Tag: hip hop

Foto: Fernando Schlaepfer/Divulgação

Pearls Negras muda nome para Abronca e lança novo single; ouça “Chegando de Assalto”

O grupo feminino de hip-hop Pearls Negras mudou o nome e lançou uma nova música nesta sexta, 20. Agora chamado Abronca, o trio passeia por funk e trap e solta novas rimas na faixa “Chegando de Assalto”, que apresenta a nova abordagem do projeto. A canção tem produção de Leo Justi (ao lado de Allan Felix) e é o primeiro lançamento do trio pelo selo dele, o Heavy Baile Sounds, que lançou Bandida, álbum debute de MC Carol, em 2016. Justi recentemente trabalhou com nomes como Emicida e a cantora do Sri Lanka M.I.A., além de MC Carol. Conhecido pela mixtape Biggie Apple, de 2014, que fez o Pearls Negras estourar no exterior, o Abronca é formado por Slick, Jay e Mari. “Um novo nome tinha que surgir para seguirmos com outra cara”, diz Slick, em comunicado. “Sabíamos que estávamos mais maduras e que precisávamos fazer algo diferente agora.” Ouça ...

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HQ documenta aparecimento do Hip Hop

O momento de nascimento de uma cultura é sempre controverso, cheio de versões conflitantes e contradições. Em Hip Hop Genealogia 1970’s - 1981, o quadrinista norte-americano Ed Piskor oferece sua versão do estabelecimento dessa cultura nas ruas de Nova York. Fonte: A Tarde por, Chico Castro Jr Antes de tudo, vale ser didático. Hip hop é uma cultura urbana que engloba música e poesia (rap), artes visuais (grafite), dança (break), moda e ativismo político através da conscientização dos povos de origem africana quanto a sua condição de explorados. Em Hip Hop Genealogia, Piskor parte de uma modesta, porém bem fundamentada, bibliografia de seis livros sobre o tema, para montar um grande e detalhado painel, no qual segue as trajetórias paralelas (às vezes entrecruzadas) dos principais personagens dos primórdios do hip hop. O plus é a estética com que Piskor embala sua reportagem. Sua arte é um misto de influências dos ...

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‘Mulheres Pretas’ ocupam Itaquera com cultura e empoderamento

Evento conta com apresentação do grupo Batekoo e da rapper Lei di Dai Do Catraca Livre  Se tem uma coisa que mulher tem é poder! E é nesse clima que no sábado, dia 26, rola muito empoderamento negro e sonoridade com o "Mulheres Pretas: Arte, Cultura e Resistência na Quebrada". O evento ocorre das 10h às 22h, na Cohab José Bonifácio, em frente ao Espaço Cultural Reação Arte e Cultura, em Itaquera, zona leste. A entrada é Catraca Livre. Como parte das celebrações pelo mês da Consciência Negra, o "Mulheres Pretas" busca valorizar a arte produzida por mulheres negras, por meio de uma grande festa com atrações musicais e roda de conversa. E tem, para completar, feira com exposição de produtos, artesanato e livros produzidos por mulheres da região. Dentre as atrações, o evento apresenta o grupo de rap A’s Trinca e as batidas dançantes com letras conscientes  de Lei di Dai, todas moradoras da periferia ...

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Thaíde lança livro e fala sobre o preconceito

Rapper reúne letras de músicas para comemorar 30 anos de carreira por Tatiane Moreno no Band Em comemoração às três décadas de carreira, Thaíde acaba de lançar o livro 30 anos Mandando a Letra. A obra com prefácio do cantor e compositor Chico César e organizada por Gilberto Yoshinaga, amante da cultura hip hop desde os nove anos de idade, traz um compilado de trinta letras do artista, escolhidas pelo seu significado e não pelo sucesso comercial, e enriquecidas por comentários do rapper juntamente com o contexto histórico do momento. Em entrevista ao Portal da Band, Thaíde falou sobre a iniciativa. “A ideia era comemorar com um presente não só para mim, mas para os fãs. Têm muitas letras que as pessoas não conhecem e vão passar a conhecer; outras que já conhecem e vão tirar aquelas pequenas dúvidas de palavras que não entendiam, por exemplo. Reuni mensagens pessoais, as primeiras composições como Consciência, Corpo ...

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Contribuição de Nelson Triunfo para o Hip-Hop brasileiro vira tema de palestra em programa de formação cultural

Com o tema “Do sertão ao Hip-Hop: cultura e identidade periférica”, a palestra gratuita destinada a agentes e coletivos culturais acontece na próxima terça-feira (08), na sede da Ocupação Cultural Mateus Santos, em Ermerlino Matarazzo, zona leste de São Paulo. por: Dj Abraão, do Zonas Suburbana  Na próxima terça-feira (08), Nelson Triunfo, um dos percussores do movimento hip hop no Brasil apresenta a palestra “Do sertão ao Hip-Hop: cultura e identidade periférica”, para um grupo de agentes e coletivos culturais atuantes na zona leste de São Paulo. A iniciativa faz parte do projeto Criando Criadores, programa de formação de agentes culturais na periferia, fruto de uma parceria entre a Cingulado, consultoria com foco em investimento social, e o Movimento Cultural Ermelino Matarazzo. O projeto tem patrocínio da ArcelorMittal, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de São Paulo. A Fundação ArcelorMittal já atua com projetos de cultura e educação ...

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Evento de hip hop debate produção musical e protagonismo feminino

Mulheres estão se mobilizando e mostrando que também podem ocupar espaços Por Isabela Lopes Do Portal o Dia Durante a VII edição do Hip Hop Acontece, realizada nesse domingo (25), no Centro de Produção da Santa Maria da Codipi, zona Norte de Teresina, além do lançamento do 2º CD do Grupo Reação do Gueto, intitulado ‘Nordestinamente’, também foi realizada uma roda de conversa sobre o protagonismo feminino no hip hop e o lançamento do CD do rapper Preto Kedé. Lucas Carvalho de Araújo, um dos coordenadores do grupo, explicou que o movimento visa discutir temas relacionados às causas de luta da população que vive nas periferias de Teresina, usando o hip hop como um instrumento político e de formação. “Apresentamos documentários, trocamos ideias com outros coletivos para ver como está o hip hop atualmente e analisamos o movimento como um todo. O hip hop vem trabalhando sistematicamente essas minorias que ...

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Hip Hop: “Uma história de várias vidas”, leia o texto de Mano Brown

Nasci de novo quando conheci o rap nacional. Não passei por apenas uma transformação, outra vida me foi dada. Saí do ostracismo, do anonimato total e conheci outro lado. Não tinha política nenhuma, a gente não queria ser nada, queria só cantar, se divertir e arranjar uma namoradinha. E o lance de querer cantar já dá uma vida nova, uma direção; você sair de uma porta de bar às 14h e ir para casa escrever uma letra. Na quebrada era isso, eu ficava no bar, com os caras, não tinha muita escolha. Qualquer paixão me divertia. Do ZonaSuburbana Essa visão politizada veio depois, até considerando nossa idade. Eu mesmo tinha 18 anos. A gente conheceu uma pessoa logo no começo que fez a diferença: Milton Sales. Ele tinha toda a bagagem política de outras bandas. E ainda havia todo aquele momento político começando…Final de ditadura, Diretas Já, democracia. Estes caras eram ...

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Rapper Thaíde relembra 30 anos de carreira comentando letras marcantes em livro

Obra é uma parceria com o jornalista Gilberto Yoshinaga, biógrafo do músico no R7 Algumas das crônicas, opiniões, lutas e histórias que recheiam as músicas do rapper e apresentador Thaíde, que está completando três décadas de carreira, foram reunidas em um livro que contextualiza as letras com a época em que foram gravadas. Deste modo, conta também como foi a história do rap brasileiro, pela ótica de um dos seus protagonistas. O livro “Thaíde: 30 anos mandando a letra”, da editora Novo Século, foi escrito em parceria com o escritor e jornalista Gilberto Yoshinaga. A obra traz 30 letras de rap comentadas e contextualizadas para o leitor conhecer e entender as diferentes circunstâncias e reflexões que inspiraram a criação. O prefácio do livro foi escrito pelo cantor Chico César. No domingo, 28, Thaíde e Yoshinaga participam de uma sessão de autógrafos do livro, na  24ª Bienal Internacional do Livro, a partir das 16h, ...

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No ritmo: professora convida alunos MCs para compor funks sobre as aulas

Em São Paulo, inovação no ensino de História mostra novos caminhos para tornar as matérias interessantes. “De repente o menino que é considerado o pior da escola é o que mais participa” Por Sarah Fernandes Do Rede Brasil Atual Pelo menos 40 alunos na sala de aula em uma escola sem infraestrutura, com material didático engessado e professores mal remunerados, como é comum na rede estadual de São Paulo. Um dos muitos desafios da professora de História Ane Sarinara, de 27 anos, é tornar o ensino interessante para os jovens, em geral moradores da periferia de Osasco, na região metropolitana de São Paulo. A solução não estava na trilha do ensino tradicional: o funk, malvisto por parte dos colegas docentes, foi parar na sua aula. Professora há oito anos, Ane tem o hábito de sentar com os alunos no pátio durante o recreio para ouvir o que acham da escola. "Sempre ...

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Como seria The Notorious B.I.G. rimando em cima dos traps atuais?

The Notorious B.I.G foi assassinado quando tinha apenas 24 anos. E mesmo com a pouca idade é lembrando como uma lenda do rap, graças ao seu disco “Ready to Die” (1994). É interessante refletir como Big estaria na cena do rap hoje se não tivesse partido tão precocemente. Qual seria sua vertente hoje? Boombap, groove, trap? Arrisco supor que BIG surfaria pelas mais variadas vertentes do estilo. Mas, infelizmente nunca saberemos. Por Anderson Morais Do RND No entanto, em março, no 19º aniversário de sua morte, os produtores norte-americanos MICK e Chi Duly se uniram para lançar uma ode ao legado de Notorious, onde misturaram rimas clássicas da lenda com hit’s atuais do rap, dando-nos um gostinho de como seria B.I.G. cuspindo seus versos certeiros em cima dos traps mais bolados da atualidade. No mashup, intitulado “Ready to BOOM” (alusão ao primeiro disco do rapper), você vai encontrar BIG rimando em cima dos hits ...

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Felipe Silva: Pobreza, honestidade e perseverança

SENTA QUE LÁ VEM TEXTÃO. MESMO! MUITO GRANDE. Um belo sobre a pobreza, honestidade e perseverança por Felipe Silva publico por Gilberto Dimenstein no Catraca Livre Hoje nasce meu filho. Mas antes de vocês conhecerem o Murilo. Precisam me conhecer. Então vou contar um pedacinho da minha história adulta. Só um pedacinho pra não tomar muito seu tempo. Ano: 2001. Chuva de balas do auge da guerra CV x ADA. Eu, 17 para 18 anos. Preto, favelado, pobre. Raivoso feito um cão magro de rua. Teimoso, teimoso e teimoso. Segundo grau completo em escola pública com um ano de antecedência, mas claro, nunca passaria num vestibular pra faculdade pública. Sem dinheiro, sem emprego. Duas saídas: escolha fácil, o tráfico de drogas! Direto, rápido, poder batendo na porta. Dinheiro sobrando pra esbanjar. Tava ali, era só querer. Ou escolha difícil: projeto social do Governo do Estado para jovens de comunidades carentes. Ser Aux. de ...

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(Foto: Divulgação/ Netflix)

Você vai voltar aos anos 1970 com ‘The Get Down’, nova série da Netflix

Globos espelhados, grafites, penteados black power, DJs e números musicais em ritmos de soul, disco e funk se misturam no primeiro trailer de The Get Down. Ao que tudo indica, a primeira série do cineasta Baz Luhrmann (O Grande Gatsbye Moulin Rouge) para a Netflix fará os espectadores mergulharem de cabeça na cultura musical do Bronx dos anos 1970. A trama acompanha um grupo de jovens que vivem as transformações das ruas de Nova York, incluindo o nascimento da cultura Hip Hop, sob orientação do célebre DJ Grandmaster Flash. Jaden Smith, filho de Will Smith, Dope Shameik Moore (Dope), Herizen Guardiola, Jimmy Smits e Giancarlo Esposito são alguns nomes que integram o elenco. The Get Down será lançado este ano, ainda sem data definida. A primeira temporada será composta por 13 episódios.    

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Movimento Hip Hop quer ampliar representatividade no Legislativo. Foto: Fabiano Ibidi

Movimento Hip Hop terá 19 candidatos a vereador no Estado de SP

Informação foi dada durante 4º Encontro Nacional, realizado neste sábado no sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em S.Bernardo Por Gislayne Jacinto, do ABCD Maior  O movimento Hip Hop lançará 19 candidatos a vereador nas eleições de 2016. A informação foi dada neste sábado (05/12) durante o 4º Encontro Nacional Nação Hip Hop, realizado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo. Participaram das atividades delegações de 16 Estados. Bob Controversista, membro da executiva estadual da entidade Nação Hip Hop Brasil, disse que o movimento já possui um representante no Poder Legislativo, que é um vereador em Francisco Morato, mas a intenção é ampliar a representatividade. “No Estado, devem ser 19 candidatos a vereador, mas no País pode chegar a 100”, afirmou. Sharylaine Sil, que está no movimento Hip Hop desde 1986, disse que os candidatos são de vários partidos de esquerda. “Desde 1990 o movimento dá apoio nas ...

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Evento Batalha Plano A

Evento de Hip Hop organizado por mulheres, representado também por estas, tem como forma de empoderamento e integração, várias jovens advindas de diversos coletivos que participam dessa produção alternativa. Com profissionalismo e garantia de visibilidade aos conceitos do hip-hop e seus elementos (Break, Mic, DJ e Grafite), seu elenco diversificado, une todas as gerações do hip hop carioca, e proporciona a troca de ideias. Batalha Plano A resgata as mulheres de atitude e poder nesta cena, onde há predominância masculina, e recompõe os fatos históricos da cultura Hip Hop feminina no Rio de Janeiro. Com discurso imponente e ideologias voltadas para a liberdade feminina, a ocupação de novos espaços, a valorização da autoestima feminina e a políticas públicas para os jovens, este evento garante a tudo um toque sensual de graça e leveza sem deixar faltar atitude e força. Enviado por Flavia Souza da Cruz via Guest Post para o Portal Geledés   Data: 19 de Dezembro de 2015. Horário: Das 16:00h às 22:00h. Local: ...

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Documentário ‘Sabotage – O Maestro do Canão’ entra em cartaz no Cine Olido

Neste mês, entre os dias 13 e 30, o documentário “Sabotage – O Maestro do Canão” entra em cartaz no Cine Olido. O longa narra a história do rapper, que fora influenciado por grandes nomes da música brasileira, como Chico Buarque e Caetano Veloso. As sessões têm entrada Catraca Livre e acontecem às 15h, nos dias 13 e 16; às 17h, nos dias 14, 15, 20, 21 e 22; e às 19h, nos dias 25, 26, 27, 28, 29 e 30. Do Catraca Livre  O filme é dirigido por Ivan 13P e conta com depoimentos de Mano Brown, Rappin’ Hood,Rodrigo Brandão, Thaíde, Andreas Kisser, BNegão, João Gordo e Ailton Graça. Além da única entrevista gravada com o rapper, morto em 2003. O diretor diz que decidiu fazer um documentário sobre Sabotage após realizar o documentário “Favela no Ar” (2002), sobre o hip hop paulista. Para ele, naquele documentário já era perceptível ...

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Destaque do rap e hip hop nacional, Karol Conka fala sobre feminismo, moda e música

“Do gueto ao luxo eu vou, dá um aloha ai pra mim, quero ver o que tá por vir”. Mais ou menos como na letra de Gueto ao Luxo, Karol Conka transita entre diferentes mundos. Mandando sua mensagem de autoestima feminina em letras divertidas ela bomba das quebradas às festas mais exclusivas e, nesse momento, ultrapassa a fronteira entre cenaalternativa e mainstream. Um dos principais empurrões foi Tombei, música e clipe lançados este ano com produção caprichadíssima e potencial devastador numa pista de dança. Por Laura Coutinho, do What´s Up A curitibana Karoline dos Santos Oliveira, 29 anos, lançou a primeira música na internet, incentivada pelo som dos Racionais MCs. Viu que dava pé e seguiu o caminho de compositora e cantora, sem se abalar pelo preconceito que encontrou num meio ainda bastante masculino. Hoje, a irreverente rapper, que já fez show na Europa e no Japão e foi chamada pelo ...

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MC Soffia, 11, de São Paulo (SP)

Rappers de 11 anos rimam sobre escola e racismo

MCs mirins por Tiago Dias no UOL É final de tarde de uma terça-feira, e a ocupação da Frente de Luta por Moradia (FLM) na rua das Palmeiras, na região central de São Paulo, fervilha com os moradores que chegam do trabalho. Em um dos 170 quartos do antigo Hotel Lord Palace, conhecido em sua época áurea como "hotel dos artistas", João, 11 anos, pluga um pen drive no amplificador, equaliza o som e o balanço, e se apresenta -- seguindo a batida: "Sou o MC Tum Tum, faço rap de verdade, espalho a verdade pelas ruas da cidade / com criatividade buscando conhecimento, chego na humildade mostrando meu talento / conquistando respeito através da poesia das quebradas da periferia", canta. Dentro do quarto de 30 m², João explica o codinome. "Comecei a ouvir rap na barriga da minha mãe. Ficava batendo lá de dentro, tum tum, tum tum." De cabelo trançado, ...

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Jaden Smith filma para Netflix serie que conta historia do Hip Hop na década de 70

Jaden Smith cobriu seus dreadlocks com uma peruca afro enquanto filmava o Netflix série situada no ano de 1970 The Get Down em Manhattan Traduzida do Dailymail O filho de Will & Jada Pinkett Smith - que completa 17 anos na próxima semana - usava uma regata, calças justas listradas, e tênis Converse clássico. Na série de 13 episódios que conta a historia do hip-hop, Marcus 'Dizzee' Kipling, é um grafiteiro talentoso e excêntrico do Bronx. Leia Também: Filho de Will Smith escolhe vestido pra ir à formatura Leia Também: Jaden Smith, filho de Will Smith, usa vestidos e diz: não são ‘roupas de menina’, são ROUPAS " tendo aulas com o lendário grafiteiro Lady Pink of Wild Style, bem como conhecendo a riquíssima história e cultura do Bronx.  

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7 mulheres do rap brasileiro que você precisa conhecer

O rap nacional, no meu ver e ouvir tem tido uma ótima safra de mcs, as mina tem se imposto cantando letras fortes, quebrando a barreira do machismo,racismo e todo tipo de opressão que as mulheres sofrem. por Anderson Hebreu, do Noticiário Periférico Esta lista não é para mostrar as melhores e sim para mostra como tem mulheres boas no rap, e para o publico do rap ouvir mais as mina.pois alem destas 7 faltou uma pa de mina nesta lista como Karol de souza,Cris SNJ,Yazalu,Odisseia das flores,Preta Rara,D'Origem e outras. Amanda NegraSim Amanda Cristina Silva dos Santos nasceu em Cotia, SP. Criada numa família que sempre valorizou a cultura negra, Amanda participava desde muito pequena da Congada de São Bendito, festa tradicional de Cotia, que foi trazida há 60 anos pelo seu tio, Benedito Pereira de Castro, o conhecido mestre Dito de Cotia. Que em toda festa do Divino ...

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Foto: Luiz Alves/Divulgação

Hip hop é a dança mais eficaz para a saúde física dos jovens

Enquanto a maioria dos pais acredita que matricular a filha em qualquer aula de dança é o suficiente para suprir a necessidade de exercícios físicos da criança, um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostra que esse pensamento pode estar equivocado. Os resultados do estudo, publicados na revista científica Pediatrics, indica que muitas aulas não proporcionam o nível de atividade física recomendado pelo Departamento de Saúde do Estados Unidos. A pesquisa descobriu que cerca de um terço do tempo total de uma aula é gasto com empenho físico moderado ou rigoroso e o restante com atividades mais leves, como alongamentos. A recomendação americana é de que crianças e adolescentes com idades entre seis e 17 anos se envolvam pelo menos em uma hora de atividade física diária em níveis que vão do intermediário ao avançado. A sugestão é que os jovens dividam esse tempo em 30 minutos de exercício no ambiente escolar e outros ...

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