terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: Ufes

    Cotistas denunciam discriminação na Ufes

    Entre os relatos há até separação de turmas para não cotistas Autor: Wesley Ribeiro, do Gazeta Online  Eles superaram o ensino precário das escolas públicas, as dificuldades financeiras e conseguiram ingressar em uma universidade federal. Neste ano, 1.439 cotistas foram aprovados no vestibular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), mas engana-se quem pensa que a luta acabou. Hoje, eles lutam contra o preconceito. A situação é tão alarmante que uma turma, que não entrou na Ufes neste ano, já foi até separada entre cotistas e não cotistas. A divisão aconteceu quando o Departamento de Arquitetura e Urbanismo dividiu as turmas de primeiro período em aulas laboratoriais de Geometria Gráfica 1, Desenho Artístico 1 e Composição Bidimensional. O relato é do aluno João Victor dos Santos, de 22 anos. Ele faz parte do grupo Coletivo Negrada, uma organização de estudantes que, na ocasião, publicou uma nota de repúdio contra a ...

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    Ufes vai investigar denúncia de fraude no sistema de cotas

    Vestibulandos fraudam autodeclaração etnicorracial, segundo denúncia. Se for comprovado, alunos que praticaram fraude terão matrículas anuladas. no G1 A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) disse que vai investigar as denúncias de fraude no sistema de cotas. Segundo nota publicada nesta quinta-feira (25), foi instaurado um processo administrativo para apurar o caso. No dia 13 de fevereiro, o Coletivo Negrada, organização de estudantes universitários negros e indígenas, protocolou uma denúncia no Ministério Público Estadual (MP-ES) e no Ministério Público Federal (MPF) sobre vestibulandos que fraudam a autodeclaração etnicorracial para se beneficiar pelas cotas no processo seletivo da universidade. Na ocasião, o Coletivo afirmou que 'a fim de obter vantagens', estudantes tem 'usufruído ilegalmente da subjetividade do termo “pardo” do PPI (cotista Preto, Pardo e Indígena) para concorrer às vagas das cotas raciais'. Violação A Ufes explicou ainda que será feito um processo legal, no qual será garantida a ampla defesa aos acusados. Se a ...

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    Duas semanas após denúncia de fraude no sistema de cotas, Ufes recebe primeira edição da Mostra de Cinema Negro

    A primeira edição da Mostra de Cinema Negro da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) acontece em um momento sintomático. Faz pouco mais de duas semanas que uma denúncia do Coletivo Negrada sobre fraudes no sistema de cotas étnico-racial no Vestibular 2016 sacudiu a instituição e mostrou que a injustiça contra os negros ainda atinge níveis inimagináveis. Do Século Diário O processo foi protocolado no Ministério Público Federal (MPF) e aponta pelo menos 30 alunos que se autodeclararam negro ou pardo para conquistar o benefício. “Apesar de o caso não ter relação direta com o evento, o que a gente sente é tristeza em relação a algumas pessoas de não aceitarem políticas públicas para inserir indivíduos que sofrem desigualdade”, diz Adriano Monteiro, do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Ufes e um dos coordenadores da Mostra, que acontece entre esta quinta-feira (25) e o próximo domingo (28) no Cine Metropolis, no ...

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    Ufes demite professor Malaguti após denúncia de racismo em sala

    Decisão foi divulgada nesta segunda-feira (9) pela Universidade.  Há um ano, Malaguti foi acusado por alunos por ter dito frases racistas. no G1 O professor Manoel Luiz Malaguti Barcelos Pancinha, acusado por alunos de ter cometido preconceito racial durante uma aula foi demitido do cargo pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), segundo a instituição. A informação foi divulgada pela Ufes na tarde desta segunda-feira (9). O professor não atendeu às ligações do G1. O caso ocorreu em novembro do ano passado, durante uma aula na Ufes. Na ocasião, o professor teria dito que “detestaria ser atendido por um médico ou advogado negro”, por exemplo. Na época, os alunos protestaram contra a permanência do professor na universidade. Ele chegou a ficar suspenso por 30 dias, mas depois voltou a dar aulas normalmente. Em entrevista ao Gazeta Online na sexta-feira (6), o professor confirmou que foi afastado das funções e que vai recorrer da ...

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    Ministério Público quer que professor da Ufes seja julgado por racismo

    Manoel Malaguti foi acusado de ter dito frases discriminatórias em uma aula. MPF informou que verificou que há indícios suficientes de “dolo racista”. Do G1 O Ministério Público Federal (MPF) expediu parecer ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ/ES) opinando que o professor Manoel Luiz Malaguti deve ser julgado por suas declarações discriminatórias contra os negros. A situação ocorreu em uma aula na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e as alegações foram confirmadas em entrevista à imprensa, em novembro de 2014. Na época,os alunos protestaram contra a permanência do professor na universidade. Ele chegou a ficar suspenso por 30 dias, mas depois voltou a dar aulas normalmente. O juiz da 2ª Vara Federal Criminal do Espírito Santo, em Vitória, rejeitou a denúncia sem abrir processo, alegando que ele não cometeu um crime. No parecer, a Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2) se manifestou favorável ao recurso do ...

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    Ufes diz que não há “justificativa legal” para afastar professor acusado de racismo

    Atualmente, o professor está ministrando as disciplinas optativas de Metodologia Econômica e Tópicos Especiais em Economia Política, do curso de Ciências Econômicas Do Folha Vitoria O professor Manoel Luiz Malaguti, acusado de racismo da  Ufes, foi denunciado nesta quarta-feira (18) à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF/ES). O órgão pede que o professor seja  processado e condenado por racismo, seja exonerado do cargo público que ocupa e que pague um valor pelos danos causados. Ele voltou a dar aulas na última terça-feira e enfrentou um protesto de alunos dentro da sala de aula. Manoel Luiz Malaguti é professor do Departamento de Economia da Ufes e em novembro do ano passado foi acusado de ter uma conduta preconceituosa e discriminatória enquanto ministrava aula para alunos do curso de Ciências Sociais. A vice-reitora Ethel Maciel atendeu à imprensa nesta quarta-feira, 18, para esclarecer sobre o retorno do professor Manoel Luiz Malaguti Barcellos ...

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    MPF/ES processa professor da Ufes por racismo

    Enquanto ministrava aula, docente teve conduta penalmente classificada como preconceituosa e discriminatória em relação aos alunos negros No MPF O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) denunciou à Justiça o professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Manoel Luiz Malaguti por racismo. Em novembro do ano passado, Malaguti, enquanto ministrava aula para alunos do 2º período de Ciências Sociais, teve uma conduta penalmente classificada como preconceituosa e discriminatória em relação aos alunos negros. É considerado racismo – crime tipificado no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 – “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A pena é de um a três anos de reclusão e multa. Denúncia - Em novembro de 2014, o MPF/ES instaurou procedimento para apurar a conduta do professor, após diversas representações feitas à Procuradoria. ...

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    Alunos da Ufes protestam em volta de professor afastado por racismo

    Ele foi suspenso em novembro de 2014 e voltou no início deste ano letivo. Protesto aconteceu no CCJE, nesta terça-feira (17). Por Naiara Arpini e Wing Costa Do G1 Alunos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) realizaram um protesto, durante a noite desta terça-feira (17), contra a volta do professor Manoel Luiz Malaguti, suspenso em novembro de 2014 por dar declarações racistas. Ele voltou a dar aulas assim que o ano letivo começou, depois de ter sido afastado por 30 dias (prazo que venceu em dezembro), durante o processo de sindicância aberto pela instituição. Denominado "Alerta Anti-Racista", coletivos e participantes de movimentos sociais andaram pelos corredores do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) gritando as palavras "alerta anti-racista", além de frases de ordem e músicas características do movimento negro. De acordo com o 'Coletivo Negrada', um grupo de cerca de 20 alunos entrou silenciosamente em uma aula do professor ...

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    Ufes decide processar professor por declarações racistas

    Um processo administrativo foi aberto pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) contra o professor Manoel Luiz Malaguti Barcellos Pancinha. Titular do Departamento de Economia, ele é acusado de dar declarações racistas durante uma aula para a turma do segundo período de Ciências Sociais, no início do último mês de novembro. Por Elton Roza, do Folha do ES De acordo com a assessoria de imprensa da universidade, o reitor Reinaldo Centoducatte assinou portaria instituindo uma comissão para conduzir um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Será esta equipe que irá julgar a conduta do professor. A comissão será formada por dois professores com titulação equivalente à do acusado e um servidor técnico-administrativo. Durante o processo, informou a assessoria, “serão garantidos aos envolvidos os princípios jurídicos do exercício do contraditório (o direito de apresentar sua versão) e da ampla defesa”. Silêncio “Não tenho nada a dizer, realmente, à imprensa. Vai ser um procedimento normal”, ...

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    Professor da Ufes suspeito de racismo também é acusado de preconceito contra servidora

    O professor Manoel Luiz Malaguti do Departamento de Economia da UniversidadeFederal do Espírito Santo (Ufes), acusado de racismo durante uma aula, já responde a outro processo de preconceito contra uma servidora da universidade. Segundo dados do Tribunal de Justiça, o professor foi processado há quatro anos. Do: Folha Vitoria A autora do processo, uma secretária do mesmo departamento de Malaguti, alega ter sido vítima de preconceito, desrespeito e maledicência. Segundo relatos da secretária, o professor estaria com dificuldades de lançar a pauta no sistema e foi aconselhado a procurar a pró-reitoria de graduação para resolver seu problema. Foi então que começaram os ataques pessoais e ofensas via email contra ela. A vítima do professor pediu uma indenização por danos morais por ter sido desrespeitada, humilhada e ofendida. Em 2012 a Justiça condenou Manoel Luiz Malaguti a pagar R$ 12 mil de indenização. No entanto, ele recorreu e uma outra decisão ...

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    UGT/ES participa de Ato contra Racismo Institucional na UFES e lança Nota de Repúdio

    “Racistas, racistas, não passarão. A juventude negra vai fazer revolução”, com esse canto de ordem entoado ao som de tambores, tamborins, surdos e chocalhos, e munidos de cartazes cerca de cem estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), ocuparam o prédio da reitora para pedir a exoneração do professor de economia, Manoel Luiz Malaguti, denunciado por práticas racistas dentro de sala de aula. Do: UGT A manifestação foi organizada pela turma do segundo período do curso de Ciências Sociais, depois que o professor durante a aula de Introdução à Economia Política, da última segunda-feira (03), fez afirmações contrárias ao sistema de cotas adotado pela universidade. De acordo com os alunos, o docente teria dito que a qualidade do ensino da instituição federal caiu por culpa dos cotistas, sobretudo, os cotistas negros. Malaguti teria ido além e afirmado, segundo os estudantes, que “detestaria ser atendido por um médico ou um ...

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    Professor é afastado e Ufes abre processo para apurar denúncias de racismo 

    Nesta quarta-feira (05), o reitor da Ufes, Reinaldo Centoducatte, informou que o professor foi afastado do segundo período de Ciências Sociais da Redação Folha Vitória A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) decidiu abrir um processo administrativo para apurar a conduta do professor do Departamento de Economia, acusado de racismo. O processo pode durar até 90 dias. Nesta quarta-feira (05), o reitor da Ufes, Reinaldo Centoducatte, informou que o professor foi afastado do segundo período de Ciências Sociais, na qual teria externado posicionamento contrário ao sistema de cotas. De acordo com o reitor, caso o inquérito confirme as denúncias apresentadas pelos universitários, o professor poderá sofrer até três tipos de sanções: advertência verbal, advertência na ficha de cadastro de professores da universidade, ou exoneração. Segundo Centoducatte, “o professor está completamente equivocado ao dizer que cotistas não são bons alunos”. Ele também reforçou que a Ufes não admite qualquer tipo de preconceito. O caso ...

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    Desembargador entra com ação contra professor da Ufes acusado de racismo

    O desembargador Willian Silva ofereceu representação criminal ao Ministério Público Federal na tarde desta terça-feira (4), contra o professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) que, nesta segunda-feira (3), segundo os alunos, teria adotado discurso preconceituoso em relação aos negros. Nesta quarta-feira, alunos também prometem fazer protesto contra o educador. Do Folha Vitória De acordo com denúncias, enquanto lecionava aos alunos do segundo período de Ciências Sociais, o professor teria externado posicionamento contrário ao sistema de cotas implantado na Ufes e que, atualmente, como consta na representação criminal oferecida pelo desembargador, é previsto em lei federal até mesmo no serviço público. Em sua representação criminal, o desembargador afirma não haver problema em posicionar-se desfavoravelmente ao sistema de cotas. "Ocorre que, afastando-se das críticas pessoais construtivas que se espera de um professor - e que, nessa condição, deveriam inclusive ser respeitadas -, o representado adotou discurso evidentemente ...

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    Alunos da Ufes denunciam professor por preconceito dentro da sala de aula

    Alunos ficaram indignados com frases contra negros e cotistas ditas em sala de aula Autor: Iara Diniz no Gazeta Online  “Eu detestaria ser atendido por um médico ou advogado negro”. A frase foi atribuída a um professor de Economia e teria sido dita durante uma aula polêmica na tarde desta segunda-feira (3), na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Durante a discussão, a maioria dos alunos deixou a sala, indignada com a atitude do mestre.O debate que revoltou os universitários aconteceu em uma aula de Introdução à Economia Política na turma do segundo período de Ciências Sociais. Um dos alunos levantou um questionamento sobre cotas na universidade, o que teria desencadeado a discussão. “Ele disse que os cotistas não conseguiam acompanhar as aulas como os outros alunos e que por isso ele tinha que usar uma linguagem mais acessível e baixar o nível das aulas dele para que todos pudessem compreendê-lo”, ...

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    Ufes está entre as universidades mais ‘generosas’ para cotistas

    A Ufes está entre as universidades que mais investem no sistema de cotas em todo o país. Neste ano, ex-alunos da rede pública vão ocupar 40%, 45% ou 50% das vagas, dependendo curso. Por Carla Nascimento , do Gazeta Online Foto: Fernando Madeira/ A Gazeta A diferença não está apenas na porcentagem da reserva. Na maioria das vezes, as universidades intercalam as chamadas cotas sociais - para ex-alunos da rede pública - com as raciais. É o caso, por exemplo, da Universidade do Estado do rio de Janeiro (Uerj). Nela, os candidatos passam pela primeira etapa sem escolher o curso ou participar da reserva de vagas. Na fase discursiva, há reserva de 45% das vagas para alunos considerados carentes, distribuídos entre os oriundos da rede pública, negros e pessoas com deficiência, indígena ou filhos de policiais mortos ou incapacitados em razão do serviço. O professor Antônio Carlos Moraes, que é secretário ...

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