Tag: Questão Racial

    Afroempreendedorismo em foco no mercado financeiro Americano

    Executivo negro de maior prestígio no JP Morgan Chase, Sekou Kaalund é diretor administrativo da organização que figura entre os cinco maiores instituições financeiras do planeta. O jovem de origem de classe média, trabalhou com grandes clientes de bancos de investimento, incluindo gestores de ativos, investimentos, hedge e fundos de pensão. Kaalund ingressou no JP Morgan como Diretor Gerente e Chefe Global de Vendas de Serviços de Private Equity e Real Estate Fund Services. Ele, que já ocupou cargos de liderança no Citibank, atua em vários conselhos, incluindo a Fundação de Parques da Cidade de Nova York, a Escola de Políticas Públicas da Duke University, o Programa de Políticas Públicas e Assuntos Internacionais e o Conselho de Profissionais Urbanos, também é membro do Círculo de Líderes Jovens de Milken e da Sociedade de Bolsistas do Instituto Aspen. Kaalund obteve o título de Mestre em Políticas Públicas pela Duke University, onde ...

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    A jovem ativista Vanessa Nakate durante uma entrevista em sua casa, em Kampala, capital de Uganda. Foto Isaac Ksamani/AFP

    Onde estamos escondendo o racismo nosso de cada dia?

    A Greta tem nome e todos sabem. Por que Vanessa Nakate é apenas uma ativista africana? Por Andréia Coutinho, do Projeto Colabora Greta Thungberg, Vanessa Nakate e ouros jovens ativistas durante uma Conferência de Imprensa na COP25, em Madri. (Foto Pablo Porlan / Hans Lucas) Desde o flagrante da própria Vanessa Nakate diante do apagamento do seu corpo, voz e representatividade negra no Fórum Econômico Mundial, em Davos, militantes, em uma espécie de catarse, se manifestaram em defesa da ativista ugandesa. Mensagens de revolta, ataques violentos à agência de notícias americana Associated Press e infinitos compartilhamentos de notícias, textos e análises. Ao me deparar com a “fogueira” de informações sobre o ocorrido, um questionamento ecoou dentro de mim: onde estamos escondendo nosso racismo? O caso de Vanessa Nakate veio à tona como um flagrante público da operacionalidade do conceito da raça. Ela estipula como as pessoas ...

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    Sebastião Arcanjo é novo presidente da Ponte — Foto: Carlos Velardi/ EPTV

    Ponte Preta acena na contramão do futebol brasileiro com um inédito presidente negro

    Conhecedor do histórico pontepretano contra o racismo, o mandatário Tiãozinho busca usar o cargo para implementar uma política de inclusão racial dentro do clube Por Diogo Magri, do El País Sebastião Arcanjo é novo presidente da Ponte — Foto: Carlos Velardi/ EPTV A Ponte Preta é um dos clubes que se destacam historicamente no combate ao racismo dentro do futebol brasileiro. Logo em 1900, 12 anos após a abolição da escravatura, o primeiro time principal da Macaca contava com Miguel do Carmo, negro e jogador de futebol, antes de qualquer outra equipe do país, motivo pelo qual os pontepretanos reivindicam o título de primeira democracia racial no esporte do Brasil. Apesar do pioneirismo, a equipe campineira demorou mais de um século para eleger um negro como representante máximo da instituição. Foi apenas em novembro de 2019, quando Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, herdou o cargo de presidente ...

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    O Dia Nacional de Intolerância Religiosa, foi lembrado com várias atividades no Rio de Janeiro.

    O evento foi organizado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap) e a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR). A intolerância ainda é um dos maiores desafios para a construção da coexistência pacífica em várias parte do mundo. O evento trouxe à cena casos de intolerância religiosa no Brasil, onde o Rio de Janeiro, infelizmente, lidera as ocorrências. Só no ano passado, a CCIR calculou 201 casos, entre ataques e ameaças direcionados as religiões de matriz africana. No Portal RBN Imagem retirada do site Portal RBN A data do dia 21 – Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, foi criada em homenagem à Mãe Gilda, Iyalorixá que foi vítima de intolerância religiosa no fim de 1999. Também é alusivo ao O Dia Mundial da Religião. Tem o objetivo de promover o respeito, a tolerância e o diálogo entre diversas religiões existentes no mundo, ...

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    Phillip Atiba Goff participou de painel mediado por Cara Mertes, da Fundação Ford, durante o Fórum Econômico Mundial. (Foto: Reprodução/ Fórum Econômico Mundial)

    Como o uso de dados pode ajudar a solucionar o racismo

    Phillip Atiba Goff, co-fundador e presidente do Center for Policing Equity, falou sobre a importância do uso de dados na elaboração de estratégias de equidade durante o Fórum Econômico Mundial Por Bruno de Lima, do Época Phillip Atiba Goff participou de painel mediado por Cara Mertes, da Fundação Ford, durante o Fórum Econômico Mundial. (Foto: Reprodução/Fórum Econômico Mundial/Imagem retiradado site Época) Para combater o racismo, primeiro é necessário entendê-lo da maneira certa. É isso que afirma o co-fundador e presidente do Center for Policing Equity, Phillip Atiba Goff. Em painel, realizado durante o Fórum Econômico Mundial, que acontece até dia 24 de janeiro em Davos, o sociólogo falou sobre como a definição errônea de racismo – muito difundida na sociedade – atrapalha a elaboração de políticas que atuem contra esse problema estrutural. Segundo Goff, a definição mais comum é que o racismo é ‘produto de corações ...

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    Foto: Deldebbio

    Registros de intolerância religiosa aumentam 22% no estado de SP

    Crescimento é referente ao ano 2019, em comparação a 2018. Casos de injúria, calúnia e difamação predominam nos boletins de ocorrência. Por Amanda Lüder, no G1 Foto: Deldebbio Os registros de casos de intolerância religiosa aumentaram 21,75% em 2019 no estado de São Paulo, na comparação com 2018. Os dados foram obtidos pela GloboNews via Lei de Acesso a Informação (LAI) junto à Polícia Civil e são relativos aos boletins de ocorrência registrados com esta natureza. A maioria dos casos foi registrada nas delegacias como injúria, calúnia e difamação: esses três tipos de ocorrência representaram, juntos, 99% dos casos em 2019. Nesta terça-feira (21), é celebrado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa e Dia Mundial da Religião. Nos boletins de ocorrência (BOs), o campo para preenchimento da natureza da ocorrência como intolerância religiosa foi criado somente em novembro de 2015. Número de BOs Em ...

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    André Zanardo

    Quem ri do racismo?

    A serrote 33 traz a seção especial “9 perguntas para o Brasil de hoje”, em que intelectuais como Milton Hatoum, Maria Rita Kehl e Luiz Eduardo Soares refletem sobre questões cruciais no país, da proliferação da violência ao silêncio dos escritores diante do autoritarismo Por ADILSON JOSÉ MOREIRA, da Revista Serrote  Neste ensaio, parte da seção, o advogado e escritor Adilson José Moreira, autor do livro Racismo recreativo, reflete sobre o humor racista e a naturalização da violência racial no Brasil Adilson José Moreira é um dos convidados do lançamento da serrote 33 no dia 5/12, às 19h, no IMS Paulista. Ele conversa com a pesquisadora Juliana Borges, autora do ensaio “A quem interessa lotar as prisões?”, também incluído nesta edição ADILSON JOSÉ MOREIRA (Foto: André Zanardo) As pessoas raramente esquecem episódios de discriminação, principalmente quando são frequentes. A memória deles nos acompanha por muito tempo, como se nos lembrasse de que ...

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    Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress

    Discriminação e desigualdades raciais no Brasil: obra de Carlos Hasenbalg quarenta anos depois

    Em 1978, Carlos Hasenbalg defendeu na Universidade de Berkeley, sob a orientação de Robert Blauner, a sua tese de doutorado intitulada Race Relations In Post-Abolition Brazil: The Smooth Preservation of Racial Inequalities. Em 1979, a tese foi publicada como livro com o título Discriminação e desigualdades raciais no Brasil, dando início a uma nova linha de interpretação sobre o lugar da raça na compreensão da desigualdade. Neste texto comemorativo dos quarenta anos desta obra, procuro registrar alguns aspectos que fazem desse livro um divisor de águas na literatura sobre o tema e demonstrar o porquê de esta obra permanecer crucial para aqueles que desejam entender as dinâmicas de raça e classe no Brasil. Por Márcia Lima, do Novos Estudos Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress Organizado em três partes – perspectivas teóricas, evolução das desigualdades raciais ...

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    https://brasil.elpais.com/smoda/2020-01-11/megxit-machismo-classismo-e-racismo-no-ultimo-drama-real.html

    ‘Megxit’: machismo, classismo e racismo no último drama real

    Os tabloides e o setor reacionário concentram as críticas em culpar Meghan Markle pela decisão dos duques de Sussex de se tornar ‘independentes’ da Coroa. Por Noelia Ramirez, do El País A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em 2018. (Foto: CORDONPRESS) “A imprensa britânica teve sucesso em seu aparente projeto de assediar Meghan Markle, duquesa de Sussex, para que vá embora da Grã-Bretanha.” A professora de jornalismo Afua Hirsch, autora de Brit(ish): On Race, Identity and Belonging, publicou quinta-feira o artigo Black Britons Know Why Meghan Markle Wants Out (“negros britânicos sabem por que Meghan Markle quer ir embora”) no The New York Times. Sua coluna criticou a monarquia como “centro simbólico do establishment” responsável pela noção de um Império Britânico “construído com base em uma doutrina de supremacia branca”. Também descreveu o “tratamento racista” que a canadense sofre na mídia britânica desde o anúncio de ...

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    Steve McQueen levou o Oscar de "Doze anos de escravidão" e também ganhou dois BAFTA - AFP/Arquivos

    Cineasta Steve McQueen critica falta de diversidade nos BAFTA

    Nenhuma cineasta, nenhum ator negro. O diretor de cinema inglês Steve McQueen criticou os principais prêmios britânicos de cinema, após a controvérsia sobre a falta de diversidade nas indicações deste ano. Do IstoÉ Steve McQueen levou o Oscar de "Doze anos de escravidão" e também ganhou dois BAFTA - AFP/Arquivos McQueen, o primeiro cineasta negro a ganhar um Oscar de Hollywood, por “Doze anos de escravidão” em 2014, disse que o BAFTA corre o risco de não “interessar a ninguém”, se não se tornar mais inclusivo. Seu comentário vem depois que a lista de indicados nas principais categorias do Oscar da Academia Britânica de Cinema e Televisão não incluiu mulheres, ou membros de minorias. Todos os atores nas quatro principais categorias de atuação são brancos, e não há cineastas como candidatas à melhor direção. A polêmica sobre a lista de indicados levou a academia a anunciar ...

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    Reprodução/Globo

    “A gente precisa se ver nos lugares”: Iza critica meritocracia e racismo no Domingão do Faustão

    "Por conta da minha profissão, essa questão do assédio, do racismo, não some, né? Ela fica velada", comentou a cantora Na Revista Fórum Imagem: Reprodução/Globo Durante sua participação no Arquivo Confidencial, quadro do programa Domingão do Faustão, da Globo, a cantora Iza falou neste domingo (12), emocionada, sobre o sucesso de sua carreira. Para ela, apesar de ter uma profissão de destaque e ser respeitada em seu meio, o racismo e o preconceito persistem no dia a dia. A cantora também fez críticas à meritocracia e pediu por mais representatividade. “Acho que todas as mulheres aqui já passaram por isso. Quantas vezes a gente é cantada no caminho para o trabalho? E aí, por conta da minha profissão, essa questão do assédio, do preconceito, a questão do racismo, não some, né? Ela fica velada”, comentou a artista. “As pessoas têm aquele receio de se expressarem da ...

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    Jurista Silvio Luiz de Almeida explica a gênese do racismo.

    Não existe racismo fora de uma relação de poder, diz jurista

    Jurista Silvio Luiz de Almeida, professor da FGV, discute sobre preconceito e discriminação racial em entrevista ao UM BRASIL. Do Huffpost Brasi Jurista Silvio Luiz de Almeida explica a gênese do racismo. (DIVULGAÇÃO/CHRISTIAN PARENTE) O racismo é mais complexo do que um ato isolado de violência, um evento único. Ele é um processo histórico e político que cria um sistema em que alguns são beneficiados, e outros, prejudicados socialmente, conforme pontua o jurista e professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Silvio Luiz de Almeida, em entrevista ao UM BRASIL, uma realização da FecomercioSP. “Não existe racismo que não seja estrutural. Ele é um mecanismo muito complexo que cria, de um lado, vulnerabilidade, e, de outro, poder. Não existe racismo fora de uma relação de poder. Ele depende de estruturas sociais para que a discriminação continue sendo sistêmica”, analisa. Almeida caracteriza essa estrutura como sendo constituída de ...

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    Foto: @zalikaproducoes/Reprodução/FACEBOOK

    ‘Advocacia da União quer esvaziar significado do feriado da consciência negra’

    Para Douglas Belchior, data é reflexão sobre exploração, opressão e ódio mesmo após a abolição. "Povo negro ainda não alcançou a condição de cidadão" Por Cida de Oliveira, da RBA Douglas Belchior Foto: @zalikaproducoes/Reprodução/FACEBOOK São Paulo – O parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) contrário à lei municipal que criou o feriado da consciência negra na cidade de São Paulo é racista, na opinião do professor Douglas Belchior. Integrante do movimento negro Uneafro Brasil e da Coalizão Negra por Direitos, Belchior considera o posicionamento do órgão como parcial, político, alinhado e orientado pelo governo de Jair Bolsonaro. O juízo emitido no final de dezembro refere-se a uma ação protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) em 19 de novembro passado. Trata-se da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 634, que pede que a Corte decida sobre a constitucionalidade ...

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    Luiz Silveira/Agência CNJ Brasil tem mais de 800 mil pessoas presas, a terceira maior população carcerária do mundo

    Pelo fim do sistema criminal: entenda o que defendem os abolicionistas penais

    O Brasil é o terceiro país com maior população carcerária no mundo. Segundo os últimos dados divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mais de 800 mil pessoas estão presas nas penitenciárias brasileiras, número inferior apenas aos registrados nos Estados Unidos e na China. Apesar do índice alto - próximo ao da população de uma cidade como Nova Iguaçu (RJ) ou São Bernardo do Campo (SP) - as atuais políticas de segurança do governo de Jair Bolsonaro apontam para um crescimento de prisões. Na contramão dessa visão encarceradora estão os abolicionistas penais. Mas você sabe o que eles realmente defendem? por Felipe Barbosa no Último Segundo Luiz Silveira/Agência CNJBrasil tem mais de 800 mil pessoas presas, a terceira maior população carcerária do mundo O professor de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Acácio Augusto, que é abolicionista e anarquista, explica que “o abolicionismo penal é um movimento ...

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    O Globo de Ouro (Imagem: Rex Features)

    Globo de Ouro exclui mulheres e negros em premiação

    O apresentador Ricky Gervais causou polêmica ao debochar da ausência de mulheres entre os indicados a melhor diretor Por Luisa Fragão, da Revista Fórum O Globo de Ouro (Imagem: Rex Features) Mesmo com duras críticas pela falta de diversidade em edições anteriores, a premiação de 2020 do Globo de Ouro repetiu erros do passado e novamente não indicou nenhuma cineasta para disputar a categoria de melhor diretor. Para os artistas negros, o cenário é ainda mais problemático: a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), reponsável pela premiação, encerrou a noite sem destacar nenhum talento negro, independente da categoria. Cynthia Erivo, do filme Harriet, foi a única atriz negra indicada nas categorias de cinema e televisão. Ao comentar sobre a ausência de mulheres entre os indicados a melhor diretor, o comediante britânico Ricky Gervais, escolhido como apresentador da noite, debochou do cenário desigual. “Nenhuma mulher diretora ...

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    A ONG Educafro tem foco na preparação de jovens negros para o vestibular Imagem- Zalika

    ONGs trabalham por mobilidade e no combate a holocausto urbano

    "Minha vontade de fazer a diferença se deu com a morte da menina Agatha", explica Irapuã Santana, membro da ONG Educafro, nascido no Rio de Janeiro e, hoje, procurador do município de Mauá. "Precisamos parar com essa política genocida que tritura vidas de jovens negros sem que ninguém faça algo", completa. por Fred di Giacomo no UOL A ONG Educafro tem foco na preparação de jovens negros para o vestibular Imagem- Zalika Irapuã, que se beneficiou das cotas raciais para entrar em direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, é a prova de que as tragédias e conflitos sociais que têm marcado o cotidiano brasileiro podem nos paralisar e deprimir, mas também nos fazer agir. "Foi daí que surgiu a ideia de demonstrar que essa política é falida e inapta", continua o autor da denúncia efetuada pela ONG Educafro contra o Brasil na ONU ...

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    artsy-solomon-nappy-

    Nos deram uma outra memória, de porcelana, porém

    300 anos sendo comprados e vendidos, trazidos acorrentados para o Brasil, em Navios, selecionados e mortos na travessia, jogados ao mar. Mulheres estupradas, crianças vendidas, menos que animais. Os que sobreviveram para contar essa Histόria foram silenciados, desacreditados. Disseram-nos “esqueçam isso, bola pra frente. O futuro vos espera” e ainda “Não se façam de vítimas, sacode a poeira, foi só um machucadinho”. por Fabiane Cristina Albuquerque enviado para o Portal Geledés artsy-solomon-nappy- Aí juntamos o que restava de uma existência que nem era de gente, sem nenhum parâmetro do que era ser um humano, pois os primeiros que sabiam, haviam morrido há tempos. Não houve luto para chorar os filhos vendidos, os estupros, as chibatadas, os olhos furados, os dentes e mãos arrancadas, a morte física e existencial. Apresentaram-nos o mercado de trabalho e disseram que éramos livres. Tampouco sabíamos o que era ser livre. Eu ...

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    Bahia honra sangue negro e assume ponta contra elitização do futebol

    O desenvolvimento do futebol está associado com os movimentos da classe trabalhadora no Reino Unido. O Manchester United, maior campeão inglês de todos os tempos, foi fundado por um ferroviário. Cidades industriais como Birmingham e Newcastle também tinham forte identificação com o esporte. Por Kauê Vieira, do Hypenees A relação entre a classe trabalhadora e o futebol teve um ponto de inflexão em uma desgraça que marcou para sempre a forma com que os britânicos acompanhavam seus clubes do coração. O desastre de Hillsborough, que matou 96 pessoas durante uma partida do Liverpool, foi o álibi perfeito para a elitização do esporte – movimento comandado com mão de ferro por Margareth Thatcher durante o início da década de 1990. Thatcher é acusada de iniciar gentrificação do futebol inglês (Foto: PA Archive/Reprodução) Para se ter ideia dos efeitos da gentrificação, entre 1990 e 2008 os preços dos ...

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    Cida Bento (Foto: Carolina Oms/Believe.Earth)

    Negros, os credores que incomodam

    A presença negra que cresce e fica mais visível gera medo e se torna alvo da violência por Cida Bento, da Folha de S. Paulo  Cida Bento Foto: Carolina Oms/Believe.Earth Nesta semana em que se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos, a forte mobilização social da sociedade civil na luta pela manutenção e pela ampliação de seus direitos e conquistas vem acompanhada do medo e de respostas institucionais de extrema violência. Um exemplo é, de um lado, o Mês da Consciência Negra, marcado por vibrante profusão de iniciativas por todo o país, em áreas tais como a literatura, com debates e lançamento de livros e revistas, a dramaturgia, com belíssimas peças fazendo releituras do Brasil, a dança e os cantos, na comunicação digital com coletivos jovens e periféricos trazendo novos conteúdos e formas e na intensificação do debate sobre feminismos negros. Debates e iniciativas focaram ...

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    Maisa com o pai (Reprodução/Instagram)

    Maisa faz desabafo sobre racismo sofrido pelo pai: “Sempre é o segurança”

    A atriz usou seu twitter para conversar sobre o assunto com os seguidores Por Izabel Gimenez, do Capricho  Maisa com o pai (Reprodução/Instagram)Maisa é daquelas celebs que sempre separam um tempinho para conversar com os fãs no Twitter, apesar de fazer muitas piadas, vira e mexe também fala sobre assuntos sérios tipo o que rolou na terça-feira (3/12). A apresentadora fez um desabafo sobre o racismo que seu pai, que é negro, sofre e a diferença como é tratado quando está ao lado da filha e da esposa. Tudo começou depois de um tweet em que Maisa disse que o pai não era branco e uma seguidora perguntou se ela se considerava parda por causa do seu histórico familiar. “Oi, não sei, sou meio ignorante nisso kkkk eu sou?”, perguntou Maisa. Uma fã esclareceu que não e ainda mostrou empatia pelo que a família passa.”Prima, você é branca, e sinto ...

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