sexta-feira, outubro 16, 2020

    Tag: violência racial e policial

    Paraisópolis (Lalo de Almeida/UOL)

    Nove pessoas morrem pisoteadas em baile funk de Paraisópolis

    Secretaria Municipal de Saúde confirma mortes; polícia diz que agentes foram atacados Por Artur Rodrigues e Laíssa Barros, da Folha de S.Paulo Paraisópolis (Foto:Lalo de Almeida/UOL) Uma ação policial em um baile funk na madrugada de domingo (1º) terminou com nove pessoas mortas por pisoteamento e outras sete feridas, na favela de Paraisópolis (zona sul de SP). O tumulto aconteceu em evento com mais de 5 mil pessoas. Imagens e relatos indicam que a multidão acabou encurralada pela polícia em vielas estreitas—alguns tropeçaram e acabaram mortos. Jovens afirmaram que a ação foi uma "emboscada". A Polícia Militar afirma que ainda não é possível saber se a ação ocorreu de maneira correta, que algumas imagens divulgadas sugerem abusos e que tudo será investigado. A corporação sustenta, porém, que a confusão começou após uma perseguição a suspeitos em uma moto, com quem trocaram tiros. Segundo a polícia, a fuga se deu por ...

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    Para a defesa, a sentença não se sustenta, já que o MP não conseguiu comprovar que o vendedor estava na cena do crime / Arquivo pessoal

    “Reconhecido pelos olhos”, homem é condenado a 18 anos de prisão por assalto a juíza

    Advogado alerta para racismo: "Se fosse um homem branco, com curso universitário, pode ser que o processo fosse outro" Por Igor Carvalho, Brasil de Fato Para a defesa, a sentença não se sustenta, já que o MP não conseguiu comprovar que o vendedor estava na cena do crime / Arquivo pessoal Por volta das 19h40 do dia 1º de março de 2018, o vendedor de equipamentos de som para automóveis Alex Sandro Ferreira da Silva Catuaba foi deixado no Terminal João Dias, na zona sul de São Paulo, por Lucas Fonseca, seu companheiro de trabalho. Cinquenta minutos depois, a 85 km de distância dali, no bairro do Caxambu, no município de Jundiaí, uma juíza tinha sua residência assaltada por quatro homens com o corpo todo coberto por roupas pretas e usando toucas ninjas que deixavam somente os olhos à mostra. De carro, no horário em que ...

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    "O reconhecimento facial aumenta o encarceramento em massa e penaliza os mais pobres e negros", afirma o especialista Pablo Nunes / Justin Sullivan/Getty Images North America/AFP

    Cerca de 90% das pessoas presas com uso de reconhecimento facial são negras

    Em entrevista, o pesquisador Pablo Nunes explica por que esse método aprofunda o racismo e a lógica do encarceramento Por Caroline Oliveira, do Brasil de Fato "O reconhecimento facial aumenta o encarceramento em massa e penaliza os mais pobres e negros", afirma o especialista Pablo Nunes / Justin Sullivan/Getty Images North America/AFP Aproximadamente 90% das pessoas presas com o uso de reconhecimento facial até o momento são negras. O dado é de um levantamento feito pela Rede de Observatórios da Segurança que analisou as prisões com a utilização da tecnologia em quatro estados brasileiros: Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraíba. O estudo “Retratos da Violência: cinco meses de monitoramento, análises e descobertas”, feito entre junho e outubro de 2019, constatou 151 pessoas presas. Dos casos monitorados pela Rede, a Bahia foi responsável por 51,7% das prisões, seguida do Rio de Janeiro, com 37,1%, Santa ...

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    Foto: Marina Silva/Correio

    Caso Môa do Katendê: Júri condena Paulo Sergio Ferreira a 22 anos e 1 mês de reclusão

    Paulo Sergio Ferreira de Sant’ana foi condenado nesta quinta-feira (21) a 22 anos e 1 mês de prisão por homicídio doloso contra mestre Môa do Katendê e por tentativa de homicídio por motivo fútil pela facada em Germinio do Amor Divino, irmão de Môa. O crime aconteceu em outubro do ano passado (lembre o caso aqui). O júri popular aconteceu no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. Por Mauricio Leiro, Matheus Caldas, Jade Coelho do Bahia Notícias Foto: Marina Silva/Correio Paulo Sergio Ferreira de Sant’ana foi condenado nesta quinta-feira (21) a 22 anos e 1 mês de prisão por homicídio doloso contra mestre Môa do Katendê e por tentativa de homicídio por motivo fútil pela facada em Germinio do Amor Divino, irmão de Môa do Katendê. O crime aconteceu em outubro do ano passado (lembre o caso aqui). O júri popular aconteceu no Fórum Ruy Barbosa, em ...

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    Foto: Gabriel Castro Herrera

    “Precisamos combater de forma efetiva o genocídio da juventude negra”, diz vereador Silvio Humberto

    O Portal Mídia 4P, site voltado especificamente para a questão racial, propôs, no Dia da Consciência Negra, que personalidades negras refletissem sobre a data. Para todos os (as) entrevistados (as) foram encaminhadas as mesmas perguntas. Abaixo, seguem as respostas do presidente do PSB em Salvador, o vereador Silvio Humberto . Por Anderson Sotero, do Mídia-4P O vereador Silvio Humberto (Foto: Gabriel Castro Herrera) 4P – O Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado há 16 anos. Nesse intervalo, o que mudou? Silvio Humberto – A primeira marcha da consciência negra comemora neste ano 40 anos. A minha entrada no movimento negro está intrinsecamente ligada a essa ação, onde a minha razão de ser na política tem nome e sobrenome: movimento negro, em particular, aqui da Bahia, e eu guardo a minha camisa até hoje. Muita coisa mudou, onde essas mudanças foram frutos das nossas ações. Muitas ...

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    Flávia Oliveira. (Foto: Marta Azevedo)

    Materializou-se o Partido da Bala

    Resta às mulheres e aos homens negros a desobediência de ficarem vivos Por FLÁVIA OLIVEIRA, do O Globo Flávia Oliveira. (Foto: Marta Azevedo) No país em que a morte está se tornando partido político por iniciativa do presidente da República, ficar vivo é ato revolucionário. Desde o início de 2019, são evidentes os sinais de que o Brasil caminha para o Estado de extermínio e impunidade. No Legislativo, tramita o pacote anticrime do ministro Sergio Moro, que pretende instituir redução de pena ou absolvição para homicídios cometidos por agentes da lei sob argumento de “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. Chamam de excludente de ilicitude, eufemismo para licença para matar. É mecanismo que, aplicado no Rio de Janeiro às margens da legislação pelo governador Wilson Witzel, deu em 1.402 mortes decorrentes de intervenção policial de janeiro a setembro, salto de 18,6% sobre um ano antes. Em ...

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    Genocídio do povo negro (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

    ‘Solidariedade Negra Transnacional’ de Comitê Afro-Brasileiro Da Rede Nacional dos Estados Unidos para Democracia no Brasil

    O Comitê Afro-Brasileiro da United States Network for Democracy in Brazil (USNDB) manifesta a sua indignação transnacional com a crescente violação dos direitos humanos no Brasil, em especial quanto à morte recente de Agatha Felix, uma menina de oito anos baleada e morta pela polícia do Rio de Janeiro. Cinquenta e quatro porcento da população brasileira é afrodescendente. Apesar do tamanho dessa população, as suas vidas estão sob ameaça. Estamos preocupados principalmente com os seguintes assuntos: o Pacote Anticrime, a aprovação de legislação autorizando a coleta de DNA de pessoas acusadas de crimes, e o Acordo de Alcântara.  Enviado para o Portal Geledés  Genocídio do povo negro (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil) Nossa primeira preocupação é com a violência policial e com as execuções de afro-brasileiros. De janeiro a agosto de 2019, no estado do Rio de Janeiro, mais de 1200 pessoas foram mortas pela polícia e ...

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    Policiais no Alemão, chegando para a reconstituição Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

    Caso Ágatha: inquérito da Polícia Civil aponta que PM causou morte da menina

    Resultado da investigação será entregue nesta terça-feira à Justiça. Segundo relatos de testemunhas, cabo confundiu esquadria de janela que homem levava em motocicleta com arma e atirou Por Rafael Nascimento de Souza, do  O Globo  Policiais no Alemão, chegando para a reconstituição (Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo) Partiu de um cabo da PM o disparo que, dois meses atrás, provocou a morte da estudante Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, no Complexo do Alemão. A informação consta do inquérito da Polícia Civil sobre o caso, que deve ser enviado nesta terça-feira à Justiça. De acordo com o documento, houve um “erro de execução”: o objetivo não era atingir a criança, mas dar um “tiro de advertência” para forçar a parada de dois homens que estavam numa motocicleta. A dupla fugiu de uma blitz dentro do complexo. Em seguida, o PM, lotado na Unidade ...

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    Ketellen de cinco anos morre baleada após troca de tiros em Realengo

    Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes, de 5 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira no Hospital municipal Albert Schweitzer, em Realengo. A menina foi baleada a caminho da escola na tarde desta terça durante uma troca de tiros na Praça da Cohab, no mesmo bairro. no Extra Globo Imagem: Geledés Além da menina, um homem identificado como Davi Gabriel Martins do Nascimento, de 17 anos, também foi baleado e morreu no local. De acordo com informações preliminares fornecidas pela Polícia Militar, um carro que passava pelo local efetuou os disparos. Ketellen foi atingida na perna, foi operada no hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar informou que os ocupantes do veículo de onde partiram os disparos ainda não foram identificados. Nas redes sociais, moradores de Realengo lamentaram o ocorrido e relataram pânico durante e após o tiroteio. O corpo de Ketellen foi levado para o ...

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    Protesto por morte de Ágatha reuniu moradores do Complexo do Alemão e de outras áreas do Rio em 22/09. (Foto: L. Correa/AP)

    A segunda morte da menina Ágatha

    Ágatha Félix morreu atingida por tiro durante operação policial Por Chico Alves, do UOL Protesto por morte de Ágatha reuniu moradores do Complexo do Alemão e de outras áreas do Rio no dia 22/09. (Foto: L. Correa/AP) Foi fácil prever: depois da comoção nacional, a morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, assassinada com tiro de fuzil no Complexo do Alemão, em 20 de setembro, cairia no esquecimento. Escrevi isso em um artigo para o UOL. Acabou acontecendo. Não era preciso ter bola de cristal. No calor dos acontecimentos, o assassinato de uma criança ainda faz com que mesmo aqueles que aplaudem incondicionalmente as operações de guerra da polícia nas favelas cariocas derramem uma lágrima. Essa dor na consciência, porém, dura pouco. Foi o que aconteceu antes com outras crianças, como Maria Eduarda Conceição, a Duda, de 13 anos, morta dentro da escola, em Acari; ...

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    Vídeo: “Eu vejo essa Coalizão como a esperança para o futuro do Brasil”, disse Angela Davis

    "Eu vejo essa Coalizão como a esperança para o futuro do Brasil", disse a filósofa e ativista Angela Davis em reunião com integrantes da Coalizão Negra por Direitos, na terça-feira, 22 de Outubro. O encontro contou com cerca de 60 representantes de entidades do movimento negro, de diversas regiões do país. A Coalizão apresentou as pautas da agenda política para enfrentar o genocídio e a necropolitica no Brasil e obteve o apoio de Ângela Davis para repercussão das denuncias e para a construção de uma rede internacional de solidariedade da diáspora negra. Confira mais em nosso site. https://coalizaonegrapordireitos.org.br/ #CoalizaoNegrapordireitos #vidasnegrasimportam

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    A modelo Babiy Querino (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

    Prisão de Babiy Querino reforça racismo da Justiça: ‘Pra não chapar eu escrevia’

    Emicida cantou certa vez que Deus é uma mulher negra. Acontece que aos olhos da Justiça as mulheres negras continuam sendo punidas baseadas no preconceito racial que conta a história do Brasil. por: Kauê Vieira, do Hypeness A modelo Babiy Querino (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress) Bárbara Querino de Oliveira, a Babiy, teve a vida transformada pelo preconceito. Aos 21 anos, esta jovem mulher negra apaixonada pela arte foi acusada e presa por um crime que não cometeu. Ao Hypeness, Babiy revelou a sensação angustiante de não apenas ser acusada, mas ter a liberdade interrompida pela criminalização constante de pessoas pretas. Pior, ela foi apontada como pivô de um assalto por uma característica que tanto ama, os cabelos cacheados. “Ser presa por ser uma mulher negra é revoltante. Se você não tem a cabeça, o psicológico bom, pessoas para te ajudar, você fica desgostosa de tudo. Você passa ...

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    O massacre que destruiu a ‘Wall Street Negra’ há quase cem anos e voltou à tona na série ‘Watchmen’

    Foi um dos piores capítulos na longa história de violência racial nos Estados Unidos, mas até pouco tempo atrás muitos americanos nunca tinham ouvido falar do massacre que ocorreu em 1921 na cidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma. Por Alessandra Corrêa, da BBC Dajour Ashwood, Steven Norfleet and Alexis Louder em cena da série “Watchmen”, da HBO (DIVULGAÇÃO/MARK HILL/HBO) Em 31 de maio daquele ano, uma multidão de pessoas brancas invadiu e destruiu o distrito de Greenwood, que na época era uma das comunidades negras mais prósperas do país, apelidada de "Wall Street Negra". A violência se estendeu por 18 horas, durante as quais mais de mil casas e estabelecimentos comerciais foram saqueados e incendiados. Alguns historiadores calculam que até 300 pessoas tenham sido mortas. Cerca de 10 mil ficaram desabrigadas. O episódio, ausente de livros escolares durante décadas, voltou a ganhar atenção na semana ...

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    Juristas pela descriminalização dos corpos negros

    As Comissões da Jovem Advocacia, Igualdade Racial, Mulher Advogada, Graduação, Pós Graduação e Pesquisa, Justiça Re staurativa, Diversidade Sexual, Política Criminal e Penitenciária, Direitos Humanos e Direito Penal convidam a todos para o evento "Criminalização das Estéticas Negras", com o objetivo de promover a discussão sobre erro judiciário, acesso à justiça e racismo institucional. Do Facebook Foto: OAB O evento contará com a presença de Bárbara Querino, jovem que, apesar de comprovar não estar no local do crime do qual foi acusada, teve a condenação baseada no reconhecimento de vítimas brancas que disseram à polícia ter identificado a jovem por causa do cabelo ou da pele negra. O evento tem apoio da UNEGRO, UNEAFRO, EDUCAFRO, SASP, IBCCRIM, IDDD, ABJD e a Mandata Quilomba da Deputada Estadual Érica Malunguinho, dentre outras entidades. Data: *28/10/2019* Horário: *19h00min* Local: *OAB/SP – Praça da Sé, 385, 2º andar, Sé, São ...

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    Preso em flagrante por morte em posto de gasolina, jovem é solto após imagens provarem sua inocência

    Guardas civis reagiram à ação de assaltantes em Itaquaquecetuba e mataram outros dois rapazes sem envolvimento com o crime; namorada de um dos agentes também morreu na troca de tiros Por Suzana Correa, do  O Globo  Imagens da câmera de segurança do posto de gasolina (Foto retirada do site O Globo) Uma investigação a respeito de um assalto que deixou três mortes em um posto de gasolina no último sábado em Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo, teve uma reviravolta na quarta-feira. Câmeras de segurança do local mostraram que Kauê Oliveira Francisco, detido desde sábado como suspeito do roubo, e Rodinei Alves dos Reis e Bruno Nascimento de Souza, mortos durante troca de tiros no local, não tinham envolvimento com o crime. O crime Eram 14h15 do último sábado quando dois funcionários da Guarda Civil Municipal (GCM) de Itapecerica da Serra retornavam de moto com ...

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    Atatiana Jefferson tinha 28 anos — Foto: Reprodução/BBC

    Policial dispara pela janela e mata mulher negra em seu próprio quarto nos EUA

    Uma mulher negra foi morta a tiros pela polícia pela janela do seu quarto nas primeiras horas da manhã do sábado (12/10), após um pedido de seu vizinho para verificar se ela estava bem. No BBC Atatiana Jefferson tinha 28 anos — Foto: Reprodução/BBC Atatiana Jefferson, de 28 anos, estava em sua casa, em Fort Worth, no estado americano do Texas, acompanhada do sobrinho de oito anos. O vizinho telefonou para a polícia depois de ficar preocupado ao ver a porta da frente da casa de Atatiana aberta durante a noite. A polícia divulgou imagens que mostram um policial atirando alguns segundos depois de vê-la. O registro foi feito por meio de uma câmera acoplada ao uniforme do policial. O vídeo mostrao policial fazendo buscas ao redor da casa, antes de notar uma figura na janela. Depois de solicitar que a pessoa levantasse as mãos, um ...

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    Grupo de mães se reuniu nesta terça com deputados federais, entre eles Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Alessandro Molon. (TWITTER ALESSANDRO MOLON)

    Ciclo de impunidade em operações policiais com mortes ronda o caso Ágatha

    Estudos mostram que mais de 90% dos casos de mortes cometidas por agentes do Estado não são investigados ou acabam arquivados Por FELIPE BETIM, do El País  Grupo de mães se reuniu nesta terça com deputados federais, entre eles Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Alessandro Molon. (TWITTER ALESSANDRO MOLON) As ações policiais no Rio de Janeiro raramente passam pelo escrutínio das autoridades competentes, seja a Polícia Civil ou o Ministério Público, quando resultam em mortes. Ao menos três estudos e relatórios recentes indicam que mais de 90% dos autos de resistência — como são chamadas as mortes cometidas por agentes de Estado durante uma operação — não são investigados ou acabam arquivados. Trata-se de um cotidiano de impunidade que estimula toda sorte de abuso por parte dos agentes públicos. E que agora ronda o caso Ágatha Félix, a menina de oito anos que morreu baleada ...

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    Preta também é a apresentadora do boletim Lula Livre / Foto: Jornalistas Livres

    Após 109 dias, Preta Ferreira e outros ativistas ganham liberdade

    Tribunal de Justiça de São Paulo concede habeas corpus à apresentadora, seu irmão Sidney e à liderança Maria do Planalto Por Juca Guimarães, do Brasil de Fato , Preta também é a apresentadora do boletim Lula Livre / Foto: Jornalistas Livres Após 109 dias de uma prisão sustentada por frágeis alegações, três ativistas do movimento de moradia na cidade de São Paulo foram libertados nesta quinta-feira (10) mediante habeas corpus (HC) concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Deixaram a prisão a cantora e apresentadora Preta Ferreira, seu irmão Sidney Ferreira e a liderança Maria do Planalto. Ednalva Franco, outra ativista presa, ainda aguarda o julgamento de seu HC. Na saída da Penitenciária Feminina de Santana, Preta foi recebida com muita comoção. Por volta das 18h06, a ativista passou pelo portão hasteando a bandeira do Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), do qual faz parte. ...

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    Foto: Rodrigo Vianna/G1

    Violência policial não diminui ocorrência de crimes no RJ, aponta estudo do Ministério Público

    Levantamento descarta haver relação direta entre redução de crimes contra a vida e contra o patrimônio com aumento da força policial no estado. Em um ano, homicídios dolosos tiveram queda de 21,5%, enquanto mortes provocadas pelas policiais aumentou em 16% no mesmo período. Por Daniel Silveira, do G1 Foto: Rodrigo Vianna/G1 Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas do Ministério Público do Rio de Janeiro (CENPE/MPRJ) afirma que o aumento do número de mortes em ações policiais não tem relação direta com a redução da criminalidade no estado. Ao comparar dados sobre a violência, a pesquisa diz que a letalidade policial não provoca queda no número de crimes. Reprodução/G1 De um total de 39 AISP (Áreas Integradas de Segurança Pública, que são modelos de integração geográfica entre as Polícias Civil e Militar), apenas cinco - Queimados, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Macaé e ...

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    Vigia da USP, Januário Alves de Santana, FOTO: Eduardo knapp / FolhaPress

    Tortura em supermercado expõe prática comum entre seguranças

    Januário nem crime cometeu. Foi levado ao quartinho escuro, que no jargão dos torturadores refere-se ao espaço onde os clientes pegos em furtos apanham, após ser confundido com um ladrão quando tentava entrar em seu carro um Ford EcoSport , estacionado no pátio do Carrefour por Dhiego Maia no Folha de São Paulo Vigia da USP, Januário Alves de Santana, FOTO: Eduardo knapp / FolhaPr O desânimo preenche o rosto e a fala de Januário Alves de Santana, 49. O motivo passa ao largo da vida regrada que precisou seguir nos últimos dias para se recuperar da cirurgia de hérnia. Ficar em casa em vez de proteger o prédio da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em São Paulo, como faz há quase 20 anos, deu tempo ao vigia para uma reflexão: no que diz respeito ao uso da violência indiscriminada como política de dissuasão de ...

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