segunda-feira, agosto 3, 2020

    Tag: jazz

    O saxofonista norte-americano John Coltrane CHUCK STEWART PHOTOGRAPHY

    Alabama de John Coltrane, o Jazz contra o racismo

    A clássica e triste canção “Alabama” de John Coltrane, um canto emocionante contra o racismo e um grito em favor dos excluídos ao som do saxofone mais conhecido da história do Jazz. A história dos Estados Unidos fez o negro viver o pesadelo americano de uma forma dura e cruel durante muitos anos (e ainda faz). Uma das contribuições mais importantes da cultura afroamerciana para o mundo foi o Jazz. Esse ritmo, criado por escravizados e ex-escravizados, à beira dos riachos, sempre transpareceu a tristeza e luta dos negros por liberdade e igualdade de direitos. Na primeira metade do Século XX era difícil para os negros até adorarem a Deus sendo segregados em igrejas de bairros pobres, sem energia elétrica e instrumentos de qualidade para o louvor. As vozes dos adoradores negros precisavam ser mais ressonantes e a sincronia e arranjos mais bem construídos, pois a música fazia seus corações ...

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    THE SAVOY BALLROOM

    O Negro e o Jazz nos EUA

    Resumo O tema deste projeto se deu por um interesse sobre a trajetória do desenvolvimento dos Estados Unidos e do papel do negro no país. Tendo como objeto a luta pela igualdade – que inevitavelmente perpassa pela cultura de um país –, pretendo investigar a inserção de um ritmo que antes era tido como “sem valor” e que aos poucos se tornou reconhecido como parte fundamental da cultura estadunidense. ‘Jazz’ é a palavra que demonstra a presença e importância do povo negro desde o início da história dos EUA, povo esse que foi tratado como “irrelevante”, mas que colaborou efetivamente na construção da nação e de sua cultura. A análise fílmica tem por objetivo investigar o racismo sofrido pelos negros e a tentativa de desvinculação do jazz de suas ‘raízes negras’, através do ‘esvaziamento de valor’ do estilo musical quando ainda era maioritariamente um ritmo periférico, e da grande disparidade ...

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    O pianista Herbie Hancock Foto- Divulgação

    Com shows marcados no Brasil, pianista Herbie Hancock diz que se recusa a encaretar: ‘Sou igual ao que era aos 20’

    Músico que começou na banda de Miles Davis, nos anos 1960, fala sobre novo disco, que terá Snoop Dogg, Kendrick Lamar e Thundercat por Silvio Essinger no O Globo O pianista Herbie Hancock Foto- Divulgação Pianista que aos 23 anos foi escolhido por Miles Davis para promover uma revolução no jazz (e que depois também fez as suas), o americano Herbie Hancock chega ao Brasil no próximo mês com surpresas na manga. Ele se apresenta dia 17 de novembro, em São Paulo, no Credicard Hall; e 19 no Rio, no Km de Vantagens Hall). Ainda inquieto, Herbie confirma para o início do ano que vem o lançamento de seu primeiro álbum em oito anos: o esperado disco com participações do rapper Kendrick Lamar, dos novos jazzistas Thundercat e Kamasi Washington e do DJ Flying Lotus. E avisa: “Eu me recuso a perder o meu espírito juvenil!” ...

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    Archie Shepp presta homenagem a John Coltrane no Sesc Jazz

    Depois de se apresentar em Sorocaba, o grupo do lendário saxofonista toca no Sesc Pompeia Por Daniel Benevides no Folha de São Paulo John Coltrane acordou no meio da noite para atender ao telefone. Era Bob Thiele, produtor da gravadora Impulse: “Você precisa ouvir isso!” O entusiasmo se justificava. Thiele estava no estúdio em que Archie Shepp gravava "Four For Trane" (1964), hoje um dos grandes clássicos do jazz. Coltrane se vestiu como pôde e saiu correndo. Na pressa, esqueceu as meias. É assim que ele aparece na capa do disco, ao lado de Shepp, seu discípulo e amigo. Aquele era o primeiro álbum de Shepp propriamente como líder —logo de cara uma releitura das músicas do mentor Coltrane, com quem iria tocar na obra-prima "A Love Supreme" (1964; sua participação pode ser ouvida na versão integral, lançada em 2002) e na marcante experiência de free jazz "Ascension" (1965). No mesmo ano, ainda dividiriam ...

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    ARQUIVO 22/01/2018 CADERNO2 / CADERNO 2 / C2 / USO EDITORIAL RESTRITO / FOTOS DO PIANISTA AMARO FREITAS. FOTO: Rafa Medeiros

    Amaro Freitas surpreende e renova a música instrumental brasileira

    Pianista de Pernambuco passa por São Paulo com o disco 'Sangue Negro'; depois do carnaval, ele começa a gravar um segundo álbum para ser lançado com exclusividade por um selo inglês. Por Julio Maria Do Estadão Se seguisse os prognósticos, Amaro Freitas venderia tapioca no calor do Alto da Sé de Olinda. Qualquer coisa, menos viver de música nos moldes em que ele acreditava. As três regras para dar certo repetiam-se em conversas com amigos. 1. Mude-se para São Paulo. 2. Toque com músicos de São Paulo. 3. Comece gravando standards do jazz. E assim, quando tudo der certo, prepare-se para viver complementando a renda com trabalhos que nada terão a ver com sua música. Amaro Freitas: contrário aos prognósticos pessimistas Foto: Rafa Medeiros Amaro, pianista, compositor, 26 anos, nascido no bairro de Nova Descoberta, a noroeste do Recife, quebra os padrões com a força de uma energia ...

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    Paris 1969, from the late Thelonious Monk, comes out Nov. 26.

    O gênio excêntrico do jazz, Thelonious Sphere Monk

    Era um excêntrico, como o seu nome completo era, Thelonious Sphere Monk. Era tão parco nas palavras como nas notas do seu estilo impar que rompeu com vários paradigmas do jazz. Por Dionísio Rocha, do GGN Paris 1969, from the late Thelonious Monk, comes out Nov. 26. Existem gênios que são imitados - Parker, Coltrane, etc - gênios, inegavelmente - e existem gênios que nunca poderiam ser imitados. Monk é um dos últimos - verdadeiramente um gênio, inimitável. Incrível e original! Ele revolucionou o piano como Picasso revolucionou a pintura ...Thelonious Monk foi um pianista único, considerado o mais importantes do Jazz. Sua música estará aqui nos próximos 300 anos, como Beethoven e Mozart.

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    Jazz como denúncia do racismo policial

    Sobre Ku Klux Klan Police Department, de Christian Scott aTunde Adjuah por Juan Duarte no Esquerda Diário Escutar a banda do jovem trompetista negro Christian Scott aTunde Adjuah pode produzir de tudo, menos indiferença. Desde o começo, sua música te comove, faz emergir sensações viscerais, estremece por instantes, por momentos dá lugar a ritmos e melodias festivas e dionisíacas, e por momentos convoca tensões próprias da luta, épica. Ao mesmo tempo nos leva a paisagens sonoras e emocionais que podem também soar familiar aos amantes de certas bandas de rock como Joy Division ou Radiohead. Há algo nessa paisagem musical que, de alguma maneira, interpela ao oriente. O ensaísta e ativista por direitos civis (entre um largo etc.) LeRoi Jones assinala, referindo-se ao jazz e sua crítica, que “a música dos negros é essencialmente a expressão de uma atitude, ou uma coleção de atitudes, acerca do mundo, e apenas secundariamente sobre o modo ...

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    Acervo reúne mais de 300GB de canções de Jazz para ouvir e baixar de graça

    A facilidade de arquivar e disseminar conteúdo que a internet nos oferece, aliada às paixões que as pessoas cultivam e cuidam ao longo da vida pode nos oferecer verdadeiros tesouros escondidos. É o caso do professor do ensino médio David W. Niven, que desde sempre foi um fiel amante do Jazz. por Vitor Paiva, do Hypeness Mais do que isso: ao longo de muitos anos David colecionou registros de apresentações ao vivo das maiores lendas do gênero, catalogadas em mais de 650 fitas-cassete. E esse catálogo agora está disponível aos nossos ouvidos, para streaming e download. São mais de 1000 horas de gravação em 360GB de áudio, reunindo grandes gênios do jazz como Duke Ellington, Charlie Parker, Thelonious Monk, Chat Baker, Frank Sinatra, Django Reindhart, Billie Holiday e muitos outros (muitos outros mesmo!). Cada fita foi perfeitamente catalogada à mão por David, trazendo o setlist dos shows, a data, o local ...

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    Por que nos EUA não tem batucada?

    Não é curioso que os Estados Unidos não usem tambores em sua música como todos os outros países que tiveram mão-de-obra escrava vinda da África? Eu sempre fiquei me perguntando isso. Por que a música dos negros norte-americanos é tão diferente da música brasileira, de Cuba, do Caribe? Onde foram parar os tambores? Cadê a batucada? Por Cynara Menezes, do Socialista morena Pense em todos os grandes ídolos da música afro-americana: Charlie “Bird” Parker tocava sax. Louis Armstrong tocava trompete. Nina Simone tocava piano, assim como Stevie Wonder e Ray Charles. Miles Davis tocava trompete. E Wynton Marsalis, idem. Robert Johnson tocava guitarra. Chuck Berry, idem. Leadbelly tocava um violão de 12 cordas. Os negros chegaram aos EUA vindos, em sua maioria, de regiões que hoje se conhecem como Senegal, Gâmbia, Nigéria, Camarões, Namíbia, Congo, Angola e Costa do Marfim. Os negros brasileiros vieram de Moçambique, do Benin, da Nigéria, e também ...

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    12 filmes sobre jazz e blues para ver na Netflix

    O que Nina Simone, B.B. King e Tony Bennett têm em comum? Além de nomes venerados na história da música, eles tiveram suas histórias recontadas recentemente em ótimos documentários disponíveis na Netflix. Para quem se interessa especificamente por jazz e blues, a plataforma oferece ainda outras produções interessantes que se debruçam sobre a história e influência desses estilos – que vão de clássicos de Hollywood a produções que têm o jazz como trilha sonora. A seguir, você confere 12 títulos compilados pelo site Um Jazz Por Dia que integram o catálogo brasileiro. Vale lembrar que a plataforma de streaming oferece acesso gratuito durante os primeiros 30 dias de uso. 1) "O Grande Gatsby"  (1974) (assista aqui) Esta é uma das seis adaptações para o cinema do romance "O Grande Gatsby", de F. Scott Fitzgerald - um dos mais importantes da literatura mundial. O elenco traz em destaque Robert Redford e Mia Farrow. ...

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    Após morte de filho, pianista promove sessões de jazz em apartamento em NY

    O apartamento está apinhado de gente. Um padre estica o pescoço do fundo da cozinha. Ouve-sem inglês, francês, português, coreano. Ouve-se música. É domingo à tarde no extremo norte da ilha de Manhattan. na Folha O apartamento de Marjorie Eliot se tornou atração de Nova York com sessões dominicais de jazz que a pianista promove desde 1993. Os encontros são musicais, mas também espirituais e, ainda, politizados. A anfitriã não revela a idade, mas tem pique de adolescente. Ela abre a porta, recebe gente do mundo inteiro, pergunta como cada um vai. Arruma as cadeiras, aponta o banheiro e atende o telefone, que não para de tocar. Assim, Eliot enfrenta o dia da semana em que perdeu, em 1992, um de seus cinco filhos. A música, explica ela, a ajuda a encontrar "beleza na dor". Uma dor sem fim. Poucos meses atrás, a pianista perdeu o terceiro filho. "Há coisas ...

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    Sete mulheres que transformaram a história do jazz

    Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Nina Simone… Conheça as trajetórias das cantoras, pianistas e compositoras que passaram por cima do racismo e sexismo e popularizaram o gênero mundo afora Por Kathleen Harris Do Portal Fórum Com o nascimento do jazz na Nova Orleans do início do século 20, a música norte-americana se transformou para sempre. Enquanto os músicos do jazz frequentemente enfrentavam o racismo, as mulheres que tentavam se firmar no gênero precisavam vencer também o sexismo. Ainda assim, ocuparam a linha de frente no desenvolvimento de um dos estilos musicais mais difundidos no mundo, desempenhando diversas funções – cantavam, tocavam todos os instrumentos e compunham. Confia as trajetórias de sete mulheres que tiveram papel fundamental na história do jazz. Blanche Calloway Blanche Calloway foi cantora, compositora e bandleader de jazz durante os anos de 1920 e 1930, além de ter sido a primeira mulher a liderar uma banda totalmente masculina ...

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    De Stanley Jordan no parque a casas de shows pequenas, descubra onde ouvir jazz em SP

    Que jazz não é música de tiozão talvez você já saiba. A galera mais nova, de tempos em tempos, renova o gênero centenário e libertário nos palcos e plateias. Muitos ignoram, no entanto, o fato de que é possível curtir esse som que é sinônimo de sofisticação sem deixar um rim na bilheteria. Shows em parques e em clubinhos escondidos fazem a alegria dos jazzófilos que não querem (ou não podem) gastar uma boa grana para fazer um agrado aos ouvidos e à alma.Neste fim de semana, por exemplo, o lendário guitarrista do jazz e fusion Stanley Jordan é uma das atrações do Festival BB Seguridade Blues e Jazz, que rola nos dias 13 e 14 de junho no Parque Burle Marx. Também estão no line-up Dudu Lima, Ana Carolina, Nuno Mindelis e Blues Etílicos. Por Fabiano Alcântara, do Virgula O evento é gratuito, com retirada de ingressos pelo site ...

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    Cenas do Jazz

    Quatro grandes músicos do jazz interpretando canções memoráveis para deixar qualquer admirador ou aficionado do gênero com água na boca. Em Cenas do jazz apresentamos Billy Strayhorn, Lester Young, Willie Smith e Coleman Hawkins em grandes perfomances. Nada como ouvir um dos grandes pianistas admirado por ninguém mais que Duke Ellington, seguido por um dos maiores saxofonista tenor do mundo do jazz que, com todo o seu lirismo, se tornou o melhor parceiro de Billie Holiday. Na sequência, um dos melhores saxofonistas alto de seu tempo, e o introdutor do saxofone como instrumento solo, incorporado-o definitivamente à criação melódica do jazz. por JOTA A. BOTELHO no GNN CENAS DO JAZZ - Uma Rápida Pincelada Sobre Eles No alto: Strayhorn ao lado de Ellington e Lester Young. Abaixo: Willie Smith e Coleman Hawkins William Thomas "Billy" Strayhorn (Dayton, 29 de novembro de 1915 - Nova Iorque, 31 de maio de 1967), foi arranjador, compositor e pianista. ...

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    Kamasi Washington cria o clássico do jazz para a geração atual

    O saxofonista e compositor de jazz Kamasi Washington, prodígio dos dias atuais e frequentemente comparado com John Coltrane, acaba de lançar um dos trabalhos mais importantes do gênero, The Epic. Meses antes, como um dos colaboradores de Kendrick Lamar em To Pimp A Butterfly, ele mostrou que o jazz pode ser chamado à inovação e ajudar outros estilos a saírem do convencional. Seu saxofone é bastante presente no clássico de Lamar. Por Paulo Floro, no Revista o Grito Em The Epic, ele explorou todas as possibilidades do gênero, forçando limites em um trabalho monumental, meticuloso e que mostra sua visão, virtuosismo, mas que também conta uma história. Quase não houve espaço para improvisação – atributo comum ao jazz – nos 172 minutos. O trabalho longo foi dividido em três discos e contou com um coral de vinte vozes, orquestra de 32 músicos e mais uma dezena de instrumentistas convidados. Um trabalho imenso, todo produzido por ...

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    Réquiem para Clark Terry

    Mestre do trompete e do "flugel" morreu aos 94 anos Um dos grandes músicos de jazz de todos os tempos, Clark Terry, morreu, aos 94 anos, no último dia 21. Ele já estava afastado dos palcos e dos estúdios, sob o peso da idade, depois de longa luta contra o diabete. Quando chegou aos 85 anos em dezembro de 2005, comemorou a data, tocando o seu inseparável flugelhorn (o irmão mais gordo do trompete), numa grande festa musical na Universidade de New Hampshire, da qual era doutor honorário e professor adjunto desde 1988. Por Luiz Orlando Carneiro   Do Jornal do Brasil No livro Guia de jazz em CD (Jorge Zahar, 2ª ed., 2002), que escrevi em parceria com J.D. Raffaelli, anotei: "Mestre do trompete e do flugelhorn - instrumento que introduziu no jazz - Terry tem um dos sons mais característicos e untuosos já produzidos nestes metais. Verdadeiro 'escultor' da massa sonora, ...

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    Teatro Goiânia recebe festival de música negra americana

    O Teatro Goiânia recebe nos dias 20 e 21 próximos um dos maiores festivais de música negra americana no Brasil, o Bourbon Street Fest, pela primeira vez na Capital. A 12ª edição do evento reuniu no ano passado mais de 40 mil pessoas ao longo de uma semana. O festival começa no dia 16, em São Paulo, no Parque Ibirapuera, com shows gratuitos, e o encerramento será no dia 24, também no Ibirapuera. Nos dias 17 e 18, o festival será no Rio de Janeiro. E, nos dias 22 e 23, em Brasília. Promovido por uma das melhores casas de jazz do mundo, o Bourbon Street Music Club, de São Paulo, o festival traz atrações que representam a diversidade musical da Louisiana e, particularmente, de New Orleans. No dia 20, o público vai conferir o show do quinteto Dubismo, liderado pelo baterista Fred Valle, às 21h30. Às 23 horas, Germaine ...

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    Lenda do soul e do R&B, Bobby Womack morre nos EUA

    Lenda do soul e do R&B, Bobby Womack morre nos EUA

    O cantor e compositor americano Bobby Womack, um das mais reconhecidas e longevas vozes do soul e do R&B dos Estados Unidos, morreu nesta sexta-feira nos Estados Unidos, confirmou sua gravadora, a XL Records. Ele tinha 70 anos. As causas da morte ainda não foram reveladas. Ele sofria de câncer colorretal e diabetes. Nascido em Cleveland, Womack deu os primeiros passos na música junto de seus irmãos Cecil, Curtis, Harry e Friendly Jr, formando o quinteto gospel The Valentinos. Mas foi trabalhando com as grandes vozes da música soul americana como Sam Cooke, Sly Stone e Wilson Picket que Womack atingiu o estrelato na década de 60, com a cançãoIt's All Over Now, que posteriormente se tornou famosa com os Rolling Stones e garantiu à banda inglesa seu primeiro grande hit. Após a morte de Cooke, de quem era guitarrista e com quem manteve uma de suas mais prolíficas parcerias, ...

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