quarta-feira, setembro 16, 2020

    Tag: zoológico humano

    Ota Benga foi sequestrado e levado aos EUA para ser exibido em um zoológico (Foto: BIBLIOTECA DO CONGRESSO DOS EUA)

    Após 114 anos, zoológico dos EUA se desculpa por exibir jovem negro em jaula de macacos

    Ota Benga foi sequestrado em sua terra natal — onde hoje fica a República Democrática do Congo — e levado aos EUA para ser exibido em uma jaula, em 1904. Mais de um século depois de virar notícia internacional por exibir um jovem congolês na mesma seção onde ficavam os macacos, o Zoológico do Bronx, em Nova York, finalmente emitiu um pedido de desculpas. O pedido de desculpas feito pela entidade que administra o local, a Sociedade para Conservação da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês), veio em meio a protestos globais motivados pela morte do americano George Floyd por um policial branco nos Estados Unidos. A jornalista Pamela Newkirk, que já pesquisou e escreveu extensamente sobre o assunto, faz uma análise do caso para a BBC. Em um momento de ajustes de contas nacional, o presidente da entidade, Cristian Samper, disse que é importante "refletir sobre a própria ...

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    A história cruel de um africano que foi dissecado e exposto como um animal por 80 anos em um museu

    No início do século XIX, as pessoas ricas europeias tinham o costume de caçar animais selvagens ao redor do mundo para levar para casa, os embalsamando e os exibindo como troféus. No entanto, um comerciante francês chamado Jules Verreaux decidiu ir um pouco além e, entediado com os animais, decidiu fazer o mesmo com um ser humano. Do Intellectuale Aparentemente, um africano foi caçado e dissecado. E não contente com isso, foi levado para um museu como se fosse uma exposição material com o nome de “O Negro”. Por fim, o homem terminou no Museu Darder em Girona, norte da Catalunha, quase na fronteira entre Espanha e França. De pé em sua vitrine, ligeiramente inclinado e com um olhar penetrante, o homem representa os aspectos mais sombrios do passado colonial europeu. Com o passar do tempo, alguém colocou uma camada de verniz para escurecer a pele. Durante a sua estada no museu da Catalunha, o homem era um objeto de culto ...

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    “Eles me cheiravam para ver se eu era real”, lembra homem exposto em zoo

    As "exposições etnológicas" da época do Império Alemão ainda são uma experiência traumatizante para Theodor Wonja Michael, hoje com 92 anos Por Deutsche Welle Do Carta Capital "Passamos por toda a Europa com circos, e eu estava sempre viajando – de Paris a Riga, de Berna a Bucareste via Varsóvia", lembra Theodor Wonja Michael, filho mais novo de um camaronês que deixou a ex-colônia alemã na virada do século. "Nós dançávamos e nos apresentávamos junto com os engolidores de fogo e faquires. Eu comecei a odiar participar destes zoológicos humanos muito cedo", conta ele, hoje com 92 anos. Por vários anos, Theodor Wonja evitou falar sobre esse período da sua vida. Então, em 2013, resolveu escrever sobre a sua história e de sua família no livro "Deutsch sein und schwarz dazu" (Ser alemão e negro, em tradução livre). O pai de Theodor Wonja se mudou com a família do Camarões para ...

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    O cancelamento de Exibit-B no Brasil

    Durante o ano de 2015, muitas lutas contra o racismo surgiram não somente nas redes sociais como também em espaços físicos reais. Destaco aqui, com prazer e orgulho da comunidade negra (e guerreira), a luta contra o racismo nas artes. Enviado por Marcelo Moreira de Jesus via Guest Post para o Portal Geledés Logo após uma peça de teatro (“A mulher do trem” da “Cia Os Fofos Encenam”) ser barrada no Itaú Cultural por conter “black-face” em sua produção, uma comunidade afrocentrada do facebook recebeu a notícia que Brett Bailey chegara ao Brasil com o objetivo de expor na MIT-SP 2016 (Mostra Internacional de Teatro) a sua “performance artística” Exibit-B. A montagem do “artista” branco sul-africano já havia sido barrada em outros países – Canadá , França, Reino Unido – e, agora 2016, está cancelada no Brasil também. O mérito principal da luta vai para o grupo de negras e negros denominado ...

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    A situação colonial, ou a arrogância do colonizador

    Zoológicos humanos: entre 1877 e 1912, foram montadas, em Paris, cerca de trinta “exibições etnológicas” desse tipo Do Outras Palavras Desprezo pelo Outro marca visão eurocêntrica há séculos. Mas Vargas Llosa alfineta: “A forma mais insidiosa de arrogância, a arrogância silenciosa, Casement a encontrou (…) no coração financeiro de Londres” Por Maria Stella Bresciani, na série Ensaios sobre a Arrogância “A expansão é tudo, disse Cecil Rhodes, deprimido ao ver no céu “estas estrelas (…) esses vastos mundos que nunca poderíamos atingir. ‘Se eu pudesse anexaria os planetas'” Hannah Arendt (1) O segundo texto da série “Ensaios sobre a Arrogância é de autoria de Maria Stella Bresciani professora emérita, uma das fundadoras do curso de História da Unicamp e criadora do Centro Interdisciplinar de Estudos da Cidade (CIEC). Stella recorta o tema da arrogância do colonizador no texto literário de Mário Vargas Llosa “O sonho do celta” atenta, em suas ...

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    Quer ver corpos de negros? Vá ao Instituto Médico Legal “contra-exibit-B”, filme sobre a importação zoológica do racismo

    Por Marcos Romão, em coletivo com Filó Filho, Delanir Cerqueira, Luana Galdino, LuanaVieira, Luz Luciana, José Andrade e Ortrun Gutke. No Mamapress O espetáculo Exhibit B pretende apresentar-se na MIT (Mostra Internacional de Teatro – SP) 2016 e no “Tempo Festival” no MAR – Museu de Arte Rio. A instalação que reproduz um zoológico humano, com negros mudos reduzidos a atração de zoo já foi cancelado em Paris, Londres e outras cidades da Europa após intervenções e manifestações da militância negra. No último dia 13 de outubro no Museu de Arte do Rio – MAR, na Praça Mauá, centro do Rio de Janeiro, aconteceu um encontro aberto ao público com a participação da antropóloga Ana Paula da Silva, a escritora Marcia Zanellato, a cineasta Yasmin Thayná e o convidado sul-africano Brett Bailey, dramaturgo, artista, diretor e curador da companhia “Third World Bunfight”, que propõe a instalação performática Exhibit B, que ...

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    Zoológico Humano no Rio de Janeiro. Quando o circo dos horrores entra pela porta MAR

    EXHIBIT B , ou Zoológico Humano, como está sendo denominada pelos movimentos antirracistas, a peça/performance de autoria do Sul-africano Brett Bailey, apresentada em várias capitais da Europa,  sob protestos, dos movimentos negros e antirracistas. Por marcos romão Do Mama Press Desde sua primeira apresentação em 2012 na cidade de Berlim, passando por Londres e Paris, a peça teve que se confrontar, inclusive com proteção policial, com os protestos de pessoas indignadas com a forma e método,  como o jovem sul-africano branco, nascido ainda no período do Apartheid, apresentava negras e negros em sua performance Exhibit B. O MAR, Museu de Arte do Rio, nos 450 anos de aniversário da cidade, resolveu convidar o autor Brett Balley, para debate em 13 de outubro, 20 horas, onde alegam na sinopse do convite: ” Os distanciamentos sociais, raciais, econômicos, religiosos, culturais impostos por séculos levaram a perseguições e abusos dos mais cruéis possíveis. Para o diretor sul-africano Brett Bailey, ...

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    Racismo ou crítica aos racistas? O polêmico zoológico humano que está chegando ao Brasil.

    O artista sul-africano Brett Bailey é pouco famoso no Brasil, mas inspirou a criação de uma petição que em menos de 12 horas coletou mais de 1.200 assinaturas. Ele é o idealizador de Exhibit B, misto de peça tetral, exposição de arte e performance, banida em Londres e prevista para vir a São Paulo no ano que vem, caso não esbarre nos protestos para impedir que seja exibida por aqui. Por Marcos Sacramento, do DCM A raiz da polêmica está no formato da obra, onde artistas negros aparecem como se fossem objetos de exposição, nos moldes dos zoológicos humanos em voga na Europa nas primeiras décadas do século XX. “A peça (…) cria “quadros vivos” de seres humanos negros em posição de inferioridade, sem voz, na posição de objetos.Esses “quadros vivos” recriam cenas extremamente dolorosas da história da diáspora africana, e exibem o negro como coisa, da mesma velha maneira ...

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    Show com “zoo humano” banido em Londres, vem para São Paulo

    Uma performance artística polêmica com atores negros em um “zoológico humano” foi cancelada em Londres depois de protestos realizados setembro. 2014, na sua noite de abertura. Do Mamapress No evento artístico, chamado Exhibit B, os atores apareciam em jaulas e presos a correntes para tratar das “repugnantes atitudes referentes à raça durante a era colonial”.( fonte BBC) No entanto, os manifestantes consideraram a performance ofensiva e racista. Já desde 2012, quando foi apresentada em Berlim na Alemanha,  que a peça do sul-africano Brett Bailey, causa polêmica e protestos das comunidades  negras e africanas na Europa. Os Afro-alemães assim a consideraram: “A produção de “Exhibit B” é baseada em sua implementação na tradição colonial racista: a questão dos negros e pessoas de cor. Apesar das supostas intenções anti-racistas, Brett Bailey reproduz com o seu trabalho, a ideia dos africanos como objetos de entretenimento, conforto ou, como utilizado neste caso, a formação da “consciência” ...

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    As Vênus negras

    Em livro, pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba disseca o discurso que envolve a beleza negra por Ana Ferraz no Carta Capital Saartjie, “pequena Sara”, nasceu na África do Sul em 1789. Nunca se soube seu nome de batismo. Com 1,35 de altura e pertencente à etnia Khoisan, considerada a mais antiga estabelecida na parte meridional da África, aos 10 anos ela foi adotada por uma família de agricultores holandeses, os Baartman, de quem herdou o sobrenome e uma vida de servidão e crueldade. Saartjie pertencia ao povo Hotentote, cujas características físicas tornaram-na objeto de exibição em circos, feiras, teatros ou onde houvesse um bando de curiosos ávidos por conhecer uma “selvagem”. Como outros representantes de seu povo, Saartjie tinha lábios vaginais hipertrofiados e acúmulo de gordura nas nádegas. A Vênus Hotentote, como passou à posteridade, era exibida nua numa jaula, acorrentada para acentuar seu suposto caráter animalesco. No recém-lançado História da Beleza Negra no ...

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    Mirisola critica turismo predatório em favelas

    Repercutindo entrevista de Arnaldo Bloch, no jornal O Globo, com a professora do Vidigal Bárbara Nascimento, o autor paulistano Marcelo Mirisola publicou artigo em seu blog no Yahoo criticando os jeep tours em favelas: "Pior do que safári. O nome disso não é turismo, é algo – pensando bem – que ultrapassa a selvageria, o nome disso é humilhação. O Rio está doente, como se suas "belezas naturais" estivessem cansadas do uso e do abuso, ou daquilo que a professora Bárbara chama de apropriação. A vista é linda. Assino embaixo", afirma Por Marcelo Mirisola no Brasil 247 O autor paulistano Marcelo Mirisola escreveu artigo em seu blog no Yahoo repercutindo a entrevista de Arnaldo Bloch com a professora do Vidigal Bárbara Nascimento, publicado n'O Globo: "Professora Bárbara diz que não é macaca para ser fotografada pelos gringos. A propósito: qual é a desses gringos? Nem os arrastões nas praias, muito menos os nóias ...

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    Antirracistas atacam obra que critica preconceito usando negros em jaulas

    Breyten Breytenbach, sul-africano de nascimento e francês de coração, disse no dia 28 de novembro que "se a França se tornou isso, é triste". O escritor, que passou nove anos nos cárceres do regime do apartheid, falava sobre os atos de violência da véspera durante uma apresentação de Exhibit B no teatro Gérard Philipe, em Saint-Denis. Por Michel Guerrin no UOL Com esse espetáculo, o sul-africano Brett Bailey pretendia denunciar o sofrimento infligido aos negros no século 19, quando eles eram exibidos em zoológicos humanos.  Dentro das jaulas há atores, alguns deles nus, mudos, mas com um olhar fuzilante para o espectador que se vê remetido à sua culpabilidade e sua animalidade. Foi desconcertante para uns e escandaloso para outros, o que causou algo inédito na França: ativistas antirracistas atacando um espetáculo antirracista. E eles não o fizeram só brandindo cartazes, mas com as armas da intimidação, do insulto, do soco. ...

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    Exposição considerada espetáculo racista gera protestos em Paris

    Paris, 7 dez (EFE).- Cerca de 200 pessoas protestaram neste domingo contra o centro cultural Centquatre, em Paris, devido ao evento artístico "Exhibit B" do artista sul-africano Brett Bailey, que expôs no espaço 12 retratos vivos com negros em jaulas, o que alguns consideraram um espetáculo racista. No Yahoo  O protesto ocorreu sem confusão e sob a vigilância da polícia, cuja presença foi reforçada ao redor da "performance" devido às criticas que surgiram antes da inauguração do polêmico artista. Com figurantes negros enclausurados em jaulas, a obra busca recriar os "zoológicos humanos" dos finais do século XIX, diz o autor. "Queria analisar o racismo e a xenofobia em nossa época e mostrar como essa visão se origina na história", declarou o artista em entrevista publicada netse domingo pela revista "Les Inrocks". Segundo o centro cultural que expõe a obra, Brett Bailey denuncia o terror da história colonial de seu país. ...

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    Foto: Sofie Kniff

    Com atores negros, “zoológico humano” é cancelado em Londres após protestos

    Uma performance artística polêmica com atores negros em uma espécie de "zoológico humano" foi cancelada em Londres depois de protestos realizados, na sua noite de abertura, nesta terça-feira (24). Batizado de Exhibit B, o evento artístico propôs a atores que aparecessem em jaulas e presos a correntes para tratar das "repugnantes atitudes referentes à raça durante a era colonial". No entanto, os manifestantes consideraram a performance ofensiva e racista. O centro cultural Barbican cancelou os cinco dias de apresentações devido à "natureza extrema do protesto" que representaria "uma ameaça à segurança dos atores, do público e funcionários". Liberdade de expressão Criada pelo sul-africano Brett Bailey, a Exhibit B já foi apresentada em 12 cidades em vários países. Ela tem o objetivo de mostrar uma versão moderna do "zoológico humano", em que africanos eram exibidos para a curiosidade do público ocidental no século 19 e início do século 20. Na apresentação, ...

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    Racismo à moda da casa

    Vocês sabiam que já houve campo de concentração no Brasil? Surpresa, não? E não foi um só, não. Foram 31. Recebiam alemães, italianos e japoneses, copiando o modelo norte-americano. Nos Estados Unidos, retiraram todas as famílias de japoneses da costa oeste e os prenderam no que foi chamado de "campos de internamento". A justificativa era a de que japoneses, ainda que nascidos nos Estados Unidos, cidadãos norte-americanos, se aliariam a eventuais invasores japoneses quando estes atacassem a costa oeste norte-americana. Vocês sabem, porque japonês é tudo igual. Então assim foi feito também no Brasil. Mas existia uma diferença entre os campos onde se internaram os japoneses e os de outras nacionalidades. O pesquisador Claudio Seto entrevistou uma senhora que foi presa na Granja do Canguiri, entrevista transcrita no livro Ayumi – Caminhos da Imigração, escrito em conjunto com Maria Helena Uyeda. Copio alguns pontos do seu relato: "Os adultos foram ...

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    Grupo de africanos que foi exposto no início do século XX em uma das vilas construídas na Europa.

    Oslo: O zoológico humano, um século depois

    A ideia não é nova, muito pelo contrário. O que o Kongolandsbyeno, ou Zoológico Humano, faz é reproduzir uma pequena vila que já existiu em Oslo em 1914. Para marcar o primeiro centenário constitucional foi aberta por cinco meses uma exposição de um vilarejo fictício que todos conheciam como Villa Congo. Nele viviam 80 pessoas de origem africana, quase todas do Senegal, que reproduziam costumes africanos para o deleite dos visitantes, para quem tudo aquilo parecia muito exótico. Um milhão e meio de noruegueses, três quartos da população no início do século passado, pagou com gosto o ingresso para ver os africanos vestidos de forma tradicional, cozinhando, comendo e fazendo artesanato em barracas com telhados de palha. Há 100 anos, o próprio rei da Noruega oficializou a abertura da exposição. A de Oslo não foi a única Villa Congo instalada na Europa. Houve vários zoológicos humanos, também chamados de exposições coloniais. Na Bélgica, Alemanha e ...

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    Zoológicos Humanos

    Exposição mostra como seres humanos foram exibidos em feiras, circos e zoológicos no fim do século 19

    A exposição Exibições – A Invenção do Selvagem indica, segundo os organizadores, que esses "espetáculos" com índios, africanos e asiáticos, além de pessoas portadoras de deficiência, que tinham o objetivo de entreter os espectadores, influenciaram o desenvolvimento de ideias racistas que perduram até hoje. "A descoberta dos zoológicos humanos me permitiu entender melhor por que certos pensamentos racistas ainda existem na nossa sociedade", diz o ex-jogador da seleção francesa de futebol Lilian Thuram, um dos curadores da mostra. Thuram, campeão da Copa do Mundo de 1998 pela França, criou uma fundação que luta contra o racismo. Ele narra os textos ouvidos no guia de áudio da exposição. "É difícil acreditar, mas o bisavô de Christian Karembeu (também ex-jogador da seleção francesa) foi exibido em uma jaula como canibal em 1931, em Paris", diz Thuram. A exposição é fruto das pesquisas realizadas para o livro Zoológicos Humanos, do historiador francês Pascal ...

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    Zoológico Humanos - Escravidão

    Fotos antigas mostram negros vivendo em zoológicos humanos

    A história conta, mas muita gente sequer imagina que um dia negros, índios e esquimós foram tratados literalmente como animais. A partir de 1935, a Europa começou a receber zoológicos humanos. Neles, pessoas brancas observavam negros, índios e esquimós em cativeiro. Confira as imagens. Zoológico Humanos - Escravidão Zoológico Humanos - Escravidão Zoológico Humanos - Escravidão Até o início do século XX, os africanos foram mantidos em zoos em Antuérpia, Basileia, Berlim e Londres. Andavam com trajes típicos e eram obrigados a levar um estilo de vida tradicional: plantando, fazendo esteiras e cozinhando. Apesar de terem acabado durante a II Guerra Mundial, os zoológicos humanos foram responsáveis pela morte de vários negros em cativeiro.

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