pessoas são responsáveis por invenções que fazem parte do nosso cotidiano. "Mas o eurocentrismo escondeu ou apagou essa história como se ela não existisse e aí essas informações, uma parcela delas, ficou ...

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    A Força das Mães Negras

    Levantando-se contra a escravidão, o machismo e o preconceito, a negra brasileira encontrou em sua espiritualidade ancestral os mitos, os símbolos e os exemplos que lhe inspiraram insubordinação e lhe permitiram construir uma nova e altiva identidade. por Sueli Carneiro A luta das mulheres adquiriu diferentes perfis em nossa história, pois diferentes também eram as inserções sociais e as origens étnicas de suas protagonistas. Em comum, traziam o desejo de liberdade. Para as mulheres brancas, foi a luta contra o domínio patriarcal. Para as negras, a luta contra o jugo colonial, a escravidão e o racismo. Dentre as formas de resistências engendradas pelas mulheres negras brasileiras, destaca-se o exemplo das Yalorixás: uma estirpe de notáveis lideranças espirituais, como Yya Nassô (século XIX), Tia Ciata (1854-1924), Mãe Aninha (1869-1938), Mãe Senhora (1900-1967) e Mãe Menininha do Gantois (1894-1986), entre outras. Essas mulheres traziam para o presente modelos sacralizados de sua ancestralidade, ...

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    “Charlie Hebdo”, Nigéria, Salvador… ou de como o jornalismo (re)afirma o biopoder e a necropolítica

    “A carne mais barata do mercado é a carne negra” Marcelo Yuka, Seu Jorge e Wilson Capellette Num mundo que se quer transparente, onde tudo ou quase ganha visibilidade, porções significativas de fatos e ocorrências de inegável importância são relegadas à sombra. As tragédias recentes, a exemplo do ataque ao semanário francês “Charlie Hebdo”, das mortes na Nigéria e da chacina de jovens negros em Salvador nos levam a tensionar o par visibilidade-invisibilidade a partir do instituto jornalístico. Para tanto, recorremos aos conceitos de biopoder e necropolítica na chave explicativa dos pensadores Michel Foucault, Achille Mbembe e Sueli Carneiro.  As coisas como são. Será? Depois de mais de um mês do ocorrido no semanário francês “Charlie Hebdo”, o episódio não cessa de provocar comentários que se desdobram em diversas escalas analíticas. “Charlie Hebdo” persiste, insiste, resiste e, mesmo com a tendência contemporânea de volatizar os fatos na velocidade da luz, de tal modo que se perdem rapidamente nas ...

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    Encontro discute os direitos humanos no novo cenário político

    O debate desta segunda-feira vai tratar do processo eleitoral e de seus resultados, partindo da perspectiva da diversidade e dos direitos humanos Por Redação Acontece hoje (27) o sétimo encontro Ação em Debate, promovido pela Ação Educativa, com o tema “Panorama político (2015-2018): diversidade e direitos humanos em pauta. O evento integra as diversas iniciativas relacionadas às comemorações de 20 anos da entidade, que luta pela defesa e implementação dos direitos humanos e pela ampliação da democracia, com foco na educação popular. O debate desta segunda-feira vai tratar do processo eleitoral e de seus resultados, partindo da perspectiva da diversidade e dos direitos humanos. Participarão da conversa Marco Antonio Teixeira, cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas; Sueli Carneiro, filósofa e coordenadora executiva do Geledés Instituto da Mulher Negra; Taciana Gouveia, socióloga e educadora popular feminista; e Laerte Coutinho, cartunista. A mediação do encontro ficará por conta de Renato Rovai, jornalista e editor da Revista Fórum. Serviço: 7º Encontro Ação ...

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    Ricardo Stuckert/Agência Brasil

    Parlamento branco comprova que ‘mentira cívica’ não foi desfeita

    Em 2013, somente 55 (10,7%) dos 513 deputados federais eram negros. Já no Senado, o número era ainda menor. Apenas três (3,7%) em 81 parlamentares Por Jorge Américo, Em 13 de maio de 1997, o senador Ab­dias do Nascimento se dirigiu à tribuna não para comemorar, mas para denun­ciar a 'mentira cívica' que completava 110 anos. O descontentamento do par­lamentar com a Abolição da escravidão estava expresso na realidade da popula­ção negra, concentrada nos extratos mais marginalizados da sociedade. “De escravos passaram a favelados, meninos de rua, vítimas preferenciais da violência policial, discriminados nas es­feras da justiça e do mercado de traba­lho, invisibilizados nos meios de comu­nicação, negados nos seus valores, na sua religião e na sua cultura”, denunciou. Abdias, destacado intelectual e artista, foi senador da República pelo PDT repre­sentando o estado do Rio de Janeiro em duas oportunidades. Primeiro, de 1991 a 1992 e, mais tarde, de 1997 ...

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    Epistemicídio

    por Sueli Carneiro - trecho de matéria de 2007 - Espelho com Lazaro Ramos Muitas são as razões que advêm de uma realidade inaceitável contra a qual a militância negra vem historicamente lutando e frente à qual as respostas do Estado permanecem insuficientes, exigindo permanente esforço de compreensão. Assim, contrato racial, biopoder e epistemicídio, por exemplo, são conceitos que se prestam como contribuição ao entendimento da perversidade do racismo.São marcos conceituais que balizaram a tese de doutorado que defendemos junto à USP em agosto passado sob o título "A construção do outro" como não-ser como fundamento do ser. Nela procuramos demonstrar a existência no Brasil de um contrato racial que sela um acordo de exclusão e/ou subalternização dos negros, no qual o epistemicídio cumpre função estratégica em conexão com a tecnologia do biopoder.É o filósofo afro-americano Charles Mills quem propõe no livro The Racial Contract (1997), que devemos tomar a ...

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    Os pensamentos de Lélia Gonzalez[2] e Michel Foucault nas epígrafes acima, o primeiro datado de 1984 e o outro de 1976, assim como a presença-celebração a Carolina Maria de Jesus

    Mulheres negras, criminalizadas pelas mídias, violadas pelo Estado

    Para Carolina Maria de Jesus, que em 2014 celebramos seus 100 anos de nascimento. Autora do livro “Quarto de Despejo – Diário de uma favelada”, publicado em 1960, cujas tragédias narradas atravessam gerações, evidenciando o poder atemporal do racismo em suas formas reificadas, numa sociedade, como nos disse Florestan “de racismo sem racistas”. “O lugar em que nos situamos determinará nossa interpretação sobre o duplo fenômeno do racismo e do sexismo. Para nós o racismo se constitui como a sintomática que caracteriza a neurose cultural brasileira.” Lélia Gonzalez, p.224, 1984 “Fazer viver e deixar morrer – do homem-corpo ao homem-espécie. O nascimento do biopoder.” Michel Foucault, Em Defesa da Sociedade. Por Vilma Reis   Os pensamentos de Lélia Gonzalez e Michel Foucault nas epígrafes acima, o primeiro datado de 1984 e o outro de 1976, assim como a presença-celebração a Carolina Maria de Jesus, evidenciam os grandes temas-demandas do Movimento de Mulheres ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    “O processo de participação das mulheres negras em Pequim foi liderado por Lélia Gonzalez”, diz a feminista negra Dulce Pereira

    Em ato de projeto de memória Lélia Gonzalez, é recuperado o envolvimento da ativista na 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, ocorrida em 1995 Os 20 anos sem Lélia Gonzalez, feminista negra e fundadora do movimento de mulheres negras brasileiras, estão marcando o ano de 2014. Em maio, ocorreu seminário e entrega de premiações para organizações de mulheres negras. No último 10 de julho, aniversário de falecimento da ativista e professora universitária, ela foi lembrada nas redes sociais por militantes do movimento de mulheres negras e do movimento negro. Na última terça-feira (22/7), em ato de lançamento do livrofotobiográfico em sua homenagem, a trajetória de Lélia Gonzalez foi recuperada por familiares, feministas negras, acadêmicas e sacerdotes de terreiro.   Na redescoberta de Lélia Gonzalez, a atuação dela no processo de organização da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Pequim, foi resgatada por Dulce Pereira, professora universitária da Universidade ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    A Invenção de Zumbi – por Sueli Carneiro

    Bendito vidro moído nos bofes do Senhor bendita a lança, as balas de Zumbi, do Haiti (Sou duro de Oliveira da Silveira)   por Sueli Carneiro - Portal Geledés Sou de uma geração de crianças negras que cresceu ouvindo dizer que Zumbi era um fantasma sem beira nem eira, doido perambulando pelas encruzilhadas assombrando como alma penada. O nome de Zumbi sempre foi identificado, associado como negro à imagem do diabo, do pecado. Ao contrário da representação imagética ''dócil'' de Negrinho do Pastoreio ou mágico do mito mutilado (sem uma perna) Saci Pererê. O Aurelião já registra o Zumbi, chefe do Quilombo dos Palmares, assim como acrescenta ao verbete a idéia ''de fantasma segundo a crença afro- brasileira, vaga pela noite morta''. O significado negativo se institucionalizou não apenas graças aos dicionários, mas, principalmente, aos instrumentos educativos e meios de comunicação. O militante do Movimento Negro que tiver a oportunidade ...

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